Airbus e Boeing: duelo de gigantes, por Flavio Maluf

O mercado de aviação comercial parece esquentar nos próximos anos, contrariando muitos que acreditam na diminuição ou falta de procura para viagens e turismo. Esse duelo entre as gigantes Airbus e Boeing prometem um aumento da frotas das empresas aéreas e esse fato se deve à utilização da tecnologia para a construção de aeronaves. “Ambos buscam diminuir o tempo de produção com inovações técnicas”, analisa Flávio Maluf, empresário e engenheiro mecânico, 53 anos, formado pela FAAP. A observação do presidente do Grupo Eucatex, que recentemente inaugurará uma fábrica na cidade de origem, Salto-SP, deve-se ao jato de tinta gigante de impressão para pintar partes das asas do Airbus A320, modelo popular dessa empresa. “Isso diminui em 90% as 170 horas de trabalho dos funcionários”, afirma Flávio Maluf.

airbusboeing

Mas não só essa inovação diminui o tempo para entregar no prazo determinado. A redução dos dias de trabalho dos funcionários também contribui para acelerar a produção. Essa produtividade não pode ser deixada de lado, pois os aviões de pequeno porte tem um volume muito maior e encontram forte concorrentes nos países como Brasil, China, Rússia e Canadá. “A Airbus tropeçou, em 2005, em tentar acelerar a produção do superjumbo A380, o maior avião passageiro do mundo, e acabou sendo entregue somente em 2007. O mesmo ocorreu com a Boeing, com o modelo 787 Dreamliner, que entrou em operação em 2011”, lembra Flávio Maluf. Por tanto, não é apenas importante modelos novos como o seu cumprimento de prazo.

Entre os novos modelos de Airbus, o A350 que entrou para concorrer com o Boeing modelo Dreamliner e o 777, o uso de gruas computadorizadas com braçadeiras guiadas a laser promete reduzir em 30% o tempo e 40% o seu custo. “Esse processo se chama Zapp, em que se unem as partes gigantescas das aeronaves. Foi isso que proporcionou a entrega dentro do prazo a Qatar Airlines”, diz Flávio Maluf, quando aconteceu o voo comercial inaugural em 2012.

Todos esses esforços foram acertado depois dos erros cometido pelas duas empresas. O Airbus, por exemplo, teve um custo e atraso com o cargueiro militar e o modelo A400M teve um acidente com a morte de quatro funcionários na Espanha, suspendendo os seus voos em meio as investigação do fato. Ainda, o modelo A380 tem enfrentado problemas com cancelamentos e poucas encomendas. “Fabrice Brégier, diretor-presidente da unidade de aviação comercial da Airbus, sofre com a falta de clientes“, lembra Flávio Maluf. Sua concorrente acumulou gastos com falhas na produção durante o desenvolvimento da Dreamliner, mas espera-se que a Boeing consiga lucrar com mais de 1000 unidades de 787 solicitada para encomenda.

Por isso, todo cuidado é pouco. Qualquer margem de prejuízo ou lentidão é inaceitável e Brégier está acostumado a resolver os problemas. Flávio Maluf diz que o empresário conseguiu dar avanços operacionais quando o A380 estava com uma sequência de erros, acreditando que a empresa irá rivalizar com seu rival. O desafio seguinte será de aumentar a produção de uma única unidade produzida no ano passado para 100 no ano de 2019. Para tanto, fazer mais em menor tempo parece ser a filosofia do trabalho para a fábrica da Airbus Group SE.

Tendência: aplicativos auxiliam as empresas aéreas; Flávio Maluf analisa

Os aplicativos de celulares caíram na graça de uma grande parcela da sociedade mundial. É comum que as pessoas estejam conectadas ao celular a todo o momento e a qualquer hora do dia, transitando entre os intermináveis aplicativos lançados a todo o instante. Essa nova tendência abre um leque gigantesco de oportunidades de negócios para várias empresas, de diferentes nichos.

A mais nova área de negócio a apostar na facilidade, comodidade e interatividade que os aplicativos oferecem é o meio aéreo, distribuído entre várias empresas que comandam a rota área mundial. O empresário Flávio Maluf, presidente das Eucatex Brasil, entende que essa nova abordagem das empresas áreas estimula toda uma comunidade envolvida ao assunto.

De acordo com especialistas da área, tal como Flávio Maluf, os aplicativos passam a integrar o sistema área brasileiro com a intenção de facilitar a vida dos passageiros, que acabam interagindo e recebendo informações importantes das linhas áreas instantaneamente – tudo por meio de um clique no celular.

Esta é a nova cara do mercado, dizem as autoridades do assunto. Com uma bagagem de quase 30 anos no Grupo Eucatex, Flávio Maluf tem conhecimento dessa nova demanda empresarial, que diz a respeito a comodidade dos passageiros, que passa ter a oportunidade de resolver diversas questões relacionadas ao seu voo de forma rápida, simples e eficaz.

Em suma, estes aplicativos integrados às linhas aéreas possuem várias funcionalidades. Informações gerais, dados específicos sobre o voo de cada passageiro, ajuda com o despacho das malas, embarque e até mesmo o entretenimento são algumas das apostas mais comuns neste viés econômico relacionado ao empreendedorismo aéreo.

O empresário e engenheiro Flávio Maluf está ligado a tudo o que acontece no mercado e entende que ao noticiar este novo modo de investimento só tem a contribuir com todo o empreendedorismo do país.

O aplicativo – Demandas e funcionalidades

O aplicativo das empresas aéreas surge para sanar várias dificuldades dos passageiros. O mercado entende que o passageiro não deve mais enfrentar filas para comprar passagem, reservar voo, cancelar este mesmo voo, embarque, despacho, check-in. Outra demanda observada é a de que os passageiros não precisam mais falar com nenhum atendente, caso não desejem. Se é possível pagar uma conta bancária por meio da internet e de aplicativos, resolver trâmites aéreos também deve ser possível.

Estes dois aspectos, trabalhados de maneira conjunta, fazem com que os aplicativos ofereçam a possibilidade de o usuário caminhar com os próprios passos por meio de um simples toque no celular. No mundo da interatividade e da tecnologia, tudo é possível. Segundo o grupo de pesquisas Phocuswright, especializado no assunto, e conforme reporta o empresário Flavio Maluf, cerca de 40% dos passageiros consultados neste ano já utilizaram os serviços dos aplicativos, para fazer check-in, cancelar um voo, dentre outras funcionalidades.
Algumas empresas aéreas também apostam no entretenimento durante a viagem, disponibilizando vídeos interativos para o passageiro, por meio do aplicativo. O futuro das empresas aéreas é instigante e promissor e o olhar atento de empresários como Flávio Maluf fazem com que estas empresas percebam que estão percorrendo o caminho mais indicado.

 

Como o ‘On My Way’ pode ajudar a Amazon, por Flavio Maluf

A Amazon se mostrou bastante consolidada no mercado, mesmo com a concorrência acirrada. Flavio Maluf, presidente da Eucatex Brasil, apontou uma série de pontos que mostra uma solução para diminuir as despesas da companhia no setor logístico. Como medida para acelerar as entregas, sobretudo para atender a demanda dos usuários Prime, a empresa quer fazer dos usuários seus entregadores.

Inicialmente será nos Estados Unidos, onde ela foca o mercado de varejo e está desenvolvendo um aplicativo em que pessoas comuns serão pagas para fazer entregas. Ou seja, ao invés de pagar as transportadoras a Amazon quer pagar aos seus clientes para a entrega de mercadorias. A ideia da companhia é de alocar mercadorias em lojas e armazéns urbanos, pagando o aluguel pelo espaço utilizado ou tarifa por mercadoria. O projeto ficou conhecido como On My Way (No meu Caminho).

O projeto

Trata-se de um projeto inovador, mas que pode não ir para frente, segundo Flavio Maluf. Mesmo que haja a possibilidade de dar à companhia a opção de interagir mais com o consumidor e economizar custos, os quais subiram 31% no ano passado, mais que a receita. Além disso, Flavio Maluf observa que a estratégia pode aumentar a possibilidades de negociar com as transportadoras.

A estratégia ainda conta com barreiras, uma vez que as lojas físicas podem não cooperar da maneira que a Amazon necessita. Em contrapartida, as transportadoras são eficientes e não cobram tão caro pela entrega. Por exemplo, um pacote transportado via UPS nos Estados Unidos custa pouco mais de US$ 8 por pacote. Parece pouco, mas o montante diário da Amazon é de 3,5 milhões de pacotes (média). Segundo a SJ consultoria, Consulting Group, a Amazon precisaria de milhares de transportadores para que a economia seja significativa.

Flavio Maluf ainda atenta que não há uma política bem elaborada nos casos em que os pacotes forem danificados ou extraviados. Apesar dos empecilhos, outras empresas já aderiram a sistemas semelhantes. A entrega compartilhada já é uma realidade para empresas como Deliv Inc., o Ebay, o Uber, entre outras. O Wal Mart Stores também tem interesses em estabelecer um sistema próprio de entregas de mercadorias.

Experiências anteriores

Algumas iniciativas da Amazon merecem ser citadas – afirma Flavio Maluf. Entre elas, as entregas feitas de bicicleta para clientes Prime Now. Como o conceito é de fazer a entrega em até duas horas, a Amazon chegou a contratar transportadoras que atuam no ramo de entregas para supermercados e até motoristas associados ao aplicativo Uber. Nesse último caso, a empresa pagou US$ 5 por pacote, mas não seguiu adiante com a iniciativa.
A empresa também está construindo uma rede própria para entregas e ainda contratou os serviços postais dos correios americano. Dessa forma, poderá fazer entregas aos domingos e para seus produtos de supermercado, entregues no período da manhã. Tudo para garantir a boa experiência de compra e ter um diferencial em relação aos concorrentes.

Futuro do On My Way

O projeto de entrega compartilhada foi colocado na pauta da Amazon no mesmo momento em que a companhia tentou entrar no ramo de carona remunerada, similar ao Uber, contudo também não foi para frente. Se seguir adiante, o projeto ajudaria a sanar problemas como os enfrentados em 2013, quando não conseguiu entregar alguns presentes de natal e acabou tendo de ressarcir seus clientes.

Outra questão que pode ser resolvida diz respeito ao custo de logística, que pode diminuir. Só em 2014, a empresa teve um custo de US$ 8,7 bilhões, ante a US$ 2,07 bilhões de 2013. Para se ter uma ideia, os custos em relação às vendas passou de 8,9% para 9,8% das vendas. O desafio do projeto é diminuir esses custos ou, pelo menos, não diminuir a receita atual.

Flavio Maluf fala sobre os desafios da gestão da indústria brasileira.

Em entrevista para a Revista Referência Industrial, Flavio Maluf destacou os desafios da gestão industrial no país. Formado em Engenharia Mecânica, Flavio Maluf é presidente da Eucatex e ao longo dos 30 anos que trabalha na empresa enfrentou crises, aproveitou as oportunidades e nos mostra sua experiência no setor. Ele fala sobre o setor industrial, sobretudo nos desafios, levantando as ações em diferentes fases da empresa.

Porque inovar.

A Eucatex teve início em 1951, sendo a primeira companhia genuinamente brasileira a pensar em questões do meio ambiente,no conforto ambiental e acústico. Flavio Maluf enfatiza que o pioneirismo é algo importante para a evolução do negócio. É importante ter foco para depois expandir o ramo de atuação. O que ocorreu com a companhia, que iniciou com a construção civil e hoje atende a fabricantes de imóveis e grandes indústrias.

Para vencer em situações de instabilidade é imprescindível saber contornar as situações, sobretudo as mais delicadas. Uma gestão eficiente deve saber realizar investimentos na produção mais eficiente, na distribuição e abordagens junto aos clientes. Flavio Maluf afirma que é importante aproveitar bem as oportunidades, sobretudo em condições desfavoráveis.

As dificuldades do setor industrial.

Apesar da posição geográfica favorável do país, ainda temos dificuldades de obter crédito, os juros são altos e a taxa tributária não favorece. É difícil ser empresário no Brasil. Flavio Maluf dá o exemplo do setor florestal, que exige um capital de giro elevado e se tornou uma dificuldade a ser contornada. O setor necessita arrendar a terra e só após seis anos é possível colher. Sem o crédito as indústrias correm o risco de ficar sem capital.

O presidentes da Eucatex destaca que algumas condições, sobretudo econômicas, são barreiras para a indústria e o comércio. O que pode agravar em tempos de crise.

Segundo Flavio Maluf, a economia dinâmica exige que os profissionais deem o melhor de si e ainda escolham as oportunidades mais adequadas, o que nem sempre é fácil.

Gestão 20.1

Com as possibilidades tecnológicas é possível ampliar o mercado e criar parcerias. O executivo destaca que algumas soluções baseadas na oportunidade são determinantes para o momento em que as indústrias brasileiras vivem. O cenário exige investimentos em tecnologia para ganhar competitividade tanto no mercado internacional quanto no mercado doméstico.

Só na Construção Civil, por exemplo, 80% das empresas da indústria da construção tem previsão de investir em novas tecnologias nos próximos cinco anos. Os dados são da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que ainda mostra que 49% das empresas são estimuladas a investirem em tecnologia por conta dos benefícios. Entre eles a redução de seus custos de produção com investimentos em maquinário, equipamentos ou processos mais modernos.

Perspectiva para 2015 e 2016.

O executivo acredita que 2015 e 2016 serão anos difíceis para a indústria brasileira, com poucas exceções, como o ramo alimentício e de bebidas. Segundo ele, a solução é segurar um pouco os investimentos, o espírito empreendedor, custos e esperar que o mercado apresente uma melhora para tomar decisões sob uma perspectiva mais adequada para o setor.

Flavio Maluf: a importância das tecnologias para a educação.

Atualmente, é fato notório que os jovens estão cada vez mais ligados em aparelhos eletrônicos, como celulares, computadores e tablets, dedicando boa parte do dia à atividades que envolvem os mesmos. Ao mesmo tempo em que o contato com a tecnologia pode distanciar os jovens de determinadas experiências práticas, reais e “palpáveis”, também há que se levar em conta que os aparelhos eletrônicos, quando bem utilizados, podem contribuir – e muito – para o aprendizado dos estudantes, diz Flavio Maluf.

Um desafio imposto aos pais e aos educadores é saber aproveitar a utilização dos ditos aparelhos para auxiliar no desempenho escolar dos jovens, fazendo com que as tecnologias não sejam tão somente meios de entretenimento e de lazer.                           Nos últimos anos, está em uma crescente o uso da tecnologia nas escolas – tanto privadas como públicas -, tendo em vista a aproximação frequente dos estudantes com o meio. Um exemplo disso é que, em 2013, 46% dos professores das escolas públicas utilizaram a internet durante suas aulas, conforme divulgado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, na pesquisa “Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação”.

São diversos os recursos utilizados pelos educadores a fim de aprimorar a didática: questões de prova, ilustrações, textos, vídeos, jogos e, inclusive, alguns programas e softwares educacionais. Flavio Maluf afirma que desde que haja resultados satisfatórios, todos os meios são válidos. Muito embora a sala de aula tenha crescido como local de utilização da internet, a residência ainda é o local em que o estudante mais utiliza a ferramenta. Entre os alunos da rede pública, 7% utilizam a internet com maior frequência na escola, sendo que 68% utilizam em casa. Já na esfera privada, apenas 2% dos estudantes utilizam a internet mais frequentemente na escola, e 93% mencionaram que utilizam a ferramenta com maior frequência em suas residências.

O uso das tecnologias nas escolas, em especial a internet e os aparelhos eletrônicos, sem dúvida, serve de grande auxílio aos educadores, uma vez que pode ajudar tanto na explicação objetiva das disciplinas como no aprendizado de forma mais leve e espontânea. O objetivo é fazer com que as aulas sejam mais agradáveis, as provas sejam elaboradas com melhor qualidade e os alunos prestem mais atenção, fazendo com que os estudos, ainda que de matérias mais complexas, não sejam encarados pelos estudantes como um “fardo” ou uma obrigação. Flávio Maluf ressalta, portanto, que a utilização de aparelhos eletrônicos e tecnologias em geral só irá lograr êxito em caso de imposição de regras por parte dos educadores, bem como instruções e dicas acerca da realização de atividades. De nada adiantará a implementação das mais diversas tecnologias em sala de aula se os alunos permanecerem restritos à utilização dos aparelhos em redes sociais ou em jogos que pouco contribuem para o desenvolvimento escolar.

Flavio Maluf conclui, portanto, que o uso das tecnologias nas escolas é um aliado importante para os educadores e, de certo modo, um estímulo aos estudantes, uma vez que o estudo pode se tornar mais atraente e de fácil compreensão quando adequado ao meio em que os jovens estão envolvidos

Flavio Maluf e a inovação no mundo dos negócios.

O HOMEM

Engenheiro mecânico formado pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), Flavio Maluf é casado, pai de 3 filhos, tem 53 anos, e é natural da cidade de São Paulo. Conhecido pela agressividade, perfeccionismo e inovação no mundo dos negócio, Flavio Maluf, ainda assim, não abre mão de descentralizar a administração das suas empresas. Homem nascido para o trade dos negócios, já cedo foi morar em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, estudando numa das principais universidades americanas: a NYU. Tem como principal característica, que o fez ser respeitado nos mundo dos negócios, a qualidade de sempre injetar novos produtos no mercado, criando um diferencial que o torna referência no que faz. Tanto assim, que após se destacar no ramo industrial, foi convidado no ano de 1997 para ser presidente da Eucatex, uma das principais empresas do país. Flávio Maluf trabalha no Grupo Eucatex desde 1987, e durante a sua tragetória passou por diversas áreas da empresa até chegar onde chegou. Em 1997 Flavio Maluf assumiu a presidência do Grupo Eucatex onde esta até hoje, focando em fazer a empresa conhecer uma nova era de modernidade e competitividade.

A EMPRESA

Pioneira no uso do eucalipto (arbusto originário da Oceania, que se caracteriza por se adaptar em qualquer ambiente, crescer rapidamente e ser utilizada no fabrico de celulose, carvão vegetal, madeira para trabalhos residenciais, e papel), a Eucatex é hoje considerada referência na produção de portas, painéis, pisos, tintas, forros acústicos, chapas para isolamento (acústico), e demais utilidades domésticas. Além de cumprir o seu papel junto à economia brasileira, a empresa participa, também, de fundações beneficentes, campanhas antidrogas, e colabora com hospitais como a maternidade Ídio Carli, que já foi conhecida como a Casa de Saúde Santa Emília.

O FUTURO

Disposta a navegar por outros mares, a Eucatex (sob a liderança de Flavio Maluf) que já possui filial na Argentina, pretende expandir seus negócios por demais países da América Latina; além de focar em fonte de energias renováveis contribuindo, assim, decisivamente com a manutenção, renovação, e uso consciente dos recursos naturais, que, definitivamente, são de todos. Para isso, investe em tecnologia genética, modernos tipos de adubação, tecnologia de ponta, e experiências na área da botânica. É uma empresa certificada pela FCS desde meados dos anos noventa; certificado, esse, que garante, não só qualidade dos produtos oferecidos, como respeito e proteção ao meio ambiente.

Tecnologia de nuvem cada dia melhor

Flávio Maluf – O tipo de ciência dados que trabalhou para o presidente Obama está vindo para a computação em nuvem, e trabalhando em uma velocidade mais rápida do que o presidente já viu.

Uma empresa chamada Civis Analytics, financiada por um grupo de wranglers de dados que trabalhou na campanha de Obama de 2012, está anunciando na quarta-feira um conjunto abrangente de grandes ferramentas de dados disponíveis através da Amazon Web Services.

Civis Analytics, que está apresentando o serviço em um evento AWS em Chicago, diz que pode eliminar grande parte do tempo e os custos associados a descobrir coisas como campanhas de marketing, tanto quanto ele encontrou e direcionados prováveis ​​eleitores de Obama.

“Em uma campanha presidencial, o resultado é uma ação”, disse Dan Wagner, o fundador e executivo-chefe da Civis. “As empresas querem fazer a mesma coisa.”

Civis não afirma estar desbravando novos caminhos na ciência de dados. Em vez disso, a empresa diz que pode automatizar um monte de processos caros em escala padrão de descoberta de grande porte. Quando a equipe estava trabalhando para o Obama se usou computadores regulares, e os problemas como o aumento da quantidade de dados que tinha cresceu. Cloud computing é uma alça de tal crescimento.

Ponto de venda da empresa é em adaptar os serviços às ferramentas de nuvem generalizadas, em especial o serviço de análise de dados AWS Redshift, para lidar com tarefas de análise de grandes com pouca personalização do que exigido.cloudtech

O Sr. Wagner disse serviço de Civis vai começar em cerca de US $ 5.000 por mês. “Em muitos casos, será de 80 por cento mais barato”, disse ele. Em termos de tempo, disse ele, Civis poderia começar a transmitir informação no prazo de 15 segundos de transferência de dados.

Ethical elétrica, um fornecedor de energia limpa para a casa, com cerca de 70.000 clientes, tem sido um cliente de uma versão anterior do serviço nos últimos dois anos. Entre os usos era localizar potenciais clientes em potencial estimando o seu futuro consumo de energia, baixo para uso por hora.

Daniel Murray, vice-presidente de serviços de dados em Ethical Eléctrica, disse que a utilização deste tipo de automação salvou a empresa de ter que contratar, pelo menos, três engenheiros caros. “Ele nos colocou um ano à frente de nossos planos” em encontrar clientes, disse ele. Outros clientes incluem Airbnb e Boeing.

A mudança para automatizar ciência dados e torná-lo acessível a um público mais amplo vem acontecendo há algum tempo, com empresas como a Tableau trabalhando no consumo visual de resultados e criação de dados clerestório de dados de várias etapas “viagens” para explorar informações. Google está exibindo mais de seus impressionantes trabalhos analíticos para os potenciais clientes de Cloud Platform Google, um concorrente AWS.

Civis que possa estar a tomar ainda mais com a sua automatização e velocidade. Isso também é algo de uma vitória para AWS, que foi recentemente promovendo seus próprios serviços de previsão.

Um dos membros do conselho de Civis, bem como um investidor na empresa, é Eric Schmidt, presidente-executivo do Google. “Quando a empresa foi fundada, o Google não oferecem o que Redshift faz”, disse Schmidt. “Eu estou tentando transferi-los para o Google Cloud Platform agora.”

Quer ou não isso acontece, o Sr. Schmidt disse, o tipo de análise que Civis ofertas mais provavelmente afetará a maior parte do negócio de publicidade e marketing. “Eles têm uma parte injusta de pessoas inteligentes”, disse ele. “Se você precisa encontrar 25 anos de idade do sexo masculino latino-americanos que estão trabalhando e têm um ou mais filhos, eles podem encontrar-lhe um conjunto.”