Flavio Maluf apresenta o smartphone da Xiaomi

Com um plano de negócio centrado em vendas apenas pela internet e com marketing nas redes sociais e fóruns, Xiaomi quer atrair público brasileiro oferecendo smartphones a preços mais baixos do mercado. Flavio Maluf traz as informações.

xiaomi

Empresa chinesa no segmento de tecnologia móvel chega ao Brasil pretendendo conquistar público oferecendo smartphones de alto nível, mas com um diferencial: preços mais acessíveis que seus concorrentes como a Apple, conforme reporta Flavio Maluf. É a Xiaomi fundada por Lei Jun em 2010 (mas que lançou seu primeiro aparelho no mercado apenas em 2011) trazendo inovação nos aparelhos móveis e que tem se destacado no mercado. A empresa chinesa garante que o sucesso das altas vendas não vem de propaganda e nem das lojas parceiras. Já em 2014, noticia Flavio Maluf, lidera o mundo com vendas superior ao esperado sendo a terceira fabricante maior no mundo de smartphones:

  • 17,3 milhões de unidades no ano de 2014 (terceiro trimestre).
  • Fechou o ano com 60 milhões de aparelhos vendidos e com receita de aproximadamente US$ 12 bilhões.

Esse grande sucesso é proveniente das vendas realizadas apenas pelo seu site e com respostas aos consumidores em redes sociais e fóruns de discussões, diz o empresário brasileiro Flavio Maluf.  Assim, os clientes tem tido grande satisfação por serem atendidos prontamente, sem demora. Se o usuário quiser um de seus smartphones ou acessórios da marca terá que se dirigir apenas no site.

Flavio Maluf ainda destaca que é importante considerar que o foco central da empresa chinesa Xiaomi é o investimento de acessórios, itens para celulares, hardwares, objetos de entretenimento como jogos eletrônicos e os aparelhos de celulares como os smartphones são apenas uma plataforma de chegar até os usuários servindo como ponte. Mas, os maiores lucros na empresa é oferecer produtos com esse perfil e, por isso, o sucesso de vendas tem sido tão gigantesco chegando a liderar o ranking em toda a Ásia com seus produtos de alta qualidade a preços bem acessíveis.

Dessa forma, com um modelo totalmente original e pioneiro, Xiaomi tem sido a preferência na Ásia, Índia, Indonésia, Taiwan, Filipinas, Cingapura, Hong Kong, Malásia e agora que desbancar as suas vendas no Brasil e espera que o público tenha uma boa aceitação de sua marca, informa Flavio Maluf, o empresário brasileiro.

A Xiaomi se posiciona no 2° lugar no mundo como uma das “empresas mais inteligentes”, segundo a pesquisa realizada pela MIT Technology Review.  A 1ª empresa que lidera o ranking é a Tesla, dos carrões elétricos.

Lei Jun: quem é o fundador da Xiaomi na Ásia

Com um espírito inovador e altamente original, Lei Jun é o fundador da empresa chinesa de smartphone e acessórios da Xiaomi na Ásia. Nasceu em Xiantao, Hubei, na China no dia 16 de dezembro de 1969, mas atualmente reside em Pequim, na China. Tornou-se em 2014 um dos empresários mais ricos da China recebendo a 8ª posição de destaque. Segundo dados da Wikipédia, seu patrimônio líquido de junho de 2015 chegou a US$ 13,5 bilhões é o que revela Flavio Maluf.

Dentre as suas ocupações, destaca Flavio Maluf, de trabalho e experiências estão destacadas:

  • Fundador, presidente e CEO da Xiaomi Inc.
  • Diretor Executivo da Kingsoft
  • Presidente do UCWeb Inc.
  • Fundador da Amazon China
  • Presidente do YY.com
  • Presidente da Grande Muralha Clube.

O patrimônio líquido de Lei Jun é estimado em 35 bilhões de dólares nos EUA desde quando detém 77,8% do Xiaomi, que é uma empresa de US$ 45 bilhões, noticia Flavio Maluf.  Em 2011, Lei Jun foi classificado como 201 na lista da Forbes da China entre os 400 homens mais ricos. Em 2014 , ele foi nomeado como o empresário do ano pela revista Forbes. Tem assim se destacado sobremaneira na Revista Forbes, uma das mais reconhecidas mundialmente. Lei Jun recebeu muitos prêmios de prestígio em sua vida, informa Flavio Maluf. Em 1999, 2000 e 2002 ele foi premiado com o Top 10 como uma das figuras mais brilhantes de TI. Ele foi escolhido como o Top 10 entre as figuras de Games mais bem visto em 2005; Ele foi selecionado pela Televisão Central da China como um dos Top 10 dos Líderes de Negócios do Ano em 2012. Também em 2013 ele foi nomeado como um dos 11 mais poderosos empreendedores de negócios e pessoas na Ásia pelo canal de comunicação famoso, a revista Fortune bem como o prêmio de Empreendedor mais notável pelo seu estilo. Diante de tanta notoriedade, Lei Jun tornou-se um dos homens mais ricos do mundo tendo uma fortuna incrível e um dos empreendedores mais influentes de sua história, destaca Flavio Maluf.

Hugo Barra, o representante da marca Xiaomi no Brasil

Desde muito cedo, Hugo Barra, o representante da marca asiática Xiaomi se interessou pela tecnologia digital se destacando na escola, noticia Flavio Maluf. A partir daí, seu progresso nesse segmento só cresceu investindo seu tempo e energia tendo em conjunto grandes habilidades como boa redação, raciocínio rápido e um cara de pouca conversa. E, assim, nasceu um dos mais importantes líderes nas operações internacionais dos acessórios e smartphones da Xiaomi no Brasil. Ele é o responsável de apresentar a marca e seus produtos para os consumidores e atender ao público de modo geral. Na Ásia, a empresa chinesa já lidera o ranking de vendas e se espera que no Brasil tenha o mesmo efeito de sucesso, destaca Flavio Maluf.

5 indicadores de sucesso da marca Xiaomi na Ásia

Quais os motivos pelos quais a marca chinesa obteve grande preferência dos asiáticos? Flavio Maluf destaca abaixo 5 indicadores que levaram Xiaomi a liderar o ranking de vendas:

  1. Oferece tecnologia similar aos seus concorrentes, mas com um preço bem mais baixo atraindo pessoas a consumir por ser acessível;
  1. O smartphone é apenas uma ponte, mas o que faz a empresa ter bastante lucro é os acessórios periféricos como carregadores e fones de ouvido e serviços como jogos e itens que personalizam o celular;
  1. Redes sociais e participações de fóruns são os únicos meios de veiculação da marca. O seu marketing é centrado em atender seus fãs e dando suporte via mídia social;
  1. Custos bem baixos vendendo apenas em seu site pela internet e nunca faz propaganda em nenhum meio de comunicação e publicidade;
  1. Cresceu 227% com seu plano de negócio peculiar e original.

Assim, é possível observar que o modelo de negócio da empresa chinesa Xiaomi é bem diferenciado e altamente revolucionário contrapondo muitas ideias de que para injetar uma marca é preciso fazer propaganda, publicidade, divulgação acirrada, comenta Flavio Maluf.

Como será o modelo de negócio da Xiaomi no Brasil

Segundo Hugo Barra, representante da marca e mini CEO, o modelo de negócio será semelhante ao usado na Ásia. Flavio Maluf informa que dentre os destaques de como será a gestão é possível listar:

  • Modelos de smartphones com tecnologia e acabamento em um nível igualitário da Samsung e Apple, porém com um valor de um terço mais barato;
  • Vendas feitas exclusivamente (ou quase sempre) pelo site da Xiaomi reduzindo custos com lojas físicas e varejistas;
  • Catálogo com poucos produtos, porém mais específicos e focados a um determinado objeto como fones de ouvidos, carregadores etc
  • A publicidade é feitas somente nas mídias sociais como redes sociais e fóruns;
  • A equipe é enxuta tendo no máximo 20 pessoas operacionalizando as negociações e tramitações dos serviços.

Com isso, percebe-se que a empresa chinesa tem como resultado de tudo isso o melhor custo benefício focando, principalmente, em não custear a produção e nem gastar com divulgações, argumenta Flavio Maluf, empresário brasileiro.

Os maiores desafios que a Xiaomi encontrará no Brasil

Mesmo com todas as vantagens de modelo de negócios para atrair os brasileiros, a empresa chinesa encontrará muitos obstáculos para que suas vendas decolem assim como foi na Ásia.  Dentre os pontos a considerar dos desafios, Flavio Maluf cita:

  • A crise no Brasil pode dificultar a compra já que a previsão de crescimento nesse segmento teve uma caída brusca de 15% para 0%;
  • A associação que o público faz da marca chinesa ser de baixa qualidade tendo uma resistência para comprar os seus produtos;
  • Limitação da venda sendo realizada apenas por via internet já que brasileiros tem uma média de compra apenas de 10%. Há ainda pouca aceitação de compras online;
  • Os brasileiros se apegam às marcas mais renomadas tendo cerca de 80% deles nas mãos de 5 empresas famosas e bem destacadas no mercado.

Os grandes desafios para que a marca Xiaomi cresça no Brasil da mesma forma que cresceu na Ásia é enorme, destaca Flavio Maluf, mas como os chineses são bem espertos e altamente visionários, em especial, o Lei Jun, certamente, nada os impedirá de atrair a clientela e realizar altas vendas conquistando, assim, o mercado de smartphones e acessórios diversos e focados entre os brasileiros.

Fonte: Exame

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