Marcas poderão se beneficiar com mudança no Snapchat, por Flavio Maluf

A forma como as empresas promovem suas marcas pode ter encontrado um precedente favorável no Snapchat. Isto pelo fato do aplicativo ter modificado sua área de busca, suscitando maior divulgação de anúncios e outros formatos de estratégia mercadológica. A mudança no design foi apresentada aos usuários no dia 12 de janeiro e, embora recaia mais para o aspecto estético da rede social, organizações poderão se valer disso para reforçarem os laços com o consumidor por meio da web, noticia o empresário Flavio Maluf, líder da Eucatex.

Inicialmente as alterações puderam ser percebidas apenas nos aparelhos que utilizam a tecnologia Google Android, no entanto, os responsáveis pelo Snapchat anunciaram que brevemente as tornarão disponíveis também para outros tipos de plataformas. Para Jason Stein, CEO da empresa Laundry Service, houve inspiração de outros aplicativos, sobretudo asiáticos, quando se pensou em elaborar uma nova maneira de alterar a página de busca. Segundo ele, o WeChat, oriundo da China e o Line , que surgiu no Japão, foram as bases para as novas atualizações.

Stein acredita que muitos outros aspectos podem ser modificados e que s otimização do mecanismo de busca é apenas o início de uma série de transformações que o Snapchat virá a apresentar. Ele defende a ideia de que, uma vez copiado o estilo da plataforma, também haverá a intenção de se espelhar quanto ao modelo de gestão adotado, tendendo a seguir os mesmos rumos das empresas que administram os aplicativos asiáticos. Flavio Maluf destaca que o executivo disse ter percebido que a rede social repensou o modo apresenta os conteúdos.

O representante da Laundry Service vislumbra um futuro promissor para as marcas que decidirem utilizar o Snapchat, pois com as buscas facilitadas, as empresas poderão pagar para que tenham maior visibilidade perante os usuários. Stein comentou acerca da ascensão que os asiáticos tiveram, já que conseguiram alcançar um público antes inesperado. Flavio Maluf aponta que Simon Lae, responsável pela agência Possible, citou que as mudanças aprimoram a experiência de quem utiliza o aplicativo, facilitando as formas de acesso e menciona as dificuldades encontradas antes da implantação de algumas ferramentas.

O Snapchat tem agregado paulatinamente, desde 2015, algumas marcas que esboçam o desejo de entrada no aplicativo, como Cosmopolitan, Buzz e Vice, para que atuassem na plataforma de criação de mídia, conhecida por Discover. Outro mecanismo chamado de Snapcode, permite aos usuários o escaneamento de anúncios e outros tipos de material publicitário fornecidos por diversas empresas. Dessa forma, potenciais clientes teriam maiores possibilidades no que se refere à busca de produtos e serviços de seu interesse, constituindo uma espécie de ponte entre as organizações e os consumidores, reporta Flavio Maluf.

O Instagram, por sua vez, desenvolveu o Stories, bastante semelhante ao concorrente, sobretudo em relação à ferramenta de vídeo. O diferencial perante a concorrência ocorre na maior facilidade que empresas encontram quanto à promoção de suas marcas, através da inserção de dados em grande volume. O Snapchat estuda realizar a abertura de seu capital, o que promete aumentar o fluxo de atividades comerciais, demandando maiores investimentos de empresas interessadas, sinaliza Flavio Maluf.

 

Medidas para finalmente abrir o seu negócio; Flavio Maluf reporta

Um novo ciclo se inicia. O ano começou e diversos futuros empreendedores se movimentam estrategicamente em busca de um lugar ao sol no mercado. No entanto, é comum que a maioria deles não saiba exatamente por onde começar ou tenha receio de tomar alguma atitude equivocada no início da empreitada. Diante disso, o empresário brasileiro Flavio Maluf, atento a tudo o que acontece neste segmento, reporta matéria publicada pelo Portal Exame, apontando quais devem sem os primeiros passos para que o seu negócio saia do papel em 2017.

De acordo com especialistas em mercado econômico, o setor tende a crescer em 2017 no Brasil, depois de um ano muito complicado como o de 2016. Ainda que o crescimento seja gradativo, conforme cita a reportagem abordada por Flavio Maluf, ele terá sido considerável ao final do ano, apostam os econômicos.

Logo, a época se mostra propícia para que novos empreendedores mergulhem a fundo no mercado e que apegados à ideias inovadoras e conceitos cada vez mais modernos, se consolidem nos mais diversos nichos de mercado.

Flavio Maluf república abaixo quais são os sete principais passos que você deve realizar neste novo ano, caso esteja pensando em colocar o seu empreendimento em funcionamento.

Os sete passos:

  • Pesquisa de mercado

O primeiro passo é conceber a ideia de seu negócio, evidentemente. Após isso, especialistas alertam que é preciso atestar que esta ideia está de acordo com a realidade e a atualidade da sociedade. Pesquisar é tarefa obrigatória.

  • Monte o seu plano

Após constatar que a sua ideia tem potencial, é hora de montar o seu plano de negócio – desde as etapas mais simples até conceitos mais complexos. Atividade principal, público alvo, potenciais clientes, fontes de receitas, planilha de custos. Você deve ponderar todos estes fatores.

  • Ponto comercial

O empresário Flavio Maluf ainda recorda que, conforme o material da Exame, o ideal é que o empreendedor aproveite períodos de baixa no mercado imobiliário para locar um ponto comercial, uma vez que as condições tendem a ser mais favoráveis. Isto refletirá numa redução considerável de seu investimento inicial.

  • Capacite-se

Gestão e mentalidade empreendedora são dois conceitos que estão em voga na atualidade. É imprescindível que o empreendedor se adeque ao cada vez mais exigente mercado e que se prepare de maneira sólida para encarar os desafios que estão por vir.

  • Recorra à um mentor

Outra figura que vem ganhando muita relevância no segmento empreendedor é o chamado mentor. Esta pessoa será responsável por guia-lo no início do seu negócio, apontando os caminhos, firmando parcerias e até realizando aportes financeiros, quando necessário.

  • Calendário

Organização é a alma de todo e qualquer negócio. Logo, é fundamental que você crie um mapa de atividades, sinalize os prazos e aponte quais sãos as metas e objetivos a serem cumpridos durante determinado período.

  • Presença digital

Por fim, Flavio Maluf recorda que a presença digital é a menina dos olhos do empreendimento moderno. A presença de sua marca na internet é um conceito absolutamente obrigatório para que o negócio prospere.

 

O perfil profissional de Flavio Maluf

Flavio Maluf é um empresário brasileiro que trabalha no Grupo Eucatex, atualmente na posição de presidente da empresa. Antes de assumir o posto, ele passou por diversas áreas da instituição, desde 1987. No início da carreira, formou-se em Engenharia Mecânica, na FAAP, Fundação Álvares Penteado, em São Paulo. Também morou em Nova Iorque, onde estudou Administração.

Ao longo da carreira, concluiu cursos de extensão e especialização: Contabilidade para não Contadores pela Peat Marwick, Management People pelo Citibank, Administração Rural pela FGV e participação no Seminário de Comércio Exterior da FGV.

Em entrevista ao site Emobile, Flavio Maluf relatou que se tornou presidente da Eucatex por convicção, já que não atuaria em uma instituição se não gostasse de sua profissão. Também menciona que dificilmente um executivo permanece no cargo se não conhecer ou gostar do que faz.

No Grupo Eucatex, atuou na área de trade, permanecendo no setor até o ano de 1996. Logo em seguida, foi convidado para o quadro de executivos, colaborando para bons resultados da empresa. Finalmente, em 1997, assumiu o posto de presidente, onde permanece até hoje. Em sua gestão, Flavio Maluf modernizou a empresa, além de trabalhar como um executivo presente.

O Grupo Eucatex tem uma longa história que se inicia em 1951. Com a produção de chapas e painéis, a instituição foi pioneira na utilização de eucalipto como matéria-prima. Com a primeira fábrica inaugurada em 1954, houve a produção de forros acústicos e chapas com outros materiais, como fibras de madeira e elementos isolantes. Com a rápida evolução do negócio, atualmente o empreendimento tem como clientes indústrias de construção civil e fabricantes de móveis. Em 2010, com a atuação de Flavio Maluf, uma nova fábrica foi inaugurada em Salto. Há ainda outra unidade, em Botucatu. No setor de construção civil, é fabricante de pisos laminados, portas, tintas e divisórias.

Ele ressaltou que a economia de escala deve ser eficiente, com sinergia entre os produtos. O fabricante deve ter em seu catálogo os produtos que o consumidor tem interesse em comprar, sempre com atenção às tendências do segmento. Com 25 anos de atuação, o empresário analisa que um dos avanços do setor é a produção de itens com desenhos diferenciados e brilho, para isso são feitos investimentos em novos produtos.

Flavio Maluf executivo participa de eventos beneficentes com a finalidade de ajudar a comunidade, como na colaboração com a antiga casa de Saúde Santa Emília, hoje conhecida como Hospital e Maternidade Ídio Carli.

Flavio Maluf explica o aumento do número de novas empresas no Brasil, segundo dados de janeiro

Os momentos de instabilidade econômica como os que o Brasil atravessa atualmente são bastante prejudiciais aos empreendedores, já que muitos não têm como manter o seu negócio e acabam tendo que demitir uma grande quantidade de funcionários ou até mesmo fechar as portas de suas empresas. E isso atinge desde os pequenos negócios até grandes companhias, que por não terem como manter suas atividades em grande escala, já que o consumo sofre uma grande queda, são obrigadas a reduzir a produção e dispensar muitos empregados.

Entretanto, como reporta o empresário brasileiro Flavio Maluf, o aumento de pessoas desempregadas faz com que cresça o número de novos empreendimentos, já que essas pessoas enxergam no investimento em um negócio próprio uma alternativa para não ficarem desocupadas e sem terem nenhum tipo de ganho. Isso fica comprovado com os dados da pesquisa regional do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, que mostrou que no mês de janeiro deste ano houve crescimento do número de novos empreendimentos em 18 estados brasileiros. Flavio Maluf comenta que, embora em alguns lugares como Bahia, Rio Grande do Sul, Goiás e Ceará, tenha ocorrido decréscimo na criação de novas empresas, em estados como São Paulo, que é o líder no aumento do número de nascimentos de novos negócios, o crescimento foi bastante significativo para o mês de janeiro quando comparado com o mesmo período de 2015.

De acordo com a Serasa Experian, foram registrados 166.613 novos negócios no Brasil em Janeiro, o que tornou 2016 o ano que apresentou o maior aumento no registro de novos empreendimentos em seu primeiro mês desde 2010. Flavio Maluf destaca que isso aconteceu porque das 27 unidades federativas 18 apresentaram aumento na criação de novas empresas. Ou seja, em janeiro, 66,6% dos estados brasileiro apresentaram números melhores que os de 2015 em relação à criação de novos negócios.

Flavio Maluf ressalta que as melhores estatísticas estão concentradas na região Sudeste do país, já que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, são os estados que tiveram os maiores números. Dos 166.613 novos empreendimentos, número que corresponde a um aumento de 10,5% em relação a janeiro de 2015, período em que foram criadas 150.958 novas empresas, São Paulo foi responsável pela maior alta, com 45.550 negócios abertos em janeiro deste ano, um aumento de 15,5% em comparação com o mesmo mês de 2015. Na sequência aparece Minas Gerais com o segundo maior acréscimo, sendo que foram abertos 19.469 negócios no estado em janeiro de 2016, contra 17.618 no mês correspondente do ano anterior, um aumento geral de 10,5%. Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro, onde surgiram 19.044 organizações no primeiro mês deste ano, uma alta de 31,9% em relação a janeiro de 2015, quando foram abertas 14.441 novas empresas.

De acordo com a empresa que fez a pesquisa, todos esses números foram impulsionados pelo crescimento do número de microempreendedores individuais (MEIs). Isso porque foram abertas 137.301 MEIs em janeiro de 2016, o que representou 82,40% do total de novos negócios criados no país no período. Para comparar, no primeiro mês do ano anterior foram criadas 119.555 MEIs, totalizando 79,4% de empreendimentos abertos no Brasil. Flavio Maluf comenta que os próprios economistas da Serasa Experian reconhecem que o aumento desses números acontece principalmente pelo crescimento do desemprego, já que este faz com que as pessoas procurem alternativas, como a criação de um negócio, para sobreviverem à crise econômica.

Fonte: G1

Como o coworking pode ser relevante para pequenos empreendimentos, por Flavio Maluf

Montar um negócio é sempre uma tarefa complexa, principalmente em momentos de instabilidade econômica. Isso porque começar um empreendimento exige muita pesquisa e cautela no momento de decidir o setor em que a empresa atuará, de que maneira se desenvolverão as suas atividades e qual o tamanho do investimento a ser feito. Nesse sentido, como comenta o empresário brasileiro Flavio Maluf, uma das principais dificuldades para aquelas pessoas que querem abandonar o home office ou começar do zero um negócio formal é o alto investimento na compra ou no aluguel do espaço a ser utilizado.

Contudo, o coworking tem se mostrado uma excelente alternativa para aqueles que querem começar seu empreendimento sem terem que gastar muito com as instalações. Utilizando esse modelo de aluguel de espaços compartilhados para trabalhar é possível ter toda a estrutura de um escritório, um auditório ou uma sala de reuniões de maneira mais barata. Utilizando um espaço compartilhado com diversos profissionais e outras empresas, inclusive de setores distintos, um pequeno empreendedor pode obter retornos de seu investimento de maneira bem mais rápida do que se tivesse que gastar muito dinheiro inicialmente com a montagem de um lugar para trabalhar, comenta Flavio Maluf.

O empresário lembra que os gastos feitos com as instalações podem fazer com que o negócio não apresente lucros no curto prazo, já que é necessário que o empreendedor pague primeiro os valores referentes ao lugar que utiliza. Dessa maneira, muitas pequenas empresas não obtêm sucesso por já começarem com dívidas, o que leva o pequeno empresário a desistir rapidamente por não ter o retorno desejado.
Entretanto, Flavio Maluf reporta que os espaços coworking, que já estão presentes na maioria das grandes cidades brasileiras e têm apresentado um rápido crescimento nos últimos anos, possibilitam que qualquer empreendimento seja iniciado tendo um lugar para o desenvolvimento de suas atividades com toda a estrutura necessária. E isso vai desde as instalações físicas, que são montadas pela empresa dona do coworking, até a colaboração de profissionais essenciais, como, por exemplo, secretárias e entregadores, destaca Flavio Maluf. Isso porque nesses espaços, esses profissionais são compartilhados com todas as empresas que estão dividindo o local, o que evita que cada uma tenha que pagar para contar com esses serviços, reduzindo consideravelmente diversos gastos, tanto com pessoal como com acessórios fundamentais, como a mobília e as ferramentas necessárias para o desenvolvimento das atividades de cada empresa. Outro fator vantajoso dos coworkings é a manutenção do espaço, já que as empresas não têm que se preocupar com isso, pois tudo fica por conta de quem administra o lugar.

Flavio Maluf também ressalta que o fato de diversos profissionais e empresas dividirem o mesmo local favorece a geração de oportunidades e o aprendizado. Assim, empresas que compartilham um coworking podem trocar experiências e aumentarem suas chances de novos negócios, já que o desenvolvimento compartilhado de suas atividades pode fazer surgir grandes ideias e até mesmo parcerias, expandindo a atuação das organizações. Para concluir, Flavio Maluf comenta que todos esses fatores supracitados podem ser determinantes para que um pequeno empreendimento consiga se firmar no mercado e permanecer forte mesmo em tempos de crise, quando muitos negócios acabam fracassando. Destarte, a utilização de um espaço coworking pode ser, de fato, um fator extremamente relevante para que um pequeno empreendedor obtenha sucesso e o retorno esperado sem ter que fazer investimentos arriscados.

Fonte: G1

O significado e a simbologia das marcas, por Flavio Maluf

Nós, seres humanos, somos excessivamente focados em simbologia. Cada pequena conquista, desde o início do que conhecemos por civilização, foi pautada pela crença em algo superior, somada ao fato de nos apegarmos a “amuletos”, que podem ser qualquer coisa. Inicialmente, eram objetos; porém, com o desenvolvimento da linguagem e da escrita, passamos a apegarmo-nos às palavras. Quando, então, se registra uma empresa, tendemos a utilizar um nome que, além de defini-la, nos traga confiança e boas energias – comenta Flavio Maluf, empresário brasileiro. O que é natural, pois, fundando uma empresa, estaremos centrando todas as nossas energias para o sucesso da empreitada.

Assim, várias marcas conhecidas no mundo utilizaram-se desse meio para nomear suas “criações”. A Apple, gigante do ramo da tecnologia, foi assim nomeada por Steve Jobs porque ele, durante a juventude, trabalhou em uma plantação de maçãs e adotou uma dieta baseada somente em frutas – a simbologia da fruta, aliada ao fato da lendária história da maçã e Newton serviram de inspiração. Outra forma bastante usual de nomear uma marca (quando inicia como algo pequeno, familiar) é se utilizando do nome ou sobrenome. A Adidas, do ramo de esportes, é a junção das iniciais do nome (Adi) e do sobrenome (Dassler) do seu fundador – conferindo, assim, um toque pessoal à marca, que é conhecida no mundo todo hoje.

Desta forma, opina Flavio Maluf, muitos empresários procuram deixar um “legado” para seus descendentes e, por que não, para o mundo inteiro. Além das comentadas acima, podemos citar a empresa de bonecas “Barbie” (que surgiu quando Ruth Handler vislumbrou sua filha Barbara brincando) e até mesmo o McDonald’s (que, aliás, leva o sobrenome de seus fundadores, os irmãos Richard e Maurice). Igualmente usual é a utilização da localização para que se nomeie a empresa –por vezes, pode ser mais conhecida que o próprio local. A Marlboro, empresa de cigarros, leva o nome da rua onde foi sua primeira fábrica. Essa “estratégia” pode criar uma sensação de pertencimento, caso seja sediada em uma comunidade/cidade pequena – sensação que se acentua se a economia da cidade girar em torno da empresa, com a criação de empregos e movimentação da economia local, ressalta Flavio Maluf.

A fundação de uma empresa, criando uma marca, é então, na sociedade de hoje, também uma forma de deixar um legado – uma “marca individual” – no mundo. Para Flavio Maluf, sempre há algo de pessoal em uma empresa; por maior que ela possa ser, haverá alguma coisa de seu fundador – que, afinal, é quem dá a personalidade (e aqui não está se falando da jurídica) à sua “criação”. Sendo assim, a importância do significado do nome e a sua simbologia são essenciais até para que os futuros administradores saibam qual a razão de ser da marca que estarão gerindo – é o que ressalta Flavio Maluf. O nome de uma marca, enfim, pode definir uma empresa – e num mundo cheio de simbologia como o nosso, não há quem não se atente – mesmo que de forma inconsciente – à detalhes como esse.

Fonte: Exame

Flavio Maluf fala sobre a avaliação da Moody’s referente a fusão da Bovespa com a Cetip

Segundo um relatório divulgado pela agência de classificação de risco Moody’s, o acordo de difusão entre a Cetip e a BM&FBovespa, anunciado recentemente, apresentará como consequência a valorização da nota de crédito desta última empresa, a qual opera a bolsa brasileira, informa Flavio Maluf. O anúncio da fusão da BM&FBovespa com a Cetip já era esperado pelo mercado e foi divulgado ao público pelos presidentes dos Conselhos de Administração da BM&FBovespa, Pedro Parente, e da Cetip, Edgar da Silva Ramos no início de abril. Ao informar sobre a fusão em comunicado oficial, ambas as empresas informaram que os seus Conselhos Administrativos já haviam aprovado as bases financeiras dessa operação e que restava apenas uma aprovação formal por parte das assembleias de seus acionistas.

A Cetip é uma empresa que funciona através de capital aberto como uma espécie de “integradora” do mercado financeiro, oferecendo serviços de registro, negociação e liquidação de títulos e ativos e também uma central depositária, informa o empresário brasileiro Flavio Maluf. Para conseguir caixa para a compra das ações da Cetip, a BM&FBovespa vendeu a participação que possuia do CME Group Inc, detentor da bolsa mercantil de Chicago, nos Estados Unidos, noticia Flavio Maluf. Segundo a agência Moody’s, a aquisição da Cetip aumentará a influência da BM&FBovespa em sua posição de única operadora do mercado financeiro no país, em um período no qual o cenário presencia uma queda em seu volume de negócios e uma recessão que pode vir a se tornar profunda, dependendo dos resultados obtidos nos próximos anos.

O acordo firmado entre ambas as empresas determina que cada ação da Cetip receberá o pagamento de 0,8991 por ação ordinária da operadora da bolsa de São Paulo, mais o valor de R$ 30,75. No último dia 8 de abril, informa o empresário Flavio Maluf, os papéis da BM&FBovespa fecharam em alta, cotados acima dos R$ 15,00, o que demonstra o otimismo do mercado em relação a fusão. As negociações entre a Cetip e a BM&FBovespa começaram no final do ano passado. Em sua proposta inicial, feita em novembro, estava previsto o valor de R$ 39,00 por ação. Na proposta seguinte, realizada em fevereiro, os preços estavam ligeiramente maiores, em torno dos R$ 41,00 por ação. No acordo final, ficou estipulado que os acionistas de Cetip serão os titulares de 11,8% do capital social da BM&FBovespa.

Ainda no anúncio oficial divulgado, por ambas as empresas, noticia Flavio Maluf, as companhias afirmaram que essa fusão terá o poder de representar um marco sem precedentes na história recente para os mercados financeiro e de capitais do Brasil. A razão para isso, é de que a partir dela será formada uma empresa de infraestrutura de mercado a nível mundial, a qual terá uma grande importância sistêmica e estará preparada para competir no mercado global, mesmo que este esteja se tornando cada vez mais sofisticado e competitivo, graças ao aumento no nível de segurança e a crescente eficiência do mercado no Brasil.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/04/fusao-com-cetip-favorece-nota-da-bmfbovespa-diz-moodys.html

Flavio Maluf noticia a aquisição da Shoestock pelo Grupo Netshoes

Uma das maiores marcas nacionais de e-commerce, a Netshoes anunciou recentemente, no final do mês de fevereiro, a aquisição da marca Shoestock, conhecida por produzir sapatos e acessórios femininos, noticia o empresário brasileiro Flavio Maluf. Primeira compra feita pelo grupo Netshoes, essa aquisição da Shoestock ocorreu através do site Zattini, um dos principais do grupo, que apesar de lançado recentemente, já possui certo destaque e renome entre os sites do seu segmento.

A Shoestock, criada em 1986, se viu diretamente afetada pela crise econômica do país, que gerou grandes quedas no consumo de seus produtos, o que acabou fazendo com que as lojas da marca fossem sendo progressivamente fechadas e o site da empresa desativado. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre os valores da transação. Com a compra, a Netshoes passou a ser a única detentora sobre os direitos da marca Shoestock e deve retomar a produção e venda dos acessórios e calçados da marca ainda esse ano, possivelmente no segundo semestre. As fábricas e lojas próprias da Shoestock também estavam inclusas na negociação, portanto, elas podem ser reaproveitadas e reabertas, caso esse seja o objetivo do Grupo Netshoes, informa Flavio Maluf.

Ao contrário do que muitos imaginam, a Netshoes começou como uma rede de lojas físicas e chegou a ter sete unidades em São Paulo. Contudo, em 2007, as lojas apresentavam um número de vendas reduzido e um dos donos da marca, o empresário paulistano Marcio Kumruain, decidiu apostar exclusivamente no e-commerce ao perceber que essa era uma das principais tendências de comércio em países da Europa e nos Estados Unidos. Segundo Marcio Kumruain, uma das razões que o atraíram para o e-commerce em um período onde pouco se falava sobre o assunto no Brasil, foi o fato de que manter um site no ar não exigia o volume elevado de investimentos das lojas físicas, informa o empresário Flavio Maluf.

Atualmente, quase dez anos após o fechamento das lojas físicas e da decisão em manter o foco exclusivamente no comércio eletrônico, o Grupo Netshoes se tornou uma das maiores lojas online do mundo em artigos e produtos esportivos. De acordo com as estatísticas, o site recebe mais de 50 milhões de visitantes únicos ao mês. Em 2014, a receita líquida do grupo ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, estabelecendo de vez a marca entre as maiores do país. A Internet Retailer, importante empresa norte-americana que estuda esse setor, afirmou recentemente que o Grupo Netshoes já está na sétima posição entre as maiores lojas de e-commerce da América Latina, noticia Flavio Maluf.

Quando perguntado sobre como o Grupo Netshoes tem conseguido driblar a crise e permanecer crescendo, Marcio Kumruain afirma que a principal estratégia da marca é tentar não repassar os efeitos da crise e da inflação nos preços de seus produtos. Além disso, a Netshoes está sempre buscando inovar para atrair a atenção dos consumidores, um exemplo disso, é o fato da marca ter firmado parcerias com as principais empresas de telefonia do país para que os usuários possam acessar o site da Netshoes sem gastarem o seu plano de dados, informa Flavio Maluf.

Fonte: Folha

Flavio Maluf explica fusão entre a GVT e a Vivo

O conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou recentemente, no final de fevereiro, a aprovação da compra da GVT pelo Grupo Telefônica, responsável pela Vivo. Apesar da negociação ter sido fechada em meados de setembro, o processo ainda precisava ser aprovado por determinadas entidades regulatórias, sendo a Anatel uma delas, informa o empresário Flavio Maluf.

Um dos conselheiros relatores da Anatel, Igor Vilas Boas de Freitas, determinou a anuência prévia em relação ao controle integral da GVT pelo Grupo Telefônica, contudo, foram estabelecidas algumas condições. A principal delas é de que a Vivo deve manter, por um período mínimo de 18 meses, todos os contratos firmados com os antigos assinantes da GVT. Além disso, entre as condições estabelecidas, uma delas é de grande interesse para os clientes que moram em regiões que ainda não são cobertas por nenhuma das duas empresas: a Vivo precisará elaborar um plano de expansão dos serviços oferecidos pela operadora, que envolva no mínimo 10 novas localidades, para posteriormente apresentá-lo para a para a Anatel. Todavia, esses municípios não podem fazer parte do estado de São Paulo, pelo fato da Vivo ter assumido as operações estatais de comunicações que cobrem toda a região, comenta Flavio Maluf.

Segundo um comunicado divulgado pelo Grupo Telefônica, informa o empresário Flavio Maluf, a empresa reafirma o que foi estabelecido pela Anatel, confirmando que os clientes da GVT não precisam se preocupar pois não haverão alterações em seus produtos e serviços. De acordo com a empresa, apenas o nome será modificado a partir do dia 15 de abril, mas todos os preços e condições contratadas permanecem iguais. Em setembro do ano passado, o Grupo Telefônica já havia submetido à análise da Anatel um plano de restruturação societária da empresa. O principal objetivo dessa restruturação é unificar todos os serviços de telecomunicações oferecidos pela empresa e, consequentemente, simplificar a sua infraestrutura organizacional, através de uma integração completa dos negócios da GVT.

O Grupo Telefônica, que em 2011 adquiriu a Vivo, está se tornando um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, noticia Flavio Maluf. Presente em 21 países e com cerca de 125 mil empregados pelo mundo, o grupo registrou uma receita de 47,2 bilhões de euros no ano de 2015. No Brasil, a Telefônica já é a maior empresa de telecomunicações, com nada menos de que 96,8 milhões de clientes, sendo que desses, cerca de 73,3 milhões são assinantes de operação móvel, segmento no qual a empresa detém o maior market share do país. Os outros 23,6 milhões de clientes da empresa no país são assinantes de operação fixa, que no momento funciona apenas no estado de São Paulo. Atuando no Brasil desde 1998, o país representa a maior operação mundial do Grupo em número total de clientes.

De acordo com dados do final do ano de 2015, o Grupo Telefônica fornece acesso à rede 3G em mais de 3,5 mil cidades, ultrapassando em quase 50% a quantidade de cidades cobertas pelo empresa que ocupa atualmente a segunda posição nesse setor. Além disso, noticia Flavio Maluf, a empresa já proporciona acesso à rede 4G para cerca de 190 municípios.

Fonte: Valor

Flavio Maluf: como saber se seu negócio vale a pena

Ter o próprio negócio é o sonho da maioria das pessoas. Contudo, muita gente acaba esbarrando na falta de conhecimento sobre empreendedorismo. Isso porque para quem tem muita noção sobre esse tema e experiência para identificar boas oportunidades, as coisas acontecem de maneira mais simples, mas para aqueles que estão dando seus primeiros passos, essa pode ser uma tarefa complicada, já que requer muito empenho e preparo para lidar com o fracasso. Dessa maneira, Flavio Maluf comenta abaixo uma matéria da Exame sobre o que fazer para identificar se sua ideia de negócio é consistente o bastante para alcançar o sucesso que você espera.

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Flavio Maluf começa destacando que, como diz a matéria, identificar uma oportunidade é apenas o primeiro passo, pois apenas ter uma ideia não significa muita coisa. Outro fator interessante a se destacar é a questão da empolgação, pois muitos empreendedores iniciantes acabam se deixando levar pela emoção e o otimismo e não enxergam o que realmente precisa ser feito, o que lhes faz atropelar etapas e escolher caminhos errados, levando-os ao fracasso.

Isso acontece principalmente pelo fato de muitas pessoas acharem que vislumbrar uma nova alternativa é algo convicto, que efetivamente lhes trará resultado, quando, na verdade, isso só pode ser identificado quanto o negócio estiver ativo, pois independentemente do segmento, ele sempre estará sujeito a alguns riscos. Flavio Maluf ressalta que a matéria cita que após a identificação da oportunidade não se deve logo partir para a montagem do negócio, mas sim estudar amplamente todos os detalhes referentes ao setor em questão, pois isso dará a exata noção do que será necessário para desenvolver as atividades e obter sucesso. Para que isso seja feito de forma correta, Flavio Maluf destaca uma série de perguntas citadas na matéria com o intuito de conhecer todos os aspectos referentes ao negócio e ao mercado em que ele está inserido. As principais delas são:

Qual será o seu público?

Esse público necessita do seu serviço ou produto?

Quais os motivos que levarão esse público a comprar na sua empresa?

O seu produto ou serviço tem potencial para ser visto como algo diferenciado?

Quais os riscos que você correrá e quem são seus concorrentes?

Sua empresa terá consistência para permanecer forte no mercado?

Você se sentirá totalmente à vontade estando desenvolvendo essa atividade?

São inúmeros os fatores a serem pesquisados e analisados, mas depois disso, as atitudes devem ganhar atenção especial. Flavio Maluf comenta que a matéria lembra que, além de ficar muito atrelado ao projeto inicial e não flexioná-lo, outro erro bastante comum cometido pelo jovem empresário é a ocultação de sua ideal com receio de que alguém acabe a colocando em prática antes, quando, na verdade, ele deve deixá-la o mais evidente possível, pois isso lhe permitirá conhecer melhor o mercado e saber importantes métricas. Após toda essa análise e um planejamento bem feito, é essencial colocar a ideia em prática da maneira correta, já que isso será determinante para o seu sucesso ou fracasso.

Fonte: Exame