Este ano, Comércio Mundial deve crescer 2,4%, diz OMC – Veja com Flavio Maluf

No último dia 12 de abril, boas noticias para o comércio mundial – as expectativas são de que o setor cresça cerca de 2,4% neste ano, apesar da incerteza sobre a evolução econômica e política, especialmente, nos Estados Unidos, afirmou a Organização Mundial do Comércio (OMC). Quem reporta a noticia e algumas considerações sobre o assunto do diretor-geral da Organização, Roberto Azevêdo, é o presidente das empresas Eucatex e empresário, Flavio Maluf.

A faixa de crescimento para este ano foi ajustada para um intervalo entre 1,8 e 3,6%, ante 1,8 e 3,1% em setembro passado, informou a OMC. Mas, de acordo com Roberto Azevêdo, ainda é preciso haver clareza sobre as políticas comerciais do atual presidente americano, Donald Trump.

O diretor da OMC também aproveitou a ocasião para fazer um apelo geral para resistir ao protecionismo. Flavio Maluf destaca que, segundo ele, os resultados das próximas eleições em economias importantes, como é o caso da França, devem proporcionar mais previsibilidade para os investidores.

Para Roberto Azevêdo, o comércio deve, sim, ser visto como parte da solução para as dificuldades econômicas e não como parte do problema. Contudo, ele pondera – “Em geral, acho que embora existam algumas razões para um otimismo cauteloso, o crescimento do comércio permanece frágil e há riscos consideráveis do lado negativo. Muito da incerteza em torno do cenário é político[…]. Precisamos continuar fortalecendo o sistema, apresentando novas reformas e resistindo à construção de novas barreiras ao comércio.”

O executivo Flavio Maluf salienta que a OMC tem revisado, de forma contínua, as estimativas preliminares nos últimos cinco anos, visto que, as previsões de recuperação econômica revelam-se excessivamente otimistas.

Em 2016, porém, o comércio global cresceu a uma taxa de 1,3% – ritmo mais lento desde a crise financeira e abaixo da projeção revisada de 1,7% feita em setembro, sobressai o presidente das empresas Eucatex, Flavio Maluf. Para o diretor-geral da OMC “o fraco desempenho ao longo do ano foi em grande parte devido a uma desaceleração significativa nos mercados emergentes, onde as importações basicamente estagnaram no ano passado, crescendo muito pouco em termos de volume”

Já as previsões para 2018, conforme a análise mais recente da Organização, Roberto Azevêdo, são de que o comércio global cresça entre 2,1 e 4%, conclui o empresário Flavio Maluf.

A OMC

Com sede em Genebra (Suíça), a Organização Mundial do Comércio é uma instituição internacional que, desde 1995, atua na fiscalização e regulamentação do comércio mundial. É ela a instância que define as regras para o comércio multilateral e plurilateral entre os países.

Uma das funções da Organização, por exemplo, é atuar como um intermediador, quando dois países membros geram conflitos por motivos comerciais. Entre as funções da OMC também está gerenciar acordos comerciais tendo como parâmetro a globalização da economia; criar situações e momentos para que sejam firmados acordos comerciais internacionais; e supervisionar o cumprimento de acordos comerciais entre os países.

Veja, com Flavio Maluf, quais são as prioridades dos consumidores na hora da compra online

Todo o empresário gostaria de saber como funciona a mente do consumidor, não é mesmo? Pois bem, para ajudar nessa missão e descobrir as prioridades dos consumidores e os principais critérios usados no processo de escolha da loja para fazer uma compra online, o Zoom, site e aplicativo comparador de preços e produtos, em parceria com a Consumoteca, boutique de conhecimento especializada no consumidor brasileiro, realizou uma pesquisa com 4 mil pessoas. O presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf apresenta os dados.

Os entrevistados do estudo – que começou a ser realizado em 2013 e encontra-se na quarta edição – podiam escolher até três critérios que considerassem importantes quando o assunto gira em torno de suas compras online, explica o executivo Flavio Maluf. As opções disponíveis eram: “priorizo as lojas onde já tive boa experiência”, “preço/busco pelo produto mais barato”, “priorizo as grandes lojas”, “vejo se tem reclamações em sites como o Reclame Aqui”, “confiança na entrega” e “avaliação de outros consumidores”.

Flavio Maluf reporta que, de acordo com os dados do levantamento, na hora de comprar algum produto, assim como aconteceu nas outras edições, o consumidor segue dando prioridade às lojas em que já teve boas experiências – deixando a busca pelo melhor preço em segundo lugar. Em seguida, em terceira e quarta posição, respectivamente, está a confiança passada pelas grandes varejistas, e as lojas que não tenham tido reclamações em sites como o Reclame Aqui, por exemplo.

A avaliação de outros consumidores – que pode ser verificada no próprio site das lojas, no setor de avaliações, por exemplo – aparece em penúltimo lugar, entretanto, a pesquisa revela que, conforme o passar dos anos, esse critério vem destacando-se no processo de escolha. Basta observar os índices de 2014, sobressai Flavio Maluf, quando este quesito era considerado por apenas 21% dos consumidores, e comparar com 2017, onde esse número já está em 29% – a opção, inclusive, está a frente da confiança na entrega.

O diretor executivo do Zoom, Thiago Flores, explica que “os e-consumidores sabem que uma das grandes vantagens da internet é a velocidade na troca de informações entre clientes e o quanto isso impacta na busca, por parte das varejistas, em atingir excelência na experiência de compra”. O empresário Flavio Maluf destaca ainda que, segundo as palavras de Flores, “os consumidores estão mais maduros e já se sentem confortáveis com questões básicas do comércio eletrônico como entrega e pagamento, podendo agora priorizar outros aspectos”.

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