A crise como propulsora do sucesso – Flavio Maluf fala das lições que se deve tirar da situação atual

crise

Grandes oportunidades surgem nas maiores crises. Veja como é possível tirar lições da crise tornando-a propulsora para o sucesso e êxito nos negócios. Isso é o que Flávio Maluf comenta citando exemplos e estímulos de outros empreendedores no evento Ceo Summit SP.

É possível notar um número maior de empreendedores recuarem seus investimentos e deixarem de alavancar os negócios pela influência da crise. De fato, a crise existe, isso não se pode negar. O que não se pode fazer é deixar que a crise seja uma desculpa para não inovar no mercado, comenta Flávio Maluf.

Porém, se formos olhar o outro lado da moeda, é possível também ver inúmeros deles enxergarem a crise que assola o Brasil e mundo como oportunidade para extrair os melhores talentos. E não apenas isso, mas em buscar novos ares e novas estratégias e, assim, fazer com que essa situação seja propulsora para o sucesso. Na verdade, a crise é um ótimo estímulo para a criatividade, inovação e a saída da zona de conforto!

Enquanto muitos desistem, ficam desanimados, o empreendedor que deseja obter sucesso em meio a crise, continua avançando, sem desistir, é o que incentiva Flávio Maluf. Grande número de profissionais brasileiros qualificados estão saindo do Brasil. Cerca de 1,5 mil profissionais brasileiros qualificados deixaram o Brasil entre 2014 e 2015 para trabalharem no exterior. Esse fato curioso determina que uma das maiores motivações, certamente, é a crise que se instalou nesse período e que ainda se encontra.

Esses dados foram coletados por meio de uma pesquisa nas empresas multinacionais que existe feita pela Global Line em parceria com Worldwide ERC, informa Flávio Maluf. De acordo com um dos sócios da Global Line, Marcelo Ribeiro, esse reflexo só pode ser por causa crise, pois todos os anos são feitos esse tipo de pesquisa, mas esse ano foi o único que trouxe dados tão intensos.

Para que fique mais claro, Flávio Maluf descreve alguns dados importantes que foram obtidas dessa pesquisa conforme a seguir:

  • As respostas foram obtidas da área de Recursos Humanos de 220 multinacionais;
  • As multinacionais referidas enquadram-se instaladas no Brasil tanto as empresas estrangeiras com sedes no Brasil como as que fazem operações globais;
  • São multinacionais grandiosas com cerca de 53% com mais de 10 mil colaboradores;
  • 76% dessas multinacionais possuem sedes no exterior.

Ainda se tratando das razões que levaram a exportar esses colaboradores mais qualificados do Brasil para o exterior há pelo menos duas, segundo Natacha La Farciola, analista de uma empresa multinacional no segmento de montadora atuando em Recursos Humanos, que Flavio Maluf repassa:

  1. Esses profissionais buscam carreira mais sólida, estrutural e internacional, já que não veem futuro no país;
  2. As empresas querem economizar. Ao enviar um profissional, o seu custo vai junto, o que traz economia para a empresa local no país nesse momento de crise e recessão.

Então, pode-se notar que foram adotadas medidas a fim de minimizar os impactos da crise nas multinacionais, conclui Flavio Maluf.  O que as empresas não queriam era demitir esses talentos tão essenciais para o desenvolvimento dos negócios, e por isso, exportá-los tornou-se possível encorajar a carreira deles ao mesmo tempo em que não iria perdê-los, o que seria desvantajoso para as multinacionais, acrescenta Flavio Maluf.

Quais lições podem ser tiradas em meio a crise? É o que comenta Flavio Maluf! Os eventos ocorridos nestes últimos dias, Ceo Summit São Paulo, geraram grande impacto sobre um dos temas mais abordados atualmente, a crise econômica que assola o Brasil. Não se fala em outro assunto entre as empresas e empreendedores, diz Flavio Maluf, que buscam alternativas para reverter os efeitos desastrosos da recessão econômica no país.  E por isso esse foi um dos temas mais relevantes a fim de encorajar e estimular ao crescimento dos negócios, mesmo enfrentando a crise global. Assim, nada mais justo que tirar lições de empresas que passaram por situações semelhantes e conseguiram obter êxito e sucesso.

O que se pode tirar de grande lição com essa crise? Pergunta Flavio Maluf.

Vejamos mais detalhes de grandes empreendedores!

  1. “A crise traz muitas oportunidades” – Guibert Englebienne

O argentino Guibert Englebienne começa seu discurso com essa frase acima incentivando os gestores, empreendedores a não desanimarem, mas a verem como oportunidade. Ele é co-fundador da Globant, uma empresa atuante no segmento de tecnologia. Durante esse evento do Summit, ele relembra o início da fundação da empresa, a qual foi em um período de grande crise também na Argentina, informa Flavio Maluf. E para contê-la, tiveram que buscar mercados globais como falar 100% inglês e entrar em um avião conectando-os ao mercado meritocrático, algo que para eles era um enorme desafio!

Em se tratando da multinacional Globant, essa empresa atua em sete países tendo clientes renomados como Fox, Petrobrás e Coca-cola, além de terem ações nas bolsas de Nova Iorque. Ele, Englebienne, ainda anima os brasileiros, comenta Flavio Maluf, dizendo que devem investir na sua equipe, ou seja, torná-la firme e sólida, pois dificilmente ela se acabará.  Também acrescenta a saírem da sua zona de conforto buscando novos horizontes e oportunidades, diz Englebienne.

  1. “O empreendedor deve acreditar nele, apesar de todos contra e mesmo que apanhe dez anos” – Bernardo Ouro Preto

Ouro Preto começou seu discurso injetando ânimo aos empreendedores. Ele é fundador da St. Marche, uma rede de mercados focado na classe média e que possui 18 lojas. A sua história é interessante ao começar a jornada no empreendedorismo, pois não tinha experiência nenhuma nisso e nem mesmo no varejo e tudo era novo para ele, informa Flavio Maluf. Mas mesmo assim, Ouro Preto foi avançando e não levou isso como um desestímulo, pelo contrário, foi aprendendo, tirando lições com os erros, com o que dava certo e não dava, e também com um pé após o outro, sem pressa e desespero, comenta ele. Afirma que para atingir sucesso e satisfazer seus clientes no atendimento e demais atribuições, sempre olha o mercado e as situações com outras perspectivas, Flavio Maluf repassa a sua informação. Ouro Preto cita ainda que seu primeiro gerente contratado na empresa nunca havia tido experiência no varejo, pelo contrário, era habilidoso e estudava artes, finaliza.

  1. “A crise econômica te faz escolher os melhores para sua empresa” – Julia Hartz

Julia também foi uma das que participou do evento Summit em São Paulo e contribuiu abordando fatos ocorridos na empresa.  Ela é cofundadora do app Eventbrite, um aplicativo que foi criado para gerenciar e descobrir os eventos que acontecem mantendo o usuário informado. Esse aplicativo está presente no Brasil e em 20 países.  Flavio Maluf retrata que essa empreendedora relembra o enfrentamento que a Eventbrite passou em 2008, com a recessão econômica nos E.U.A, e relata que foi um grande desafio tentar injetar uma ideia de um app focado não apenas em eventos de grande porte ou em um evento específico. Essa startup precisava de capital e contratar pessoas para se junta à equipe nesse período em que muitos não estavam estimulados para investir em algo novo e relata que não foi fácil. Nesse ano de 2008, não foi um ano em que Eventbrite recebeu investimento. Somente após 2009 e com algumas estratégias consistentes, além de persistência para consolidar a ideia foi que obtiveram sucesso, tendo 6,5 milhões de dólares do primeiro parceiro que investiu, é o que Flavio Maluf informa a todos.

Julia Hartz dá algumas dicas e sugestões aos empreendedores, tais como:

  • Essa é a hora de contratar e manter talentos

Enquanto muitas empresas estão demitindo, aproveitar esse momento para contratar pessoas talentosas, porém mantendo as existentes. Isso soa como um preparo para o que possa vir, contando com uma equipe altamente profissional e comprometida com a empresa.  Ela ainda afirma, diz Flavio Maluf, que foi uma época (época de tremenda crise) em que mais descobriu talentos para sua equipe, e que em outro momento poderia ser que não haveria tido essa mesma experiência e nem como contratá-los posteriormente.

  • Uma maneira de manter os talentos na empresa sempre motivados é criar uma cultura comunicativa.

Julia também conta que não é tão fácil manter esses talentos na empresa e por isso, criou uma cultura com base na comunicação entre gestores, diretores como um todo e vice-versa. O perfil desses talentos é profissional da geração Y, o que se torna crucial manter esse tipo de abordagem já que fazem parte da era da tecnologia digital e internet.

A empresa que se moderniza focando mais na comunicação, que constantemente está se modificando, tende a atingir mais êxito. Muito mais que a entrega de cadernos listando uma gama de informações que nunca muda a respeito da cultura da empresa, comenta Flavio Maluf. Uma cultura comunicativa permite que tanto a empresa como eles possam estar acompanhando as tendências no mercado que se alteram e modificam rapidamente e constantemente, informa Flavio Maluf. Também cria uma responsabilidade individual, ou seja, em que todos participam ativamente e se comprometem em manter sempre as atividades funcionando adequadamente. Dessa forma, ficam mais à vontade para se desenvolverem, termina o discurso de Julia Hartz.

Novas formas de trabalho: como funciona o coworking e o home office? – por Flavio Maluf

Flavio Maluf afirmou que todo o empreendedor tem um lado irracional, pois tem coragem de largar a estabilidade do emprego para tentar vencer no empreendedorismo. É algo para poucos, uma vez que o cenário se encontra cada vez mais difícil (e tentador). São os momentos delicados que dão força para começar, mesmo que o início seja complicado.

Para Flavio Maluf, o empreendedor precisa ter espírito guerreiro, principalmente para encarar um mercado desconfiado e que muitas vezes vai fazê-lo fraquejar. É importante, nessas horas, ter persistência, foco e discernimento para seguir em frente.

Saber aproveitar as oportunidades, tirando o melhor proveito é fundamental. E elas surgem cada vez mais com um ecossistema voltado para empreendedores que possível identificar na própria região em que atua. Faculdades, empresas, incubadoras e aceleradoras, processos de mentoring e até mesmo outros empreendedores podem oferecer o suporte necessário.

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Coworking Spaces

De acordo com Flavio Maluf, o apoio externo está cada vez mais presente no Brasil, contudo o mercado desconfiado ainda precisa ser mais flexível. Londres, Israel, Vale do Silício são exemplos de lugares que já se mostraram interessantes para os empreendedores. Mesmo um pequeno estímulo já pode causar um grande impacto, principalmente por conta do cenário mais propício que aqui. Trata –se do fenômeno conhecido como “coworking space”.

Diferente das incubadoras e aceleradoras que auxiliam com mentoring e capital o coworking está mais para um ambiente interessante, porém entrega bem mais que isso. Além de toda a estrutura tecnológica e física necessária, o cs oferece algo indispensável: uma atmosfera inspiradora.

Para Flavio Maluf, muito mais interessante que oferecer a flexibilidade de poder alugar desde uma mesa a uma sala de reuniões para apresentar o negócio aos investidores, a proposta incentiva o processo criativo. No We Work, um dos maiores “coworking spaces” do planeta localizado em Nova Iorque e Boston, o visitante tem uma ótima experiência que desperta o interesse em não sair de lá.

A decoração do escritório surpreende: são mesas diversas, salas de reuniões, cafés, fliperamas, mesas de pebolim e empreendedores participando de discussões e no desenvolvimento de projetos. É realmente um ambiente inspirador em que estão inseridas pessoas que compartilham os mesmos interesses, desafios e anseios, o que faz toda a diferença.

O sistema Home Office

Quem ainda não se tornou um empreendedor tem como opção o Home Office, a famosa modalidade de trabalho em casa. Geralmente o trabalhador realiza suas tarefas em casa, no conforto do lar durante alguns dias na semana ou durante toda a jornada de trabalho, conforme a área e a proposta.

Para Flavio Maluf, é algo que faz bem para ambas as partes: a empresa reduz custos com o espaço e o trabalhador passa a ter os benefícios do trabalho em casa. Há quem se engana de que quem trabalha em casa produz menos. Pesquisa conduzida pela Sap Consultores associados mostrou que 75% dos funcionários que atuam em casa rendem mais que funcionários alocados na empresa com a mesma função.

No Brasil, apenas 36% das empresas viram com bons olhos o Home office, contudo é esperado que esse percentual cresça mais com o atual cenário.

 

Grandes empresas: quem são elas, como se portam e quais seus impactos no mercado brasileiro – segundo Flavio Maluf

Para Flavio Maluf, empresário brasileiro, ao longo dos anos, algumas empresas brasileiras e estrangeiras de diferentes setores demonstraram grande crescimento em suas estruturas, despontando rumo ao sucesso, o que gerou maior lucratividade e elevou o potencial de mercado.

Os desafios enfrentados com relação às inevitáveis mudanças e adaptações que ocorrem ao longo da jornada de qualquer empreendimento são, geralmente, proporcionais ao seu porte estrutural. Isto é, quanto maior a empresa, mais ela estará suscetível a gerar impactos sociais, sejam eles bons ou ruins.

O enquadramento das empresas no regime tributário por meio da análise do faturamento anual e quadro geral de funcionários é o que determina a classificação de seu porte, comenta Flavio Maluf. Esta especificação é importante para delimitar o valor das alíquotas de impostos a serem pagos segundo sua categoria estabelecida.

Para facilitar o entendimento em relação aos possíveis impactos mencionados anteriormente, segue um exemplo ligado à realidade brasileira: 976 de cada 1000 empresas são classificadas como micro ou de pequeno porte (até R$50 milhões/ até 100 funcionários), 20 são enquadradas em médio porte (de R$50 milhões a R$100milhões/ até 250 funcionários) e 4 consideradas de grande porte (acima de R$100 milhões/ acima de 250 funcionários). Flavio Maluf ressalta que de acordo com dados fornecidos pelo IBGE, somente 22 mil empresas (0,4%) das 5,5 milhões em atividade no país, seriam consideradas de grande porte.

Devido à importância do assunto, segundo Flavio Maluf, Philip Kotler aborda em um de seus livros, algumas discrepâncias em relação à falta de equilíbrio na concentração de renda das empresas e a falha modelo econômico seguido atualmente.

Com as facilidades em conseguir acesso a informações, praticamente em tempo real, muitas pessoas passaram a ter interesse em conhecer e acompanhar atitudes tomadas por empresas, bem como as consequências e impactos gerados à sociedade através dessas ações. Independente do ramo de atuação, apesar de alguns impactos negativos gerados por grandes companhias, outras empresas conseguiram e ainda conseguem fazer a diferença, influenciando de forma positiva o meio em que vivem, comenta Flavio Maluf.

A maioria das empresas conta com uma missão bem definida de seus serviços. Entretanto, algumas vezes, a vivência diária pode levar a necessidade de se desviar do estabelecido inicialmente, mudando o foco para o estímulo financeiro do faturamento. O medo das tomadas de decisões no que se refere ao futuro do empreendimento é um fator importante que pode prejudicar o andamento dos negócios.

Trabalhar com um propósito em mente, ou seja, de acordo com a missão previamente estabelecida, coloca a empresa, naturalmente, em um estado de prontidão para executar seus serviços de maneira plena e em favor dos clientes. Se colocar no lugar do cliente é uma maneira eficaz de entender e conseguir o crescimento para a empresa, suprindo a demanda com a qualidade esperada e se mantendo no mercado competitivo por longo período de tempo. Pensar como cliente enquanto empresário é o melhor exercício de percepção para chegar a uma melhoria na referência de trabalho.

Como a Índia trata suas questões de taxa de emissão de CO2; Flavio Maluf noticia os últimos acontecimentos

A Índia está no centro das atenções de toda a comunidade global. O país, considerado o terceiro maior produtor de gases do efeito estufa do mundo, afirmou, através de suas autoridades, que não pretende reduzir as emissões de CO2, embora prometa desacelerar a quantidade nos próximos anos. O empresário brasileiro Flavio Maluf reporta esse cenário, abordando como os especialistas no assunto falaram sobre o tema nos principais canais de comunicação no Brasil e no mundo na última semana.

De forma voluntária, a Índia apresentou, por meio de um documento concedido no último dia primeiro de outubro à Convenção do Clima da ONU, uma proposta tida como amigável pelo governo do país no intuito de resolver um dos assuntos de maior discussão atualmente em todo o mundo. Diante do chamado acordo global do clima, conforme reporta Flavio Maluf, a cúpula indiana prometeu cortar cerca de 35% das taxas de carbono produzidas por dólar do Produto Interno Bruto.

Flavio Maluf diz que esse corte, entendido pelos especialistas como uma forma de desaceleração, aconteceria até meados do ano de 2030, de acordo com a projeção elaborada pelo país. A ideia deverá ser levada, em dezembro, à cúpula do clima – evento que acontecerá na cidade de Paris, na Franca. O empresário Flavio Maluf ainda noticia que a Índia é o último grande produtor de CO2 do mundo a apresentar uma proposta às organizações e, mesmo diante de tudo isso, ainda não fala em dados absolutos referentes aos cortes de emissão.

ÍndiaFlavio Maluf cita que um dos argumentos do governo indiano diante de todo esse impasse está calcado na ideia de que a população do país é muito grande comparado a uma economia tida como pequena, o que acaba refletindo em todo esse contexto. Ainda segundo os homens fortes da Índia, uma drástica redução nas emissões de gases do efeito estufa, nesse momento, poderia refletir negativamente no desenvolvimento econômico e social do país.

Resumidamente, o que a Índia propõe é diminuir a intensidade do carbono produzido. Ou seja, é provável que as emissões, num contexto geral, aumentem até o ano de 2030, por mais que o ritmo seja possa ser muito menor, comparado ao que acontece atualmente.

Alternativas renováveis

Outro adendo presente na proposta indiana refere-se à intenção do país de gerar cerca de 40% de sua energia através de outras alternativas, chamadas de fontes renováveis. Flavio Maluf cita que de acordo com o governo, o país pretende inaugurar 25 complexos de energia solar com a intenção de driblar esse impasse mundial. Outra promessa é a de transformar aproximadamente 50 mil bombas a gasolina em solares, além de oferecer cerca de 100 mil bombas hidráulicas e solares ao processo de irrigação na agricultura da nação.

O país ainda trabalha com outras iniciativas que visam diminuir a sua grandiosa produção de carbono, como uma forma de resolver, de maneira amigável, todo esse problema.

Dicas de liderança com Flavio Maluf

Ser um líder, aquele capaz de fazer as coisas com eficácia e eficiência, não é uma responsabilidade nada simples e que qualquer um pode exercer. Destarte, Flavio Maluf, conceituado empresário brasileiro, dá dicas para empresários e empreendedores em geral não tropeçarem quando o assunto for a melhor forma de conduzir suas organizações. Aliás, ele já começa dizendo que esse não é apenas um simples quesito, mas sim o principal, pois um conjunto de liderados que não seja assim tão eficiente, pode torna-se altamente produtivo se gerido da forma correta. Entretanto, é praticamente impossível que uma boa equipe desenvolva suas atividades da melhor maneira se não tiver o respaldo de um comandante competente.

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O líder deve ser um mediador de conflitos e ao mesmo tempo chamar para si certas responsabilidades, pois assim ele se transforma em um conciliador, e não um criador de problemas como alguns se tornam quando conduzem seus times de forma equivocada. Por isso, é fundamental para um bom condutor ter bem definido em sua cabeça o que ele espera de si mesmo e da sua equipe e quais os objetivos a serem buscados por todos, fazendo com que seus comandados o respeitem e o admirem no sentido de se engajarem totalmente nas questões relativas aos interesses da organização, tornando os demais seguidores de suas ideias e opiniões. Contudo, destaca Flavio Maluf, isso não representa uma espécie de total submissão dos comandados ao gestor, mas sim uma forma de fazê-los se sentirem parte essencial do processo, inclusive lhes dando liberdade para compartilhar ideias, opiniões e até para apresentarem alternativas quando julgarem inadequada ou imprecisa uma questão ou um plano levantado pelo líder, o que não vai de forma alguma criar atritos, mas sim potencializar os resultados.

Flavio Maluf chama a atenção para alguns “estágios” da liderança. O primeiro é o líder que atrai seguidores exclusivamente pelo cargo que exerce, ou seja, é uma liderança unicamente hierárquica e restringe-se apenas a necessidade do desenvolvimento de certos trabalhos e a exigência de alguém para comandar esse desenvolvimento. O segundo tipo é o que chama a atenção de seus comandados por passar confiança, o que faz com que os outros lhe sigam por que gostam realmente dele e da forma como ele desenvolve os trabalhos e se relaciona com os demais. O próximo nível é atingido graças aos resultados, pois consolida uma boa relação pelo fato de terem sido conquistados objetivos em parceria, tornando o líder admirado por seu papel de vital relevância. Por fim, há aquele gestor que se torna fundamental não apenas enquanto profissional, mas também no quesito pessoal, já que atinge este estágio por potencializar seus seguidores a ponto de torná-los capazes de liderar também, e isso pode significar uma ajuda que transcende a relação profissional.

Muitas vezes, diz o empresário, uma boa relação entre o líder e o resto da equipe esbarra também no fato de que é relativamente pequeno o número de pessoas que se dispõem a serem seguidoras, pois a grande maioria tem uma falsa ideia de que isso significa ser vassalo ou um simples receptor de ordens. Mas Flavio Maluf afirma que esses conceitos podem ser derrubados justamente através da forma como o chefe lida com seu grupo, pois passa essencialmente por ele a viabilização de uma convivência harmônica, sincera e onde todos se sintam à vontade e percebam que são parte fundamental para o correto desenvolvimento dos trabalhos. Isso também faz com que sejam reduzidas as chances de serem cometidos erros que prejudiquem a instituição, pois é natural que qualquer um tenha atitudes ou ideias que não representem o que pode ser feito de melhor em determinadas situações, o que é corrigido quando se trabalha de forma conjunta, sem egoísmos ou com o líder querendo ser o dono da razão e passando por cima de todos. Ou seja, é parte de extrema importância no exercício de liderar saber ouvir o que pensam os demais.

Essa questão é tão relevante, que merece um pouco mais de explanação, diz Flavio Maluf. Saber ouvir não é simplesmente escutar o que o outro está dizendo, mas sim se tornar parte pertencente do processo. É como se o que interessasse naquele momento fosse exclusivamente o que está sendo dito, o que permite entender e compreender a situação. Atropelar quem está com a palavra apresentando formas rápidas de resolver os problemas ou dando ideias para sua solução imediata transmite uma impressão de que aquilo de fato não está sendo relevante e que se livrar o mais rápido possível daquele diálogo é a intenção.

Ouvir com atenção, demonstrar realmente interesse pelo que está sendo dito e se comprometer com a situação é o que se chama de escuta ativa, algo fundamental para o bom exercício da liderança segundo Flavio Maluf.

O empresário também diz que alguns fatores demonstram claramente a atenção que o receptor está dando a conversa, seja através de gestos ou verbalmente. Para começar, quaisquer possíveis empecilhos devem ser deixados de lado. O olhar direcionado para quem está falando, as expressões faciais e os gestos devem estar em consonância com o que está sendo proferido, isso passa uma ideia de comprometimento. Fazer pequenas perguntas ou comentários sobre certos acontecimentos relatados fazem com que o outro perceba uma boa interação e seja capaz de confiar totalmente em seu ouvinte, possibilitando diálogos cada vez mais sinceros. Contudo, Flavio Maluf diz que esse geralmente é um processo lento e difícil, já que a maioria das pessoas tende a apressar as coisas e isso faz com que o outro não se sinta à vontade e não reconheça em seu ouvinte alguém realmente disposto a ajudar. Nesse sentido, Flavio Maluf dá destaque especial para estudos recentes que evidenciaram que pessoas capazes de se mostrarem empenhadas na situação que está sendo descrita através de expressões e gestos condizentes com os acontecimentos relatados tornam-se para quem está revelando os fatos algo essencial para melhorar a forma de como lidar com aquilo e buscar os melhores meios de solucionar os problemas.

Outro ponto que Flavio Maluf faz questão de destacar e que é fundamental para se alcançar sucesso na busca por uma liderança eficaz e eficiente é a correta utilização do tempo. E isso engloba não apenas os horários do gestor, mas também de todos os componentes de uma organização, já que isso permitir o melhor funcionamento de todos os órgãos envolvidos no processo de trabalho. Ele diz que é fato recorrente ver pessoas, independentemente do cargo que exercem, se perguntando ao final do dia, da semana ou do mês o que de fato fizeram naquele espaço de tempo, já que não conseguiram cumprir boa parte das metas traçadas para aquele período. Flavio Maluf diz que isso acontece, sobretudo, pela má utilização do tempo, já que a grande maioria perde minutos e até horas preciosas em atividades que poderiam ser feitas em bem menos tempo ou até mesmo não realizadas, pois algumas são totalmente dispensáveis.

Flavio Maluf cita dois grandes vilões nessa questão, as reuniões e os e-mails. As primeiras são consideradas negativas ou desnecessárias a partir do momento que se tornam ociosas, seja no sentido do rendimento em si ou por ocuparem o tempo de quem não precisaria de fato participar delas, já que é comum nessas reuniões a presença de pessoas que não têm nada a acrescentar ou simplesmente passam todo o tempo com a atenção voltada para qualquer outro assunto, o que é fator de grande relevância para que a produtividade das reuniões seja afetada de forma drástica, além de tirá-las de suas atividades naturais, o que representa mais uma diminuição na produção da organização.

Já com os e-mails, Flavio Maluf esclarece que a situação não é muito diferente, pois lidar com eles da forma correta pode ajudar bastante na otimização do tempo. O empresário destaca que aqui existem dois pontos a serem analisados. O primeiro é referente aos contatos vindos de fora das organizações, pois estes são feitos sem nenhum tipo de cuidado em relação a volumes muito grandes ou se tomarão menos ou mais tempo. Por isso, é importante definir quais contatos merecem um feedback e qual o nível de relevância daqueles, já que em alguns casos demandam respostas mais detalhadas, em outros apenas algo muito breve e uma boa parte sequer devem ser lidos, principalmente aqueles relacionados a assuntos nada relevantes para a organização.

Já nas comunicações internas, Flavio Maluf suscita que o grande problema está no fato de serem dadas respostas para e-mails que deveriam apenas serem lidos, ou aquelas serem demasiadamente longas, quando na verdade deveriam ser dadas de forma bastante objetiva. Flavio Maluf diz que isso ocorre porque alguns empregados acham que deixar seus colegas sem uma resposta pode ser entendido como falta de comprometimento, e isso leva alguns a não apenas fazerem comunicações desnecessárias, mas também escreverem textos imensos na tentativa de mostrar interesse e conhecimento do assunto. Nesse ponto, Flavio Maluf finaliza dizendo que esse problema pode ser resolvido com a utilização de aplicativos desenvolvidos para evitarem esses excessos e otimizarem a utilização do tempo.

Flavio Maluf – Amazônia recebe investimentos

O Estado do Amazonas tem novidades. Alvo de investimentos recém-anunciados, a expectativa é pela melhora da qualidade de vida da população amazonense no que diz respeito ao primeiro investimento – relacionado à expansão da rede de abastecimento de energia –, e pelo desenvolvimento de mais ações em prol do meio ambiente no que diz respeito ao segundo investimento – relacionado à promoção de práticas sustentáveis em reservas ambientais –, informou o empresário brasileiro Flavio Maluf.

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Aperfeiçoamento do setor elétrico: investimento é de R$ 6 bilhões

Segundo o empresário Flavio Maluf, o mês de setembro contou com o anúncio do Plano de Expansão e Melhorias do Setor Elétrico para o Estado do Amazonas; o investimento, que será de R$ 6 bilhões e tem origem em três esferas – Governo Federal, Ministério de Minas e Energia e Eletrobras –, destina-se à expansão, transmissão e distribuição de energia em todas as cidades do Estado. Do valor apresentado, R$ 3,7 bilhões foram reservados para o interior do Amazonas.

O plano, que terá início ainda em 2015 e deve ser finalizado em 2018, foi anunciado pelo presidente da Eletrobras, Antônio Paiva, durante um evento que reuniu palestrantes e debatedores interessados em dialogar sobre a situação energia no Amazonas e os desafios para o futuro. O evento também contou com a participação do Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Plano de expansão visa atingir comunidades isoladas

O objetivo do investimento é alcançar regiões que ainda não são contempladas pela rede de distribuição de energia, assim como ampliar e qualificar o atendimento àquelas regiões que já são atendidas.

O programa prevê novas usinas, linhas e subestações, ampliação das redes de destruição já existentes para atender e regularizar novos consumidores, inclusão de novos municípios ao sistema interligado nacional (SIN), ampliação do número de famílias atendidas pelo programa Luz Para Todos, cabeamento subterrâneo no centro histórico de Manaus, redução das perdas de energia, extensão de redes rurais e, finalmente, o atendimento a comunidades isoladas. Conforme o empresário Flavio Maluf, o atendimento a comunidades isoladas será realizado por meio da instalação de sistemas solares – conhecidos como ou miniusinas – e redes de baixa tensão.

EUA e Brasil: unidos pelo clima

Já no presente mês de outubro, a novidade ficou por conta do anúncio do investimento de US$ 11 milhões feito pelos Estados Unidos em projetos sustentáveis que estejam sendo realizados no Amazonas, informou Flavio Maluf. O valor, que será repassado a reservas ambientais durante 5 anos, visa estimular e qualificar a promoção de práticas sustentáveis.

O anúncio foi feito pela embaixadora dos EUA no Brasil, Liliana Ayalde, e reportado por Flavio Maluf. Segundo a embaixadora, os Estados Unidos e o nosso país têm em comum a preocupação com as mudanças climáticas, e o investimento tem em vista a preservação da floresta Amazônica e da biodiversidade da região. O comunicado feito pela embaixadora ocorreu durante encontro com autoridades em Manaus e contou com a participação do governador José Melo. Segundo Flavio Maluf, o compromisso foi acordado junto à Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e ao Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBIO).

O futuro do automóvel na visão de Flavio Maluf

Em um mundo cada vez mais dominado pelo alto padrão tecnológico, que além de estar presente em absolutamente tudo, apresenta uma evolução que ganha mais velocidade a todo instante, os produtos que têm a capacidade de permanecer como algo fundamental e ao mesmo tempo acompanham o progresso tecnológico, se mantêm forte no mercado e continuam sendo alvo da cobiça dos usuários. Isso, explica o empresário brasileiro Flavio Maluf, significa que a exigência pelo que é inovador e capaz de potencializar as mais diversas funcionalidades de qualquer coisa da qual fazemos uso é muito grande e, em certos casos, até ultrapassa a própria serventia daquele produto e se torna indispensável para viabilizar sua melhor utilização.

Flavio diz que um dos maiores exemplos disso são os automóveis. De vital importância para a grande maioria das pessoas, eles são objeto de desejo de muita gente. Buscando acompanhar as demandas, sejam elas por segurança, praticidade, mobilidade ou conforto, o mercado de automóveis inova e apresenta melhores possibilidades a cada novo modelo lançado. Nesse campo, os dois pontos mais trabalhados são a autonomia e a conectividade dos veículos, duas coisas que estão fundamentalmente ligadas, já que se trabalhadas em conjunto podem apresentar excelentes resultados. Destarte, aqueles mais conectados com os avanços tecnológicos, quando pretendem fazer a aquisição de um carro, analisam diversos fatores que vão além da simples possibilidade de locomoção, pensam não apenas em seu conforto em geral através dos avanços tecnológicos, mas também em outros fatores relacionados ao ato de dirigir, inclusive no que isso reflete no meio ambiente. Por isso, carros elétricos e/ou que são capazes de não afetar a natureza já são considerados como uma obrigação, ressalta Flavio.

De olho nessas possibilidades, empresas que já são referências mundiais quando o assunto é tecnologia, estão se esforçando ao máximo para ganharem destaque nesse mercado, principalmente por perceberem que seus produtos, em especial os smartphones, são utilizados com muita frequência pelos motoristas por apresentarem resultados mais satisfatórios que as tecnologias implantadas nos veículos. Flavio Maluf cita como exemplos disso o Google Maps e o Waze, utilizados por muitas pessoas que os consideram mais eficientes que os sistemas de navegação de seus carros, já que eles apresentam mais rapidez, praticidade e são mais confiáveis. Para Flavio, isso parece ser uma questão totalmente livre de discussões e controvérsias, pois é natural que o desenvolvimento de softwares seja feito com mais competência por quem tem isso como principal produto a ser ofertado do que por quem tem que se preocupar antes de qualquer coisa em fabricar automóveis que se tornem alvo do desejo das pessoas.

Nesse sentido, algumas parcerias buscam aprimorar o uso dos navegadores ao possibilitarem a utilização dos aplicativos dos telefones inteligentes nos veículos. E isso vai além da simples navegação em busca de melhor mobilidade, destaca Flavio. O Android Auto é um grande exemplo desse avanço. O software do Google, utilizado inicialmente pelo Hyundai Sonata, possibilita que o motorista conecte seu smartphone com sistema operacional Android ao veículo através de uma entrada USB, depois basta desfrutar das diversas funcionalidades do celular. Para quem utiliza o tão famoso iPhone da Apple, a opção semelhante é o CarPlay, que possibilita a utilização do Apple Maps, também reconhecido por apresentar resultados satisfatórios.

Flavio enfatiza que esses aplicativos são fundamentais também em outras funções. No quesito segurança, evitam que o motorista se distraia lendo ou escrevendo uma mensagem de texto, tirando uma das mãos do volante para segurar o telefone, buscando a melhor opção de caminho para seguir, já que isso pode ser realizado através do controle de voz, entre outras coisas que podem ser feitas sem que a atenção no trânsito seja afetada. Muito buscado atualmente, mesmo para quem está dirigindo, aliás, em alguns casos, principalmente para quem está ao volante, já que em certos lugares isso é uma tarefa extremamente estressante, o entretenimento também é uma função dessas ferramentas, já que elas permitem ter acesso, por exemplo, as músicas que se encontram no celular de forma bastante simples. O diagnóstico de problemas e a consequente resolução destes também é outro fator relevante, pois os aplicativos são capazes de resolver pequenas falhas on-line, e isso pode evitar problemas maiores, até mesmo relacionados à segurança do motorista, suscita Flavio Maluf.

O Google se destaca não apenas por seus softwares utilizados em carros de diversas montadoras, mas também por seus próprios carros. A grande ênfase é certamente para os carros autodirigidos. Contudo, a empresa, após conseguir projetar esses veículos, se deparou com algumas situações que tornaram necessária uma espécie de humanização das máquinas, já que estas apresentam certo excesso de precaução. Chris Urmson, responsável pelo projeto da empresa para desenvolver carros autônomos, admitiu que estão sendo testadas maneiras de fazer os carros dirigirem de uma forma mais semelhantes a como as pessoas dirigem, pois os veículos são mais cuidadosos do que o necessário. Flavio Maluf diz que o principal fator que levou a empresa a tentar viabilizar essa analogia foi o fato de 75% dos 16 acidentes envolvendo os veículos autodirigidos do Google nos últimos anos terem sido ocasionados possivelmente devido aos carros frearem em situações nas quais se pessoas estivessem ao volante provavelmente o ato não teria acontecido, evitando que outros motoristas lhes atingisse na traseira. Embora a empresa não compartilhe dessa opinião, já que diz que os autodirigidos não tiveram nenhuma culpa nos acidentes, parece não ser nenhum absurdo dizer que o fato dos carros frearem em situações de pequenos riscos lhes impute alguma culpa, esclarece Flavio.

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A grande questão nesse sentido parece estar relacionada ao fato dos veículos terem sido desenvolvidos com uma espécie de “pensamento” que não lhes permite achar que possíveis colisões possam ser evitadas com uma simples mudança de trajetória, já que eles acionam os freios constantemente ao detectarem algum perigo e isso pode levar outros motoristas a fazer o mesmo e ocasionar algum acidente. Na busca pela melhoria nesse sentido, Flavio destaca o que disse Jen-Hsun Huang, que é diretor-presidente de uma empresa responsável pelo desenvolvimento de processadores gráficos de alto padrão tecnológico com o propósito de possibilitar o reconhecimento de objetos por parte dos carros do Google. Huang falou que é possível solucionar o problema utilizando práticas de “aprendizagens intensas”, já que estas podem ajudar os computadores a fazerem uma melhor interpretação de imagens e objetos, o que além de evitar certos incidentes, também possibilitará que eles façam curvas mais fechadas e ultrapassem em faixas contínuas.

carro appleOutra empresa que também já é reconhecida mundialmente por sua alta tecnologia também está tentando dar seus primeiros passos nesse ramo e isso pode significar muita coisa, destaca Flavio Maluf. A Apple, que já revolucionou o mercado ao entrar no setor tecnológico, acredita que pode dar uma valiosa contribuição também no setor automotivo. Esse desejo da empresa é alimentado pela grande necessidade que o setor tem de apresentar avanços em todos os segmentos do ramo, já que cada vez mais é tarefa árdua dirigir nos grandes centros urbanos, e a entrada da Apple no mercado poderia significar uma grande evolução não apenas nos veículos em si, mas também na maneira de se locomover. Contudo, Flavio também diz que esse pode ser um processo demorado e de resultados incertos. É óbvio que os dispositivos móveis, especialidade da marca, serão os maiores responsáveis pela evolução do mundo dos automóveis, mas também é fato que isso é algo complexo e que necessita de muito estudo antes de ser implantado e disponibilizados para trafegarem em nossas ruas.

A empresa parece focar não apenas em produzir carros autodirigidos com total eficiência, mas também em potencializar o ato de se locomover através do design dos veículos. Embora a entrada concreta da marca nesse mercado ainda seja um enigma, se isto acontecer, seja brevemente ou um pouco mais a frete, a expectativa pelos resultados certamente será enorme, já que é bem possível que um carro da Apple não se limite a simples avanços, mas sim alcance um novo patamar, assim como a empresa fez com os computadores e os dispositivos móveis em geral. Até porque, ressalta Flavio Maluf, a entrada definitiva da marca no meio possivelmente só se dará daqui alguns anos, e isso pode significar que ela tenha que apresentar algo que vá bem além de um meio de transporte. E ser apenas mais um entre vários não é algo pretendido pela empresa, acostumada a ser destaque e oferecer o que há de melhor.

Diante de tudo isso, Flavio Maluf diz que, embora alguns avanços sejam de difícil implantação e outros ainda tenham que passar por inúmeras etapas de testes, o que o futuro nos reserva é certamente algo que represente não apenas a melhor forma de se locomover, mas que ofereça possibilidades capazes de viabilizar um trânsito, mesmo nos grandes centros urbanos, seguro e confortável, fazendo com que o motorista tenha que fazer o menor esforço possível e não seja vítima do estresse causado por engarrafamentos, lentidão ou acidentes que, na maioria dos casos acontecem por motivos minimamente aceitáveis, mas que causam enormes transtornos para todos os envolvidos.

 

Apple: tecnologia que não pára de evoluir – por Flavio Maluf

Reconhecida mundialmente por ser umas das melhores e maiores empresas que atuam no mercado de tecnologia, a Apple não para de inovar e oferecer cada vez mais opções para os usuários de seus produtos. Quem nunca sonhou ter um Smartphone da Apple? Pergunta o empresário brasileiro Flavio Maluf. Ora, ele mesmo responde. Só já não o fez quem não conhece a marca ou não está “antenado” com o que o mercado tecnológico oferece de melhor. E mais, Smartphone foi apenas um exemplo, pois a “MAÇÔ também é marca referência em relação à tablets, televisores e relógios, além de seus computadores, os Macs, destaca Flavio Maluf. O que torna a empresa conhecida e reconhecida em muitas vertentes, tornando-a cada vez mais presente nas casas dos que procuram alta tecnologia e também nas empresas que buscam aparelhos confiáveis e capazes de corresponder às demandas de seus negócios.

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A cada novo evento que a empresa anuncia, os rumores sobre as novidades tomam conta do mundo da tecnologia. Os fãs e usuários da marca aguardam ansiosos para saberem quais as novidades. O último desses eventos aconteceu no dia 9 de setembro, em San Francisco, na Califórnia. E, como já era de se esperar, a Apple apresentou inovações que fizeram valer à pena toda a espera e a especulação.”
Diferentemente do que sempre fez na maioria de seus eventos anteriores, quando buscava dar mais evidência para um de seus produtos, desta vez a marca mostrou todo o seu potencial ao apresentar grandes inovações em vários deles. Para Flavio Maluf, alguns aparelhos merecem destaque especial em sua análise.

iPad Pro:

Certamente pode representar uma nova era no mundo da tecnologia, já que chega ao mercado com potencial para substituir o computador, pois deixa totalmente para trás o modelo anterior e se instala como um concorrente dos Macs, afirma Flavio Maluf. O tablet possui tela de alta definição de 12,9 polegadas, pesa apenas um quilo, tem processador A9X de 64 bits, 6,9 mm de espessura e autonomia de 10 horas. Com uma versão do Office, possibilidade de utilização de inúmeros aplicativos simultaneamente e mantendo os atalhos do Mac, ele torna-se uma grande ferramenta para fazer a marca dominar o segmento. Isso fica ainda mais claro com o esforço da Apple na busca de parcerias para desenvolver aplicativos e opções de rede para o aparelho, diz Flavio Maluf, que também dá ênfase para dois periféricos. O Smart Keyboard (capa com teclado integrado), e a Apple Pencil (caneta para desenhar na tela), que trás excelentes opções para desenhar, independentemente da habilidade de quem vai utilizá-la. Com todas essas alternativas, o iPad Pro não se limita mais a uma ferramenta feita com o objetivo de ser essencialmente uma mídia móvel e passa a ser um aparelho autônomo e que permite grande operosidade. Em relação ao aumento no preço, Flavio Maluf diz que é totalmente compreensível, afinal, aumentar a potencia e as possibilidades requer um investimento maior, o que consequentemente faz subir também o valor. O produto ficará disponível em Novembro nos Estados Unidos, custando US$ 799 para a versão com 32 GB e Wi-Fi, US$ 949 para a de 128 GB e Wi-Fi e US$ 1.076 para a de 128 GB e 4G. Enquanto que a Apple Pencil custará US$ 99 e a capa com teclado US$ 169.

Apple TV:

Com duas versões que chegarão ao mercado no final de outubro, uma de 32 GB que custará US$ 149 e uma de 64 GB no valor de US$ 199, a Apple quer entrar de vez na sala de estar. Tendo um sistema operacional próprio, fica evidente a intenção de obter êxito com os aplicativos. A interatividade também merece destaque, já que é possível buscar conteúdos e obter sugestões através do assistente de voz, que vai permitir uma minuciosa procura. Vale citar também o controle remoto, que além de ter uma bateria com duração de até três meses, também ganhou uma superfície sensível ao toque, possibilitando navegar pelas telas e ter uma excelente interação com os conteúdos. O Bluetooth 4.0 também representa mais uma inovação, já que será utilizado para o controlo remoto, permitindo fazer uso dele sem estar necessariamente apontando-o para a TV, o que não é nada além do que podemos esperar dos dias atuais e de uma empresa como a Apple, suscita Flavio.

Apple Watch:

O relógio inteligente também apresentou novidades consideráveis, principalmente em relação ao sistema operacional, o WatchOS 2, que potencializa de forma significativa o aparelho, já que torna mais simples a maneira de visualizar notícias na página principal, acompanhar como está o tempo, além de outras alternativas que facilitam o uso das diversas funcionalidades do relógio. Uma nova pulseira de couro marrom e outras opções de cores também certamente farão a cabeça, ou melhor, os pulsos dos usuários, brinca Flavio Maluf. A edição Sport é a que apresenta o preço mais acessível, a partir de US$ 349.

iPhone 6s e iPhone 6s Plus:

Com 4,7 polegadas, o iPhone 6s tem uma tela um pouco menor que seu irmão 6s Plus, que tem 5,5 polegadas. Uma das grandes novidades em relação aos iPhones é uma nova tecnologia chamada 3D Touch, já utilizada no Apple Watch e que significa um passo a mais na maneira de tocar na tela, já que além do simples toque em si, detecta a força exercida. Isso viabiliza a criação de atalhos para determinadas ações, graças a uma tela muito mais resistente que as utilizadas anteriormente pela marca e que eram alvo de algumas reclamações, lembra Flavio Maluf.

Além dessa nova tecnologia, também é fundamental dar destaque para o processador dos novos aparelhos, que é o A9X, mesmo usado no iPad Pro. Isso representa um aumento de 70% na potencia em relação ao iPhone 6, diz Flavio Maluf. Ambos têm o iOS 9 como sistema operacional. As câmeras também ganharam novidades consideráveis. A traseira passou a ter resolução de 12 MP, 50% melhor que a da versão anterior. Isso permitirá gravar vídeos com resolução 4K. Em relação à câmera frontal, que tem resolução de 5 MP, o destaque vai para um software que tem como objetivo ressaltar a cor natural da pele. Na hora de tirar fotos também há outra novidade, se trata do Live Photos, que grava alguns segundos de vídeo e áudio antes da captura, permitindo relembrar os acontecimentos nos instantes anteriores. Outra funcionalidade de grande utilidade, as pesquisas por voz são ativadas pelo comando “Hey, Siri”. Em relação aos valores, a Apple continua oferecendo os mesmos preços e modelos nos Estados Unidos. O iPhone de apenas 16 GB de memória continua sendo vendido por US$ 199 para o iPhone 6s e US$ 299 para o iPhone 6s Plus.
Flavio Maluf destaca que para ter uma noção real da grandeza da Apple basta ver a quantidade de iPhones comercializados apenas no primeiro final de semana de vendas. Foram nada menos que 13 milhões de unidades, o que representa um recorde. Flavio Maluf diz que o enorme sucesso de vendas foi considerado surpreendente até mesmo para os executivos da empresa. Tim Cook, CEO da marca, disse, “As vendas do iPhone 6s e iPhone 6s Plus têm sido fenomenais, atropelando quaisquer primeiros resultados de fim de semana passados na história da Apple. O feedback dos clientes é incrível e eles estão amando o 3D Touch e o Live Photos, e mal podemos esperar para levar os dois modelos para clientes em mais países no dia 9 de outubro”. Contudo, diz Flavio Maluf, esse anuncio feito no final da fala de Cook, que confirmou a chegada dos novos aparelhos para mais de 40 países, faz com que os brasileiros tenham que esperar por mais algum tempo, já que por aqui as novidades devem chegar apenas no final do ano.

brasileiro compra iphone 62

Contudo, Flavio Maluf lembra que a primeira pessoa no mundo a comprar um iPhone 6s Plus foi um brasileiro. Trata-se do estudante Vitor José da Cunha Epiphanio, de 18 anos. Ele está fazendo intercâmbio na Austrália e conseguiu ser o primeiro a adquirir o tão cobiçado aparelho, já que o país é sempre um dos primeiros a começar a vender iPhones. Entretanto, destaca Flavio Maluf, Vitor não era o primeiro da fila, mas conseguiu ser o primeiro a fazer a aquisição ao despertar a atenção da empresa por demonstrar ser um grande fã da Apple. Até Tim Cook deu destaque para o brasileiro ao divulgar a foto de Vitor com seu iPhone em sua conta no Twitter e agradecer ao jovem pela compra.

Para finalizar, Flavio Maluf diz que todas essas novidades apresentadas pela Apple, fazem-na se consolidar cada vez mais como uma empresa de grande nível no mundo da tecnologia, além de continuar aumentando a credibilidade da marca e despertando o interesse e o desejo de pessoas ao redor de todo o mundo de possuírem algum aparelho que tenha a maçã como logomarca. E como é de se esperar, certamente virão muitas outras novidades e inovações por aí, já que a empresa não para de fechar novas parcerias e se esforça para surpreender os seus fãs.