Este ano, Comércio Mundial deve crescer 2,4%, diz OMC – Veja com Flavio Maluf

No último dia 12 de abril, boas noticias para o comércio mundial – as expectativas são de que o setor cresça cerca de 2,4% neste ano, apesar da incerteza sobre a evolução econômica e política, especialmente, nos Estados Unidos, afirmou a Organização Mundial do Comércio (OMC). Quem reporta a noticia e algumas considerações sobre o assunto do diretor-geral da Organização, Roberto Azevêdo, é o presidente das empresas Eucatex e empresário, Flavio Maluf.

A faixa de crescimento para este ano foi ajustada para um intervalo entre 1,8 e 3,6%, ante 1,8 e 3,1% em setembro passado, informou a OMC. Mas, de acordo com Roberto Azevêdo, ainda é preciso haver clareza sobre as políticas comerciais do atual presidente americano, Donald Trump.

O diretor da OMC também aproveitou a ocasião para fazer um apelo geral para resistir ao protecionismo. Flavio Maluf destaca que, segundo ele, os resultados das próximas eleições em economias importantes, como é o caso da França, devem proporcionar mais previsibilidade para os investidores.

Para Roberto Azevêdo, o comércio deve, sim, ser visto como parte da solução para as dificuldades econômicas e não como parte do problema. Contudo, ele pondera – “Em geral, acho que embora existam algumas razões para um otimismo cauteloso, o crescimento do comércio permanece frágil e há riscos consideráveis do lado negativo. Muito da incerteza em torno do cenário é político[…]. Precisamos continuar fortalecendo o sistema, apresentando novas reformas e resistindo à construção de novas barreiras ao comércio.”

O executivo Flavio Maluf salienta que a OMC tem revisado, de forma contínua, as estimativas preliminares nos últimos cinco anos, visto que, as previsões de recuperação econômica revelam-se excessivamente otimistas.

Em 2016, porém, o comércio global cresceu a uma taxa de 1,3% – ritmo mais lento desde a crise financeira e abaixo da projeção revisada de 1,7% feita em setembro, sobressai o presidente das empresas Eucatex, Flavio Maluf. Para o diretor-geral da OMC “o fraco desempenho ao longo do ano foi em grande parte devido a uma desaceleração significativa nos mercados emergentes, onde as importações basicamente estagnaram no ano passado, crescendo muito pouco em termos de volume”

Já as previsões para 2018, conforme a análise mais recente da Organização, Roberto Azevêdo, são de que o comércio global cresça entre 2,1 e 4%, conclui o empresário Flavio Maluf.

A OMC

Com sede em Genebra (Suíça), a Organização Mundial do Comércio é uma instituição internacional que, desde 1995, atua na fiscalização e regulamentação do comércio mundial. É ela a instância que define as regras para o comércio multilateral e plurilateral entre os países.

Uma das funções da Organização, por exemplo, é atuar como um intermediador, quando dois países membros geram conflitos por motivos comerciais. Entre as funções da OMC também está gerenciar acordos comerciais tendo como parâmetro a globalização da economia; criar situações e momentos para que sejam firmados acordos comerciais internacionais; e supervisionar o cumprimento de acordos comerciais entre os países.

Veja, com Flavio Maluf, quais são as prioridades dos consumidores na hora da compra online

Todo o empresário gostaria de saber como funciona a mente do consumidor, não é mesmo? Pois bem, para ajudar nessa missão e descobrir as prioridades dos consumidores e os principais critérios usados no processo de escolha da loja para fazer uma compra online, o Zoom, site e aplicativo comparador de preços e produtos, em parceria com a Consumoteca, boutique de conhecimento especializada no consumidor brasileiro, realizou uma pesquisa com 4 mil pessoas. O presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf apresenta os dados.

Os entrevistados do estudo – que começou a ser realizado em 2013 e encontra-se na quarta edição – podiam escolher até três critérios que considerassem importantes quando o assunto gira em torno de suas compras online, explica o executivo Flavio Maluf. As opções disponíveis eram: “priorizo as lojas onde já tive boa experiência”, “preço/busco pelo produto mais barato”, “priorizo as grandes lojas”, “vejo se tem reclamações em sites como o Reclame Aqui”, “confiança na entrega” e “avaliação de outros consumidores”.

Flavio Maluf reporta que, de acordo com os dados do levantamento, na hora de comprar algum produto, assim como aconteceu nas outras edições, o consumidor segue dando prioridade às lojas em que já teve boas experiências – deixando a busca pelo melhor preço em segundo lugar. Em seguida, em terceira e quarta posição, respectivamente, está a confiança passada pelas grandes varejistas, e as lojas que não tenham tido reclamações em sites como o Reclame Aqui, por exemplo.

A avaliação de outros consumidores – que pode ser verificada no próprio site das lojas, no setor de avaliações, por exemplo – aparece em penúltimo lugar, entretanto, a pesquisa revela que, conforme o passar dos anos, esse critério vem destacando-se no processo de escolha. Basta observar os índices de 2014, sobressai Flavio Maluf, quando este quesito era considerado por apenas 21% dos consumidores, e comparar com 2017, onde esse número já está em 29% – a opção, inclusive, está a frente da confiança na entrega.

O diretor executivo do Zoom, Thiago Flores, explica que “os e-consumidores sabem que uma das grandes vantagens da internet é a velocidade na troca de informações entre clientes e o quanto isso impacta na busca, por parte das varejistas, em atingir excelência na experiência de compra”. O empresário Flavio Maluf destaca ainda que, segundo as palavras de Flores, “os consumidores estão mais maduros e já se sentem confortáveis com questões básicas do comércio eletrônico como entrega e pagamento, podendo agora priorizar outros aspectos”.

FONTE

Flavio Maluf noticia como indústria interna da Venezuela se aqueceu com a crise

A crise financeira tem assolado todo o planeta, desequilibrando balanças comerciais. Como o caso da Venezuela, que tem como produto principal de exportação o petróleo, que teve uma grande queda de preço.

Com a crise da sua balança comercial, foi gerado oportunidades para o crescimento do seu mercado interno, noticia Flavio Maluf, que é empresário e presidente das empresas Eucatex.

Indústria do Rum

A Venezuela é uma grande importadora de whisky, porem com a sua receita prejudicada pelo petróleo, o país teve que diminuir a importação do destilado, que começou a faltar nas prateleiras. Flavio Maluf reporta que esse problema abriu brecha para o crescimento de um setor local para substituir essa demanda do mercado. As pessoas começaram a consumir mais Rum. “Por causa dos problemas do país, os grandes importadores de uísque tiveram mais limitações para trazer a bebida, e a população começou a consumir mais o rum”, disse presidente da Associação de Produtores de Rum, Jesús Alfaro.

Como o Rum é de produção nacional, possui um preço mais competitivo, sendo até 300% mais barato. O whisky é tradicionalmente uma bebida de maior status, para resolver esse problema começou a ser industrializadas linhas Premium de Ruim, dessa forma substituindo o importado e fomentando a indústria nacional.

Uma chance para os produtos antes preteridos

Flavio Maluf noticia que produtos antes conhecidos como alternativos ou secundários, agora passaram a ocupar um espaço maior das prateleiras. Isso porque muitas marcas famosas e internacionais que dominavam a maior parte da fatia do mercado saíram da lista de importação do país ou tiveram sua entrada limitada. Dessa forma muitos produtos sumiram, ou encareceram.

A marca Fácil Química agora detém 35% do mercado, antes era uma marca conhecida apenas como opcional. Antes da crise o governo fornecia incentivo fiscal, para o cambio das empresas concorrentes para importação de matéria prima.

Larry Gil, diretor da Fácil Química informa que nunca precisaram da ajuda do governo. “Sempre sobrevivemos sem ajuda do governo, diferentemente de outras empresas”, disse Larry Gil.

“Usamos a crise de uma maneira muito positiva. Foi ela que nos obrigou a inovar”, diz León se referindo ao patenteamento de uma criação da Fácil Química, que permite os clientes reutilizar embalagens e refis de detergente. Isso resolveu o seu problema com embalagens e ainda deu uma solução ecológica, reportou Flavio Maluf.

Cerveja Artesanal

A cerveja artesanal é outro produto em voga na Venezuela. Isso porque o país é grande consumidor da bebida importada, porem o preço aumentou muito.

Flavio Maluf reporta que outros fatores que contribuíram para a abertura de novas fábricas artesanais foram por causa dos problemas que os produtores industriais tiverem recentemente, o aumento dos impostos sobre a importação do vinho. Isso tudo levou a população a entrar nesse negócio.

Como é o caso de um pequeno grupo de amigos que criaram a marca. “Irmandade do Diabo”. Eles são ao todo 5, sendo que um apenas um deles é mestre cervejeiro.

Segundo eles, o lucro ainda é baixo, e possuem grande dificuldade na importação da cevada, levedura e lúpulo, além do problema com a má qualidade da agua na Venezuela que necessita de um cuidado especial na filtragem.

“Cada vez que preparamos, fazemos cerca de 220 garrafas”, disse explica Andrés Moix, um dos sócios da “irmandade”.

Customização e conserto de roupas é um bom investimento para 2017 – veja com Flavio Maluf

Sabe aquela roupa velha, porém em bom estado, mas que já perdeu a graça e está lá, jogada no guarda-roupa, sem uso? Você já pensou em restaurá-la e customizá-la, em vez de comprar uma roupa nova? Bom, diversos brasileiros já. Essa é uma tendência que vem crescendo no Brasil, principalmente, depois do início da crise econômica pela qual passa o país.

O presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf, noticia que, conforme avaliação de especialistas, é no ramo de conserto e customização de roupas que encontra-se uma das tendências de franquias para 2017. O motivo? Bom, está, justamente, no “aperto” financeiro que os brasileiros têm enfrentado.

O gerente de marketing da Arranjos Express, Hugo Mastrorosa explica – “Mesmo com a crise, nós conseguimos crescer porque as pessoas estão percebendo que é possível customizar, reaproveitar e consertar roupas. Essa cultura já é bastante disseminada na Europa e veio para ficar”. Ou seja, é mais barato reinventar a ter que comprar novo e de novo. Flavio Maluf aponta que, de acordo com o gerente, o faturamento da rede cresceu 75% em 2016, na comparação com o ano anterior.

O diretor executivo do Grupo Restaura, Paulo Henrique Conrad, ratifica – “as pessoas perceberam que podem restaurar e deixar uma peça renovada em vez de comprar uma roupa nova”. Já para a diretora de expansão da Linha e Bainha, Lucia Barreto, “o brasileiro tem a cultura de se adaptar ao que é novo”. Ela salienta que “mesmo com sinais de melhora da economia, a procura por customização continua aquecida, porque a iniciativa já começou a fazer parte da vida do brasileiro.”

O Grupo Restaura, registrou um crescimento de 15% no volume de serviços, e 20% no faturamento das lojas. Já o faturamento de 2016 da Linha e Bainha cresceu 30% na comparação com 2015, reporta o empresário Flavio Maluf.

Entretanto, apesar das boas notícias para quem pensa em investir no ramo, assim como na maioria dos negócios, é preciso ter cuidado com a possível saturação de mercado, alerta Flavio Maluf. O presidente da consultoria de franquias Grupo Cherto, Marcelo Cherto, lembra que toda tendência deve ser observada com cautela. “A customização não se assemelha ao caso das redes de frozen [iogurte], cupcake e paletas mexicanas que, da mesma forma que surgiram, foram sumindo do mercado. No entanto, o negócio é facilmente copiável porque não exige inovação e tem investimento baixo. Com isso, podem aparecer centenas de marcas, e o mercado talvez não tenha espaço para tanta gente.” Flavio Maluf acentua que a dica do presidente da consultoria é estudar bastante a região onde o empreendedor pretende atuar e a marca na qual planeja investir.

A diretora da consultoria de franquias Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt, ainda ressalva – “O negócio exige o mesmo trabalho do que os demais. É preciso captar clientes, divulgar a marca e ver qual será o apoio que a rede dá ao franqueado para garantir o sucesso do seu negócio.”

Sebrae realiza premiação que reconhece as melhores iniciativas empreendedoras do publico feminino – veja com Flavio Maluf

Dois aspectos que vem crescendo no Brasil são os investimentos para abrir o próprio negócio e o empoderamento feminino. Aí você pergunta – “o que uma coisa tem a ver com a outra?”. Bom, com o intuito de incentivar o público feminino a contar suas histórias de sucesso no empreendedorismo e inspirar outras mulheres, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) abriu, no último dia 20 de janeiro, as inscrições para a edição 2017 do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios – é o que noticia o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf.

A premiação, que reconhece e premia as melhores iniciativas empreendedoras entre as brasileiras, é promovida pelo Sebrae em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e a Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW), com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O prazo final para as inscrições é dia 31 de março e podem ser feitas, gratuitamente, pela internet, no endereço www.mulherdenegocios.sebrae.com.

São três categorias, reporta Flavio Maluf – pequenos negócios, produtora rural e Microempreendedora Individual (MEI). Quem deseja participar deve preencher a ficha de inscrição, fazer um relato escrito da sua trajetória como empreendedora e uma auto avaliação do negócio. Mas fique atenta, o sistema controla o tamanho do relato. Ele precisa estar dentro do limite mínimo de 500 palavras e do limite máximo de 1.200, incluindo o título. Já os relatos que forem escritos à mão devem ter, no mínimo, 60 linhas, e no máximo 120. Os textos que excederem os limites estipulados não serão considerados.

A avaliação

As avaliações são feitas em aspectos de gestão, que se trata, entre outros, de marketing e vendas, gestão de pessoas, finanças e inovação; e com base no relato exposto, o que inclui, por exemplo, o balanço dos desafios para abrir o empreendimento, bem como o balanço da visão de futuro, das ideias inovadoras, do crescimento dos resultados obtidos e da perseverança, ilustra o empresário Flavio Maluf.

São duas etapas: a estadual e a nacional. Na primeira, as empreendedoras que conquistaram a melhor pontuação, isso por categoria, receberão a visita de um verificador. Este vai validar as informações que foram apresentadas no relato e na auto avaliação feita no momento da inscrição. Em seguida, elas serão analisadas por uma banca de juízes, que determinará quem será a vencedora de cada uma das categoria. Flavio Maluf explica que serão selecionadas até 81 candidatas – até três por unidade da federação – e essas participarão da etapa nacional.

Na etapa nacional, serão nove ganhadoras – troféus ouro, prata e bronze de cada categoria. As empreendedoras vencedoras serão conhecidas em outubro, durante solenidade na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, informa o executivo Flavio Maluf. O prêmio é uma viagem nacional para participar de uma missão técnica com foco em capacitação, além de um certificado, selo de vencedora e troféu.

Para mais informações consulte o site do prêmio, no endereço, ou uma unidade do Sebrae.

Por que se tornar um microempreendedor individual – descubra com Flavio Maluf

De acordo com dados recentes do instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em agosto do ano passado, a taxa de desemprego no Brasil, no segundo trimestre de 2016, chegou a média de 11,3% – a maior já registrada pela pesquisa da instituição desde que começou a ser feita, em 2012. O número de pessoas sem emprego subiu para 11,6 milhões no país, 497 mil a mais do que no primeiro trimestre, isso representa um crescimento de 4,5%.

A solução?  Em meio a crise econômica que assola o país e a esse cenário nada animador, a saída para muitas das pessoas que perderam a sua fonte de renda fixa, é investir em um negócio próprio e tornar-se um empreendedor. A forma mais fácil e barata para que isso seja feito dentro da lei, porém – noticia o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf – é virar o que se chama de microempreendedor individual (MEI). Ou seja, quando a pessoa trabalha por conta própria e legaliza-se como pequeno empresário.

Por que se tornar um MEI

Quando você é, oficialmente, um microempreendedor individual, você possui um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), isso significa maior facilidade para abrir uma conta bancária, pedir empréstimos e emitir notas fiscais, por exemplo. Você ainda pode ter um empregado contratado que receba um salário mínimo ou, então, o piso da categoria.

Flavio Maluf reporta a explicação do analista do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Marcos Viera, a respeito dos benefícios de ser um MEI – “Com um CNPJ em mãos, é possível obter várias vantagens que uma pessoa física não consegue, como facilidades e preços mais atrativos na hora de comprar mercadorias, empréstimo com taxas mais atrativas no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e no Banco do Povo [em São Paulo], por exemplo”, esclarece o analista.

Além disso, se você paga, regularmente, a contribuição, você possui direitos como licença-maternidade, auxílio-doença, pensão por morte e aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), acentua o executivo Flavio Maluf.

Entretanto, Flavio Maluf também alerta – é preciso estar atento ao fato de que nem todas as atividades podem ser incluídas nesse sistema tributário. Antes de fazer planos, é preciso consultar se o negócio que você pretende abrir consta na lista da categoria. Atualmente, 497 tipos de serviços estão incluídos, como por exemplo, pintor, cabeleireiro, manicure e costureira. Mas existem diversos outros que podem ser conferidos no site do Portal do Microempreendedor Individual.

Atente também para o local de funcionamento da empresa – de acordo com o consultor do Sebrae-SP, toda atividade empresarial exige um alvará de funcionamento. Você até pode trabalhar em casa, contudo, precisa ir até a prefeitura da sua cidade e conferir se o endereço em questão permite o funcionamento de uma empresa – já que, alguns locais são estritamente residenciais. O responsável pela análise também deverá informa-lo se serão necessárias mudanças no espaço para desempenhar a atividade que deseja, lembra o empresário Flavio Maluf.

A inscrição

Depois de tudo decidido e conferido, é preciso fazer a inscrição. O cadastro pode ser realizado diretamente no Portal do Microempreendedor Individual. Ainda, caso você possua dificuldades para concluir o processo, é possível procurar ajuda em alguma das sedes do Sebrae de sua cidade.

Marcas poderão se beneficiar com mudança no Snapchat, por Flavio Maluf

A forma como as empresas promovem suas marcas pode ter encontrado um precedente favorável no Snapchat. Isto pelo fato do aplicativo ter modificado sua área de busca, suscitando maior divulgação de anúncios e outros formatos de estratégia mercadológica. A mudança no design foi apresentada aos usuários no dia 12 de janeiro e, embora recaia mais para o aspecto estético da rede social, organizações poderão se valer disso para reforçarem os laços com o consumidor por meio da web, noticia o empresário Flavio Maluf, líder da Eucatex.

Inicialmente as alterações puderam ser percebidas apenas nos aparelhos que utilizam a tecnologia Google Android, no entanto, os responsáveis pelo Snapchat anunciaram que brevemente as tornarão disponíveis também para outros tipos de plataformas. Para Jason Stein, CEO da empresa Laundry Service, houve inspiração de outros aplicativos, sobretudo asiáticos, quando se pensou em elaborar uma nova maneira de alterar a página de busca. Segundo ele, o WeChat, oriundo da China e o Line , que surgiu no Japão, foram as bases para as novas atualizações.

Stein acredita que muitos outros aspectos podem ser modificados e que s otimização do mecanismo de busca é apenas o início de uma série de transformações que o Snapchat virá a apresentar. Ele defende a ideia de que, uma vez copiado o estilo da plataforma, também haverá a intenção de se espelhar quanto ao modelo de gestão adotado, tendendo a seguir os mesmos rumos das empresas que administram os aplicativos asiáticos. Flavio Maluf destaca que o executivo disse ter percebido que a rede social repensou o modo apresenta os conteúdos.

O representante da Laundry Service vislumbra um futuro promissor para as marcas que decidirem utilizar o Snapchat, pois com as buscas facilitadas, as empresas poderão pagar para que tenham maior visibilidade perante os usuários. Stein comentou acerca da ascensão que os asiáticos tiveram, já que conseguiram alcançar um público antes inesperado. Flavio Maluf aponta que Simon Lae, responsável pela agência Possible, citou que as mudanças aprimoram a experiência de quem utiliza o aplicativo, facilitando as formas de acesso e menciona as dificuldades encontradas antes da implantação de algumas ferramentas.

O Snapchat tem agregado paulatinamente, desde 2015, algumas marcas que esboçam o desejo de entrada no aplicativo, como Cosmopolitan, Buzz e Vice, para que atuassem na plataforma de criação de mídia, conhecida por Discover. Outro mecanismo chamado de Snapcode, permite aos usuários o escaneamento de anúncios e outros tipos de material publicitário fornecidos por diversas empresas. Dessa forma, potenciais clientes teriam maiores possibilidades no que se refere à busca de produtos e serviços de seu interesse, constituindo uma espécie de ponte entre as organizações e os consumidores, reporta Flavio Maluf.

O Instagram, por sua vez, desenvolveu o Stories, bastante semelhante ao concorrente, sobretudo em relação à ferramenta de vídeo. O diferencial perante a concorrência ocorre na maior facilidade que empresas encontram quanto à promoção de suas marcas, através da inserção de dados em grande volume. O Snapchat estuda realizar a abertura de seu capital, o que promete aumentar o fluxo de atividades comerciais, demandando maiores investimentos de empresas interessadas, sinaliza Flavio Maluf.

 

Medidas para finalmente abrir o seu negócio; Flavio Maluf reporta

Um novo ciclo se inicia. O ano começou e diversos futuros empreendedores se movimentam estrategicamente em busca de um lugar ao sol no mercado. No entanto, é comum que a maioria deles não saiba exatamente por onde começar ou tenha receio de tomar alguma atitude equivocada no início da empreitada. Diante disso, o empresário brasileiro Flavio Maluf, atento a tudo o que acontece neste segmento, reporta matéria publicada pelo Portal Exame, apontando quais devem sem os primeiros passos para que o seu negócio saia do papel em 2017.

De acordo com especialistas em mercado econômico, o setor tende a crescer em 2017 no Brasil, depois de um ano muito complicado como o de 2016. Ainda que o crescimento seja gradativo, conforme cita a reportagem abordada por Flavio Maluf, ele terá sido considerável ao final do ano, apostam os econômicos.

Logo, a época se mostra propícia para que novos empreendedores mergulhem a fundo no mercado e que apegados à ideias inovadoras e conceitos cada vez mais modernos, se consolidem nos mais diversos nichos de mercado.

Flavio Maluf república abaixo quais são os sete principais passos que você deve realizar neste novo ano, caso esteja pensando em colocar o seu empreendimento em funcionamento.

Os sete passos:

  • Pesquisa de mercado

O primeiro passo é conceber a ideia de seu negócio, evidentemente. Após isso, especialistas alertam que é preciso atestar que esta ideia está de acordo com a realidade e a atualidade da sociedade. Pesquisar é tarefa obrigatória.

  • Monte o seu plano

Após constatar que a sua ideia tem potencial, é hora de montar o seu plano de negócio – desde as etapas mais simples até conceitos mais complexos. Atividade principal, público alvo, potenciais clientes, fontes de receitas, planilha de custos. Você deve ponderar todos estes fatores.

  • Ponto comercial

O empresário Flavio Maluf ainda recorda que, conforme o material da Exame, o ideal é que o empreendedor aproveite períodos de baixa no mercado imobiliário para locar um ponto comercial, uma vez que as condições tendem a ser mais favoráveis. Isto refletirá numa redução considerável de seu investimento inicial.

  • Capacite-se

Gestão e mentalidade empreendedora são dois conceitos que estão em voga na atualidade. É imprescindível que o empreendedor se adeque ao cada vez mais exigente mercado e que se prepare de maneira sólida para encarar os desafios que estão por vir.

  • Recorra à um mentor

Outra figura que vem ganhando muita relevância no segmento empreendedor é o chamado mentor. Esta pessoa será responsável por guia-lo no início do seu negócio, apontando os caminhos, firmando parcerias e até realizando aportes financeiros, quando necessário.

  • Calendário

Organização é a alma de todo e qualquer negócio. Logo, é fundamental que você crie um mapa de atividades, sinalize os prazos e aponte quais sãos as metas e objetivos a serem cumpridos durante determinado período.

  • Presença digital

Por fim, Flavio Maluf recorda que a presença digital é a menina dos olhos do empreendimento moderno. A presença de sua marca na internet é um conceito absolutamente obrigatório para que o negócio prospere.

 

O perfil profissional de Flavio Maluf

Flavio Maluf é um empresário brasileiro que trabalha no Grupo Eucatex, atualmente na posição de presidente da empresa. Antes de assumir o posto, ele passou por diversas áreas da instituição, desde 1987. No início da carreira, formou-se em Engenharia Mecânica, na FAAP, Fundação Álvares Penteado, em São Paulo. Também morou em Nova Iorque, onde estudou Administração.

Ao longo da carreira, concluiu cursos de extensão e especialização: Contabilidade para não Contadores pela Peat Marwick, Management People pelo Citibank, Administração Rural pela FGV e participação no Seminário de Comércio Exterior da FGV.

Em entrevista ao site Emobile, Flavio Maluf relatou que se tornou presidente da Eucatex por convicção, já que não atuaria em uma instituição se não gostasse de sua profissão. Também menciona que dificilmente um executivo permanece no cargo se não conhecer ou gostar do que faz.

No Grupo Eucatex, atuou na área de trade, permanecendo no setor até o ano de 1996. Logo em seguida, foi convidado para o quadro de executivos, colaborando para bons resultados da empresa. Finalmente, em 1997, assumiu o posto de presidente, onde permanece até hoje. Em sua gestão, Flavio Maluf modernizou a empresa, além de trabalhar como um executivo presente.

O Grupo Eucatex tem uma longa história que se inicia em 1951. Com a produção de chapas e painéis, a instituição foi pioneira na utilização de eucalipto como matéria-prima. Com a primeira fábrica inaugurada em 1954, houve a produção de forros acústicos e chapas com outros materiais, como fibras de madeira e elementos isolantes. Com a rápida evolução do negócio, atualmente o empreendimento tem como clientes indústrias de construção civil e fabricantes de móveis. Em 2010, com a atuação de Flavio Maluf, uma nova fábrica foi inaugurada em Salto. Há ainda outra unidade, em Botucatu. No setor de construção civil, é fabricante de pisos laminados, portas, tintas e divisórias.

Ele ressaltou que a economia de escala deve ser eficiente, com sinergia entre os produtos. O fabricante deve ter em seu catálogo os produtos que o consumidor tem interesse em comprar, sempre com atenção às tendências do segmento. Com 25 anos de atuação, o empresário analisa que um dos avanços do setor é a produção de itens com desenhos diferenciados e brilho, para isso são feitos investimentos em novos produtos.

Flavio Maluf executivo participa de eventos beneficentes com a finalidade de ajudar a comunidade, como na colaboração com a antiga casa de Saúde Santa Emília, hoje conhecida como Hospital e Maternidade Ídio Carli.

Flavio Maluf explica o aumento do número de novas empresas no Brasil, segundo dados de janeiro

Os momentos de instabilidade econômica como os que o Brasil atravessa atualmente são bastante prejudiciais aos empreendedores, já que muitos não têm como manter o seu negócio e acabam tendo que demitir uma grande quantidade de funcionários ou até mesmo fechar as portas de suas empresas. E isso atinge desde os pequenos negócios até grandes companhias, que por não terem como manter suas atividades em grande escala, já que o consumo sofre uma grande queda, são obrigadas a reduzir a produção e dispensar muitos empregados.

Entretanto, como reporta o empresário brasileiro Flavio Maluf, o aumento de pessoas desempregadas faz com que cresça o número de novos empreendimentos, já que essas pessoas enxergam no investimento em um negócio próprio uma alternativa para não ficarem desocupadas e sem terem nenhum tipo de ganho. Isso fica comprovado com os dados da pesquisa regional do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, que mostrou que no mês de janeiro deste ano houve crescimento do número de novos empreendimentos em 18 estados brasileiros. Flavio Maluf comenta que, embora em alguns lugares como Bahia, Rio Grande do Sul, Goiás e Ceará, tenha ocorrido decréscimo na criação de novas empresas, em estados como São Paulo, que é o líder no aumento do número de nascimentos de novos negócios, o crescimento foi bastante significativo para o mês de janeiro quando comparado com o mesmo período de 2015.

De acordo com a Serasa Experian, foram registrados 166.613 novos negócios no Brasil em Janeiro, o que tornou 2016 o ano que apresentou o maior aumento no registro de novos empreendimentos em seu primeiro mês desde 2010. Flavio Maluf destaca que isso aconteceu porque das 27 unidades federativas 18 apresentaram aumento na criação de novas empresas. Ou seja, em janeiro, 66,6% dos estados brasileiro apresentaram números melhores que os de 2015 em relação à criação de novos negócios.

Flavio Maluf ressalta que as melhores estatísticas estão concentradas na região Sudeste do país, já que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, são os estados que tiveram os maiores números. Dos 166.613 novos empreendimentos, número que corresponde a um aumento de 10,5% em relação a janeiro de 2015, período em que foram criadas 150.958 novas empresas, São Paulo foi responsável pela maior alta, com 45.550 negócios abertos em janeiro deste ano, um aumento de 15,5% em comparação com o mesmo mês de 2015. Na sequência aparece Minas Gerais com o segundo maior acréscimo, sendo que foram abertos 19.469 negócios no estado em janeiro de 2016, contra 17.618 no mês correspondente do ano anterior, um aumento geral de 10,5%. Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro, onde surgiram 19.044 organizações no primeiro mês deste ano, uma alta de 31,9% em relação a janeiro de 2015, quando foram abertas 14.441 novas empresas.

De acordo com a empresa que fez a pesquisa, todos esses números foram impulsionados pelo crescimento do número de microempreendedores individuais (MEIs). Isso porque foram abertas 137.301 MEIs em janeiro de 2016, o que representou 82,40% do total de novos negócios criados no país no período. Para comparar, no primeiro mês do ano anterior foram criadas 119.555 MEIs, totalizando 79,4% de empreendimentos abertos no Brasil. Flavio Maluf comenta que os próprios economistas da Serasa Experian reconhecem que o aumento desses números acontece principalmente pelo crescimento do desemprego, já que este faz com que as pessoas procurem alternativas, como a criação de um negócio, para sobreviverem à crise econômica.

Fonte: G1