47% dos donos de pequenos negócios não pensam na aposentadoria, diz pesquisa do Sebrae – Com Flavio Maluf

Quem aqui não pensa em se aposentar um dia, não é mesmo? Bom, se você é um empreendedor brasileiro, as possibilidades de, realmente, não estar pensando nisso são maiores. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), quase metade dos donos de pequenos negócios no Brasil não pensam em se aposentar – o percentual chega a 47% . Quem apresenta os dados e reporta a noticia é o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf.

Segundo o levantamento, os empreendedores brasileiros estão mais preocupados em manter a empresa do que com o sustento após o fim das atividades no mercado profissional. Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos “a crise e uma possível reforma da Previdência podem ser alguns dos fatores que influenciaram esse resultado”. Ainda de acordo com o estudo, 8% dos empresários já são aposentados e 45% deles pensam em se aposentar algum dia, aponta Flavio Maluf.

A pesquisa do Sebrae também ressalta números bastante diferentes – 57% é o percentual de quem acredita que será o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quem pagará a sua aposentadoria, isso entre as pessoas que planejam parar de trabalhar algum dia. Esse número, no entanto, é quase três vezes superior ao percentual entre os donos de pequenos negócios – a propósito, 19% desses pensam em contar com uma aposentadoria privada, acentua o executivo Flavio Maluf. Ainda, outros 18% acreditam que investimentos próprios serão suficientes para mantê-los após o fim das atividades profissionais.

O presidente das empresas  Eucatex, Flavio Maluf, destaca também que quem mais espera receber a aposentadoria pelo INSS é microempreendedor individual (MEI). O estudo do Sebrae mostra que 61% dos entrevistados dessa categoria têm expectativas quanto ao benefício da previdência pública. “A possibilidade de ser um segurado da Previdência Social é um estímulo para esses empreendedores que faturam até R$ 60 mil por ano se formalizarem, por isso percebemos um interesse maior em relação ao INSS nessa categoria”, pontua Afif Domingos.

Microempreendedor individual (MEI)

O Microempreendedor Individual (MEI) é aquela pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Contudo, o valor máximo de faturamento dessa categoria deve ser R$ 60.000,00 por ano, lembra o presidente das empresas Eucatex. O MEI também não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

Mas por que, então, ser um MEI? É através da Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, que foram criadas condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal possa se tornar um MEI legalizado – só assim ele assegura as vantagens da categoria. Entre elas está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) – o que facilita a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais, por exemplo.

Outro benefício e um dos mais importantes é em relação aos tributos federais – que trata-se do Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL. O empresário Flavio Maluf explica que o MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dessas obrigações. Desta forma, ele pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 47,85, para comércio ou indústria; R$ 51,85 para prestação de serviços; ou R$ 52,85 para comércio e serviços, que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo e com elas o Microempreendedor Individual garante acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

 

 

 

Conheça, com Flavio Maluf, o Projeto “Favela Legal”, do Sebrae

Imagine R$ 80 milhões “girando” nas mãos de donos de pequenos negócios – negócios esses, porém, localizados nas comunidades brasileiras. Esse é o número em reais que os mais de 12 milhões de moradores das favelas do país movimentam, segundo pesquisa Data Popular utilizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) como base para idealização do projeto Favela Legal. O presidente das empresas Eucatex Flavio Maluf é o empresário e executivo quem noticia a iniciativa.

A ideia do projeto, que estará ativo a partir da primeira semana de maio, é estimular o empreendedorismo nas duas maiores favelas de São Paulo – Paraisópolis e Heliópolis – justamente por conta do alto fluxo de pequenos negócios localizados lá, explica Flavio Maluf. “Você olha na favela tem farmácia, mercearia, tem tudo lá dentro. É uma cidade, mas uma cidade na informalidade”, pondera o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A questão da informalidade é um ponto importante. Um dos principais objetivos do Favela Legal é mudar essa situação e incluir na Previdência Social os donos de pequenos negócios locais, contando tempo para aposentadoria. “Nós estamos trazendo todos para a formalidade através do programa Microempreendedor Individual [MEI] ou da microempresa. Nós vamos ajudá-los a organizar”, diz o Afif Domingos. Flavio Maluf informa que a iniciativa também é uma forma de contribuir para a arrecadação do Estado.

Ainda segundo Guilherme Afif Domingos, o Sebrae fará mutirão dentro das comunidades de Paraisópolis e Heliópolis para realizar a regularização das empresas. “Eles estão à margem do processo, eles não têm cobertura previdenciária e, por meio do MEI, eles passam a ter essa cobertura. Isso é bom para a Previdência também, porque aumenta a arrecadação”, reforçou o presidente da entidade.

Uma das medidas do projeto é capacitar os empresários moradores das favelas, através de programas de qualificação do MEI. A intenção é levar diretamente soluções do Sebrae, como é o caso dos programas de qualificação do MEI – por exemplo, o SEI Vender, o SEI Controlar o Meu Dinheiro e o SEI Planejar – e o programa Super MEI, lançado pelo Sebrae de São Paulo em 2016, ilustra o empresário Flavio Maluf.

O empreendedor Flavio Maluf ainda ressalta a opinião do presidente Michel Temer a respeito da iniciativa, por meio do assessor especial da Presidência da República, o jurista Gastão Toledon – “O presidente gostou muito dessa ideia. Acha que é uma nova maneira de incluir os empreendedores, até agora desconhecidos, no universo da formalidade.”, disse Toledo, que ainda acrescentou – “O passado de todos os empreendedores grandes foi no início uma pequena empresa. Devemos estimular isso. Não só nas favelas, mas em todos os rincões.”

O projeto Favela Legal deve atuar como um piloto nas favelas de São Paulo, mas a ideia é expandi-lo para outros locais do pais.

Presidente do Sebrae, Afif Domingos, fala sobre a regulamentação da terceirização – por Flavio Maluf

“A terceirização é um fator de geração de emprego. É uma oportunidade para o surgimento de muitas atividades para novos empreendedores que hoje são trabalhadores”. A frase é do presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, que ainda pontua que, no Brasil, o operário vira empresário. Bem por isso, no último dia 22 de março, ele comemorou a aprovação, pela Câmara dos Deputados Federais, do Projeto de Lei (PL) nº 4.302/1998, que regulamenta a terceirização em todas as atividades das empresas.

Afif Domingos é defensor do modelo e acredita que a contratação de empresas terceirizadas é uma das saídas para a crise. O presidente das empresas Eucatex Flavio Maluf é o empresário e executivo que destaca o assunto.

Permitir a terceirização em todas as atividades das empresas, sem limitá-la a um tipo específico (meio e fim) é, justamente, um dos principais pontos aprovados no PL. Outro ponto importante, porém, é a definição da responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação ao pagamento das obrigações trabalhistas dos empregados da empresa contratada, acentua Flavio Maluf. Além disso, ficam mantidos todos os direitos do trabalhador.

O percentual de donos de pequenos negócios que acreditam que poderão aumentar o faturamento com o fornecimento de serviços terceirizados chega a 41%, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae. Para o presidente da entidade “a terceirização irá permitir que as empresas participem de cadeias produtivas como prestadoras de serviços especializados ou tenham contratos de trabalho que sejam adequados às modernas relações que a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não contempla e traz insegurança jurídica.”

O executivo da Eucatex, Flavio Maluf ressalta que, também segundo a pesquisa do Sebrae, menos da metade dos empreendedores pensam em terceirizar a sua própria mão de obra, ainda que a terceirização seja uma possibilidade para aumentar o faturamento das empresas. Conforme o levantamento, duas em cada três micro e pequenas empresas com empregados não têm interesse em terceirizar parte das suas atividades-fim.

“Esse resultado reforça mais ainda a minha tese: a regulamentação da terceirização não deve ser confundida com a precarização da força de trabalho. Precarização é a falta de trabalho”, enfatiza Afif Domingos.

Os empreendimentos de reparação de veículos e de equipamentos, de promoção de eventos, de serviços de transporte e hospedagem, e os ligados à construção civil estão entre os pequenos negócios que veem oportunidades em oferecer serviços para as médias e grandes empresas, salienta Flavio Maluf. Também são vistas como promissoras para oferecer serviços terceirizados as atividades ligadas à educação.

O presidente das empresas Eucatex reporta que o trabalho terceirizado é utilizado em todo o mundo e a regulamentação dele é fundamental para ampliar a segurança jurídica para empresas e trabalhadores. A medida fortalece o setor produtivo nacional e estimula tanto o investimento quanto a geração de empregos e a ampliação dos níveis de competitividade das empresas, conclui Flavio Maluf.

 

 

Indústria têxtil e de confecção começou 2017 com números positivos – Confira com Flavio Maluf

A crise econômica brasileira atingiu muitos campos do mercado, a própria Indústria têxtil e de confecção, recentemente, teve dois anos seguidos de recessão, porém, inicia 2017 com boas notícias. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), apresentados durante coletiva de imprensa no dia 26 de janeiro, o setor inicia o ano com sinais de recuperação no mercado – com alta de 1% na produção de vestuário contra queda de 6,7% em 2016. Quem apresenta os dados é o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf.

A produção de têxteis também indica crescimento de 1% contra -5,3% no ano anterior. Flavio Maluf destaca que a expectativa para o faturamento do têxtil e de confecção, este ano, é de R$ 135 bilhões (US$ 40,2 bilhões), o que significa um aumento de 4,6% em relação a 2016. O varejo de vestuário deverá crescer 2%.

Já quanto ao déficit da balança comercial, a perspectiva é de que ele alcance US$ 3,7 bilhões, com aumento de 10% nas importações (1,21 milhão de toneladas) e de 5% nas exportações do setor (209 mil toneladas).

Os índices em relação a capacidade do setor de gerar empregos também subiram depois de anos de intensa recessão.  A perspectiva é de que, em 2017, o campo consiga gerar cerca de 10 mil postos de trabalho – ante a perda de 25 mil empregos no ano passado e 100 mil em 2015, reporta Flavio Maluf. Ainda para este ano, espera-se o aporte de R$ 1,75 bilhão (US$ 520 milhões) no investimento em máquinas e equipamentos.

O executivo Flavio Maluf também explica que um dos principais fatores que justificam as expectativas positivas para o setor é a estimativa de que a economia brasileira voltará a crescer – mesmo que muito modestamente, pondera o presidente das empresas Eucatex – visto a continuidade na redução da taxa básica de juros, inflação em patamar mais próximo do centro da meta, alguma melhoria do mercado de crédito, bem como um aumento da confiança das empresas e do consumidor.

De acordo com o presidente da Abit, Fernando Pimentel, “2017 continuará sendo um ano com muitas dificuldades e incertezas, tanto no âmbito nacional quanto internacional. Porém, existem alguns sinais de melhora por conta de propostas já encaminhadas e a serem encaminhadas pelo Executivo nas áreas da previdência, trabalhista, tributária e da desburocratização. A indústria está pronta para ativar a retomada que vier e o setor têxtil e de confecção sempre reagem muito rapidamente”.

A redução na taxa da Selic

Pela quinta vez seguida, desde outubro do ano passado, o Banco Central (BC) decidiu, no último dia 12 de abril, reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira, que também é chamada de taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic). O corte, desta vez, chegou a um ponto percentual e a Selic reduziu de 12,25% para 11,25% ao ano. O executivo Flavio Maluf sobressai que, segundo os economistas, essa redução do juro básico deve estimular o consumo e o investimento e, consequentemente, vai ajudar a economia brasileira a se recuperar.

Este ano, Comércio Mundial deve crescer 2,4%, diz OMC – Veja com Flavio Maluf

No último dia 12 de abril, boas noticias para o comércio mundial – as expectativas são de que o setor cresça cerca de 2,4% neste ano, apesar da incerteza sobre a evolução econômica e política, especialmente, nos Estados Unidos, afirmou a Organização Mundial do Comércio (OMC). Quem reporta a noticia e algumas considerações sobre o assunto do diretor-geral da Organização, Roberto Azevêdo, é o presidente das empresas Eucatex e empresário, Flavio Maluf.

A faixa de crescimento para este ano foi ajustada para um intervalo entre 1,8 e 3,6%, ante 1,8 e 3,1% em setembro passado, informou a OMC. Mas, de acordo com Roberto Azevêdo, ainda é preciso haver clareza sobre as políticas comerciais do atual presidente americano, Donald Trump.

O diretor da OMC também aproveitou a ocasião para fazer um apelo geral para resistir ao protecionismo. Flavio Maluf destaca que, segundo ele, os resultados das próximas eleições em economias importantes, como é o caso da França, devem proporcionar mais previsibilidade para os investidores.

Para Roberto Azevêdo, o comércio deve, sim, ser visto como parte da solução para as dificuldades econômicas e não como parte do problema. Contudo, ele pondera – “Em geral, acho que embora existam algumas razões para um otimismo cauteloso, o crescimento do comércio permanece frágil e há riscos consideráveis do lado negativo. Muito da incerteza em torno do cenário é político[…]. Precisamos continuar fortalecendo o sistema, apresentando novas reformas e resistindo à construção de novas barreiras ao comércio.”

O executivo Flavio Maluf salienta que a OMC tem revisado, de forma contínua, as estimativas preliminares nos últimos cinco anos, visto que, as previsões de recuperação econômica revelam-se excessivamente otimistas.

Em 2016, porém, o comércio global cresceu a uma taxa de 1,3% – ritmo mais lento desde a crise financeira e abaixo da projeção revisada de 1,7% feita em setembro, sobressai o presidente das empresas Eucatex, Flavio Maluf. Para o diretor-geral da OMC “o fraco desempenho ao longo do ano foi em grande parte devido a uma desaceleração significativa nos mercados emergentes, onde as importações basicamente estagnaram no ano passado, crescendo muito pouco em termos de volume”

Já as previsões para 2018, conforme a análise mais recente da Organização, Roberto Azevêdo, são de que o comércio global cresça entre 2,1 e 4%, conclui o empresário Flavio Maluf.

A OMC

Com sede em Genebra (Suíça), a Organização Mundial do Comércio é uma instituição internacional que, desde 1995, atua na fiscalização e regulamentação do comércio mundial. É ela a instância que define as regras para o comércio multilateral e plurilateral entre os países.

Uma das funções da Organização, por exemplo, é atuar como um intermediador, quando dois países membros geram conflitos por motivos comerciais. Entre as funções da OMC também está gerenciar acordos comerciais tendo como parâmetro a globalização da economia; criar situações e momentos para que sejam firmados acordos comerciais internacionais; e supervisionar o cumprimento de acordos comerciais entre os países.

Veja, com Flavio Maluf, quais são as prioridades dos consumidores na hora da compra online

Todo o empresário gostaria de saber como funciona a mente do consumidor, não é mesmo? Pois bem, para ajudar nessa missão e descobrir as prioridades dos consumidores e os principais critérios usados no processo de escolha da loja para fazer uma compra online, o Zoom, site e aplicativo comparador de preços e produtos, em parceria com a Consumoteca, boutique de conhecimento especializada no consumidor brasileiro, realizou uma pesquisa com 4 mil pessoas. O presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf apresenta os dados.

Os entrevistados do estudo – que começou a ser realizado em 2013 e encontra-se na quarta edição – podiam escolher até três critérios que considerassem importantes quando o assunto gira em torno de suas compras online, explica o executivo Flavio Maluf. As opções disponíveis eram: “priorizo as lojas onde já tive boa experiência”, “preço/busco pelo produto mais barato”, “priorizo as grandes lojas”, “vejo se tem reclamações em sites como o Reclame Aqui”, “confiança na entrega” e “avaliação de outros consumidores”.

Flavio Maluf reporta que, de acordo com os dados do levantamento, na hora de comprar algum produto, assim como aconteceu nas outras edições, o consumidor segue dando prioridade às lojas em que já teve boas experiências – deixando a busca pelo melhor preço em segundo lugar. Em seguida, em terceira e quarta posição, respectivamente, está a confiança passada pelas grandes varejistas, e as lojas que não tenham tido reclamações em sites como o Reclame Aqui, por exemplo.

A avaliação de outros consumidores – que pode ser verificada no próprio site das lojas, no setor de avaliações, por exemplo – aparece em penúltimo lugar, entretanto, a pesquisa revela que, conforme o passar dos anos, esse critério vem destacando-se no processo de escolha. Basta observar os índices de 2014, sobressai Flavio Maluf, quando este quesito era considerado por apenas 21% dos consumidores, e comparar com 2017, onde esse número já está em 29% – a opção, inclusive, está a frente da confiança na entrega.

O diretor executivo do Zoom, Thiago Flores, explica que “os e-consumidores sabem que uma das grandes vantagens da internet é a velocidade na troca de informações entre clientes e o quanto isso impacta na busca, por parte das varejistas, em atingir excelência na experiência de compra”. O empresário Flavio Maluf destaca ainda que, segundo as palavras de Flores, “os consumidores estão mais maduros e já se sentem confortáveis com questões básicas do comércio eletrônico como entrega e pagamento, podendo agora priorizar outros aspectos”.

FONTE

Flavio Maluf noticia como indústria interna da Venezuela se aqueceu com a crise

A crise financeira tem assolado todo o planeta, desequilibrando balanças comerciais. Como o caso da Venezuela, que tem como produto principal de exportação o petróleo, que teve uma grande queda de preço.

Com a crise da sua balança comercial, foi gerado oportunidades para o crescimento do seu mercado interno, noticia Flavio Maluf, que é empresário e presidente das empresas Eucatex.

Indústria do Rum

A Venezuela é uma grande importadora de whisky, porem com a sua receita prejudicada pelo petróleo, o país teve que diminuir a importação do destilado, que começou a faltar nas prateleiras. Flavio Maluf reporta que esse problema abriu brecha para o crescimento de um setor local para substituir essa demanda do mercado. As pessoas começaram a consumir mais Rum. “Por causa dos problemas do país, os grandes importadores de uísque tiveram mais limitações para trazer a bebida, e a população começou a consumir mais o rum”, disse presidente da Associação de Produtores de Rum, Jesús Alfaro.

Como o Rum é de produção nacional, possui um preço mais competitivo, sendo até 300% mais barato. O whisky é tradicionalmente uma bebida de maior status, para resolver esse problema começou a ser industrializadas linhas Premium de Ruim, dessa forma substituindo o importado e fomentando a indústria nacional.

Uma chance para os produtos antes preteridos

Flavio Maluf noticia que produtos antes conhecidos como alternativos ou secundários, agora passaram a ocupar um espaço maior das prateleiras. Isso porque muitas marcas famosas e internacionais que dominavam a maior parte da fatia do mercado saíram da lista de importação do país ou tiveram sua entrada limitada. Dessa forma muitos produtos sumiram, ou encareceram.

A marca Fácil Química agora detém 35% do mercado, antes era uma marca conhecida apenas como opcional. Antes da crise o governo fornecia incentivo fiscal, para o cambio das empresas concorrentes para importação de matéria prima.

Larry Gil, diretor da Fácil Química informa que nunca precisaram da ajuda do governo. “Sempre sobrevivemos sem ajuda do governo, diferentemente de outras empresas”, disse Larry Gil.

“Usamos a crise de uma maneira muito positiva. Foi ela que nos obrigou a inovar”, diz León se referindo ao patenteamento de uma criação da Fácil Química, que permite os clientes reutilizar embalagens e refis de detergente. Isso resolveu o seu problema com embalagens e ainda deu uma solução ecológica, reportou Flavio Maluf.

Cerveja Artesanal

A cerveja artesanal é outro produto em voga na Venezuela. Isso porque o país é grande consumidor da bebida importada, porem o preço aumentou muito.

Flavio Maluf reporta que outros fatores que contribuíram para a abertura de novas fábricas artesanais foram por causa dos problemas que os produtores industriais tiverem recentemente, o aumento dos impostos sobre a importação do vinho. Isso tudo levou a população a entrar nesse negócio.

Como é o caso de um pequeno grupo de amigos que criaram a marca. “Irmandade do Diabo”. Eles são ao todo 5, sendo que um apenas um deles é mestre cervejeiro.

Segundo eles, o lucro ainda é baixo, e possuem grande dificuldade na importação da cevada, levedura e lúpulo, além do problema com a má qualidade da agua na Venezuela que necessita de um cuidado especial na filtragem.

“Cada vez que preparamos, fazemos cerca de 220 garrafas”, disse explica Andrés Moix, um dos sócios da “irmandade”.

Customização e conserto de roupas é um bom investimento para 2017 – veja com Flavio Maluf

Sabe aquela roupa velha, porém em bom estado, mas que já perdeu a graça e está lá, jogada no guarda-roupa, sem uso? Você já pensou em restaurá-la e customizá-la, em vez de comprar uma roupa nova? Bom, diversos brasileiros já. Essa é uma tendência que vem crescendo no Brasil, principalmente, depois do início da crise econômica pela qual passa o país.

O presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf, noticia que, conforme avaliação de especialistas, é no ramo de conserto e customização de roupas que encontra-se uma das tendências de franquias para 2017. O motivo? Bom, está, justamente, no “aperto” financeiro que os brasileiros têm enfrentado.

O gerente de marketing da Arranjos Express, Hugo Mastrorosa explica – “Mesmo com a crise, nós conseguimos crescer porque as pessoas estão percebendo que é possível customizar, reaproveitar e consertar roupas. Essa cultura já é bastante disseminada na Europa e veio para ficar”. Ou seja, é mais barato reinventar a ter que comprar novo e de novo. Flavio Maluf aponta que, de acordo com o gerente, o faturamento da rede cresceu 75% em 2016, na comparação com o ano anterior.

O diretor executivo do Grupo Restaura, Paulo Henrique Conrad, ratifica – “as pessoas perceberam que podem restaurar e deixar uma peça renovada em vez de comprar uma roupa nova”. Já para a diretora de expansão da Linha e Bainha, Lucia Barreto, “o brasileiro tem a cultura de se adaptar ao que é novo”. Ela salienta que “mesmo com sinais de melhora da economia, a procura por customização continua aquecida, porque a iniciativa já começou a fazer parte da vida do brasileiro.”

O Grupo Restaura, registrou um crescimento de 15% no volume de serviços, e 20% no faturamento das lojas. Já o faturamento de 2016 da Linha e Bainha cresceu 30% na comparação com 2015, reporta o empresário Flavio Maluf.

Entretanto, apesar das boas notícias para quem pensa em investir no ramo, assim como na maioria dos negócios, é preciso ter cuidado com a possível saturação de mercado, alerta Flavio Maluf. O presidente da consultoria de franquias Grupo Cherto, Marcelo Cherto, lembra que toda tendência deve ser observada com cautela. “A customização não se assemelha ao caso das redes de frozen [iogurte], cupcake e paletas mexicanas que, da mesma forma que surgiram, foram sumindo do mercado. No entanto, o negócio é facilmente copiável porque não exige inovação e tem investimento baixo. Com isso, podem aparecer centenas de marcas, e o mercado talvez não tenha espaço para tanta gente.” Flavio Maluf acentua que a dica do presidente da consultoria é estudar bastante a região onde o empreendedor pretende atuar e a marca na qual planeja investir.

A diretora da consultoria de franquias Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt, ainda ressalva – “O negócio exige o mesmo trabalho do que os demais. É preciso captar clientes, divulgar a marca e ver qual será o apoio que a rede dá ao franqueado para garantir o sucesso do seu negócio.”

Sebrae realiza premiação que reconhece as melhores iniciativas empreendedoras do publico feminino – veja com Flavio Maluf

Dois aspectos que vem crescendo no Brasil são os investimentos para abrir o próprio negócio e o empoderamento feminino. Aí você pergunta – “o que uma coisa tem a ver com a outra?”. Bom, com o intuito de incentivar o público feminino a contar suas histórias de sucesso no empreendedorismo e inspirar outras mulheres, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) abriu, no último dia 20 de janeiro, as inscrições para a edição 2017 do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios – é o que noticia o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf.

A premiação, que reconhece e premia as melhores iniciativas empreendedoras entre as brasileiras, é promovida pelo Sebrae em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e a Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW), com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O prazo final para as inscrições é dia 31 de março e podem ser feitas, gratuitamente, pela internet, no endereço www.mulherdenegocios.sebrae.com.

São três categorias, reporta Flavio Maluf – pequenos negócios, produtora rural e Microempreendedora Individual (MEI). Quem deseja participar deve preencher a ficha de inscrição, fazer um relato escrito da sua trajetória como empreendedora e uma auto avaliação do negócio. Mas fique atenta, o sistema controla o tamanho do relato. Ele precisa estar dentro do limite mínimo de 500 palavras e do limite máximo de 1.200, incluindo o título. Já os relatos que forem escritos à mão devem ter, no mínimo, 60 linhas, e no máximo 120. Os textos que excederem os limites estipulados não serão considerados.

A avaliação

As avaliações são feitas em aspectos de gestão, que se trata, entre outros, de marketing e vendas, gestão de pessoas, finanças e inovação; e com base no relato exposto, o que inclui, por exemplo, o balanço dos desafios para abrir o empreendimento, bem como o balanço da visão de futuro, das ideias inovadoras, do crescimento dos resultados obtidos e da perseverança, ilustra o empresário Flavio Maluf.

São duas etapas: a estadual e a nacional. Na primeira, as empreendedoras que conquistaram a melhor pontuação, isso por categoria, receberão a visita de um verificador. Este vai validar as informações que foram apresentadas no relato e na auto avaliação feita no momento da inscrição. Em seguida, elas serão analisadas por uma banca de juízes, que determinará quem será a vencedora de cada uma das categoria. Flavio Maluf explica que serão selecionadas até 81 candidatas – até três por unidade da federação – e essas participarão da etapa nacional.

Na etapa nacional, serão nove ganhadoras – troféus ouro, prata e bronze de cada categoria. As empreendedoras vencedoras serão conhecidas em outubro, durante solenidade na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, informa o executivo Flavio Maluf. O prêmio é uma viagem nacional para participar de uma missão técnica com foco em capacitação, além de um certificado, selo de vencedora e troféu.

Para mais informações consulte o site do prêmio, no endereço, ou uma unidade do Sebrae.

Por que se tornar um microempreendedor individual – descubra com Flavio Maluf

De acordo com dados recentes do instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em agosto do ano passado, a taxa de desemprego no Brasil, no segundo trimestre de 2016, chegou a média de 11,3% – a maior já registrada pela pesquisa da instituição desde que começou a ser feita, em 2012. O número de pessoas sem emprego subiu para 11,6 milhões no país, 497 mil a mais do que no primeiro trimestre, isso representa um crescimento de 4,5%.

A solução?  Em meio a crise econômica que assola o país e a esse cenário nada animador, a saída para muitas das pessoas que perderam a sua fonte de renda fixa, é investir em um negócio próprio e tornar-se um empreendedor. A forma mais fácil e barata para que isso seja feito dentro da lei, porém – noticia o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf – é virar o que se chama de microempreendedor individual (MEI). Ou seja, quando a pessoa trabalha por conta própria e legaliza-se como pequeno empresário.

Por que se tornar um MEI

Quando você é, oficialmente, um microempreendedor individual, você possui um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), isso significa maior facilidade para abrir uma conta bancária, pedir empréstimos e emitir notas fiscais, por exemplo. Você ainda pode ter um empregado contratado que receba um salário mínimo ou, então, o piso da categoria.

Flavio Maluf reporta a explicação do analista do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Marcos Viera, a respeito dos benefícios de ser um MEI – “Com um CNPJ em mãos, é possível obter várias vantagens que uma pessoa física não consegue, como facilidades e preços mais atrativos na hora de comprar mercadorias, empréstimo com taxas mais atrativas no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e no Banco do Povo [em São Paulo], por exemplo”, esclarece o analista.

Além disso, se você paga, regularmente, a contribuição, você possui direitos como licença-maternidade, auxílio-doença, pensão por morte e aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), acentua o executivo Flavio Maluf.

Entretanto, Flavio Maluf também alerta – é preciso estar atento ao fato de que nem todas as atividades podem ser incluídas nesse sistema tributário. Antes de fazer planos, é preciso consultar se o negócio que você pretende abrir consta na lista da categoria. Atualmente, 497 tipos de serviços estão incluídos, como por exemplo, pintor, cabeleireiro, manicure e costureira. Mas existem diversos outros que podem ser conferidos no site do Portal do Microempreendedor Individual.

Atente também para o local de funcionamento da empresa – de acordo com o consultor do Sebrae-SP, toda atividade empresarial exige um alvará de funcionamento. Você até pode trabalhar em casa, contudo, precisa ir até a prefeitura da sua cidade e conferir se o endereço em questão permite o funcionamento de uma empresa – já que, alguns locais são estritamente residenciais. O responsável pela análise também deverá informa-lo se serão necessárias mudanças no espaço para desempenhar a atividade que deseja, lembra o empresário Flavio Maluf.

A inscrição

Depois de tudo decidido e conferido, é preciso fazer a inscrição. O cadastro pode ser realizado diretamente no Portal do Microempreendedor Individual. Ainda, caso você possua dificuldades para concluir o processo, é possível procurar ajuda em alguma das sedes do Sebrae de sua cidade.