Segundo Flavio Maluf, navegação offline do Google Maps agora está disponível para Androids e iOS

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Anunciada pelo Google em maio deste ano, a navegação offline nos aplicativos do Google Maps já está disponível para usuários de Android e iOS. Com a atualização, o app passa a permitir a busca por lugares sem que haja qualquer conexão com a Internet. O empresário Flavio Maluf ressalta a importância empregada pela empresa em atender diferentes segmentos de mercado.

O recurso é destinado aos usuários de regiões onde o sinal de Internet é fraco. Uma pesquisa promovida pela empresa e feita com 1000 usuários brasileiros constatou que cerca de 40 % já tiveram problemas de conexão durante o uso do aplicativo. Flavio Maluf destaca que muitas pessoas não possuem planos de internet móvel com capacidade de dados suficiente para utilizar o Google Maps, e portanto a atualização atende necessidades do público.

Segundo Flavio Maluf, o app não só permite a visualização dos mapas como também permite as funcionalidades mais relevantes para o usuário, como solicitação de rotas, zoom e a navegação por GPS e orientações de voz. Quando a versão brasileira do app foi lançada, a empresa introduziu a ferramenta Local Business Center, onde qualquer empresa pode se cadastrar para ser encontrada e avaliada no Google Maps. Isso permite um grande acervo de estabelecimentos e empresas que possam interessar o usuário. Para o empresário, o serviço do Google traz o espírito da inovação e atende as principais demandas do público que preza por um produto de pesquisa e visualização de mapas de qualidade.

Flavio Maluf ainda informa que, apesar da funcionalidade para uso offline, é requerida uma conexão prévia com a internet, seja por plano de dados ou por Wi-Fi. É necessário baixar os mapas da região para qual o usuário consultará posteriormente, sendo 50 quilômetros quadrados o limite. Basta pesquisar o endereço e efetuar o download no próprio aplicativo. Cada mapa baixado dura por até 30 dias no armazenamento do smartphone para uso offline, exigindo renovação após o período. Isto ocorre para que possíveis dados desatualizados não prejudiquem a experiência do usuário. Flavio Maluf cita a falta de informações sobre o trânsito em tempo real como a principal diferença de usabilidade entre as versões conectadas e offline. Porém, para o empresário, a ausência da ferramenta não representa um ponto negativo significativo comparando-o às outras inúmeras funcionalidades presentes na nova versão.

Lançado em 2005, o aplicativo tem o Brasil como um dos seus cinco maiores mercados no mundo. Segundo a própria empresa, diversos usuários capturavam as telas dos mapas para utilização sem dados de internet. O Google Maps com funcionalidades offline está disponível para download gratuito nas lojas online Apple App Store, para usuários de iPhone, e Google Play App Store, para usuários Android. O Google é hoje uma das marcas mais poderosas do mundo e seus produtos estão entre os mais consumidos e elogiados em todo o planeta, cita Flavio Maluf. A empresa tem, além do Maps e de sua ferramenta de pesquisa, redes sociais, ferramentas de comunicação e serviços de publicidade, entre outros.

Fonte: Exame

Flavio Maluf apresenta o smartphone da Xiaomi

Com um plano de negócio centrado em vendas apenas pela internet e com marketing nas redes sociais e fóruns, Xiaomi quer atrair público brasileiro oferecendo smartphones a preços mais baixos do mercado. Flavio Maluf traz as informações.

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Empresa chinesa no segmento de tecnologia móvel chega ao Brasil pretendendo conquistar público oferecendo smartphones de alto nível, mas com um diferencial: preços mais acessíveis que seus concorrentes como a Apple, conforme reporta Flavio Maluf. É a Xiaomi fundada por Lei Jun em 2010 (mas que lançou seu primeiro aparelho no mercado apenas em 2011) trazendo inovação nos aparelhos móveis e que tem se destacado no mercado. A empresa chinesa garante que o sucesso das altas vendas não vem de propaganda e nem das lojas parceiras. Já em 2014, noticia Flavio Maluf, lidera o mundo com vendas superior ao esperado sendo a terceira fabricante maior no mundo de smartphones:

  • 17,3 milhões de unidades no ano de 2014 (terceiro trimestre).
  • Fechou o ano com 60 milhões de aparelhos vendidos e com receita de aproximadamente US$ 12 bilhões.

Esse grande sucesso é proveniente das vendas realizadas apenas pelo seu site e com respostas aos consumidores em redes sociais e fóruns de discussões, diz o empresário brasileiro Flavio Maluf.  Assim, os clientes tem tido grande satisfação por serem atendidos prontamente, sem demora. Se o usuário quiser um de seus smartphones ou acessórios da marca terá que se dirigir apenas no site.

Flavio Maluf ainda destaca que é importante considerar que o foco central da empresa chinesa Xiaomi é o investimento de acessórios, itens para celulares, hardwares, objetos de entretenimento como jogos eletrônicos e os aparelhos de celulares como os smartphones são apenas uma plataforma de chegar até os usuários servindo como ponte. Mas, os maiores lucros na empresa é oferecer produtos com esse perfil e, por isso, o sucesso de vendas tem sido tão gigantesco chegando a liderar o ranking em toda a Ásia com seus produtos de alta qualidade a preços bem acessíveis.

Dessa forma, com um modelo totalmente original e pioneiro, Xiaomi tem sido a preferência na Ásia, Índia, Indonésia, Taiwan, Filipinas, Cingapura, Hong Kong, Malásia e agora que desbancar as suas vendas no Brasil e espera que o público tenha uma boa aceitação de sua marca, informa Flavio Maluf, o empresário brasileiro.

A Xiaomi se posiciona no 2° lugar no mundo como uma das “empresas mais inteligentes”, segundo a pesquisa realizada pela MIT Technology Review.  A 1ª empresa que lidera o ranking é a Tesla, dos carrões elétricos.

Lei Jun: quem é o fundador da Xiaomi na Ásia

Com um espírito inovador e altamente original, Lei Jun é o fundador da empresa chinesa de smartphone e acessórios da Xiaomi na Ásia. Nasceu em Xiantao, Hubei, na China no dia 16 de dezembro de 1969, mas atualmente reside em Pequim, na China. Tornou-se em 2014 um dos empresários mais ricos da China recebendo a 8ª posição de destaque. Segundo dados da Wikipédia, seu patrimônio líquido de junho de 2015 chegou a US$ 13,5 bilhões é o que revela Flavio Maluf.

Dentre as suas ocupações, destaca Flavio Maluf, de trabalho e experiências estão destacadas:

  • Fundador, presidente e CEO da Xiaomi Inc.
  • Diretor Executivo da Kingsoft
  • Presidente do UCWeb Inc.
  • Fundador da Amazon China
  • Presidente do YY.com
  • Presidente da Grande Muralha Clube.

O patrimônio líquido de Lei Jun é estimado em 35 bilhões de dólares nos EUA desde quando detém 77,8% do Xiaomi, que é uma empresa de US$ 45 bilhões, noticia Flavio Maluf.  Em 2011, Lei Jun foi classificado como 201 na lista da Forbes da China entre os 400 homens mais ricos. Em 2014 , ele foi nomeado como o empresário do ano pela revista Forbes. Tem assim se destacado sobremaneira na Revista Forbes, uma das mais reconhecidas mundialmente. Lei Jun recebeu muitos prêmios de prestígio em sua vida, informa Flavio Maluf. Em 1999, 2000 e 2002 ele foi premiado com o Top 10 como uma das figuras mais brilhantes de TI. Ele foi escolhido como o Top 10 entre as figuras de Games mais bem visto em 2005; Ele foi selecionado pela Televisão Central da China como um dos Top 10 dos Líderes de Negócios do Ano em 2012. Também em 2013 ele foi nomeado como um dos 11 mais poderosos empreendedores de negócios e pessoas na Ásia pelo canal de comunicação famoso, a revista Fortune bem como o prêmio de Empreendedor mais notável pelo seu estilo. Diante de tanta notoriedade, Lei Jun tornou-se um dos homens mais ricos do mundo tendo uma fortuna incrível e um dos empreendedores mais influentes de sua história, destaca Flavio Maluf.

Hugo Barra, o representante da marca Xiaomi no Brasil

Desde muito cedo, Hugo Barra, o representante da marca asiática Xiaomi se interessou pela tecnologia digital se destacando na escola, noticia Flavio Maluf. A partir daí, seu progresso nesse segmento só cresceu investindo seu tempo e energia tendo em conjunto grandes habilidades como boa redação, raciocínio rápido e um cara de pouca conversa. E, assim, nasceu um dos mais importantes líderes nas operações internacionais dos acessórios e smartphones da Xiaomi no Brasil. Ele é o responsável de apresentar a marca e seus produtos para os consumidores e atender ao público de modo geral. Na Ásia, a empresa chinesa já lidera o ranking de vendas e se espera que no Brasil tenha o mesmo efeito de sucesso, destaca Flavio Maluf.

5 indicadores de sucesso da marca Xiaomi na Ásia

Quais os motivos pelos quais a marca chinesa obteve grande preferência dos asiáticos? Flavio Maluf destaca abaixo 5 indicadores que levaram Xiaomi a liderar o ranking de vendas:

  1. Oferece tecnologia similar aos seus concorrentes, mas com um preço bem mais baixo atraindo pessoas a consumir por ser acessível;
  1. O smartphone é apenas uma ponte, mas o que faz a empresa ter bastante lucro é os acessórios periféricos como carregadores e fones de ouvido e serviços como jogos e itens que personalizam o celular;
  1. Redes sociais e participações de fóruns são os únicos meios de veiculação da marca. O seu marketing é centrado em atender seus fãs e dando suporte via mídia social;
  1. Custos bem baixos vendendo apenas em seu site pela internet e nunca faz propaganda em nenhum meio de comunicação e publicidade;
  1. Cresceu 227% com seu plano de negócio peculiar e original.

Assim, é possível observar que o modelo de negócio da empresa chinesa Xiaomi é bem diferenciado e altamente revolucionário contrapondo muitas ideias de que para injetar uma marca é preciso fazer propaganda, publicidade, divulgação acirrada, comenta Flavio Maluf.

Como será o modelo de negócio da Xiaomi no Brasil

Segundo Hugo Barra, representante da marca e mini CEO, o modelo de negócio será semelhante ao usado na Ásia. Flavio Maluf informa que dentre os destaques de como será a gestão é possível listar:

  • Modelos de smartphones com tecnologia e acabamento em um nível igualitário da Samsung e Apple, porém com um valor de um terço mais barato;
  • Vendas feitas exclusivamente (ou quase sempre) pelo site da Xiaomi reduzindo custos com lojas físicas e varejistas;
  • Catálogo com poucos produtos, porém mais específicos e focados a um determinado objeto como fones de ouvidos, carregadores etc
  • A publicidade é feitas somente nas mídias sociais como redes sociais e fóruns;
  • A equipe é enxuta tendo no máximo 20 pessoas operacionalizando as negociações e tramitações dos serviços.

Com isso, percebe-se que a empresa chinesa tem como resultado de tudo isso o melhor custo benefício focando, principalmente, em não custear a produção e nem gastar com divulgações, argumenta Flavio Maluf, empresário brasileiro.

Os maiores desafios que a Xiaomi encontrará no Brasil

Mesmo com todas as vantagens de modelo de negócios para atrair os brasileiros, a empresa chinesa encontrará muitos obstáculos para que suas vendas decolem assim como foi na Ásia.  Dentre os pontos a considerar dos desafios, Flavio Maluf cita:

  • A crise no Brasil pode dificultar a compra já que a previsão de crescimento nesse segmento teve uma caída brusca de 15% para 0%;
  • A associação que o público faz da marca chinesa ser de baixa qualidade tendo uma resistência para comprar os seus produtos;
  • Limitação da venda sendo realizada apenas por via internet já que brasileiros tem uma média de compra apenas de 10%. Há ainda pouca aceitação de compras online;
  • Os brasileiros se apegam às marcas mais renomadas tendo cerca de 80% deles nas mãos de 5 empresas famosas e bem destacadas no mercado.

Os grandes desafios para que a marca Xiaomi cresça no Brasil da mesma forma que cresceu na Ásia é enorme, destaca Flavio Maluf, mas como os chineses são bem espertos e altamente visionários, em especial, o Lei Jun, certamente, nada os impedirá de atrair a clientela e realizar altas vendas conquistando, assim, o mercado de smartphones e acessórios diversos e focados entre os brasileiros.

Fonte: Exame

Flavio Maluf noticia sobre a atualização do IOS 9 do iPhone

Os aparelhos iPhone devem ser atualizados para não incorrer falhas ao utilizá-lo. Sendo assim, é importante mantê-lo em bom funcionamento, porém muitos reclamam que, após a atualização, o aparelho fica lento. É sobre isso que Flavio Maluf informa aos usuários a respeito da atualização do IOS 9 do iPhone.

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A Apple procura sempre manter seus usuários satisfeitos na medida do possível. Embora seja um tanto desafiador, pois cada um possui distintas necessidades, a empresa tenta amenizar as falhas corrigindo com atualizações objetivando a melhoria no manuseio dos programas e aplicativos.

O objetivo fundamental com a nova versão do IOS 9 do iPhone é fazer com que o aparelho fique mais ágil, gerando rapidez ao usá-lo e proporcionando qualidade em tudo. Sendo assim, é possível verificar dois pontos centrais com essa atualização, comenta Flavio Maluf, que são:

1. Mais autonomia
2. Exige menos espaço livre

O aparelho ficará lento ou não?

A dúvida de muitos usuários é em relação se o aparelho, após atualizar para o IOS 9, ficará lento ou não. É sabido que as atualizações acabam por deixar o sistema lento bem como os programas e apps, mas é o que a Apple tenta diminuir e tem trabalhado para esse fim, informa Flavio Maluf.

É preciso entender três causas do por que o aparelho fica lento após atualizar para uma nova versão, descreve Flavio Maluf:

  1. Os aparelhos possuem recursos antigos que, muitas vezes, são incompatíveis com as novas tecnologias;
  2. Também possuem recursos limitados dificultando a entrada de novas informações;
  3. Os novos recursos de atualizações consomem mais memória e processamento.

Por essas razões, é normal que depois de atualizar o IOS 9 do iPhone, o aparelho apresente falhas, erros e fique bem mais lento.

A boa notícia é que a Apple dispõe de correções para quaisquer falhas a seus usuários. É só entrar no site para baixar essa correção, informa Flavio Maluf.

Novidades ao atualizar o IOS 9 do iPhone

Flavio Maluf descreve as novidades para quem vai atualizar o novo sistema da Apple, o IOS 9 do iPhone:

  • Exigência de apenas 1,3 GB livre para atualizar (bem menor que o anterior IOS 8 que exigia 4,58 GB);
  • Modo de baixo consumo e a luz não mais acende ao receber notificações oferecendo maior autonomia no aparelho;
  • App Notas permite incluir links, mapas, fotos e desenhar com o dedo podendo salvar em iCloud para posterior acesso em qualquer dispositivo;
  • O app Mapas traz novidades com a opção de Transporte Público que oferece as linhas de metrô, trem, balsas e ônibus para acesso fácil;
  • Tecnologia 3D Touch – detecta a intensidade ao manusear uma tarefa a outra na tela;
  • Oferece a opção de “Mude para IOS”, caso o usuário tenha o sistema Android e queira mudar para o IOS sem a necessidade de fios, cabos. Permite transferir dados de forma segura como contatos, histórico de mensagens, vídeos, fotos, calendários, entre outras;
  • É possível baixar apps de rede social facilmente como o facebook e twitter.

As vantagens e desvantagens dos ‘apps’, analisa Flavio Maluf

Pode-se considerar que, para cada necessidade do ser humano atualmente, existe um aplicativo que torna a vida da pessoa mais fácil. E se não existe, com certeza tem alguém pensando em desenvolver. A tendência para o futuro é terceirizar cada vez mais essas tarefas fáceis e operacionais que tomam o tempo das pessoas e mecanizá-las por meio de ferramentas tecnológicas. E ao ser humano cabe, então, o exercício intelectual e subjetivo.

Veja a opinião do empresário brasileiro Flavio Maluf, que está antenado às tendências de tecnologia que afetam o mundo corporativo no Brasil e no mundo:

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Vantagens

Os aplicativos podem fornecer vários benefícios às pessoas e proporciona principalmente a integração e comunicação entre as pessoas do mundo todo e a agilidade e praticidade na hora de realizar tarefas diárias, cita Flavio Maluf.

Eles permitem o acesso rápido a um produto ou serviço e acabam se destacando pela economia de tempo, que é muito valioso atualmente. Quando o aplicativo é fácil de entender e sua navegação é simples, proporciona ao usuário uma melhor experiência e praticidade. O tráfego de dados pelos aplicativos também é menor se comparado à utilização dos navegadores para acesso à internet, o que pode resultar, ainda, em economia de dinheiro.

Existem apps criados exclusivamente para proporcionar melhorias e/ou adaptações em outros aplicativos. Um grande exemplo informado por Flavio Maluf é o Instasize, aplicativo que aplica bordas nas fotos evitando que elas sejam cortadas ao serem publicadas no Instagram.

Alguns aplicativos como os jogos e os organizadores de tarefas diárias podem continuar rodando mesmo sem acesso à internet, o que é visto com bons olhos por quem não pretende ficar o dia todo conectado à rede.

As redes sociais ganham muito espaço e estão entre os aplicativos mais acessados no mundo todo, reportou Flavio Maluf. Elas promovem a interação e comunicação entre as bilhões de pessoas que tem acesso à internet e, muitas vezes, a aproximação (mesmo que virtual) entre pessoas que moram longe umas das outras.

Há muitos aplicativos de jogos, notícias, de lojas de roupas, calçados, mais do que se pode imaginar. Existem aplicativos que fazem muitas coisas que nem se imagina, desde os que formatam trabalhos acadêmicos até os aplicativos que ajudam a fazer aplicativos ou os que ajudam a descobrir se a melancia está madura ou não.

Desvantagens

Uma desvantagem ou ponto negativo dos aplicativos mobile é ter que efetuar a instalação das constantes atualizações do app a cada vez que sua estrutura ou conteúdo são modificados, ressalta Flavio Maluf. Porém, as atualizações visam apenas o aprimoramento do app e uma melhor experiência de uso para o quem o utiliza.

Outro empecilho é a existência de sistemas operacionais diferentes para os smartphones disponíveis no mercado (como o Android, IOS, Blackberry, etc.), o que faz com que alguns aplicativos não funcionem em um ou outro aparelho, devido à falta de adaptação a determinado sistema operacional.

No mundo dos negócios

No mundo empresarial, Flavio Maluf também fala que os aplicativos móveis são muito úteis. Os clientes estão cada vez mais adeptos às tecnologias e as empresas que não se adaptarem a esta nova realidade correm o risco de perder espaço e competitividade no mercado.

O número de clientes que procura informações sobre um produto ou serviço online é considerável e a quantidade compras via internet vem aumentando a cada ano, reportou Flavio Maluf. Portanto, se um negócio estiver online por meio de um aplicativo, por exemplo, ele estará disponível para o mundo todo, para bilhões de pessoas. A dimensão de abrangência do negócio é muito grande, portanto, a empresa tem a oportunidade de prospectar e fidelizar mais clientes, além de aumentar consideravelmente o volume de vendas da empresa.

Um aplicativo vai além de uma “versão móvel” para a empresa. Flavo Maluf falou que existem empresas que se dão bem apenas pela internet, sem precisar de espaço físico para o seu negócio. E é fato que uma empresa que tem aplicativos e que está presente no mundo digital inspira confiança e credibilidade ao cliente. Além de tudo isso, o produto ou serviço também ficará disponível aos seus clientes 24 horas por dia.

Os aplicativos também podem emitir notificações “push”, que são aquelas que aparecem na tela inicial do smartphone. Essas notificações normalmente são visualizadas por cerca de 97% dos usuários, o que é um número considerável comparando ao número de visualizações de e-mails marketing, por exemplo, cuja taxa de leitura não chega a 5%.

Flavio Maluf noticiou que segundo um estudo realizado IDC Brasil, uma empresa do ramo tecnológico, o número de smartphones vendidos no primeiro trimestre 2015 ultrapassou a marca dos 14 milhões, registrando uma comercialização 33% maior comparada ao mesmo período no ano passado.

Caso se interesse em desenvolver um aplicativo para o seu negócio, o empreendedor precisa estar ciente de que o programa deve ser desenvolvido com responsabilidade e, acima de tudo, conhecimento. Flavio Maluf ressalta que ter um aplicativo ruim é pior do que não ter nenhum, então, é preciso atentar para que ele tenha uma boa interação, funcionalidade, agilidade e design. Ele precisa ter uma navegação simples, fácil e rápida para conquistar o usuário e proporcionar um bom resultado. Outro cuidado que se deve ter ao desenvolver um aplicativo é com relação às informações, pois é imprescindível que o cliente tenha os dados do produto ou serviço disponíveis, caso contrário, ele optará por outra empresa, na maioria das vezes.

Em suma, pode-se afirmar que, atualmente, os aparelhos smartphone são uma parte da vida das pessoas e os aplicativos são importantes mediadores das relações entre estas e o mundo digital, que vem amadurecendo há um bom tempo. Os apps de hoje em dia realizam tarefas com autonomia, proporcionam entretenimento, informações, conhecimento e interação. Eles comportam tudo o que interessa às pessoas: relações, entretenimento, informações, consumo, facilidades, economia de tempo. Então é difícil não estabelecer uma relação de dependência com o mundo virtual, por mínima que seja. Mas essa dependência não se caracteriza necessariamente como ruim, uma vez que os aplicativos vêm para aprimorar a experiência de vida das pessoas e facilitar muitas coisas do dia a dia.

Pode-se perceber que, atualmente, é muito comum utilizar com confiabilidade e segurança os aplicativos móveis nos smartphones para acessar a conta bancária e realizar operações, ler notícias atualizadas, fazer compras, socializar com os amigos mesmo longe fisicamente. Flavio Maluf conclui reforçando o fato que existem aplicativos para cada tipo de coisa: viagens, música, alimentação, exercícios físicos, sexo e relacionamentos, trânsito, saúde, finanças, etc.

 

Airbus e Boeing: duelo de gigantes, por Flavio Maluf

O mercado de aviação comercial parece esquentar nos próximos anos, contrariando muitos que acreditam na diminuição ou falta de procura para viagens e turismo. Esse duelo entre as gigantes Airbus e Boeing prometem um aumento da frotas das empresas aéreas e esse fato se deve à utilização da tecnologia para a construção de aeronaves. “Ambos buscam diminuir o tempo de produção com inovações técnicas”, analisa Flávio Maluf, empresário e engenheiro mecânico, 53 anos, formado pela FAAP. A observação do presidente do Grupo Eucatex, que recentemente inaugurará uma fábrica na cidade de origem, Salto-SP, deve-se ao jato de tinta gigante de impressão para pintar partes das asas do Airbus A320, modelo popular dessa empresa. “Isso diminui em 90% as 170 horas de trabalho dos funcionários”, afirma Flávio Maluf.

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Mas não só essa inovação diminui o tempo para entregar no prazo determinado. A redução dos dias de trabalho dos funcionários também contribui para acelerar a produção. Essa produtividade não pode ser deixada de lado, pois os aviões de pequeno porte tem um volume muito maior e encontram forte concorrentes nos países como Brasil, China, Rússia e Canadá. “A Airbus tropeçou, em 2005, em tentar acelerar a produção do superjumbo A380, o maior avião passageiro do mundo, e acabou sendo entregue somente em 2007. O mesmo ocorreu com a Boeing, com o modelo 787 Dreamliner, que entrou em operação em 2011”, lembra Flávio Maluf. Por tanto, não é apenas importante modelos novos como o seu cumprimento de prazo.

Entre os novos modelos de Airbus, o A350 que entrou para concorrer com o Boeing modelo Dreamliner e o 777, o uso de gruas computadorizadas com braçadeiras guiadas a laser promete reduzir em 30% o tempo e 40% o seu custo. “Esse processo se chama Zapp, em que se unem as partes gigantescas das aeronaves. Foi isso que proporcionou a entrega dentro do prazo a Qatar Airlines”, diz Flávio Maluf, quando aconteceu o voo comercial inaugural em 2012.

Todos esses esforços foram acertado depois dos erros cometido pelas duas empresas. O Airbus, por exemplo, teve um custo e atraso com o cargueiro militar e o modelo A400M teve um acidente com a morte de quatro funcionários na Espanha, suspendendo os seus voos em meio as investigação do fato. Ainda, o modelo A380 tem enfrentado problemas com cancelamentos e poucas encomendas. “Fabrice Brégier, diretor-presidente da unidade de aviação comercial da Airbus, sofre com a falta de clientes“, lembra Flávio Maluf. Sua concorrente acumulou gastos com falhas na produção durante o desenvolvimento da Dreamliner, mas espera-se que a Boeing consiga lucrar com mais de 1000 unidades de 787 solicitada para encomenda.

Por isso, todo cuidado é pouco. Qualquer margem de prejuízo ou lentidão é inaceitável e Brégier está acostumado a resolver os problemas. Flávio Maluf diz que o empresário conseguiu dar avanços operacionais quando o A380 estava com uma sequência de erros, acreditando que a empresa irá rivalizar com seu rival. O desafio seguinte será de aumentar a produção de uma única unidade produzida no ano passado para 100 no ano de 2019. Para tanto, fazer mais em menor tempo parece ser a filosofia do trabalho para a fábrica da Airbus Group SE.

Tendência: aplicativos auxiliam as empresas aéreas; Flávio Maluf analisa

Os aplicativos de celulares caíram na graça de uma grande parcela da sociedade mundial. É comum que as pessoas estejam conectadas ao celular a todo o momento e a qualquer hora do dia, transitando entre os intermináveis aplicativos lançados a todo o instante. Essa nova tendência abre um leque gigantesco de oportunidades de negócios para várias empresas, de diferentes nichos.

A mais nova área de negócio a apostar na facilidade, comodidade e interatividade que os aplicativos oferecem é o meio aéreo, distribuído entre várias empresas que comandam a rota área mundial. O empresário Flávio Maluf, presidente das Eucatex Brasil, entende que essa nova abordagem das empresas áreas estimula toda uma comunidade envolvida ao assunto.

De acordo com especialistas da área, tal como Flávio Maluf, os aplicativos passam a integrar o sistema área brasileiro com a intenção de facilitar a vida dos passageiros, que acabam interagindo e recebendo informações importantes das linhas áreas instantaneamente – tudo por meio de um clique no celular.

Esta é a nova cara do mercado, dizem as autoridades do assunto. Com uma bagagem de quase 30 anos no Grupo Eucatex, Flávio Maluf tem conhecimento dessa nova demanda empresarial, que diz a respeito a comodidade dos passageiros, que passa ter a oportunidade de resolver diversas questões relacionadas ao seu voo de forma rápida, simples e eficaz.

Em suma, estes aplicativos integrados às linhas aéreas possuem várias funcionalidades. Informações gerais, dados específicos sobre o voo de cada passageiro, ajuda com o despacho das malas, embarque e até mesmo o entretenimento são algumas das apostas mais comuns neste viés econômico relacionado ao empreendedorismo aéreo.

O empresário e engenheiro Flávio Maluf está ligado a tudo o que acontece no mercado e entende que ao noticiar este novo modo de investimento só tem a contribuir com todo o empreendedorismo do país.

O aplicativo – Demandas e funcionalidades

O aplicativo das empresas aéreas surge para sanar várias dificuldades dos passageiros. O mercado entende que o passageiro não deve mais enfrentar filas para comprar passagem, reservar voo, cancelar este mesmo voo, embarque, despacho, check-in. Outra demanda observada é a de que os passageiros não precisam mais falar com nenhum atendente, caso não desejem. Se é possível pagar uma conta bancária por meio da internet e de aplicativos, resolver trâmites aéreos também deve ser possível.

Estes dois aspectos, trabalhados de maneira conjunta, fazem com que os aplicativos ofereçam a possibilidade de o usuário caminhar com os próprios passos por meio de um simples toque no celular. No mundo da interatividade e da tecnologia, tudo é possível. Segundo o grupo de pesquisas Phocuswright, especializado no assunto, e conforme reporta o empresário Flavio Maluf, cerca de 40% dos passageiros consultados neste ano já utilizaram os serviços dos aplicativos, para fazer check-in, cancelar um voo, dentre outras funcionalidades.
Algumas empresas aéreas também apostam no entretenimento durante a viagem, disponibilizando vídeos interativos para o passageiro, por meio do aplicativo. O futuro das empresas aéreas é instigante e promissor e o olhar atento de empresários como Flávio Maluf fazem com que estas empresas percebam que estão percorrendo o caminho mais indicado.

 

Como o ‘On My Way’ pode ajudar a Amazon, por Flavio Maluf

A Amazon se mostrou bastante consolidada no mercado, mesmo com a concorrência acirrada. Flavio Maluf, presidente da Eucatex Brasil, apontou uma série de pontos que mostra uma solução para diminuir as despesas da companhia no setor logístico. Como medida para acelerar as entregas, sobretudo para atender a demanda dos usuários Prime, a empresa quer fazer dos usuários seus entregadores.

Inicialmente será nos Estados Unidos, onde ela foca o mercado de varejo e está desenvolvendo um aplicativo em que pessoas comuns serão pagas para fazer entregas. Ou seja, ao invés de pagar as transportadoras a Amazon quer pagar aos seus clientes para a entrega de mercadorias. A ideia da companhia é de alocar mercadorias em lojas e armazéns urbanos, pagando o aluguel pelo espaço utilizado ou tarifa por mercadoria. O projeto ficou conhecido como On My Way (No meu Caminho).

O projeto

Trata-se de um projeto inovador, mas que pode não ir para frente, segundo Flavio Maluf. Mesmo que haja a possibilidade de dar à companhia a opção de interagir mais com o consumidor e economizar custos, os quais subiram 31% no ano passado, mais que a receita. Além disso, Flavio Maluf observa que a estratégia pode aumentar a possibilidades de negociar com as transportadoras.

A estratégia ainda conta com barreiras, uma vez que as lojas físicas podem não cooperar da maneira que a Amazon necessita. Em contrapartida, as transportadoras são eficientes e não cobram tão caro pela entrega. Por exemplo, um pacote transportado via UPS nos Estados Unidos custa pouco mais de US$ 8 por pacote. Parece pouco, mas o montante diário da Amazon é de 3,5 milhões de pacotes (média). Segundo a SJ consultoria, Consulting Group, a Amazon precisaria de milhares de transportadores para que a economia seja significativa.

Flavio Maluf ainda atenta que não há uma política bem elaborada nos casos em que os pacotes forem danificados ou extraviados. Apesar dos empecilhos, outras empresas já aderiram a sistemas semelhantes. A entrega compartilhada já é uma realidade para empresas como Deliv Inc., o Ebay, o Uber, entre outras. O Wal Mart Stores também tem interesses em estabelecer um sistema próprio de entregas de mercadorias.

Experiências anteriores

Algumas iniciativas da Amazon merecem ser citadas – afirma Flavio Maluf. Entre elas, as entregas feitas de bicicleta para clientes Prime Now. Como o conceito é de fazer a entrega em até duas horas, a Amazon chegou a contratar transportadoras que atuam no ramo de entregas para supermercados e até motoristas associados ao aplicativo Uber. Nesse último caso, a empresa pagou US$ 5 por pacote, mas não seguiu adiante com a iniciativa.
A empresa também está construindo uma rede própria para entregas e ainda contratou os serviços postais dos correios americano. Dessa forma, poderá fazer entregas aos domingos e para seus produtos de supermercado, entregues no período da manhã. Tudo para garantir a boa experiência de compra e ter um diferencial em relação aos concorrentes.

Futuro do On My Way

O projeto de entrega compartilhada foi colocado na pauta da Amazon no mesmo momento em que a companhia tentou entrar no ramo de carona remunerada, similar ao Uber, contudo também não foi para frente. Se seguir adiante, o projeto ajudaria a sanar problemas como os enfrentados em 2013, quando não conseguiu entregar alguns presentes de natal e acabou tendo de ressarcir seus clientes.

Outra questão que pode ser resolvida diz respeito ao custo de logística, que pode diminuir. Só em 2014, a empresa teve um custo de US$ 8,7 bilhões, ante a US$ 2,07 bilhões de 2013. Para se ter uma ideia, os custos em relação às vendas passou de 8,9% para 9,8% das vendas. O desafio do projeto é diminuir esses custos ou, pelo menos, não diminuir a receita atual.