Como a Índia trata suas questões de taxa de emissão de CO2; Flavio Maluf noticia os últimos acontecimentos

A Índia está no centro das atenções de toda a comunidade global. O país, considerado o terceiro maior produtor de gases do efeito estufa do mundo, afirmou, através de suas autoridades, que não pretende reduzir as emissões de CO2, embora prometa desacelerar a quantidade nos próximos anos. O empresário brasileiro Flavio Maluf reporta esse cenário, abordando como os especialistas no assunto falaram sobre o tema nos principais canais de comunicação no Brasil e no mundo na última semana.

De forma voluntária, a Índia apresentou, por meio de um documento concedido no último dia primeiro de outubro à Convenção do Clima da ONU, uma proposta tida como amigável pelo governo do país no intuito de resolver um dos assuntos de maior discussão atualmente em todo o mundo. Diante do chamado acordo global do clima, conforme reporta Flavio Maluf, a cúpula indiana prometeu cortar cerca de 35% das taxas de carbono produzidas por dólar do Produto Interno Bruto.

Flavio Maluf diz que esse corte, entendido pelos especialistas como uma forma de desaceleração, aconteceria até meados do ano de 2030, de acordo com a projeção elaborada pelo país. A ideia deverá ser levada, em dezembro, à cúpula do clima – evento que acontecerá na cidade de Paris, na Franca. O empresário Flavio Maluf ainda noticia que a Índia é o último grande produtor de CO2 do mundo a apresentar uma proposta às organizações e, mesmo diante de tudo isso, ainda não fala em dados absolutos referentes aos cortes de emissão.

ÍndiaFlavio Maluf cita que um dos argumentos do governo indiano diante de todo esse impasse está calcado na ideia de que a população do país é muito grande comparado a uma economia tida como pequena, o que acaba refletindo em todo esse contexto. Ainda segundo os homens fortes da Índia, uma drástica redução nas emissões de gases do efeito estufa, nesse momento, poderia refletir negativamente no desenvolvimento econômico e social do país.

Resumidamente, o que a Índia propõe é diminuir a intensidade do carbono produzido. Ou seja, é provável que as emissões, num contexto geral, aumentem até o ano de 2030, por mais que o ritmo seja possa ser muito menor, comparado ao que acontece atualmente.

Alternativas renováveis

Outro adendo presente na proposta indiana refere-se à intenção do país de gerar cerca de 40% de sua energia através de outras alternativas, chamadas de fontes renováveis. Flavio Maluf cita que de acordo com o governo, o país pretende inaugurar 25 complexos de energia solar com a intenção de driblar esse impasse mundial. Outra promessa é a de transformar aproximadamente 50 mil bombas a gasolina em solares, além de oferecer cerca de 100 mil bombas hidráulicas e solares ao processo de irrigação na agricultura da nação.

O país ainda trabalha com outras iniciativas que visam diminuir a sua grandiosa produção de carbono, como uma forma de resolver, de maneira amigável, todo esse problema.

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