Grandes empresas: quem são elas, como se portam e quais seus impactos no mercado brasileiro – segundo Flavio Maluf

Para Flavio Maluf, empresário brasileiro, ao longo dos anos, algumas empresas brasileiras e estrangeiras de diferentes setores demonstraram grande crescimento em suas estruturas, despontando rumo ao sucesso, o que gerou maior lucratividade e elevou o potencial de mercado.

Os desafios enfrentados com relação às inevitáveis mudanças e adaptações que ocorrem ao longo da jornada de qualquer empreendimento são, geralmente, proporcionais ao seu porte estrutural. Isto é, quanto maior a empresa, mais ela estará suscetível a gerar impactos sociais, sejam eles bons ou ruins.

O enquadramento das empresas no regime tributário por meio da análise do faturamento anual e quadro geral de funcionários é o que determina a classificação de seu porte, comenta Flavio Maluf. Esta especificação é importante para delimitar o valor das alíquotas de impostos a serem pagos segundo sua categoria estabelecida.

Para facilitar o entendimento em relação aos possíveis impactos mencionados anteriormente, segue um exemplo ligado à realidade brasileira: 976 de cada 1000 empresas são classificadas como micro ou de pequeno porte (até R$50 milhões/ até 100 funcionários), 20 são enquadradas em médio porte (de R$50 milhões a R$100milhões/ até 250 funcionários) e 4 consideradas de grande porte (acima de R$100 milhões/ acima de 250 funcionários). Flavio Maluf ressalta que de acordo com dados fornecidos pelo IBGE, somente 22 mil empresas (0,4%) das 5,5 milhões em atividade no país, seriam consideradas de grande porte.

Devido à importância do assunto, segundo Flavio Maluf, Philip Kotler aborda em um de seus livros, algumas discrepâncias em relação à falta de equilíbrio na concentração de renda das empresas e a falha modelo econômico seguido atualmente.

Com as facilidades em conseguir acesso a informações, praticamente em tempo real, muitas pessoas passaram a ter interesse em conhecer e acompanhar atitudes tomadas por empresas, bem como as consequências e impactos gerados à sociedade através dessas ações. Independente do ramo de atuação, apesar de alguns impactos negativos gerados por grandes companhias, outras empresas conseguiram e ainda conseguem fazer a diferença, influenciando de forma positiva o meio em que vivem, comenta Flavio Maluf.

A maioria das empresas conta com uma missão bem definida de seus serviços. Entretanto, algumas vezes, a vivência diária pode levar a necessidade de se desviar do estabelecido inicialmente, mudando o foco para o estímulo financeiro do faturamento. O medo das tomadas de decisões no que se refere ao futuro do empreendimento é um fator importante que pode prejudicar o andamento dos negócios.

Trabalhar com um propósito em mente, ou seja, de acordo com a missão previamente estabelecida, coloca a empresa, naturalmente, em um estado de prontidão para executar seus serviços de maneira plena e em favor dos clientes. Se colocar no lugar do cliente é uma maneira eficaz de entender e conseguir o crescimento para a empresa, suprindo a demanda com a qualidade esperada e se mantendo no mercado competitivo por longo período de tempo. Pensar como cliente enquanto empresário é o melhor exercício de percepção para chegar a uma melhoria na referência de trabalho.

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