Conheça a evolução da linha dos Iphones

Flavio Maluf criou a análise abaixo sobre a interessante evolução do iPhone

Flavio Maluf explica Iphones

Iphone evolução por Flavio Maluf

Quando foi lançado, o iPhone se tornou manchete de jornais que o apresentavam como o smartphone sem teclado ou botões do mundo. O modelo inovou com seus três botões (home, Power e volume) e a tela sensível ao toque. O caráter criativo do aparelho da Apple era enfatizado e até mesmo hoje, o iPhone é um dos aparelhos mais desejados do mercado. Mesmo com o preço cada vez mais alta, milhares de brasileiros optam pelo modelo mais recente.
Desde o primeiro lançamento, o iPhone mudou, ganhando alguns centímetros, aplicativos e recebeu atualizações no design. Tudo para se adaptar ao mercado e se manter a frente dos concorrentes. Foram mais de 700 milhões de unidades vendidas desde o lançamento do primeiro aparelho. São quase 90 milhões de vendas por ano do carro chefe da Apple. Confira a evolução do iPhone nesses 8 anos de história.
Junho de 2007: Chega ao mercado o iPhone 2G
O primeiro iPhone lançado pela Apple é considerado um divisor de águas no mercado dos telefones. O modelo tinha como principal novidade a tela sensível ao toque que já era utilizada em alguns aparelhos, inclusive nos prórpios iPods da marca. Mas o iPhone era diferente, uma vez que o touchscreen dispensava o uso de caneta stylus e o usuário precisava apenas dos dedos para acessar suas funções. O design também era chamativo, apresentando corpo metálico. Tinha capacidade de armazenamento de 16 GB e não tinha funções como GPS e gravação de vídeos.
Julho de 2008: iPhone 3G
A versão de entrada foi um sucesso de vendas e continuou com o segundo modelo lançado, o iPhone 3G. Suas principais características foram a conectividade 3G, o GPS e a App Store, em que os usuário poderiam baixar aplicativos com facilidade. Desenvolvidos pela Apple e por outras empresas, os aplicativos disponíveis para o smartphone deu início a uma nova indústria: a de desenvolvimento de software. A versão 3G esteve disponível em duas cores e com capacidade de armazenamento de 8 GB e 16 GB. A novidade do design ficou por conta do material da carcaça, um plástico bastante resistente que tornou o preço mais acessível.
Junho de 2009: iPhone 3GS
O iPhone 3GS também apresentava a carcaça em plástico e poucas mudanças no visual. O que despertou o interesse do público foi o “S” no nome que representada Speed, pois a velocidade passou de 412 Mhz da versão 3G para 600 MHz e a memória passou de 128 MB para 256 MB. Além da câmera de 3,0 megapixels ao invés da câmera de 2,0 megapixels da versão anterior. Foi o primeiro iPhone a gravar vídeos e tinha outras funções como auto – foco, bússola, tela ant – oleosidade bússola digital, entre outras funções. O modelo esteve disponível nas cores preta e branca e com 8 GB, 16 GB e 32 GB de espaço de aramazenamento.
Junho de 2010: iPhone 4
O iPhone 4, lançado em 2010, foi o modelo marcado pela primeira reformulação significativa no design do aparelho. O destaque ficou pela combinação de aço inoxidável e vidro. Este último cobria as partes frontal e traseira do aparelho, além das linhas retas que tornavam o design mais arredondado em relação as primeiras versões. Entre os destaques do modelo estão a câmera frontal para vídeo – chamadas, o display de 960 x 480 pixels, câmera de 5 que permitiam a gravação de vídeos na resolução HD (720p).
Por dentro, o iPhone inovou com o chip, um processador A4, de frequência 1 GHz, que apresentava 512 MB de memória RAM. A bateria, um pouco superior aos modelos antecessores, permitia uma maior carga.
Outubro de 2011: iPhone 4S
O design do iPhone 4S não era tão diferente do seu antecessor, contudo ele trouxe evoluções importantes como a câmera de maior resolução (8,0 megapixels e gravação de vídeo na resolução Full HD 1080p). Outro destaque ficou por conta do processador com dois núcleos que dava mais velocidade ao aparelho. Uma função interessante que foi apresentada neste modelo foi a assistente de voz, chamada Siri (por isso a letra “S” que consta no nome). Trata-se da versão mais vendida no Brasil até o lançamento de seu sucessor o iPhone 5.
Setembro de 2012: iPhone 5
O lançamento do iPhone contou uma grande reformulação no design, sendo a segunda grande transformação do aparelho. A principal mudança foi o acabamento em alumínio, a tela maior (4 polegadas) e a menor espessura. O iPhone 5 contava com o novo conector lightning, que apresentava 10 pinos, ao invés dos 30 dos modelos anteriores. Outra novidade ficou por conta do novo EarPod. Por dentro, o modelo apresentava o processador de dois núcleos e a memória RAM de 1 GB.
A câmera traseira de 8 megapixels foi melhorada, apresentando uma nova tampa da lente de cristal de safira, além de função panorâmica. A câmera frontal, para vídeo – conferência, apresentou 1,2 MP. Até então, o iPhone 5 foi o mais vendido da história com mais de 5 milhões de unidades vendidas só nos Estados Unidos. O que fez do iPhone 5, o aparelho portátil mais vendido do mundo no ano de seu lançamento. Uma curiosidade sobre o modelo diz respeito ao cancelamento da produção, que aconteceu após o lançamento dos iPhone’s 5C e 5S em 2013. Dessa forma o 5C passou a ser produzido em seu lugar.
Setembro de 2013: iPhone 5C
O iPhone 5C marcou a sétima geração do aparelho e foi apresentada junto com o iPhone 5s, em 10 de setembro de 2013. A atitude inédita apresentou ao público dois aparelhos em uma única data. Com os componentes internos iguais aos do iPhone 5, o 5C estava disponível em 5 versões cuja traseira foi trabalhada em em policarbonato nas cores branca, verde, azul, amarelo e rosa, o que deixou o aparelho um pouco mais em conta. Com a chegada do modelo 5C, a Apple cancelou a produção do iPhone 5, uma vez que o objetivo era o de substituir o modelo anterior. A atitude não deixou os proprietários do iPhone 5 muito satisfeitos com a Apple.
Setembro de 2013: iPhone 5s
A Apple dá continuidade a linha S, entretanto esta versão parece muito com o iPhone 5. A primeira mudança diz respeito a arquitetura de 64 bits, até então inédita. A câmera continuou oferecendo os 8 megapixels, contudo com uma abertura de f/2.2. Além disso, ele permitia aos usuários de gravarem vídeos em 120 fps (câmera lenta) com 720p (HD) ou em 30 fps na resolução 1080p (FullHD). A variação de cores com destaque para a dourada, prata e cinza espacial. O S do nome vem da palavra Security.
Setembro de 2014: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
O diferencial dos iPhones 6 e 6 Plus é a melhora significativa nos processadores e na câmera frontal. A tecnologia NFC – Near Field Communication garantiu a troca rápida e segura de informações na rede sem fio. Ela é empregada, sobretudo na função Apple Pay, que permite a compra com o cartão de crédito apenas aproximando o aparelho do leitor, sem a necessidade de contrato. O usuário pressiona o touch e a transação e processada e autencada. Algo que também foi bem visto é a inédita capacidade de armazenamento de 128 GB.
Houve também um ganho de tamanho e o iPhone 6 passou a ter 4,7 polegadas, ante as 4 polegadas do iPhone 5c e 5s e o iPhone 6 Plus apresenta 5,5 polegadas. A tela de retina, a menor espessura, menor peso e o corpo curvado são algumas das novidades do design. Os preços de lançamento do iPhone 6 é de US$ 199 (versão inicial de 16 GB), US$ 299 (versão de 64GB) e US$ 399 com 128 GB. Já a versão iPhone 6 Plus é vendido a US$ 299 na versão de 16 GB, US$ 299 a de 64GB e US$ 499 com 128 GB de armazenamento. Os valores referem-se a venda casada no plano de contrato de dois anos junto a prestadora.
Curiosidades sobre o iPhone
Ao longo de seus oito anos, o iPhone foi lançado em 115 países e mais de 700 milhões de unidades foram vendidas. Entre as curiosidades mais interessantes está a relação entre Apple e Samsung, que brigaram muitas vezes na justiça, mas mantinham relações comerciais bem sólidas. Até a versão 5c, boa parte dos chips presentes no aparelho era produzida pela Riva, Samsung. o chip é produzido por um processo avançado que envolve nanotecnologia, uma unidade central de processamento (CPU) com dois núcleos e uma unidade de processamento gráfico (GPU).
O Siri permite saber se há algum avião voando sob o usuário. Basta perguntar ao Siri “What flights are above me?” (“quais os voos que estão acima de mim?”) ou “planes overhead”(“aviões em cima”). O Siri vai mostrar uma tabela com os aviões e os números dos voos, bem como as altitudes que estão sobrevoando e seus ângulos.
Para apagar quaisquer textos basta agitar o seu iPhone e vai aparecer uma caixa de diálogo com a mensagem “desfazer a digitação” e de mudar de ideia outra vez é só agitar novamente o telefone para aparecer a de diálogo com a mensagem “refazer a digitação”.

Espanha pretende aumentar investimentos no Brasil, observa Flavio Maluf

Em recente visita de quatro dias ao território brasileiro, o advogado e economista José Manuel García Margallo, Ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, falou sobre as intenções comerciais de seu país no que tange ao Brasil.  Como informa o engenheiro Flavio Maluf, o representante do governo espanhol disse que pretende incentivar a presença de empresas de seu país em terras tupiniquins.

São diversas as empresas espanholas de grande porte que já estão operando por aqui – Deten Química, Repsol, CEG, Telefónica e Santander são alguns exemplos citados por Flavio Maluf – e a vinda de outras corporações desse gabarito seria vista com bons olhos pelo governo espanhol. Fontes afirmam que o Palácio da Moncloa enxerga um futuro bastante seguro para o Brasil e para a América Latina em geral.

Presidente da Eucatex, empresa brasileira cujas primeiras exportações para a Europa remontam ao ano de 1965, Flavio Maluf relata que, após ter sido recebido em Brasília (DF) por Michel Temer e Mauro Vieira, respectivamente Vice-Presidente e Ministro das Relações Exteriores do Brasil, García Margallo se reuniu em São Paulo (SP) e Salvador (BA) com diplomatas, empresários e jornalistas a fim de reforçar o intuito da Espanha de expandir seus investimentos naquela que é, em termos econômicos, a mais importante potência da América do Sul.

Flavio Maluf cita a opinião de especialistas: “Nós somos o segundo país, no mundo todo, que mais recebe investimentos espanhóis. A título de informação, vale destacar que, só no ano passado, fomos o destino de mais de 4 bilhões de euros (ou cerca de 13,6 bilhões de reais) provenientes de lá”.

E não é só: após cinco anos de estagnação, a economia da Espanha, maior país da Península Ibérica, parece começar, ainda que timidamente, a dar sinais de vida – a taxa estimada de elevação do Produto Interno Bruto espanhol ronda os 3,3%, por exemplo. Por conta dessa retomada e de eventos como, entre outros, as movimentações empreendidas no mercado pelo grupo Telefónica para a compra da GVT – a operadora de telecomunicações brasileira outrora pertencente ao grupo francês Vivendi – ou a vultuosa investida prometida pelo grupo Santander em sua tentativa de adquirir as operações brasileiras do banco HSBC, são boas as chances de 2015 fechar com um saldo ainda mais positivo do que o de 2014.

Outro fator que contribui para esse prognóstico otimista é o plano de concessões lançado pelo governo brasileiro, em junho deste ano, envolvendo projetos de construção de aeroportos, ferrovias, rodovias e portos, que certamente atrairá com a participação da iniciativa privada espanhola.

Segundo reporta Flavio Maluf, o Chanceler espanhol assegurou que o fato de o Brasil não ter apoiado a candidatura da Espanha para o Conselho de Segurança da ONU são águas passadas e que esse episódio diplomático não irá afetar a disposição dos espanhóis de investir no país. A maior preocupação do Ministro García Margallo, no momento, parece ser a demora na conclusão das negociações entre Mercosul e União Europeia, estacionadas há dois anos.

Leia também a reportagem, na íntegra:  O avanço da economia espanhola; Flavio Maluf noticia.

 

O promissor mercado de franquias, por Flavio Maluf

O mercado de franquias tornou-se uma alternativa promissora para muitos empreendedores. Diante de muitos segmentos o qual se pode trabalhar, o de serviços é o que mais tem crescido nestes últimos anos. Sendo assim, Flavio Maluf comenta sobre alguns fatos importantes sobre esse mercado e noticia boas opções para quem pretende investir nesse ramo!

O mercado de franquias está não apenas se desenvolvendo de forma rápida, mas crescendo a cada ano. Conforme reporta Flavio Maluf, segundo dados da ABEF – Associação Brasileira de Franchising, as franquias tiveram um aumento em 2014 de 7,7% em relação ao ano anterior. Com certeza, diante desses fatos, é possível notar que esse mercado de franquias tem sido promissor.

Partindo dessas informações, informa Flavio Maluf, novas franquias estão sendo lançadas abrindo oportunidades para quem deseja ingressar nesse ramo que, vale destacar, não tem custo tão alto em comparação com outros tipos de negócios.

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Por essa razão é que franquias recém-lançadas estão prendendo os olhos de muitos empreendedores. Mas até que ponto isso poderá ser um negócio rentável? É o que informa Flavio Maluf destacando aspectos positivos e negativos.

Franquia recém-lançada: Aspectos positivos

  1. Ser uma novidade para as pessoas – abre oportunidade para se destacar das já existentes se for algo inovador e jamais visto;
  2. O valor de investimento é menor que as tradicionais e pode ser negociável – tendem a cobrar taxas menores por serem iniciantes e conforme os anos vão passando, podem aumentar de valor;
  3. Estão mais abertas a ideias, sugestões por parte do franqueado por estarem em um novo campo de trabalho;
  4. O franqueado cresce e fica conhecido junto com a marca por ser pioneiro no segmento.

Franquia recém-lançada: Aspectos negativos

  1. Não há tanta experiência comprovada e a franquia recém-lançada está em fase de teste, adaptação ao mercado;
  2. Gera mais riscos – pode ser que dê certo como não, então é preciso estar consciente dos riscos. O público pode não se agradar e acabar por trazer poucos resultados. Mas também é possível que haja sucesso;
  3. Por ser uma marca desconhecida para o público pode não ser aceita com facilidade, então o franqueado precisará trabalhar muito com marketing e torná-la popular para que todos a conheçam e adquiram o produto ou serviço;
  4. Pode ser apenas uma alta sazonalidade e modinha. É importante destacar que, às vezes, a nova franquia é apenas um tempo que logo passará. É necessário avaliar se poderá resistir a uma baixa sazonalidade.

Em meio a esses fatos, Flavio Maluf diz que ao entrar em uma nova franquia é preciso avaliar antes os dois aspectos e ter consciência que pode ser um negócio bom como não pode. A questão é tentar com o foco de ser um sucesso, mas enxergar também a possibilidade de não ser algo tão rentável como se esperava.

Franquia de serviços está em alta e pode ser a sua chance!

Antigamente, as franquias que mais se destacam dentro desse mercado era o segmento de alimentação. Havia e há até hoje, comenta Flavio Maluf, uma grande explosão de franquias alimentares no Brasil que se encontram a todo o vapor e que nunca deixaram de gerar grandes lucros. Mas, os tempos mudaram e novos segmentos começaram a surgir, o que tem dado muito certo!

Um dos segmentos de maior relevância com crescimento significativo e surpreendente é da área de serviços. Mesmo iniciando com pequenos negócios e dentro de seu território regional, as franquias de serviços atingiram um patamar alto e evolutivo, informa Flavio Maluf.

É cada vez mais comum encontrar franquias de serviços nos ramos de lavanderias, limpeza, conservação e manutenção, escola de idiomas, hotelaria, imobiliárias, ensinos profissionalizantes, e muitos outros, sugere Flavio Maluf.

Há diferentes vantagens para quem escolhe essa franquia de serviços, pois é possível realizar o trabalho na sua própria casa, sem a necessidade de ter uma estrutura física em outro local, apesar de haver essa possibilidade. E outra vantagem bem significativa, informa Flavio Maluf, é o baixo investimento que o franqueado pode ter quando não se encontra com um valor alto de dinheiro.

Por esses motivos e tantos outros, esse mercado de franquias de negócios pode ser uma possibilidade real e rentável para quem deseja ter o seu próprio negócio e obter uma renda lucrativa.

Agora, Flavio Maluf destaca alguns tipos e estilos de franquias em que o empreendedor, ou iniciante nesse ramo ou aquele que pretende e pensa entrar em um negócio que o permite trabalhar em sua própria casa. Pode ser que haja algum do seu interesse, por isso, continue lendo!

Tipos e estilos de franquias home based para investir

Muitas pessoas sonham em abrir um negócio a partir de sua própria casa. É fato que o sistema virtual possibilitou poder trabalhar em qualquer lugar do mundo apenas tendo um computador, notebook e acesso à internet.

Há outros tipos de trabalhos que se pode montar na própria residência como o serviço de conserto de manutenção de eletrodomésticos, sugere Flavio Maluf. É só ter um espaço para a realização do conserto em casa, experiência no ramo e fazer a visita na residência do cliente. Uma possibilidade que dá muito certo!

Com todo esse crescimento no mercado de franquias, a possibilidade de entrar em um negócio como a franquia home based tem atraído mais e mais pessoas. Para quem tem um sonho de ter seu próprio negócio, essa é uma das melhores opções, comenta Flavio Maluf.

Por isso, eis alguns tipos e estilos:

  1. Web4br
  • Tipo: Agência de marketing digital
  • Estilo: Criação de sites institucionais e lojas virtuais, publicações em mídias sociais, envio de muitos e-mails marketing e demais ferramentas da web e consultoria na área de artes gráfica e design.
  • Investimento inicial: 8 mil
  • Média mensal de faturamento: entre 5 mil e vai até 30 mil
  • Prazo de retorno: 4 a 8 meses
  1. Sr. Computador
  • Tipo: Manutenção de Tecnologia da Informação que atende no local físico e na casa do cliente
  • Estilo: Serviços de manutenção para computadores.
  • Investimento inicial: 25 mil
  • Média mensal de faturamento: 20 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 18 meses
  1. San Martin Seguros
  • Tipo: Seguradora
  • Estilo: Oferecer serviços de seguros em várias modalidades como viagens, contra roubos, incêndios, vida, e outros.
  • Investimento inicial: 14,9 mil
  • Média mensal de faturamento: 15 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 8 meses
  1. Quinta Valentina
  • Tipo: Comércio de calçados femininos
  • Estilo: Vendas de calçados femininos
  • Investimento inicial: 16 mil
  • Média mensal de faturamento: 14 mil
  • Prazo de retorno: 3 a 11 meses
  1. Master House
  • Tipo: Consertos em geral
  • Estilo: Faz reparos, reformas, manutenções, tais como: eletricidade, encanamento, jardinagem, impermeabilização, pintura tanto comercial como residencial, e outros
  • Investimento inicial: 15 mil
  • Média mensal de faturamento: 10 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 12 meses
  1. Learning Fun
  • Tipo: Aulas de inglês para crianças
  • Estilo: Há unidade física e home based com aulas de inglês voltado para o público infantil
  • Investimento inicial: 27 mil
  • Média mensal de faturamento: 10 mil
  • Prazo de retorno: 12 a 24 meses
  1. FlyWorld
  • Tipo: Microfranquia de turismo no Brasil
  • Estilo: Comércio de passagens aéreas.
  • Investimento inicial: Depende do local: para até 50 mil habitantes, o valor é de 12,5 mil; acima de mil habitantes, o valor é de 19,5 mil
  • Média mensal de faturamento: 50 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 12 meses
  1. Ensina Mais
  • Tipo: Especializada em ensino completar para o ensino fundamental
  • Estilo: Metodologia voltada para crianças e adolescentes com foco em interação usando recursos da tecnologia nas disciplinas de inglês, matemática, português, informática
  • Investimento inicial: 40 mil
  • Média mensal de faturamento: 6 mil
  • Prazo de retorno: 18 a 24 meses
  1. Dona Resolve
  • Tipo: Serviços domésticos e que facilite o dia a dia
  • Estilo: Oferece serviços de diaristas, motoristas, empregadas domésticas, babás, cozinheiras, entre outros
  • Investimento inicial: 30 mil
  • Média mensal de faturamento: 30 mil
  • Prazo de retorno: 12 meses
  1. Concretta
  • Tipo: Construção civil
  • Estilo: Serviços de mão de obra de construção civil tendo um professor dando aulas teóricas e práticas a fim de capacitar o profissional nesse ramo
  • Investimento inicial: 36 mil
  • Média mensal de faturamento: 10 mil
  • Prazo de retorno: 12 meses
  1. Ahoba Viagens
  • Tipo: Viagens e Turismo
  • Estilo: Viagens on line onde a conexão com o cliente é feito por meio de vídeo, mensagem de voz e texto
  • Investimento inicial: 3 mil
  • Média mensal de faturamento: 2 mil
  • Prazo de retorno: 3 meses
  1. AutoSPA Express
  • Tipo: Automotivo sustentável
  • Esstilo: Realiza lavagem ecológica e estética automotiva como polimento, higienização interna, espelhamento da pintura, e outros
  • Investimento inicial: 15 mil
  • Média mensal de faturamento: 6 mil
  • Prazo de retorno: 6 meses

Diante do exposto, é possível enxergar ainda um longo caminho a crescer e se estruturar nesse segmento de mercado de franquias. Ainda há muito a aprender para que esse segmento de negócio alcance uma sustentação bem maior diante de tantos fatos que se evidencia, mas o caminho percorrido tem sido o dos melhores e com um crescimento satisfatório e longínquo, conclui Flavio Maluf.

Flavio Maluf comenta a redução das vendas no mercado de carros na China

Ao pensarmos em China elevamos os números ao patamar macro. Isso não é à toa, estamos falando do país mais populoso do mundo, cerca de 1,4 bilhões de habitantes. Em relação ao Brasil – quinto país no ranking dos mais populosos – a China é seis vezes mais habitada.

China car numbersDe olho nessa grande fatia de mercado muitas empresas focam suas estratégias para suprir o consumo interno dos chineses. A indústria automobilística não ficou para trás, na década passada gigantes como a Ford Motor CO. e a Volkswagen AG concentraram suas energias para produção no país. Flavio Maluf – empresário brasileiro – relata que a ascensão econômica da China elevou o poder aquisitivo de uma parcela significativa da população. Assim, abriu-se espaço para entrada das montadoras internacionais, a nova classe média chinesa demandava carros.

Depois de anos consecutivos com o PIB chinês crescendo uma média anual de dez pontos percentuais a economia do país deu sinais de redução no ritmo. O crescimento continua, mas não a pleno vapor como nos anos anteriores. O mercado de carros na China também dá seus primeiros indícios de redução, os últimos meses tem sido de queda nas vendas. Flavio Maluf aponta que há diversos motivos para essa queda, segundo especialistas relatados por ele, uma das questões a se analisar é que muitos chineses detentores de poder de compra já possuem carros e, nesse momento, visam comprar outros bens de consumo mais caros. Também, há de se considerar os problemas relacionados a congestionamentos pelo excesso de automóveis circulando.

A queda nas vendas de carros no mercado Chinês parece estar mais de acordo com um processo natural de transição do que relacionado a uma crise no setor. Flavio Maluf cita que a indústria automotiva ainda tem um grande nicho no país, comparando-se com o Brasil a quantidade de carros para cada mil habitantes é a metade. Ao compararmos com os Estados Unidos temos uma relação de oito para um.

Mesmo compreendendo que a desaceleração no crescimento econômico não está diretamente ligada à queda nas vendas de carros, Flavio Maluf conta dados demonstram que provavelmente existe uma influência subjacente. Bens de consumo como automóveis novos estão muito vinculados à confiança do consumidor, nessas épocas é esperado que aqueles que pretendem adquirir um carro aguardem para efetuar esse tipo de compra ou optem por um carro mais barato.

Outro diagnóstico a ser posto em pauta são as novas leis chinesas no emplacamento dos automóveis. Devido ao alto fluxo de carros circulando foi necessário impor algumas restrições de tráfego. A considerável maioria dos automotores concentra-se nas grandes metrópoles.

Flavio Maluf traz algumas comparações reiterando que o momento parece se referir mais a um ciclo natural. A siderurgia na China também experimenta uma redução de fabricação de aço nos últimos meses. Fato é que na sociedade de consumo atual ainda há espaço para muita venda de carro aos chineses. O mercado interno é amplo e as montadoras internacionais vêm se consolidando juntamente com as marcas nacionais. Não podemos esquecer que o freio no crescimento Chinês não é tão brusco, ainda é um país que avançou sete pontos percentuais (PIB) no último trimestre.

Flavio Maluf: Qual o futuro das escolas de negócios?

As escolas de negócios tem um papel importante de produção de conhecimento e contribuem de forma relevante para a transformação das organizações e da sociedade. Portanto, estão sendo cada vez mais criticadas e responsabilizadas pelas ações dos executivos treinados por elas.

Flávio Maluf, executivo brasileiro presidente do Grupo Eucatex, comenta que pesquisas mostram que as escolas estão sofrendo com uma queda de reputação que é sustentada por muitas variáveis, dentre elas a baixa preparação dos executivos no que tange à inovação, à visão em um contexto global, ao desenvolvimento de liderança e à construção do pensamento crítico-reflexivo.

escoladenegociosDiante desta realidade, é fundamental que as escolas atendam a essas necessidades pois o seu próprio futuro dependerá do triunfo diante destes desafios e da forma como lidam com suas potencialidades e fragilidades.

 

Sabe-se que, assim como outros setores da educação, as escolas de negócios mantêm as aulas tradicionais como principal método de ensino e se baseiam em grande parte na teoria. Porém, as teorias utilizadas atualmente tem o viés de aprender a partir de experiências passadas. Apesar de primária, esta é uma importante técnica para lecionar, mas as escolas de negócios precisam ir além. É preciso pensar o futuro, pois tudo indica que ele será intrinsecamente diferente do passado, afirma Flávio Maluf.

O executivo Flávio Maluf argumenta que as escolas de negócios enfrentarão profundas mudanças e terão de se reinventar, principalmente no que tange à inovação de metodologias e processos de aprendizagem, focando não apenas na teoria, mas fazendo uma conexão entre o discurso e a prática. Elas terão de repensar seus propósitos e valores, de forma a se alinhar com os novos desafios impostos pela sociedade, pela educação, pela tecnologia, pelo mundo.

Flávio Maluf diz que a educação para os negócios deve, na visão de muitos empreendedores e empresários, se tornar operacionalmente mais efetiva, por meio de jornadas de aprendizagem, experiências práticas, estudos de casos ou simulações que apresentem situações reais de tomada de decisão, proporcionando a reflexão sobre o que foi aprendido e possíveis reconstruções e adaptações no resultado dessas situações.

As escolas devem também ensinar a melhor compreensão do contexto onde os executivos trabalham, devem ajudá-lo a desenvolver habilidades para lidar com os desafios pertencentes a este espaço. Um foco estratégico das escolas de negócios é o próprio executivo e suas mudanças internas. Mas será que ele está preparado para essas mudanças, para se reinventar, para entender a realidade sobre uma perspectiva mais profunda e mais real? – questiona Flavio Maluf.

Em suma, o futuro das escolas de negócios dependerá da própria capacidade de se sustentar no mercado e compreender a necessidade de formar alunos com pensamentos visionários e inovadores, características que são imprescindíveis para o sucesso do negócio, aponta Flávio Maluf.

Outro assunto que está em pauta no mundo corporativo é o da sustentabilidade, conceito que vem sendo amplamente discutido pelas organizações. E nota-se cada vez mais as dificuldades que a educação enfrenta para desenvolver profissionais capazes de fomentar transformações que estejam alinhadas aos desafios atuais de sustentabilidade e de organizações conscientes. Portanto, refletir sobre as questões de sustentabilidade é um dos passos na caminhada para o futuro das escolas de negócios.

Flavio Maluf fala sobre as startups e a possibilidade de obterem investimentos

O mercado está cada vez mais promissor para as startups, principalmente aqui no Brasil. Para se ter uma ideia, São Paulo está na décima segunda posição entre as cidades que mais oferecem oportunidades para as startups. A informação é de um estudo chamado de Global Startup Ecosystem Ranking 2015, realizado pela Compass, uma empresa especializada em software para companhias de tecnologia de São Francisco, na Califórnia, a qual faz levantamentos e estudos do segmento desde o ano de 2012.

Flavio Maluf, presidente da Eucatex reforça a importância da cidade, que foi a única do Brasil e da América Latina a ser citada no levantamento. Segundo reporta Flavio Maluf, a pesquisa mostra que São Paulo está entre os 20 melhores ecossistemas para negócios inovadores em todo o mundo. Em primeiro lugar está o Vale do Silício, seguido de Nova Iorque e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A problemática referente à falta de capital de risco em oferta no mercado deixou de ser realidade para as startups. Flavio Maluf cita que o estudo mostrou também que os investimentos no setor cresceram 95% entre 2013 e 2014 nas cidades citadas. As startups ainda vivem um bom momento, fruto principalmente de investimentos e iniciativas públicas e privadas.

startup

O início

A conceito de startup se consolidou no mesmo período da chamada Bolha da Internet, entre os anos de 2996 e 2001. Trata-se de um negócio focado em abordagens inovadoras, sendo sinônimo de começar uma empresa escalável e repetível, atuando em condições de extrema incerteza. Segundo Flavio Maluf, alguns investidores afirmam que o conceito é mais simples, de uma empresa que inicia com custos de operação baixos e que apresentam um crescimento rápido, gerando lucros maiores.

Para Flavio Maluf, o cenário incerto é aquele que não se pode afirmar se o empreendimento ou projeto irá dar certo ou pelos menos se mostrar sustentável. Se diz respeito ao fato da startup crescer sem modificar de forma expressiva o seu modelo de negócio. O ideal é apresentar um crescimento da receita e custos menores, garantindo um acúmulo maior de lucro. E ser repetível diz respeito a capacidade de entregar o produto em escalas maiores.

Flavio Maluf afirma que o ambiente de incertezas o qual as startups estão inseridas é o principal combustível para seu crescimento. Sem capital de risco elas se tornam mais criativas para gerar receita. Para algumas é difícil continuar a buscar um modelo de negócios ideal, por essa razão os investimentos são cada vez mais necessários para as empresas. Quando o negócio começa a crescer, é necessário o investimento para essa startup ser uma empresa sustentável.

No momento em que se tona escalável, a startup dá lugar à empresa com alta lucratividade. Se não ocorrer dessa forma, o negócio precisa ser reinventado ou correr o risco de morrer de forma prematura. Independente do nicho que estão inseridas, as startups tem ou não maior chance de sucesso e por essa razão se faz necessário uma estratégia eficiente e que resolva um problema. Quanto maior for o problema e melhor a solução proposta, maior será a receptividade e a lucratividade.

Vale ressaltar que startups não são apenas negócios que envolvem a internet. Elas só estão inseridas num contexto que precisa da rede para expandir. Muitas outras estão mais frequentes no meio por conta dos custos menores para criar um software do que para o ramo do agronegócio, por exemplo. Além disso, a internet torna a expansão do empreendimento mais fácil, barata e rápida, sendo uma forma mais simples de tornar o produto repetível. Para ser startup é preciso ter um negócio repetível e escalável.

Como obter investimentos

Uma das etapas mais sensíveis e importantes da trajetória de uma startup diz respeito à capitação de recursos para tocar o negócio. Para Flavio Maluf, as chances do empreendimento obter sucesso crescem quando há uma proposta eficiente e para isso é importante tomar cuidados simples como uma apresentação simples e eficaz. Isso porque a maior parte dos investidores tem agendas apertadas e não tendem a ter interesse em empreendedores prolixos.

Ser coerente e demonstrar entusiasmo

Para receber o ‘sim’ do investidor é necessário demonstrar um bom projeto e que os envolvidos estão capacitados para “enfrentar” o mercado. Para Flavio Maluf, os investidores levam em conta a qualificação do empreendedor e sua personalidade, sobretudo de gestão. Estabelecer uma sociedade é uma tarefa complicada, tal qual um casamento. Em uma entrevista é preciso demonstrar uma personalidade forte, mas que seja aliada a um comportamento ético adequado ao empreendimento.

Apresente um modelo sustentável

Um modelo sustentável tende a ser mais atraente aos investidores. Criar uma startup com base nas tendências passageiras do mercado ou apoiada em um setor com vida perene pode não ser atraente aos investidores. Para Flavio Maluf, os investidores querem atuar em negócios com tendência a crescer e existir de maneira sustentável, principalmente no longo prazo. Para isso é imprescindível oferecer um modelo que seja válido pelos próximos dez anos (no mínimo).

Flavio Maluf cita que referências externas comprovam que muitos negócios nascem de ideias baseados em setores e nichos temporários de mercado com o interesse de venda para terceiros em um futuro próximo. Quando os investidores notam essa possibilidade, desistem do investimento. Por essa razão é importante demonstrar responsabilidade financeira e uma perspectiva positiva de mercado. Dessa forma é possível conseguir uma maior confiança do investidor.

O cliente é o foco

Independente da área de atuação, seja o mercado corporativo ou produtos destinados ao consumidor final é importante manter o foco constante no público-alvo. Se for preciso modificar o produto para atender as nuances do mercado, o ideal é buscar estar a um passo a frente dos concorrentes. O empreendedor tem a obrigação de estudar e interpretar a demanda do consumidor durante todo o tempo, buscando entregar o produto mais apropriado, criando sempre experiência positivas.

Quem tem a aptidão de corrigir seus erros e a seguir a trajetória de acordo com os sinais demonstrados pelo cliente, terá mais chances de crescer. Para isso é importante estar associado a profissionais capacitados e comprometidos, além de adotar tecnologias expressivas. No momento de apresentar a proposta ao investidor é necessário mostrar que a startup adota linguagens avançadas e tecnologias que viabilizam a interação. Sempre que possível, mostre que possui recursos para adaptar-se à evolução das tecnologias digitais.

Transparência na gestão

Startups que apresentam uma gestão transparentes tendem a receber recursos mais rapidamente, uma vez que os investidores tem preferência por empreendimentos mais fáceis de serem monitorados. Startups que estão crescendo tem de adotar princípios de governança mais claros, sobretudo no controle financeiro, definição dos cargos, remunerações, auditorias, controle dos gastos e a carga horária de trabalho dos colaboradores.

Segundo Flavio Maluf, demonstrar transparência e regras claras referentes a gestão podem garantir mais investimentos e também mais dinheiro para uma menor parcela do negócio. Vale ressaltar que as empresas que apresentam práticas mais eficientes e padronizadas de gestão são mais valorizadas. Cabe ao gestor determinar quais serão essas regras e como torna-las mais simples.

O papel das aceleradoras

As aceleradoras são programas de apoio que visam auxiliar os empreendedores a moldar o negócio e receber incentivo. Segundo Flavio Maluf, uma aceleradora busca projetos promissores e oferece aos seus participantes auxílio para consolidarem a ideia e se inserirem no mercado. Diferente das incubadoras, as aceleradoras querem startups que se destacam e que oferecem um produto com grande taxa de crescimento, as chamadas escaláveis. A vantagem em relação as incubadoras diz respeito ao tempo disponibilizado para obter resultados.

Outra característica da acelerado é a metodologia apresentada que busca aproveitar o tempo pré- determinado para o cumprimento de metas. Dessa forma é possível desenvolver características mais eficazes de abordagem. Para Flavio Maluf, a possibilidade de ter um bom mentor para orientar e aconselhar é tão importante quanto os investimentos futuros. Além disso, ela oferece orientadores para auxiliar em diferentes áreas como design, programação, marketing, entre outras.

Como participar de uma aceleradora

O processo de ingresso e participação das aceleradoras é aberto, ou seja, qualquer startup ou empreendedor pode tentar, o que aumenta a competitividade. Entre as fases que caracterizam o processo oferecido pela aceleradora está a consciência. Trata-se do momento em que os empreendedores se atentam ao tipo de investimento, que ocorre principalmente na internet. Logo após vem a aplicação, que se trata da fase em que que os idealizadores iniciam o processo de seleção das aceleradoras.

Flavio Maluf diz que dificilmente um empreendedor único é aceito e é necessário estar em equipe, sobretudo pelo volume de tarefas que vai ter de desenvolverem um curto espaço de tempo. Na fase inicial do programa, os envolvidos devem focar no desenvolvimento da ideias e de um produto viável. A fase final conta com o demo day, em português, “dia de demonstração”, que o evento em que a aceleradora media o contato entre o negócio e a startup.

Nesse momento, as startups tem a chance de demonstrar aos investidores o seu produto, como chegaram até ele e os benefícios do seu produto. Para Flavio Maluf, esse é o momento de obter financiamento adicional, contudo perdê-lo não precisa ser encarado como uma derrota e sim como uma forma de melhorar a estratégia.