Customização e conserto de roupas é um bom investimento para 2017 – veja com Flavio Maluf

Sabe aquela roupa velha, porém em bom estado, mas que já perdeu a graça e está lá, jogada no guarda-roupa, sem uso? Você já pensou em restaurá-la e customizá-la, em vez de comprar uma roupa nova? Bom, diversos brasileiros já. Essa é uma tendência que vem crescendo no Brasil, principalmente, depois do início da crise econômica pela qual passa o país.

O presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf, noticia que, conforme avaliação de especialistas, é no ramo de conserto e customização de roupas que encontra-se uma das tendências de franquias para 2017. O motivo? Bom, está, justamente, no “aperto” financeiro que os brasileiros têm enfrentado.

O gerente de marketing da Arranjos Express, Hugo Mastrorosa explica – “Mesmo com a crise, nós conseguimos crescer porque as pessoas estão percebendo que é possível customizar, reaproveitar e consertar roupas. Essa cultura já é bastante disseminada na Europa e veio para ficar”. Ou seja, é mais barato reinventar a ter que comprar novo e de novo. Flavio Maluf aponta que, de acordo com o gerente, o faturamento da rede cresceu 75% em 2016, na comparação com o ano anterior.

O diretor executivo do Grupo Restaura, Paulo Henrique Conrad, ratifica – “as pessoas perceberam que podem restaurar e deixar uma peça renovada em vez de comprar uma roupa nova”. Já para a diretora de expansão da Linha e Bainha, Lucia Barreto, “o brasileiro tem a cultura de se adaptar ao que é novo”. Ela salienta que “mesmo com sinais de melhora da economia, a procura por customização continua aquecida, porque a iniciativa já começou a fazer parte da vida do brasileiro.”

O Grupo Restaura, registrou um crescimento de 15% no volume de serviços, e 20% no faturamento das lojas. Já o faturamento de 2016 da Linha e Bainha cresceu 30% na comparação com 2015, reporta o empresário Flavio Maluf.

Entretanto, apesar das boas notícias para quem pensa em investir no ramo, assim como na maioria dos negócios, é preciso ter cuidado com a possível saturação de mercado, alerta Flavio Maluf. O presidente da consultoria de franquias Grupo Cherto, Marcelo Cherto, lembra que toda tendência deve ser observada com cautela. “A customização não se assemelha ao caso das redes de frozen [iogurte], cupcake e paletas mexicanas que, da mesma forma que surgiram, foram sumindo do mercado. No entanto, o negócio é facilmente copiável porque não exige inovação e tem investimento baixo. Com isso, podem aparecer centenas de marcas, e o mercado talvez não tenha espaço para tanta gente.” Flavio Maluf acentua que a dica do presidente da consultoria é estudar bastante a região onde o empreendedor pretende atuar e a marca na qual planeja investir.

A diretora da consultoria de franquias Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt, ainda ressalva – “O negócio exige o mesmo trabalho do que os demais. É preciso captar clientes, divulgar a marca e ver qual será o apoio que a rede dá ao franqueado para garantir o sucesso do seu negócio.”

Sebrae realiza premiação que reconhece as melhores iniciativas empreendedoras do publico feminino – veja com Flavio Maluf

Dois aspectos que vem crescendo no Brasil são os investimentos para abrir o próprio negócio e o empoderamento feminino. Aí você pergunta – “o que uma coisa tem a ver com a outra?”. Bom, com o intuito de incentivar o público feminino a contar suas histórias de sucesso no empreendedorismo e inspirar outras mulheres, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) abriu, no último dia 20 de janeiro, as inscrições para a edição 2017 do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios – é o que noticia o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf.

A premiação, que reconhece e premia as melhores iniciativas empreendedoras entre as brasileiras, é promovida pelo Sebrae em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e a Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW), com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O prazo final para as inscrições é dia 31 de março e podem ser feitas, gratuitamente, pela internet, no endereço www.mulherdenegocios.sebrae.com.

São três categorias, reporta Flavio Maluf – pequenos negócios, produtora rural e Microempreendedora Individual (MEI). Quem deseja participar deve preencher a ficha de inscrição, fazer um relato escrito da sua trajetória como empreendedora e uma auto avaliação do negócio. Mas fique atenta, o sistema controla o tamanho do relato. Ele precisa estar dentro do limite mínimo de 500 palavras e do limite máximo de 1.200, incluindo o título. Já os relatos que forem escritos à mão devem ter, no mínimo, 60 linhas, e no máximo 120. Os textos que excederem os limites estipulados não serão considerados.

A avaliação

As avaliações são feitas em aspectos de gestão, que se trata, entre outros, de marketing e vendas, gestão de pessoas, finanças e inovação; e com base no relato exposto, o que inclui, por exemplo, o balanço dos desafios para abrir o empreendimento, bem como o balanço da visão de futuro, das ideias inovadoras, do crescimento dos resultados obtidos e da perseverança, ilustra o empresário Flavio Maluf.

São duas etapas: a estadual e a nacional. Na primeira, as empreendedoras que conquistaram a melhor pontuação, isso por categoria, receberão a visita de um verificador. Este vai validar as informações que foram apresentadas no relato e na auto avaliação feita no momento da inscrição. Em seguida, elas serão analisadas por uma banca de juízes, que determinará quem será a vencedora de cada uma das categoria. Flavio Maluf explica que serão selecionadas até 81 candidatas – até três por unidade da federação – e essas participarão da etapa nacional.

Na etapa nacional, serão nove ganhadoras – troféus ouro, prata e bronze de cada categoria. As empreendedoras vencedoras serão conhecidas em outubro, durante solenidade na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, informa o executivo Flavio Maluf. O prêmio é uma viagem nacional para participar de uma missão técnica com foco em capacitação, além de um certificado, selo de vencedora e troféu.

Para mais informações consulte o site do prêmio, no endereço, ou uma unidade do Sebrae.

Por que se tornar um microempreendedor individual – descubra com Flavio Maluf

De acordo com dados recentes do instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em agosto do ano passado, a taxa de desemprego no Brasil, no segundo trimestre de 2016, chegou a média de 11,3% – a maior já registrada pela pesquisa da instituição desde que começou a ser feita, em 2012. O número de pessoas sem emprego subiu para 11,6 milhões no país, 497 mil a mais do que no primeiro trimestre, isso representa um crescimento de 4,5%.

A solução?  Em meio a crise econômica que assola o país e a esse cenário nada animador, a saída para muitas das pessoas que perderam a sua fonte de renda fixa, é investir em um negócio próprio e tornar-se um empreendedor. A forma mais fácil e barata para que isso seja feito dentro da lei, porém – noticia o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf – é virar o que se chama de microempreendedor individual (MEI). Ou seja, quando a pessoa trabalha por conta própria e legaliza-se como pequeno empresário.

Por que se tornar um MEI

Quando você é, oficialmente, um microempreendedor individual, você possui um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), isso significa maior facilidade para abrir uma conta bancária, pedir empréstimos e emitir notas fiscais, por exemplo. Você ainda pode ter um empregado contratado que receba um salário mínimo ou, então, o piso da categoria.

Flavio Maluf reporta a explicação do analista do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Marcos Viera, a respeito dos benefícios de ser um MEI – “Com um CNPJ em mãos, é possível obter várias vantagens que uma pessoa física não consegue, como facilidades e preços mais atrativos na hora de comprar mercadorias, empréstimo com taxas mais atrativas no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e no Banco do Povo [em São Paulo], por exemplo”, esclarece o analista.

Além disso, se você paga, regularmente, a contribuição, você possui direitos como licença-maternidade, auxílio-doença, pensão por morte e aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), acentua o executivo Flavio Maluf.

Entretanto, Flavio Maluf também alerta – é preciso estar atento ao fato de que nem todas as atividades podem ser incluídas nesse sistema tributário. Antes de fazer planos, é preciso consultar se o negócio que você pretende abrir consta na lista da categoria. Atualmente, 497 tipos de serviços estão incluídos, como por exemplo, pintor, cabeleireiro, manicure e costureira. Mas existem diversos outros que podem ser conferidos no site do Portal do Microempreendedor Individual.

Atente também para o local de funcionamento da empresa – de acordo com o consultor do Sebrae-SP, toda atividade empresarial exige um alvará de funcionamento. Você até pode trabalhar em casa, contudo, precisa ir até a prefeitura da sua cidade e conferir se o endereço em questão permite o funcionamento de uma empresa – já que, alguns locais são estritamente residenciais. O responsável pela análise também deverá informa-lo se serão necessárias mudanças no espaço para desempenhar a atividade que deseja, lembra o empresário Flavio Maluf.

A inscrição

Depois de tudo decidido e conferido, é preciso fazer a inscrição. O cadastro pode ser realizado diretamente no Portal do Microempreendedor Individual. Ainda, caso você possua dificuldades para concluir o processo, é possível procurar ajuda em alguma das sedes do Sebrae de sua cidade.