Como o coworking pode ser relevante para pequenos empreendimentos, por Flavio Maluf

Montar um negócio é sempre uma tarefa complexa, principalmente em momentos de instabilidade econômica. Isso porque começar um empreendimento exige muita pesquisa e cautela no momento de decidir o setor em que a empresa atuará, de que maneira se desenvolverão as suas atividades e qual o tamanho do investimento a ser feito. Nesse sentido, como comenta o empresário brasileiro Flavio Maluf, uma das principais dificuldades para aquelas pessoas que querem abandonar o home office ou começar do zero um negócio formal é o alto investimento na compra ou no aluguel do espaço a ser utilizado.

Contudo, o coworking tem se mostrado uma excelente alternativa para aqueles que querem começar seu empreendimento sem terem que gastar muito com as instalações. Utilizando esse modelo de aluguel de espaços compartilhados para trabalhar é possível ter toda a estrutura de um escritório, um auditório ou uma sala de reuniões de maneira mais barata. Utilizando um espaço compartilhado com diversos profissionais e outras empresas, inclusive de setores distintos, um pequeno empreendedor pode obter retornos de seu investimento de maneira bem mais rápida do que se tivesse que gastar muito dinheiro inicialmente com a montagem de um lugar para trabalhar, comenta Flavio Maluf.

O empresário lembra que os gastos feitos com as instalações podem fazer com que o negócio não apresente lucros no curto prazo, já que é necessário que o empreendedor pague primeiro os valores referentes ao lugar que utiliza. Dessa maneira, muitas pequenas empresas não obtêm sucesso por já começarem com dívidas, o que leva o pequeno empresário a desistir rapidamente por não ter o retorno desejado.
Entretanto, Flavio Maluf reporta que os espaços coworking, que já estão presentes na maioria das grandes cidades brasileiras e têm apresentado um rápido crescimento nos últimos anos, possibilitam que qualquer empreendimento seja iniciado tendo um lugar para o desenvolvimento de suas atividades com toda a estrutura necessária. E isso vai desde as instalações físicas, que são montadas pela empresa dona do coworking, até a colaboração de profissionais essenciais, como, por exemplo, secretárias e entregadores, destaca Flavio Maluf. Isso porque nesses espaços, esses profissionais são compartilhados com todas as empresas que estão dividindo o local, o que evita que cada uma tenha que pagar para contar com esses serviços, reduzindo consideravelmente diversos gastos, tanto com pessoal como com acessórios fundamentais, como a mobília e as ferramentas necessárias para o desenvolvimento das atividades de cada empresa. Outro fator vantajoso dos coworkings é a manutenção do espaço, já que as empresas não têm que se preocupar com isso, pois tudo fica por conta de quem administra o lugar.

Flavio Maluf também ressalta que o fato de diversos profissionais e empresas dividirem o mesmo local favorece a geração de oportunidades e o aprendizado. Assim, empresas que compartilham um coworking podem trocar experiências e aumentarem suas chances de novos negócios, já que o desenvolvimento compartilhado de suas atividades pode fazer surgir grandes ideias e até mesmo parcerias, expandindo a atuação das organizações. Para concluir, Flavio Maluf comenta que todos esses fatores supracitados podem ser determinantes para que um pequeno empreendimento consiga se firmar no mercado e permanecer forte mesmo em tempos de crise, quando muitos negócios acabam fracassando. Destarte, a utilização de um espaço coworking pode ser, de fato, um fator extremamente relevante para que um pequeno empreendedor obtenha sucesso e o retorno esperado sem ter que fazer investimentos arriscados.

Fonte: G1

O significado e a simbologia das marcas, por Flavio Maluf

Nós, seres humanos, somos excessivamente focados em simbologia. Cada pequena conquista, desde o início do que conhecemos por civilização, foi pautada pela crença em algo superior, somada ao fato de nos apegarmos a “amuletos”, que podem ser qualquer coisa. Inicialmente, eram objetos; porém, com o desenvolvimento da linguagem e da escrita, passamos a apegarmo-nos às palavras. Quando, então, se registra uma empresa, tendemos a utilizar um nome que, além de defini-la, nos traga confiança e boas energias – comenta Flavio Maluf, empresário brasileiro. O que é natural, pois, fundando uma empresa, estaremos centrando todas as nossas energias para o sucesso da empreitada.

Assim, várias marcas conhecidas no mundo utilizaram-se desse meio para nomear suas “criações”. A Apple, gigante do ramo da tecnologia, foi assim nomeada por Steve Jobs porque ele, durante a juventude, trabalhou em uma plantação de maçãs e adotou uma dieta baseada somente em frutas – a simbologia da fruta, aliada ao fato da lendária história da maçã e Newton serviram de inspiração. Outra forma bastante usual de nomear uma marca (quando inicia como algo pequeno, familiar) é se utilizando do nome ou sobrenome. A Adidas, do ramo de esportes, é a junção das iniciais do nome (Adi) e do sobrenome (Dassler) do seu fundador – conferindo, assim, um toque pessoal à marca, que é conhecida no mundo todo hoje.

Desta forma, opina Flavio Maluf, muitos empresários procuram deixar um “legado” para seus descendentes e, por que não, para o mundo inteiro. Além das comentadas acima, podemos citar a empresa de bonecas “Barbie” (que surgiu quando Ruth Handler vislumbrou sua filha Barbara brincando) e até mesmo o McDonald’s (que, aliás, leva o sobrenome de seus fundadores, os irmãos Richard e Maurice). Igualmente usual é a utilização da localização para que se nomeie a empresa –por vezes, pode ser mais conhecida que o próprio local. A Marlboro, empresa de cigarros, leva o nome da rua onde foi sua primeira fábrica. Essa “estratégia” pode criar uma sensação de pertencimento, caso seja sediada em uma comunidade/cidade pequena – sensação que se acentua se a economia da cidade girar em torno da empresa, com a criação de empregos e movimentação da economia local, ressalta Flavio Maluf.

A fundação de uma empresa, criando uma marca, é então, na sociedade de hoje, também uma forma de deixar um legado – uma “marca individual” – no mundo. Para Flavio Maluf, sempre há algo de pessoal em uma empresa; por maior que ela possa ser, haverá alguma coisa de seu fundador – que, afinal, é quem dá a personalidade (e aqui não está se falando da jurídica) à sua “criação”. Sendo assim, a importância do significado do nome e a sua simbologia são essenciais até para que os futuros administradores saibam qual a razão de ser da marca que estarão gerindo – é o que ressalta Flavio Maluf. O nome de uma marca, enfim, pode definir uma empresa – e num mundo cheio de simbologia como o nosso, não há quem não se atente – mesmo que de forma inconsciente – à detalhes como esse.

Fonte: Exame

Flavio Maluf fala sobre a avaliação da Moody’s referente a fusão da Bovespa com a Cetip

Segundo um relatório divulgado pela agência de classificação de risco Moody’s, o acordo de difusão entre a Cetip e a BM&FBovespa, anunciado recentemente, apresentará como consequência a valorização da nota de crédito desta última empresa, a qual opera a bolsa brasileira, informa Flavio Maluf. O anúncio da fusão da BM&FBovespa com a Cetip já era esperado pelo mercado e foi divulgado ao público pelos presidentes dos Conselhos de Administração da BM&FBovespa, Pedro Parente, e da Cetip, Edgar da Silva Ramos no início de abril. Ao informar sobre a fusão em comunicado oficial, ambas as empresas informaram que os seus Conselhos Administrativos já haviam aprovado as bases financeiras dessa operação e que restava apenas uma aprovação formal por parte das assembleias de seus acionistas.

A Cetip é uma empresa que funciona através de capital aberto como uma espécie de “integradora” do mercado financeiro, oferecendo serviços de registro, negociação e liquidação de títulos e ativos e também uma central depositária, informa o empresário brasileiro Flavio Maluf. Para conseguir caixa para a compra das ações da Cetip, a BM&FBovespa vendeu a participação que possuia do CME Group Inc, detentor da bolsa mercantil de Chicago, nos Estados Unidos, noticia Flavio Maluf. Segundo a agência Moody’s, a aquisição da Cetip aumentará a influência da BM&FBovespa em sua posição de única operadora do mercado financeiro no país, em um período no qual o cenário presencia uma queda em seu volume de negócios e uma recessão que pode vir a se tornar profunda, dependendo dos resultados obtidos nos próximos anos.

O acordo firmado entre ambas as empresas determina que cada ação da Cetip receberá o pagamento de 0,8991 por ação ordinária da operadora da bolsa de São Paulo, mais o valor de R$ 30,75. No último dia 8 de abril, informa o empresário Flavio Maluf, os papéis da BM&FBovespa fecharam em alta, cotados acima dos R$ 15,00, o que demonstra o otimismo do mercado em relação a fusão. As negociações entre a Cetip e a BM&FBovespa começaram no final do ano passado. Em sua proposta inicial, feita em novembro, estava previsto o valor de R$ 39,00 por ação. Na proposta seguinte, realizada em fevereiro, os preços estavam ligeiramente maiores, em torno dos R$ 41,00 por ação. No acordo final, ficou estipulado que os acionistas de Cetip serão os titulares de 11,8% do capital social da BM&FBovespa.

Ainda no anúncio oficial divulgado, por ambas as empresas, noticia Flavio Maluf, as companhias afirmaram que essa fusão terá o poder de representar um marco sem precedentes na história recente para os mercados financeiro e de capitais do Brasil. A razão para isso, é de que a partir dela será formada uma empresa de infraestrutura de mercado a nível mundial, a qual terá uma grande importância sistêmica e estará preparada para competir no mercado global, mesmo que este esteja se tornando cada vez mais sofisticado e competitivo, graças ao aumento no nível de segurança e a crescente eficiência do mercado no Brasil.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/04/fusao-com-cetip-favorece-nota-da-bmfbovespa-diz-moodys.html

Flavio Maluf noticia a aquisição da Shoestock pelo Grupo Netshoes

Uma das maiores marcas nacionais de e-commerce, a Netshoes anunciou recentemente, no final do mês de fevereiro, a aquisição da marca Shoestock, conhecida por produzir sapatos e acessórios femininos, noticia o empresário brasileiro Flavio Maluf. Primeira compra feita pelo grupo Netshoes, essa aquisição da Shoestock ocorreu através do site Zattini, um dos principais do grupo, que apesar de lançado recentemente, já possui certo destaque e renome entre os sites do seu segmento.

A Shoestock, criada em 1986, se viu diretamente afetada pela crise econômica do país, que gerou grandes quedas no consumo de seus produtos, o que acabou fazendo com que as lojas da marca fossem sendo progressivamente fechadas e o site da empresa desativado. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre os valores da transação. Com a compra, a Netshoes passou a ser a única detentora sobre os direitos da marca Shoestock e deve retomar a produção e venda dos acessórios e calçados da marca ainda esse ano, possivelmente no segundo semestre. As fábricas e lojas próprias da Shoestock também estavam inclusas na negociação, portanto, elas podem ser reaproveitadas e reabertas, caso esse seja o objetivo do Grupo Netshoes, informa Flavio Maluf.

Ao contrário do que muitos imaginam, a Netshoes começou como uma rede de lojas físicas e chegou a ter sete unidades em São Paulo. Contudo, em 2007, as lojas apresentavam um número de vendas reduzido e um dos donos da marca, o empresário paulistano Marcio Kumruain, decidiu apostar exclusivamente no e-commerce ao perceber que essa era uma das principais tendências de comércio em países da Europa e nos Estados Unidos. Segundo Marcio Kumruain, uma das razões que o atraíram para o e-commerce em um período onde pouco se falava sobre o assunto no Brasil, foi o fato de que manter um site no ar não exigia o volume elevado de investimentos das lojas físicas, informa o empresário Flavio Maluf.

Atualmente, quase dez anos após o fechamento das lojas físicas e da decisão em manter o foco exclusivamente no comércio eletrônico, o Grupo Netshoes se tornou uma das maiores lojas online do mundo em artigos e produtos esportivos. De acordo com as estatísticas, o site recebe mais de 50 milhões de visitantes únicos ao mês. Em 2014, a receita líquida do grupo ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, estabelecendo de vez a marca entre as maiores do país. A Internet Retailer, importante empresa norte-americana que estuda esse setor, afirmou recentemente que o Grupo Netshoes já está na sétima posição entre as maiores lojas de e-commerce da América Latina, noticia Flavio Maluf.

Quando perguntado sobre como o Grupo Netshoes tem conseguido driblar a crise e permanecer crescendo, Marcio Kumruain afirma que a principal estratégia da marca é tentar não repassar os efeitos da crise e da inflação nos preços de seus produtos. Além disso, a Netshoes está sempre buscando inovar para atrair a atenção dos consumidores, um exemplo disso, é o fato da marca ter firmado parcerias com as principais empresas de telefonia do país para que os usuários possam acessar o site da Netshoes sem gastarem o seu plano de dados, informa Flavio Maluf.

Fonte: Folha

Flavio Maluf explica fusão entre a GVT e a Vivo

O conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou recentemente, no final de fevereiro, a aprovação da compra da GVT pelo Grupo Telefônica, responsável pela Vivo. Apesar da negociação ter sido fechada em meados de setembro, o processo ainda precisava ser aprovado por determinadas entidades regulatórias, sendo a Anatel uma delas, informa o empresário Flavio Maluf.

Um dos conselheiros relatores da Anatel, Igor Vilas Boas de Freitas, determinou a anuência prévia em relação ao controle integral da GVT pelo Grupo Telefônica, contudo, foram estabelecidas algumas condições. A principal delas é de que a Vivo deve manter, por um período mínimo de 18 meses, todos os contratos firmados com os antigos assinantes da GVT. Além disso, entre as condições estabelecidas, uma delas é de grande interesse para os clientes que moram em regiões que ainda não são cobertas por nenhuma das duas empresas: a Vivo precisará elaborar um plano de expansão dos serviços oferecidos pela operadora, que envolva no mínimo 10 novas localidades, para posteriormente apresentá-lo para a para a Anatel. Todavia, esses municípios não podem fazer parte do estado de São Paulo, pelo fato da Vivo ter assumido as operações estatais de comunicações que cobrem toda a região, comenta Flavio Maluf.

Segundo um comunicado divulgado pelo Grupo Telefônica, informa o empresário Flavio Maluf, a empresa reafirma o que foi estabelecido pela Anatel, confirmando que os clientes da GVT não precisam se preocupar pois não haverão alterações em seus produtos e serviços. De acordo com a empresa, apenas o nome será modificado a partir do dia 15 de abril, mas todos os preços e condições contratadas permanecem iguais. Em setembro do ano passado, o Grupo Telefônica já havia submetido à análise da Anatel um plano de restruturação societária da empresa. O principal objetivo dessa restruturação é unificar todos os serviços de telecomunicações oferecidos pela empresa e, consequentemente, simplificar a sua infraestrutura organizacional, através de uma integração completa dos negócios da GVT.

O Grupo Telefônica, que em 2011 adquiriu a Vivo, está se tornando um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, noticia Flavio Maluf. Presente em 21 países e com cerca de 125 mil empregados pelo mundo, o grupo registrou uma receita de 47,2 bilhões de euros no ano de 2015. No Brasil, a Telefônica já é a maior empresa de telecomunicações, com nada menos de que 96,8 milhões de clientes, sendo que desses, cerca de 73,3 milhões são assinantes de operação móvel, segmento no qual a empresa detém o maior market share do país. Os outros 23,6 milhões de clientes da empresa no país são assinantes de operação fixa, que no momento funciona apenas no estado de São Paulo. Atuando no Brasil desde 1998, o país representa a maior operação mundial do Grupo em número total de clientes.

De acordo com dados do final do ano de 2015, o Grupo Telefônica fornece acesso à rede 3G em mais de 3,5 mil cidades, ultrapassando em quase 50% a quantidade de cidades cobertas pelo empresa que ocupa atualmente a segunda posição nesse setor. Além disso, noticia Flavio Maluf, a empresa já proporciona acesso à rede 4G para cerca de 190 municípios.

Fonte: Valor

Flavio Maluf: como saber se seu negócio vale a pena

Ter o próprio negócio é o sonho da maioria das pessoas. Contudo, muita gente acaba esbarrando na falta de conhecimento sobre empreendedorismo. Isso porque para quem tem muita noção sobre esse tema e experiência para identificar boas oportunidades, as coisas acontecem de maneira mais simples, mas para aqueles que estão dando seus primeiros passos, essa pode ser uma tarefa complicada, já que requer muito empenho e preparo para lidar com o fracasso. Dessa maneira, Flavio Maluf comenta abaixo uma matéria da Exame sobre o que fazer para identificar se sua ideia de negócio é consistente o bastante para alcançar o sucesso que você espera.

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Flavio Maluf começa destacando que, como diz a matéria, identificar uma oportunidade é apenas o primeiro passo, pois apenas ter uma ideia não significa muita coisa. Outro fator interessante a se destacar é a questão da empolgação, pois muitos empreendedores iniciantes acabam se deixando levar pela emoção e o otimismo e não enxergam o que realmente precisa ser feito, o que lhes faz atropelar etapas e escolher caminhos errados, levando-os ao fracasso.

Isso acontece principalmente pelo fato de muitas pessoas acharem que vislumbrar uma nova alternativa é algo convicto, que efetivamente lhes trará resultado, quando, na verdade, isso só pode ser identificado quanto o negócio estiver ativo, pois independentemente do segmento, ele sempre estará sujeito a alguns riscos. Flavio Maluf ressalta que a matéria cita que após a identificação da oportunidade não se deve logo partir para a montagem do negócio, mas sim estudar amplamente todos os detalhes referentes ao setor em questão, pois isso dará a exata noção do que será necessário para desenvolver as atividades e obter sucesso. Para que isso seja feito de forma correta, Flavio Maluf destaca uma série de perguntas citadas na matéria com o intuito de conhecer todos os aspectos referentes ao negócio e ao mercado em que ele está inserido. As principais delas são:

Qual será o seu público?

Esse público necessita do seu serviço ou produto?

Quais os motivos que levarão esse público a comprar na sua empresa?

O seu produto ou serviço tem potencial para ser visto como algo diferenciado?

Quais os riscos que você correrá e quem são seus concorrentes?

Sua empresa terá consistência para permanecer forte no mercado?

Você se sentirá totalmente à vontade estando desenvolvendo essa atividade?

São inúmeros os fatores a serem pesquisados e analisados, mas depois disso, as atitudes devem ganhar atenção especial. Flavio Maluf comenta que a matéria lembra que, além de ficar muito atrelado ao projeto inicial e não flexioná-lo, outro erro bastante comum cometido pelo jovem empresário é a ocultação de sua ideal com receio de que alguém acabe a colocando em prática antes, quando, na verdade, ele deve deixá-la o mais evidente possível, pois isso lhe permitirá conhecer melhor o mercado e saber importantes métricas. Após toda essa análise e um planejamento bem feito, é essencial colocar a ideia em prática da maneira correta, já que isso será determinante para o seu sucesso ou fracasso.

Fonte: Exame

Flavio Maluf: como conhecer melhor seus clientes?

 

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O mundo dos negócios exige muitas habilidades dos empreendedores, pois tem inúmeros pequenos detalhes que são cruciais para alcançar o sucesso. Um desses fatores que são considerados primordiais para que uma empresa conquiste clientes e mantenha um crescimento constante é a relação que ela tem com seus consumidores, pois a forma como a organização interage com seu público é determinante para a satisfação ou não do cliente.  Assim,  Flavio Maluf reporta a seguir uma matéria da Exame, escrita pelo especialista em vendas Enio Klein, sobre como conhecer melhor os seus clientes.

Flavio Maluf começa mencionando uma frase destacada pelo especialista que, segundo ele mesmo, é como um mantra repetido por quem busca ter um relacionamento saudável com seus clientes. A citação diz: “entender e conhecer o cliente é a chave do sucesso de qualquer negócio”. Contudo, o empresário brasileiro noticia que a matéria diz também que saber que essa frase realmente tem sentido é fácil, difícil é conseguir por em prática o que ela diz, ou seja, viabilizar efetivamente um bom relacionamento com o cliente, ter com ele interações que satisfaçam suas expectativas.

Essa dificuldade acontece especialmente por esse ser um processo que envolve toda a estrutura da organização. Destarte, é fundamental investir corretamente nessa área, qualificando todos os colaboradores que de alguma formam lidam direta ou indiretamente com os consumidores. Para isso, Flavio Maluf diz que o especialista em vendas ressalta que é essencial fazer com que todos os profissionais que interagem com os clientes da marca sejam preparados para lhes proporcionar uma experiência agradável. Nesse sentido, é necessário motivar a equipe a atender visando à satisfação do cliente, e não apenas porque é sua obrigação. Assim, além de conseguirem atingir suas metas financeiras, o trabalho em si tende a ficar mais agradável, pois manter boas relações é fundamental para evitar transtornos.

Flavio Maluf também comenta outro fator interessante citado na matéria, que é a importância de conhecer também aqueles que não serão seus clientes, ou seja, identificar quem não está realmente interessado em adquirir um produto ou serviço da sua empresa, pois isso evitará que você desperdice tempo com interações inúteis.

Outro erro bastante comum é querer saber detalhes irrelevantes sobre o cliente. Por isso, as pesquisas devem ser feitas focando no comportamento de compra daquela determinada pessoa, pois são as informações relacionadas a isso que interessam no momento de traçar as estratégias de venda. Com isso, Flavio Maluf ressalta algumas perguntas listadas por Enio como fundamentais para conhecer amplamente o cliente e saber o que fazer para conquistá-lo. Para começar, é essencial saber quem é ele, quais os detalhes sobre seu comportamento no momento de comprar e como ele chegou até sua empresa, pois é essencial saber o que está atraindo a atenção do consumido, o que lhe permitirá avaliar suas ações. Por fim, é fundamental saber o que o cliente pensa sobre seus concorrentes, pois isso lhe mostrará como sua empresa está em comparação com as outras e lhe permitirá corrigir eventuais falhas.

Fonte: Exame

Flavio Maluf revela as perguntas feitas por grandes executivos em entrevistas de emprego

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Em tempos de crise e previsões para lá de pessimistas quanto às taxas de desemprego, é imprescindível para todo profissional ficar atento a como se comportar em uma entrevista de emprego, explica Flavio Maluf. Com o grande aumento do acesso da população às universidades um curso de graduação já não é suficiente para garantir uma boa vaga no mercado de trabalho. Às vezes, nem mesmo um currículo recheado de cursos, como MBA, pós-graduação e etc, não é o bastante.

Hoje, muitas empresas estão procurando profissionais que possuem qualidades além daquelas demonstradas nos seus títulos e cursos. Qualidades estas que são adquiridas ao longo da experiência profissional e pessoal de cada um. Por isso, Flavio Maluf separou uma série de perguntas famosas que alguns dos grandes executivos do mundo coorporativo costumam fazer para seus candidatos em entrevistas de emprego.

Se daqui a um ano estivermos aqui comemorando o bom desempenho da empresa, o que teremos atingido juntos?

Esta é uma pergunta que costuma ser feita por Randy Garutti, CEO da Shake Shack, diz Flavio Maluf. O objetivo de tal questionamento é identificar se o profissional tem consciência do posto que almeja e, principalmente, se entende o papel da empresa no mercado.

Diga algo que seja verdade, mas que todos costumam discordar de você.

Segundo Flavio Maluf, este questionamento é frequentemente feito pelo fundador do PayPal, Peter Thiel, que gosta de contar na sua equipe com pessoas de personalidade forte e que não têm medo de falar o que pensam.

Com quantos anos você teve o seu primeiro trabalho remunerado?

Esta pergunta é feita frequentemente por Hannah Paramore, presidente da agência Paramore. Para ela, candidatos que iniciaram cedo no mercado de trabalho, especialmente se por necessidade, demonstram ter maior determinação e responsabilidade do que aqueles que começaram a trabalhar mais tarde.

O que você deixou de incluir no seu currículo?

É claro que um bom currículo é uma porta de entrada para boas entrevistas, mas para Richard Branson, o fundador do Virgin Group, é importante saber o que ficou de fora das qualidades descritas do currículo. Para o executivo, seria uma perda de tempo contratar alguém baseado somente no que a pessoa escreveu sobre ela mesma, cita Flavio Maluf.

Você já precisou resolver um problema complexo? Se sim, qual foi?

Essa é a pergunta costumeiramente feita pelo chefe de Recursos Humanos do Google, Laszlo Bock. Para ele é necessário saber das experiências pessoais de cada candidato e, ainda, entender como ele lida com os seus próprios problemas. Além disso, segundo Bock, a pergunta serve também para inferir o que o candidato à vaga entende por dificuldade.

Qual a sua frase favorita?

Por último, Flavio Maluf cita a pergunta usada muitas vezes por Karen Davis, vice-presidente da Hasbro. Para Davis, é importante não apenas conhecer as qualidades profissionais do candidato e os objetivos que ele possui sobre a sua carreira. Mas também, é necessário compreender a sua fonte de inspiração pessoal e que o move para atingir aquilo que almeja profissionalmente. Karen Davis diz não haver uma resposta certa para esta pergunta, desde que a resposta transmita o senso de paixão e propósito do candidato.

Fonte: Época Negócios

Segundo Flavio Maluf, navegação offline do Google Maps agora está disponível para Androids e iOS

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Anunciada pelo Google em maio deste ano, a navegação offline nos aplicativos do Google Maps já está disponível para usuários de Android e iOS. Com a atualização, o app passa a permitir a busca por lugares sem que haja qualquer conexão com a Internet. O empresário Flavio Maluf ressalta a importância empregada pela empresa em atender diferentes segmentos de mercado.

O recurso é destinado aos usuários de regiões onde o sinal de Internet é fraco. Uma pesquisa promovida pela empresa e feita com 1000 usuários brasileiros constatou que cerca de 40 % já tiveram problemas de conexão durante o uso do aplicativo. Flavio Maluf destaca que muitas pessoas não possuem planos de internet móvel com capacidade de dados suficiente para utilizar o Google Maps, e portanto a atualização atende necessidades do público.

Segundo Flavio Maluf, o app não só permite a visualização dos mapas como também permite as funcionalidades mais relevantes para o usuário, como solicitação de rotas, zoom e a navegação por GPS e orientações de voz. Quando a versão brasileira do app foi lançada, a empresa introduziu a ferramenta Local Business Center, onde qualquer empresa pode se cadastrar para ser encontrada e avaliada no Google Maps. Isso permite um grande acervo de estabelecimentos e empresas que possam interessar o usuário. Para o empresário, o serviço do Google traz o espírito da inovação e atende as principais demandas do público que preza por um produto de pesquisa e visualização de mapas de qualidade.

Flavio Maluf ainda informa que, apesar da funcionalidade para uso offline, é requerida uma conexão prévia com a internet, seja por plano de dados ou por Wi-Fi. É necessário baixar os mapas da região para qual o usuário consultará posteriormente, sendo 50 quilômetros quadrados o limite. Basta pesquisar o endereço e efetuar o download no próprio aplicativo. Cada mapa baixado dura por até 30 dias no armazenamento do smartphone para uso offline, exigindo renovação após o período. Isto ocorre para que possíveis dados desatualizados não prejudiquem a experiência do usuário. Flavio Maluf cita a falta de informações sobre o trânsito em tempo real como a principal diferença de usabilidade entre as versões conectadas e offline. Porém, para o empresário, a ausência da ferramenta não representa um ponto negativo significativo comparando-o às outras inúmeras funcionalidades presentes na nova versão.

Lançado em 2005, o aplicativo tem o Brasil como um dos seus cinco maiores mercados no mundo. Segundo a própria empresa, diversos usuários capturavam as telas dos mapas para utilização sem dados de internet. O Google Maps com funcionalidades offline está disponível para download gratuito nas lojas online Apple App Store, para usuários de iPhone, e Google Play App Store, para usuários Android. O Google é hoje uma das marcas mais poderosas do mundo e seus produtos estão entre os mais consumidos e elogiados em todo o planeta, cita Flavio Maluf. A empresa tem, além do Maps e de sua ferramenta de pesquisa, redes sociais, ferramentas de comunicação e serviços de publicidade, entre outros.

Fonte: Exame

Flavio Maluf apresenta o smartphone da Xiaomi

Com um plano de negócio centrado em vendas apenas pela internet e com marketing nas redes sociais e fóruns, Xiaomi quer atrair público brasileiro oferecendo smartphones a preços mais baixos do mercado. Flavio Maluf traz as informações.

xiaomi

Empresa chinesa no segmento de tecnologia móvel chega ao Brasil pretendendo conquistar público oferecendo smartphones de alto nível, mas com um diferencial: preços mais acessíveis que seus concorrentes como a Apple, conforme reporta Flavio Maluf. É a Xiaomi fundada por Lei Jun em 2010 (mas que lançou seu primeiro aparelho no mercado apenas em 2011) trazendo inovação nos aparelhos móveis e que tem se destacado no mercado. A empresa chinesa garante que o sucesso das altas vendas não vem de propaganda e nem das lojas parceiras. Já em 2014, noticia Flavio Maluf, lidera o mundo com vendas superior ao esperado sendo a terceira fabricante maior no mundo de smartphones:

  • 17,3 milhões de unidades no ano de 2014 (terceiro trimestre).
  • Fechou o ano com 60 milhões de aparelhos vendidos e com receita de aproximadamente US$ 12 bilhões.

Esse grande sucesso é proveniente das vendas realizadas apenas pelo seu site e com respostas aos consumidores em redes sociais e fóruns de discussões, diz o empresário brasileiro Flavio Maluf.  Assim, os clientes tem tido grande satisfação por serem atendidos prontamente, sem demora. Se o usuário quiser um de seus smartphones ou acessórios da marca terá que se dirigir apenas no site.

Flavio Maluf ainda destaca que é importante considerar que o foco central da empresa chinesa Xiaomi é o investimento de acessórios, itens para celulares, hardwares, objetos de entretenimento como jogos eletrônicos e os aparelhos de celulares como os smartphones são apenas uma plataforma de chegar até os usuários servindo como ponte. Mas, os maiores lucros na empresa é oferecer produtos com esse perfil e, por isso, o sucesso de vendas tem sido tão gigantesco chegando a liderar o ranking em toda a Ásia com seus produtos de alta qualidade a preços bem acessíveis.

Dessa forma, com um modelo totalmente original e pioneiro, Xiaomi tem sido a preferência na Ásia, Índia, Indonésia, Taiwan, Filipinas, Cingapura, Hong Kong, Malásia e agora que desbancar as suas vendas no Brasil e espera que o público tenha uma boa aceitação de sua marca, informa Flavio Maluf, o empresário brasileiro.

A Xiaomi se posiciona no 2° lugar no mundo como uma das “empresas mais inteligentes”, segundo a pesquisa realizada pela MIT Technology Review.  A 1ª empresa que lidera o ranking é a Tesla, dos carrões elétricos.

Lei Jun: quem é o fundador da Xiaomi na Ásia

Com um espírito inovador e altamente original, Lei Jun é o fundador da empresa chinesa de smartphone e acessórios da Xiaomi na Ásia. Nasceu em Xiantao, Hubei, na China no dia 16 de dezembro de 1969, mas atualmente reside em Pequim, na China. Tornou-se em 2014 um dos empresários mais ricos da China recebendo a 8ª posição de destaque. Segundo dados da Wikipédia, seu patrimônio líquido de junho de 2015 chegou a US$ 13,5 bilhões é o que revela Flavio Maluf.

Dentre as suas ocupações, destaca Flavio Maluf, de trabalho e experiências estão destacadas:

  • Fundador, presidente e CEO da Xiaomi Inc.
  • Diretor Executivo da Kingsoft
  • Presidente do UCWeb Inc.
  • Fundador da Amazon China
  • Presidente do YY.com
  • Presidente da Grande Muralha Clube.

O patrimônio líquido de Lei Jun é estimado em 35 bilhões de dólares nos EUA desde quando detém 77,8% do Xiaomi, que é uma empresa de US$ 45 bilhões, noticia Flavio Maluf.  Em 2011, Lei Jun foi classificado como 201 na lista da Forbes da China entre os 400 homens mais ricos. Em 2014 , ele foi nomeado como o empresário do ano pela revista Forbes. Tem assim se destacado sobremaneira na Revista Forbes, uma das mais reconhecidas mundialmente. Lei Jun recebeu muitos prêmios de prestígio em sua vida, informa Flavio Maluf. Em 1999, 2000 e 2002 ele foi premiado com o Top 10 como uma das figuras mais brilhantes de TI. Ele foi escolhido como o Top 10 entre as figuras de Games mais bem visto em 2005; Ele foi selecionado pela Televisão Central da China como um dos Top 10 dos Líderes de Negócios do Ano em 2012. Também em 2013 ele foi nomeado como um dos 11 mais poderosos empreendedores de negócios e pessoas na Ásia pelo canal de comunicação famoso, a revista Fortune bem como o prêmio de Empreendedor mais notável pelo seu estilo. Diante de tanta notoriedade, Lei Jun tornou-se um dos homens mais ricos do mundo tendo uma fortuna incrível e um dos empreendedores mais influentes de sua história, destaca Flavio Maluf.

Hugo Barra, o representante da marca Xiaomi no Brasil

Desde muito cedo, Hugo Barra, o representante da marca asiática Xiaomi se interessou pela tecnologia digital se destacando na escola, noticia Flavio Maluf. A partir daí, seu progresso nesse segmento só cresceu investindo seu tempo e energia tendo em conjunto grandes habilidades como boa redação, raciocínio rápido e um cara de pouca conversa. E, assim, nasceu um dos mais importantes líderes nas operações internacionais dos acessórios e smartphones da Xiaomi no Brasil. Ele é o responsável de apresentar a marca e seus produtos para os consumidores e atender ao público de modo geral. Na Ásia, a empresa chinesa já lidera o ranking de vendas e se espera que no Brasil tenha o mesmo efeito de sucesso, destaca Flavio Maluf.

5 indicadores de sucesso da marca Xiaomi na Ásia

Quais os motivos pelos quais a marca chinesa obteve grande preferência dos asiáticos? Flavio Maluf destaca abaixo 5 indicadores que levaram Xiaomi a liderar o ranking de vendas:

  1. Oferece tecnologia similar aos seus concorrentes, mas com um preço bem mais baixo atraindo pessoas a consumir por ser acessível;
  1. O smartphone é apenas uma ponte, mas o que faz a empresa ter bastante lucro é os acessórios periféricos como carregadores e fones de ouvido e serviços como jogos e itens que personalizam o celular;
  1. Redes sociais e participações de fóruns são os únicos meios de veiculação da marca. O seu marketing é centrado em atender seus fãs e dando suporte via mídia social;
  1. Custos bem baixos vendendo apenas em seu site pela internet e nunca faz propaganda em nenhum meio de comunicação e publicidade;
  1. Cresceu 227% com seu plano de negócio peculiar e original.

Assim, é possível observar que o modelo de negócio da empresa chinesa Xiaomi é bem diferenciado e altamente revolucionário contrapondo muitas ideias de que para injetar uma marca é preciso fazer propaganda, publicidade, divulgação acirrada, comenta Flavio Maluf.

Como será o modelo de negócio da Xiaomi no Brasil

Segundo Hugo Barra, representante da marca e mini CEO, o modelo de negócio será semelhante ao usado na Ásia. Flavio Maluf informa que dentre os destaques de como será a gestão é possível listar:

  • Modelos de smartphones com tecnologia e acabamento em um nível igualitário da Samsung e Apple, porém com um valor de um terço mais barato;
  • Vendas feitas exclusivamente (ou quase sempre) pelo site da Xiaomi reduzindo custos com lojas físicas e varejistas;
  • Catálogo com poucos produtos, porém mais específicos e focados a um determinado objeto como fones de ouvidos, carregadores etc
  • A publicidade é feitas somente nas mídias sociais como redes sociais e fóruns;
  • A equipe é enxuta tendo no máximo 20 pessoas operacionalizando as negociações e tramitações dos serviços.

Com isso, percebe-se que a empresa chinesa tem como resultado de tudo isso o melhor custo benefício focando, principalmente, em não custear a produção e nem gastar com divulgações, argumenta Flavio Maluf, empresário brasileiro.

Os maiores desafios que a Xiaomi encontrará no Brasil

Mesmo com todas as vantagens de modelo de negócios para atrair os brasileiros, a empresa chinesa encontrará muitos obstáculos para que suas vendas decolem assim como foi na Ásia.  Dentre os pontos a considerar dos desafios, Flavio Maluf cita:

  • A crise no Brasil pode dificultar a compra já que a previsão de crescimento nesse segmento teve uma caída brusca de 15% para 0%;
  • A associação que o público faz da marca chinesa ser de baixa qualidade tendo uma resistência para comprar os seus produtos;
  • Limitação da venda sendo realizada apenas por via internet já que brasileiros tem uma média de compra apenas de 10%. Há ainda pouca aceitação de compras online;
  • Os brasileiros se apegam às marcas mais renomadas tendo cerca de 80% deles nas mãos de 5 empresas famosas e bem destacadas no mercado.

Os grandes desafios para que a marca Xiaomi cresça no Brasil da mesma forma que cresceu na Ásia é enorme, destaca Flavio Maluf, mas como os chineses são bem espertos e altamente visionários, em especial, o Lei Jun, certamente, nada os impedirá de atrair a clientela e realizar altas vendas conquistando, assim, o mercado de smartphones e acessórios diversos e focados entre os brasileiros.

Fonte: Exame