A crise como propulsora do sucesso – Flavio Maluf fala das lições que se deve tirar da situação atual

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Grandes oportunidades surgem nas maiores crises. Veja como é possível tirar lições da crise tornando-a propulsora para o sucesso e êxito nos negócios. Isso é o que Flávio Maluf comenta citando exemplos e estímulos de outros empreendedores no evento Ceo Summit SP.

É possível notar um número maior de empreendedores recuarem seus investimentos e deixarem de alavancar os negócios pela influência da crise. De fato, a crise existe, isso não se pode negar. O que não se pode fazer é deixar que a crise seja uma desculpa para não inovar no mercado, comenta Flávio Maluf.

Porém, se formos olhar o outro lado da moeda, é possível também ver inúmeros deles enxergarem a crise que assola o Brasil e mundo como oportunidade para extrair os melhores talentos. E não apenas isso, mas em buscar novos ares e novas estratégias e, assim, fazer com que essa situação seja propulsora para o sucesso. Na verdade, a crise é um ótimo estímulo para a criatividade, inovação e a saída da zona de conforto!

Enquanto muitos desistem, ficam desanimados, o empreendedor que deseja obter sucesso em meio a crise, continua avançando, sem desistir, é o que incentiva Flávio Maluf. Grande número de profissionais brasileiros qualificados estão saindo do Brasil. Cerca de 1,5 mil profissionais brasileiros qualificados deixaram o Brasil entre 2014 e 2015 para trabalharem no exterior. Esse fato curioso determina que uma das maiores motivações, certamente, é a crise que se instalou nesse período e que ainda se encontra.

Esses dados foram coletados por meio de uma pesquisa nas empresas multinacionais que existe feita pela Global Line em parceria com Worldwide ERC, informa Flávio Maluf. De acordo com um dos sócios da Global Line, Marcelo Ribeiro, esse reflexo só pode ser por causa crise, pois todos os anos são feitos esse tipo de pesquisa, mas esse ano foi o único que trouxe dados tão intensos.

Para que fique mais claro, Flávio Maluf descreve alguns dados importantes que foram obtidas dessa pesquisa conforme a seguir:

  • As respostas foram obtidas da área de Recursos Humanos de 220 multinacionais;
  • As multinacionais referidas enquadram-se instaladas no Brasil tanto as empresas estrangeiras com sedes no Brasil como as que fazem operações globais;
  • São multinacionais grandiosas com cerca de 53% com mais de 10 mil colaboradores;
  • 76% dessas multinacionais possuem sedes no exterior.

Ainda se tratando das razões que levaram a exportar esses colaboradores mais qualificados do Brasil para o exterior há pelo menos duas, segundo Natacha La Farciola, analista de uma empresa multinacional no segmento de montadora atuando em Recursos Humanos, que Flavio Maluf repassa:

  1. Esses profissionais buscam carreira mais sólida, estrutural e internacional, já que não veem futuro no país;
  2. As empresas querem economizar. Ao enviar um profissional, o seu custo vai junto, o que traz economia para a empresa local no país nesse momento de crise e recessão.

Então, pode-se notar que foram adotadas medidas a fim de minimizar os impactos da crise nas multinacionais, conclui Flavio Maluf.  O que as empresas não queriam era demitir esses talentos tão essenciais para o desenvolvimento dos negócios, e por isso, exportá-los tornou-se possível encorajar a carreira deles ao mesmo tempo em que não iria perdê-los, o que seria desvantajoso para as multinacionais, acrescenta Flavio Maluf.

Quais lições podem ser tiradas em meio a crise? É o que comenta Flavio Maluf! Os eventos ocorridos nestes últimos dias, Ceo Summit São Paulo, geraram grande impacto sobre um dos temas mais abordados atualmente, a crise econômica que assola o Brasil. Não se fala em outro assunto entre as empresas e empreendedores, diz Flavio Maluf, que buscam alternativas para reverter os efeitos desastrosos da recessão econômica no país.  E por isso esse foi um dos temas mais relevantes a fim de encorajar e estimular ao crescimento dos negócios, mesmo enfrentando a crise global. Assim, nada mais justo que tirar lições de empresas que passaram por situações semelhantes e conseguiram obter êxito e sucesso.

O que se pode tirar de grande lição com essa crise? Pergunta Flavio Maluf.

Vejamos mais detalhes de grandes empreendedores!

  1. “A crise traz muitas oportunidades” – Guibert Englebienne

O argentino Guibert Englebienne começa seu discurso com essa frase acima incentivando os gestores, empreendedores a não desanimarem, mas a verem como oportunidade. Ele é co-fundador da Globant, uma empresa atuante no segmento de tecnologia. Durante esse evento do Summit, ele relembra o início da fundação da empresa, a qual foi em um período de grande crise também na Argentina, informa Flavio Maluf. E para contê-la, tiveram que buscar mercados globais como falar 100% inglês e entrar em um avião conectando-os ao mercado meritocrático, algo que para eles era um enorme desafio!

Em se tratando da multinacional Globant, essa empresa atua em sete países tendo clientes renomados como Fox, Petrobrás e Coca-cola, além de terem ações nas bolsas de Nova Iorque. Ele, Englebienne, ainda anima os brasileiros, comenta Flavio Maluf, dizendo que devem investir na sua equipe, ou seja, torná-la firme e sólida, pois dificilmente ela se acabará.  Também acrescenta a saírem da sua zona de conforto buscando novos horizontes e oportunidades, diz Englebienne.

  1. “O empreendedor deve acreditar nele, apesar de todos contra e mesmo que apanhe dez anos” – Bernardo Ouro Preto

Ouro Preto começou seu discurso injetando ânimo aos empreendedores. Ele é fundador da St. Marche, uma rede de mercados focado na classe média e que possui 18 lojas. A sua história é interessante ao começar a jornada no empreendedorismo, pois não tinha experiência nenhuma nisso e nem mesmo no varejo e tudo era novo para ele, informa Flavio Maluf. Mas mesmo assim, Ouro Preto foi avançando e não levou isso como um desestímulo, pelo contrário, foi aprendendo, tirando lições com os erros, com o que dava certo e não dava, e também com um pé após o outro, sem pressa e desespero, comenta ele. Afirma que para atingir sucesso e satisfazer seus clientes no atendimento e demais atribuições, sempre olha o mercado e as situações com outras perspectivas, Flavio Maluf repassa a sua informação. Ouro Preto cita ainda que seu primeiro gerente contratado na empresa nunca havia tido experiência no varejo, pelo contrário, era habilidoso e estudava artes, finaliza.

  1. “A crise econômica te faz escolher os melhores para sua empresa” – Julia Hartz

Julia também foi uma das que participou do evento Summit em São Paulo e contribuiu abordando fatos ocorridos na empresa.  Ela é cofundadora do app Eventbrite, um aplicativo que foi criado para gerenciar e descobrir os eventos que acontecem mantendo o usuário informado. Esse aplicativo está presente no Brasil e em 20 países.  Flavio Maluf retrata que essa empreendedora relembra o enfrentamento que a Eventbrite passou em 2008, com a recessão econômica nos E.U.A, e relata que foi um grande desafio tentar injetar uma ideia de um app focado não apenas em eventos de grande porte ou em um evento específico. Essa startup precisava de capital e contratar pessoas para se junta à equipe nesse período em que muitos não estavam estimulados para investir em algo novo e relata que não foi fácil. Nesse ano de 2008, não foi um ano em que Eventbrite recebeu investimento. Somente após 2009 e com algumas estratégias consistentes, além de persistência para consolidar a ideia foi que obtiveram sucesso, tendo 6,5 milhões de dólares do primeiro parceiro que investiu, é o que Flavio Maluf informa a todos.

Julia Hartz dá algumas dicas e sugestões aos empreendedores, tais como:

  • Essa é a hora de contratar e manter talentos

Enquanto muitas empresas estão demitindo, aproveitar esse momento para contratar pessoas talentosas, porém mantendo as existentes. Isso soa como um preparo para o que possa vir, contando com uma equipe altamente profissional e comprometida com a empresa.  Ela ainda afirma, diz Flavio Maluf, que foi uma época (época de tremenda crise) em que mais descobriu talentos para sua equipe, e que em outro momento poderia ser que não haveria tido essa mesma experiência e nem como contratá-los posteriormente.

  • Uma maneira de manter os talentos na empresa sempre motivados é criar uma cultura comunicativa.

Julia também conta que não é tão fácil manter esses talentos na empresa e por isso, criou uma cultura com base na comunicação entre gestores, diretores como um todo e vice-versa. O perfil desses talentos é profissional da geração Y, o que se torna crucial manter esse tipo de abordagem já que fazem parte da era da tecnologia digital e internet.

A empresa que se moderniza focando mais na comunicação, que constantemente está se modificando, tende a atingir mais êxito. Muito mais que a entrega de cadernos listando uma gama de informações que nunca muda a respeito da cultura da empresa, comenta Flavio Maluf. Uma cultura comunicativa permite que tanto a empresa como eles possam estar acompanhando as tendências no mercado que se alteram e modificam rapidamente e constantemente, informa Flavio Maluf. Também cria uma responsabilidade individual, ou seja, em que todos participam ativamente e se comprometem em manter sempre as atividades funcionando adequadamente. Dessa forma, ficam mais à vontade para se desenvolverem, termina o discurso de Julia Hartz.

Dicas de liderança com Flavio Maluf

Ser um líder, aquele capaz de fazer as coisas com eficácia e eficiência, não é uma responsabilidade nada simples e que qualquer um pode exercer. Destarte, Flavio Maluf, conceituado empresário brasileiro, dá dicas para empresários e empreendedores em geral não tropeçarem quando o assunto for a melhor forma de conduzir suas organizações. Aliás, ele já começa dizendo que esse não é apenas um simples quesito, mas sim o principal, pois um conjunto de liderados que não seja assim tão eficiente, pode torna-se altamente produtivo se gerido da forma correta. Entretanto, é praticamente impossível que uma boa equipe desenvolva suas atividades da melhor maneira se não tiver o respaldo de um comandante competente.

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O líder deve ser um mediador de conflitos e ao mesmo tempo chamar para si certas responsabilidades, pois assim ele se transforma em um conciliador, e não um criador de problemas como alguns se tornam quando conduzem seus times de forma equivocada. Por isso, é fundamental para um bom condutor ter bem definido em sua cabeça o que ele espera de si mesmo e da sua equipe e quais os objetivos a serem buscados por todos, fazendo com que seus comandados o respeitem e o admirem no sentido de se engajarem totalmente nas questões relativas aos interesses da organização, tornando os demais seguidores de suas ideias e opiniões. Contudo, destaca Flavio Maluf, isso não representa uma espécie de total submissão dos comandados ao gestor, mas sim uma forma de fazê-los se sentirem parte essencial do processo, inclusive lhes dando liberdade para compartilhar ideias, opiniões e até para apresentarem alternativas quando julgarem inadequada ou imprecisa uma questão ou um plano levantado pelo líder, o que não vai de forma alguma criar atritos, mas sim potencializar os resultados.

Flavio Maluf chama a atenção para alguns “estágios” da liderança. O primeiro é o líder que atrai seguidores exclusivamente pelo cargo que exerce, ou seja, é uma liderança unicamente hierárquica e restringe-se apenas a necessidade do desenvolvimento de certos trabalhos e a exigência de alguém para comandar esse desenvolvimento. O segundo tipo é o que chama a atenção de seus comandados por passar confiança, o que faz com que os outros lhe sigam por que gostam realmente dele e da forma como ele desenvolve os trabalhos e se relaciona com os demais. O próximo nível é atingido graças aos resultados, pois consolida uma boa relação pelo fato de terem sido conquistados objetivos em parceria, tornando o líder admirado por seu papel de vital relevância. Por fim, há aquele gestor que se torna fundamental não apenas enquanto profissional, mas também no quesito pessoal, já que atinge este estágio por potencializar seus seguidores a ponto de torná-los capazes de liderar também, e isso pode significar uma ajuda que transcende a relação profissional.

Muitas vezes, diz o empresário, uma boa relação entre o líder e o resto da equipe esbarra também no fato de que é relativamente pequeno o número de pessoas que se dispõem a serem seguidoras, pois a grande maioria tem uma falsa ideia de que isso significa ser vassalo ou um simples receptor de ordens. Mas Flavio Maluf afirma que esses conceitos podem ser derrubados justamente através da forma como o chefe lida com seu grupo, pois passa essencialmente por ele a viabilização de uma convivência harmônica, sincera e onde todos se sintam à vontade e percebam que são parte fundamental para o correto desenvolvimento dos trabalhos. Isso também faz com que sejam reduzidas as chances de serem cometidos erros que prejudiquem a instituição, pois é natural que qualquer um tenha atitudes ou ideias que não representem o que pode ser feito de melhor em determinadas situações, o que é corrigido quando se trabalha de forma conjunta, sem egoísmos ou com o líder querendo ser o dono da razão e passando por cima de todos. Ou seja, é parte de extrema importância no exercício de liderar saber ouvir o que pensam os demais.

Essa questão é tão relevante, que merece um pouco mais de explanação, diz Flavio Maluf. Saber ouvir não é simplesmente escutar o que o outro está dizendo, mas sim se tornar parte pertencente do processo. É como se o que interessasse naquele momento fosse exclusivamente o que está sendo dito, o que permite entender e compreender a situação. Atropelar quem está com a palavra apresentando formas rápidas de resolver os problemas ou dando ideias para sua solução imediata transmite uma impressão de que aquilo de fato não está sendo relevante e que se livrar o mais rápido possível daquele diálogo é a intenção.

Ouvir com atenção, demonstrar realmente interesse pelo que está sendo dito e se comprometer com a situação é o que se chama de escuta ativa, algo fundamental para o bom exercício da liderança segundo Flavio Maluf.

O empresário também diz que alguns fatores demonstram claramente a atenção que o receptor está dando a conversa, seja através de gestos ou verbalmente. Para começar, quaisquer possíveis empecilhos devem ser deixados de lado. O olhar direcionado para quem está falando, as expressões faciais e os gestos devem estar em consonância com o que está sendo proferido, isso passa uma ideia de comprometimento. Fazer pequenas perguntas ou comentários sobre certos acontecimentos relatados fazem com que o outro perceba uma boa interação e seja capaz de confiar totalmente em seu ouvinte, possibilitando diálogos cada vez mais sinceros. Contudo, Flavio Maluf diz que esse geralmente é um processo lento e difícil, já que a maioria das pessoas tende a apressar as coisas e isso faz com que o outro não se sinta à vontade e não reconheça em seu ouvinte alguém realmente disposto a ajudar. Nesse sentido, Flavio Maluf dá destaque especial para estudos recentes que evidenciaram que pessoas capazes de se mostrarem empenhadas na situação que está sendo descrita através de expressões e gestos condizentes com os acontecimentos relatados tornam-se para quem está revelando os fatos algo essencial para melhorar a forma de como lidar com aquilo e buscar os melhores meios de solucionar os problemas.

Outro ponto que Flavio Maluf faz questão de destacar e que é fundamental para se alcançar sucesso na busca por uma liderança eficaz e eficiente é a correta utilização do tempo. E isso engloba não apenas os horários do gestor, mas também de todos os componentes de uma organização, já que isso permitir o melhor funcionamento de todos os órgãos envolvidos no processo de trabalho. Ele diz que é fato recorrente ver pessoas, independentemente do cargo que exercem, se perguntando ao final do dia, da semana ou do mês o que de fato fizeram naquele espaço de tempo, já que não conseguiram cumprir boa parte das metas traçadas para aquele período. Flavio Maluf diz que isso acontece, sobretudo, pela má utilização do tempo, já que a grande maioria perde minutos e até horas preciosas em atividades que poderiam ser feitas em bem menos tempo ou até mesmo não realizadas, pois algumas são totalmente dispensáveis.

Flavio Maluf cita dois grandes vilões nessa questão, as reuniões e os e-mails. As primeiras são consideradas negativas ou desnecessárias a partir do momento que se tornam ociosas, seja no sentido do rendimento em si ou por ocuparem o tempo de quem não precisaria de fato participar delas, já que é comum nessas reuniões a presença de pessoas que não têm nada a acrescentar ou simplesmente passam todo o tempo com a atenção voltada para qualquer outro assunto, o que é fator de grande relevância para que a produtividade das reuniões seja afetada de forma drástica, além de tirá-las de suas atividades naturais, o que representa mais uma diminuição na produção da organização.

Já com os e-mails, Flavio Maluf esclarece que a situação não é muito diferente, pois lidar com eles da forma correta pode ajudar bastante na otimização do tempo. O empresário destaca que aqui existem dois pontos a serem analisados. O primeiro é referente aos contatos vindos de fora das organizações, pois estes são feitos sem nenhum tipo de cuidado em relação a volumes muito grandes ou se tomarão menos ou mais tempo. Por isso, é importante definir quais contatos merecem um feedback e qual o nível de relevância daqueles, já que em alguns casos demandam respostas mais detalhadas, em outros apenas algo muito breve e uma boa parte sequer devem ser lidos, principalmente aqueles relacionados a assuntos nada relevantes para a organização.

Já nas comunicações internas, Flavio Maluf suscita que o grande problema está no fato de serem dadas respostas para e-mails que deveriam apenas serem lidos, ou aquelas serem demasiadamente longas, quando na verdade deveriam ser dadas de forma bastante objetiva. Flavio Maluf diz que isso ocorre porque alguns empregados acham que deixar seus colegas sem uma resposta pode ser entendido como falta de comprometimento, e isso leva alguns a não apenas fazerem comunicações desnecessárias, mas também escreverem textos imensos na tentativa de mostrar interesse e conhecimento do assunto. Nesse ponto, Flavio Maluf finaliza dizendo que esse problema pode ser resolvido com a utilização de aplicativos desenvolvidos para evitarem esses excessos e otimizarem a utilização do tempo.

Flavio Maluf – Amazônia recebe investimentos

O Estado do Amazonas tem novidades. Alvo de investimentos recém-anunciados, a expectativa é pela melhora da qualidade de vida da população amazonense no que diz respeito ao primeiro investimento – relacionado à expansão da rede de abastecimento de energia –, e pelo desenvolvimento de mais ações em prol do meio ambiente no que diz respeito ao segundo investimento – relacionado à promoção de práticas sustentáveis em reservas ambientais –, informou o empresário brasileiro Flavio Maluf.

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Aperfeiçoamento do setor elétrico: investimento é de R$ 6 bilhões

Segundo o empresário Flavio Maluf, o mês de setembro contou com o anúncio do Plano de Expansão e Melhorias do Setor Elétrico para o Estado do Amazonas; o investimento, que será de R$ 6 bilhões e tem origem em três esferas – Governo Federal, Ministério de Minas e Energia e Eletrobras –, destina-se à expansão, transmissão e distribuição de energia em todas as cidades do Estado. Do valor apresentado, R$ 3,7 bilhões foram reservados para o interior do Amazonas.

O plano, que terá início ainda em 2015 e deve ser finalizado em 2018, foi anunciado pelo presidente da Eletrobras, Antônio Paiva, durante um evento que reuniu palestrantes e debatedores interessados em dialogar sobre a situação energia no Amazonas e os desafios para o futuro. O evento também contou com a participação do Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Plano de expansão visa atingir comunidades isoladas

O objetivo do investimento é alcançar regiões que ainda não são contempladas pela rede de distribuição de energia, assim como ampliar e qualificar o atendimento àquelas regiões que já são atendidas.

O programa prevê novas usinas, linhas e subestações, ampliação das redes de destruição já existentes para atender e regularizar novos consumidores, inclusão de novos municípios ao sistema interligado nacional (SIN), ampliação do número de famílias atendidas pelo programa Luz Para Todos, cabeamento subterrâneo no centro histórico de Manaus, redução das perdas de energia, extensão de redes rurais e, finalmente, o atendimento a comunidades isoladas. Conforme o empresário Flavio Maluf, o atendimento a comunidades isoladas será realizado por meio da instalação de sistemas solares – conhecidos como ou miniusinas – e redes de baixa tensão.

EUA e Brasil: unidos pelo clima

Já no presente mês de outubro, a novidade ficou por conta do anúncio do investimento de US$ 11 milhões feito pelos Estados Unidos em projetos sustentáveis que estejam sendo realizados no Amazonas, informou Flavio Maluf. O valor, que será repassado a reservas ambientais durante 5 anos, visa estimular e qualificar a promoção de práticas sustentáveis.

O anúncio foi feito pela embaixadora dos EUA no Brasil, Liliana Ayalde, e reportado por Flavio Maluf. Segundo a embaixadora, os Estados Unidos e o nosso país têm em comum a preocupação com as mudanças climáticas, e o investimento tem em vista a preservação da floresta Amazônica e da biodiversidade da região. O comunicado feito pela embaixadora ocorreu durante encontro com autoridades em Manaus e contou com a participação do governador José Melo. Segundo Flavio Maluf, o compromisso foi acordado junto à Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e ao Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBIO).

Apple: tecnologia que não pára de evoluir – por Flavio Maluf

Reconhecida mundialmente por ser umas das melhores e maiores empresas que atuam no mercado de tecnologia, a Apple não para de inovar e oferecer cada vez mais opções para os usuários de seus produtos. Quem nunca sonhou ter um Smartphone da Apple? Pergunta o empresário brasileiro Flavio Maluf. Ora, ele mesmo responde. Só já não o fez quem não conhece a marca ou não está “antenado” com o que o mercado tecnológico oferece de melhor. E mais, Smartphone foi apenas um exemplo, pois a “MAÇÔ também é marca referência em relação à tablets, televisores e relógios, além de seus computadores, os Macs, destaca Flavio Maluf. O que torna a empresa conhecida e reconhecida em muitas vertentes, tornando-a cada vez mais presente nas casas dos que procuram alta tecnologia e também nas empresas que buscam aparelhos confiáveis e capazes de corresponder às demandas de seus negócios.

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A cada novo evento que a empresa anuncia, os rumores sobre as novidades tomam conta do mundo da tecnologia. Os fãs e usuários da marca aguardam ansiosos para saberem quais as novidades. O último desses eventos aconteceu no dia 9 de setembro, em San Francisco, na Califórnia. E, como já era de se esperar, a Apple apresentou inovações que fizeram valer à pena toda a espera e a especulação.”
Diferentemente do que sempre fez na maioria de seus eventos anteriores, quando buscava dar mais evidência para um de seus produtos, desta vez a marca mostrou todo o seu potencial ao apresentar grandes inovações em vários deles. Para Flavio Maluf, alguns aparelhos merecem destaque especial em sua análise.

iPad Pro:

Certamente pode representar uma nova era no mundo da tecnologia, já que chega ao mercado com potencial para substituir o computador, pois deixa totalmente para trás o modelo anterior e se instala como um concorrente dos Macs, afirma Flavio Maluf. O tablet possui tela de alta definição de 12,9 polegadas, pesa apenas um quilo, tem processador A9X de 64 bits, 6,9 mm de espessura e autonomia de 10 horas. Com uma versão do Office, possibilidade de utilização de inúmeros aplicativos simultaneamente e mantendo os atalhos do Mac, ele torna-se uma grande ferramenta para fazer a marca dominar o segmento. Isso fica ainda mais claro com o esforço da Apple na busca de parcerias para desenvolver aplicativos e opções de rede para o aparelho, diz Flavio Maluf, que também dá ênfase para dois periféricos. O Smart Keyboard (capa com teclado integrado), e a Apple Pencil (caneta para desenhar na tela), que trás excelentes opções para desenhar, independentemente da habilidade de quem vai utilizá-la. Com todas essas alternativas, o iPad Pro não se limita mais a uma ferramenta feita com o objetivo de ser essencialmente uma mídia móvel e passa a ser um aparelho autônomo e que permite grande operosidade. Em relação ao aumento no preço, Flavio Maluf diz que é totalmente compreensível, afinal, aumentar a potencia e as possibilidades requer um investimento maior, o que consequentemente faz subir também o valor. O produto ficará disponível em Novembro nos Estados Unidos, custando US$ 799 para a versão com 32 GB e Wi-Fi, US$ 949 para a de 128 GB e Wi-Fi e US$ 1.076 para a de 128 GB e 4G. Enquanto que a Apple Pencil custará US$ 99 e a capa com teclado US$ 169.

Apple TV:

Com duas versões que chegarão ao mercado no final de outubro, uma de 32 GB que custará US$ 149 e uma de 64 GB no valor de US$ 199, a Apple quer entrar de vez na sala de estar. Tendo um sistema operacional próprio, fica evidente a intenção de obter êxito com os aplicativos. A interatividade também merece destaque, já que é possível buscar conteúdos e obter sugestões através do assistente de voz, que vai permitir uma minuciosa procura. Vale citar também o controle remoto, que além de ter uma bateria com duração de até três meses, também ganhou uma superfície sensível ao toque, possibilitando navegar pelas telas e ter uma excelente interação com os conteúdos. O Bluetooth 4.0 também representa mais uma inovação, já que será utilizado para o controlo remoto, permitindo fazer uso dele sem estar necessariamente apontando-o para a TV, o que não é nada além do que podemos esperar dos dias atuais e de uma empresa como a Apple, suscita Flavio.

Apple Watch:

O relógio inteligente também apresentou novidades consideráveis, principalmente em relação ao sistema operacional, o WatchOS 2, que potencializa de forma significativa o aparelho, já que torna mais simples a maneira de visualizar notícias na página principal, acompanhar como está o tempo, além de outras alternativas que facilitam o uso das diversas funcionalidades do relógio. Uma nova pulseira de couro marrom e outras opções de cores também certamente farão a cabeça, ou melhor, os pulsos dos usuários, brinca Flavio Maluf. A edição Sport é a que apresenta o preço mais acessível, a partir de US$ 349.

iPhone 6s e iPhone 6s Plus:

Com 4,7 polegadas, o iPhone 6s tem uma tela um pouco menor que seu irmão 6s Plus, que tem 5,5 polegadas. Uma das grandes novidades em relação aos iPhones é uma nova tecnologia chamada 3D Touch, já utilizada no Apple Watch e que significa um passo a mais na maneira de tocar na tela, já que além do simples toque em si, detecta a força exercida. Isso viabiliza a criação de atalhos para determinadas ações, graças a uma tela muito mais resistente que as utilizadas anteriormente pela marca e que eram alvo de algumas reclamações, lembra Flavio Maluf.

Além dessa nova tecnologia, também é fundamental dar destaque para o processador dos novos aparelhos, que é o A9X, mesmo usado no iPad Pro. Isso representa um aumento de 70% na potencia em relação ao iPhone 6, diz Flavio Maluf. Ambos têm o iOS 9 como sistema operacional. As câmeras também ganharam novidades consideráveis. A traseira passou a ter resolução de 12 MP, 50% melhor que a da versão anterior. Isso permitirá gravar vídeos com resolução 4K. Em relação à câmera frontal, que tem resolução de 5 MP, o destaque vai para um software que tem como objetivo ressaltar a cor natural da pele. Na hora de tirar fotos também há outra novidade, se trata do Live Photos, que grava alguns segundos de vídeo e áudio antes da captura, permitindo relembrar os acontecimentos nos instantes anteriores. Outra funcionalidade de grande utilidade, as pesquisas por voz são ativadas pelo comando “Hey, Siri”. Em relação aos valores, a Apple continua oferecendo os mesmos preços e modelos nos Estados Unidos. O iPhone de apenas 16 GB de memória continua sendo vendido por US$ 199 para o iPhone 6s e US$ 299 para o iPhone 6s Plus.
Flavio Maluf destaca que para ter uma noção real da grandeza da Apple basta ver a quantidade de iPhones comercializados apenas no primeiro final de semana de vendas. Foram nada menos que 13 milhões de unidades, o que representa um recorde. Flavio Maluf diz que o enorme sucesso de vendas foi considerado surpreendente até mesmo para os executivos da empresa. Tim Cook, CEO da marca, disse, “As vendas do iPhone 6s e iPhone 6s Plus têm sido fenomenais, atropelando quaisquer primeiros resultados de fim de semana passados na história da Apple. O feedback dos clientes é incrível e eles estão amando o 3D Touch e o Live Photos, e mal podemos esperar para levar os dois modelos para clientes em mais países no dia 9 de outubro”. Contudo, diz Flavio Maluf, esse anuncio feito no final da fala de Cook, que confirmou a chegada dos novos aparelhos para mais de 40 países, faz com que os brasileiros tenham que esperar por mais algum tempo, já que por aqui as novidades devem chegar apenas no final do ano.

brasileiro compra iphone 62

Contudo, Flavio Maluf lembra que a primeira pessoa no mundo a comprar um iPhone 6s Plus foi um brasileiro. Trata-se do estudante Vitor José da Cunha Epiphanio, de 18 anos. Ele está fazendo intercâmbio na Austrália e conseguiu ser o primeiro a adquirir o tão cobiçado aparelho, já que o país é sempre um dos primeiros a começar a vender iPhones. Entretanto, destaca Flavio Maluf, Vitor não era o primeiro da fila, mas conseguiu ser o primeiro a fazer a aquisição ao despertar a atenção da empresa por demonstrar ser um grande fã da Apple. Até Tim Cook deu destaque para o brasileiro ao divulgar a foto de Vitor com seu iPhone em sua conta no Twitter e agradecer ao jovem pela compra.

Para finalizar, Flavio Maluf diz que todas essas novidades apresentadas pela Apple, fazem-na se consolidar cada vez mais como uma empresa de grande nível no mundo da tecnologia, além de continuar aumentando a credibilidade da marca e despertando o interesse e o desejo de pessoas ao redor de todo o mundo de possuírem algum aparelho que tenha a maçã como logomarca. E como é de se esperar, certamente virão muitas outras novidades e inovações por aí, já que a empresa não para de fechar novas parcerias e se esforça para surpreender os seus fãs.

Conheça a evolução da linha dos Iphones

Flavio Maluf criou a análise abaixo sobre a interessante evolução do iPhone

Flavio Maluf explica Iphones

Iphone evolução por Flavio Maluf

Quando foi lançado, o iPhone se tornou manchete de jornais que o apresentavam como o smartphone sem teclado ou botões do mundo. O modelo inovou com seus três botões (home, Power e volume) e a tela sensível ao toque. O caráter criativo do aparelho da Apple era enfatizado e até mesmo hoje, o iPhone é um dos aparelhos mais desejados do mercado. Mesmo com o preço cada vez mais alta, milhares de brasileiros optam pelo modelo mais recente.
Desde o primeiro lançamento, o iPhone mudou, ganhando alguns centímetros, aplicativos e recebeu atualizações no design. Tudo para se adaptar ao mercado e se manter a frente dos concorrentes. Foram mais de 700 milhões de unidades vendidas desde o lançamento do primeiro aparelho. São quase 90 milhões de vendas por ano do carro chefe da Apple. Confira a evolução do iPhone nesses 8 anos de história.
Junho de 2007: Chega ao mercado o iPhone 2G
O primeiro iPhone lançado pela Apple é considerado um divisor de águas no mercado dos telefones. O modelo tinha como principal novidade a tela sensível ao toque que já era utilizada em alguns aparelhos, inclusive nos prórpios iPods da marca. Mas o iPhone era diferente, uma vez que o touchscreen dispensava o uso de caneta stylus e o usuário precisava apenas dos dedos para acessar suas funções. O design também era chamativo, apresentando corpo metálico. Tinha capacidade de armazenamento de 16 GB e não tinha funções como GPS e gravação de vídeos.
Julho de 2008: iPhone 3G
A versão de entrada foi um sucesso de vendas e continuou com o segundo modelo lançado, o iPhone 3G. Suas principais características foram a conectividade 3G, o GPS e a App Store, em que os usuário poderiam baixar aplicativos com facilidade. Desenvolvidos pela Apple e por outras empresas, os aplicativos disponíveis para o smartphone deu início a uma nova indústria: a de desenvolvimento de software. A versão 3G esteve disponível em duas cores e com capacidade de armazenamento de 8 GB e 16 GB. A novidade do design ficou por conta do material da carcaça, um plástico bastante resistente que tornou o preço mais acessível.
Junho de 2009: iPhone 3GS
O iPhone 3GS também apresentava a carcaça em plástico e poucas mudanças no visual. O que despertou o interesse do público foi o “S” no nome que representada Speed, pois a velocidade passou de 412 Mhz da versão 3G para 600 MHz e a memória passou de 128 MB para 256 MB. Além da câmera de 3,0 megapixels ao invés da câmera de 2,0 megapixels da versão anterior. Foi o primeiro iPhone a gravar vídeos e tinha outras funções como auto – foco, bússola, tela ant – oleosidade bússola digital, entre outras funções. O modelo esteve disponível nas cores preta e branca e com 8 GB, 16 GB e 32 GB de espaço de aramazenamento.
Junho de 2010: iPhone 4
O iPhone 4, lançado em 2010, foi o modelo marcado pela primeira reformulação significativa no design do aparelho. O destaque ficou pela combinação de aço inoxidável e vidro. Este último cobria as partes frontal e traseira do aparelho, além das linhas retas que tornavam o design mais arredondado em relação as primeiras versões. Entre os destaques do modelo estão a câmera frontal para vídeo – chamadas, o display de 960 x 480 pixels, câmera de 5 que permitiam a gravação de vídeos na resolução HD (720p).
Por dentro, o iPhone inovou com o chip, um processador A4, de frequência 1 GHz, que apresentava 512 MB de memória RAM. A bateria, um pouco superior aos modelos antecessores, permitia uma maior carga.
Outubro de 2011: iPhone 4S
O design do iPhone 4S não era tão diferente do seu antecessor, contudo ele trouxe evoluções importantes como a câmera de maior resolução (8,0 megapixels e gravação de vídeo na resolução Full HD 1080p). Outro destaque ficou por conta do processador com dois núcleos que dava mais velocidade ao aparelho. Uma função interessante que foi apresentada neste modelo foi a assistente de voz, chamada Siri (por isso a letra “S” que consta no nome). Trata-se da versão mais vendida no Brasil até o lançamento de seu sucessor o iPhone 5.
Setembro de 2012: iPhone 5
O lançamento do iPhone contou uma grande reformulação no design, sendo a segunda grande transformação do aparelho. A principal mudança foi o acabamento em alumínio, a tela maior (4 polegadas) e a menor espessura. O iPhone 5 contava com o novo conector lightning, que apresentava 10 pinos, ao invés dos 30 dos modelos anteriores. Outra novidade ficou por conta do novo EarPod. Por dentro, o modelo apresentava o processador de dois núcleos e a memória RAM de 1 GB.
A câmera traseira de 8 megapixels foi melhorada, apresentando uma nova tampa da lente de cristal de safira, além de função panorâmica. A câmera frontal, para vídeo – conferência, apresentou 1,2 MP. Até então, o iPhone 5 foi o mais vendido da história com mais de 5 milhões de unidades vendidas só nos Estados Unidos. O que fez do iPhone 5, o aparelho portátil mais vendido do mundo no ano de seu lançamento. Uma curiosidade sobre o modelo diz respeito ao cancelamento da produção, que aconteceu após o lançamento dos iPhone’s 5C e 5S em 2013. Dessa forma o 5C passou a ser produzido em seu lugar.
Setembro de 2013: iPhone 5C
O iPhone 5C marcou a sétima geração do aparelho e foi apresentada junto com o iPhone 5s, em 10 de setembro de 2013. A atitude inédita apresentou ao público dois aparelhos em uma única data. Com os componentes internos iguais aos do iPhone 5, o 5C estava disponível em 5 versões cuja traseira foi trabalhada em em policarbonato nas cores branca, verde, azul, amarelo e rosa, o que deixou o aparelho um pouco mais em conta. Com a chegada do modelo 5C, a Apple cancelou a produção do iPhone 5, uma vez que o objetivo era o de substituir o modelo anterior. A atitude não deixou os proprietários do iPhone 5 muito satisfeitos com a Apple.
Setembro de 2013: iPhone 5s
A Apple dá continuidade a linha S, entretanto esta versão parece muito com o iPhone 5. A primeira mudança diz respeito a arquitetura de 64 bits, até então inédita. A câmera continuou oferecendo os 8 megapixels, contudo com uma abertura de f/2.2. Além disso, ele permitia aos usuários de gravarem vídeos em 120 fps (câmera lenta) com 720p (HD) ou em 30 fps na resolução 1080p (FullHD). A variação de cores com destaque para a dourada, prata e cinza espacial. O S do nome vem da palavra Security.
Setembro de 2014: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
O diferencial dos iPhones 6 e 6 Plus é a melhora significativa nos processadores e na câmera frontal. A tecnologia NFC – Near Field Communication garantiu a troca rápida e segura de informações na rede sem fio. Ela é empregada, sobretudo na função Apple Pay, que permite a compra com o cartão de crédito apenas aproximando o aparelho do leitor, sem a necessidade de contrato. O usuário pressiona o touch e a transação e processada e autencada. Algo que também foi bem visto é a inédita capacidade de armazenamento de 128 GB.
Houve também um ganho de tamanho e o iPhone 6 passou a ter 4,7 polegadas, ante as 4 polegadas do iPhone 5c e 5s e o iPhone 6 Plus apresenta 5,5 polegadas. A tela de retina, a menor espessura, menor peso e o corpo curvado são algumas das novidades do design. Os preços de lançamento do iPhone 6 é de US$ 199 (versão inicial de 16 GB), US$ 299 (versão de 64GB) e US$ 399 com 128 GB. Já a versão iPhone 6 Plus é vendido a US$ 299 na versão de 16 GB, US$ 299 a de 64GB e US$ 499 com 128 GB de armazenamento. Os valores referem-se a venda casada no plano de contrato de dois anos junto a prestadora.
Curiosidades sobre o iPhone
Ao longo de seus oito anos, o iPhone foi lançado em 115 países e mais de 700 milhões de unidades foram vendidas. Entre as curiosidades mais interessantes está a relação entre Apple e Samsung, que brigaram muitas vezes na justiça, mas mantinham relações comerciais bem sólidas. Até a versão 5c, boa parte dos chips presentes no aparelho era produzida pela Riva, Samsung. o chip é produzido por um processo avançado que envolve nanotecnologia, uma unidade central de processamento (CPU) com dois núcleos e uma unidade de processamento gráfico (GPU).
O Siri permite saber se há algum avião voando sob o usuário. Basta perguntar ao Siri “What flights are above me?” (“quais os voos que estão acima de mim?”) ou “planes overhead”(“aviões em cima”). O Siri vai mostrar uma tabela com os aviões e os números dos voos, bem como as altitudes que estão sobrevoando e seus ângulos.
Para apagar quaisquer textos basta agitar o seu iPhone e vai aparecer uma caixa de diálogo com a mensagem “desfazer a digitação” e de mudar de ideia outra vez é só agitar novamente o telefone para aparecer a de diálogo com a mensagem “refazer a digitação”.

Espanha pretende aumentar investimentos no Brasil, observa Flavio Maluf

Em recente visita de quatro dias ao território brasileiro, o advogado e economista José Manuel García Margallo, Ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, falou sobre as intenções comerciais de seu país no que tange ao Brasil.  Como informa o engenheiro Flavio Maluf, o representante do governo espanhol disse que pretende incentivar a presença de empresas de seu país em terras tupiniquins.

São diversas as empresas espanholas de grande porte que já estão operando por aqui – Deten Química, Repsol, CEG, Telefónica e Santander são alguns exemplos citados por Flavio Maluf – e a vinda de outras corporações desse gabarito seria vista com bons olhos pelo governo espanhol. Fontes afirmam que o Palácio da Moncloa enxerga um futuro bastante seguro para o Brasil e para a América Latina em geral.

Presidente da Eucatex, empresa brasileira cujas primeiras exportações para a Europa remontam ao ano de 1965, Flavio Maluf relata que, após ter sido recebido em Brasília (DF) por Michel Temer e Mauro Vieira, respectivamente Vice-Presidente e Ministro das Relações Exteriores do Brasil, García Margallo se reuniu em São Paulo (SP) e Salvador (BA) com diplomatas, empresários e jornalistas a fim de reforçar o intuito da Espanha de expandir seus investimentos naquela que é, em termos econômicos, a mais importante potência da América do Sul.

Flavio Maluf cita a opinião de especialistas: “Nós somos o segundo país, no mundo todo, que mais recebe investimentos espanhóis. A título de informação, vale destacar que, só no ano passado, fomos o destino de mais de 4 bilhões de euros (ou cerca de 13,6 bilhões de reais) provenientes de lá”.

E não é só: após cinco anos de estagnação, a economia da Espanha, maior país da Península Ibérica, parece começar, ainda que timidamente, a dar sinais de vida – a taxa estimada de elevação do Produto Interno Bruto espanhol ronda os 3,3%, por exemplo. Por conta dessa retomada e de eventos como, entre outros, as movimentações empreendidas no mercado pelo grupo Telefónica para a compra da GVT – a operadora de telecomunicações brasileira outrora pertencente ao grupo francês Vivendi – ou a vultuosa investida prometida pelo grupo Santander em sua tentativa de adquirir as operações brasileiras do banco HSBC, são boas as chances de 2015 fechar com um saldo ainda mais positivo do que o de 2014.

Outro fator que contribui para esse prognóstico otimista é o plano de concessões lançado pelo governo brasileiro, em junho deste ano, envolvendo projetos de construção de aeroportos, ferrovias, rodovias e portos, que certamente atrairá com a participação da iniciativa privada espanhola.

Segundo reporta Flavio Maluf, o Chanceler espanhol assegurou que o fato de o Brasil não ter apoiado a candidatura da Espanha para o Conselho de Segurança da ONU são águas passadas e que esse episódio diplomático não irá afetar a disposição dos espanhóis de investir no país. A maior preocupação do Ministro García Margallo, no momento, parece ser a demora na conclusão das negociações entre Mercosul e União Europeia, estacionadas há dois anos.

Leia também a reportagem, na íntegra:  O avanço da economia espanhola; Flavio Maluf noticia.

 

O promissor mercado de franquias, por Flavio Maluf

O mercado de franquias tornou-se uma alternativa promissora para muitos empreendedores. Diante de muitos segmentos o qual se pode trabalhar, o de serviços é o que mais tem crescido nestes últimos anos. Sendo assim, Flavio Maluf comenta sobre alguns fatos importantes sobre esse mercado e noticia boas opções para quem pretende investir nesse ramo!

O mercado de franquias está não apenas se desenvolvendo de forma rápida, mas crescendo a cada ano. Conforme reporta Flavio Maluf, segundo dados da ABEF – Associação Brasileira de Franchising, as franquias tiveram um aumento em 2014 de 7,7% em relação ao ano anterior. Com certeza, diante desses fatos, é possível notar que esse mercado de franquias tem sido promissor.

Partindo dessas informações, informa Flavio Maluf, novas franquias estão sendo lançadas abrindo oportunidades para quem deseja ingressar nesse ramo que, vale destacar, não tem custo tão alto em comparação com outros tipos de negócios.

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Por essa razão é que franquias recém-lançadas estão prendendo os olhos de muitos empreendedores. Mas até que ponto isso poderá ser um negócio rentável? É o que informa Flavio Maluf destacando aspectos positivos e negativos.

Franquia recém-lançada: Aspectos positivos

  1. Ser uma novidade para as pessoas – abre oportunidade para se destacar das já existentes se for algo inovador e jamais visto;
  2. O valor de investimento é menor que as tradicionais e pode ser negociável – tendem a cobrar taxas menores por serem iniciantes e conforme os anos vão passando, podem aumentar de valor;
  3. Estão mais abertas a ideias, sugestões por parte do franqueado por estarem em um novo campo de trabalho;
  4. O franqueado cresce e fica conhecido junto com a marca por ser pioneiro no segmento.

Franquia recém-lançada: Aspectos negativos

  1. Não há tanta experiência comprovada e a franquia recém-lançada está em fase de teste, adaptação ao mercado;
  2. Gera mais riscos – pode ser que dê certo como não, então é preciso estar consciente dos riscos. O público pode não se agradar e acabar por trazer poucos resultados. Mas também é possível que haja sucesso;
  3. Por ser uma marca desconhecida para o público pode não ser aceita com facilidade, então o franqueado precisará trabalhar muito com marketing e torná-la popular para que todos a conheçam e adquiram o produto ou serviço;
  4. Pode ser apenas uma alta sazonalidade e modinha. É importante destacar que, às vezes, a nova franquia é apenas um tempo que logo passará. É necessário avaliar se poderá resistir a uma baixa sazonalidade.

Em meio a esses fatos, Flavio Maluf diz que ao entrar em uma nova franquia é preciso avaliar antes os dois aspectos e ter consciência que pode ser um negócio bom como não pode. A questão é tentar com o foco de ser um sucesso, mas enxergar também a possibilidade de não ser algo tão rentável como se esperava.

Franquia de serviços está em alta e pode ser a sua chance!

Antigamente, as franquias que mais se destacam dentro desse mercado era o segmento de alimentação. Havia e há até hoje, comenta Flavio Maluf, uma grande explosão de franquias alimentares no Brasil que se encontram a todo o vapor e que nunca deixaram de gerar grandes lucros. Mas, os tempos mudaram e novos segmentos começaram a surgir, o que tem dado muito certo!

Um dos segmentos de maior relevância com crescimento significativo e surpreendente é da área de serviços. Mesmo iniciando com pequenos negócios e dentro de seu território regional, as franquias de serviços atingiram um patamar alto e evolutivo, informa Flavio Maluf.

É cada vez mais comum encontrar franquias de serviços nos ramos de lavanderias, limpeza, conservação e manutenção, escola de idiomas, hotelaria, imobiliárias, ensinos profissionalizantes, e muitos outros, sugere Flavio Maluf.

Há diferentes vantagens para quem escolhe essa franquia de serviços, pois é possível realizar o trabalho na sua própria casa, sem a necessidade de ter uma estrutura física em outro local, apesar de haver essa possibilidade. E outra vantagem bem significativa, informa Flavio Maluf, é o baixo investimento que o franqueado pode ter quando não se encontra com um valor alto de dinheiro.

Por esses motivos e tantos outros, esse mercado de franquias de negócios pode ser uma possibilidade real e rentável para quem deseja ter o seu próprio negócio e obter uma renda lucrativa.

Agora, Flavio Maluf destaca alguns tipos e estilos de franquias em que o empreendedor, ou iniciante nesse ramo ou aquele que pretende e pensa entrar em um negócio que o permite trabalhar em sua própria casa. Pode ser que haja algum do seu interesse, por isso, continue lendo!

Tipos e estilos de franquias home based para investir

Muitas pessoas sonham em abrir um negócio a partir de sua própria casa. É fato que o sistema virtual possibilitou poder trabalhar em qualquer lugar do mundo apenas tendo um computador, notebook e acesso à internet.

Há outros tipos de trabalhos que se pode montar na própria residência como o serviço de conserto de manutenção de eletrodomésticos, sugere Flavio Maluf. É só ter um espaço para a realização do conserto em casa, experiência no ramo e fazer a visita na residência do cliente. Uma possibilidade que dá muito certo!

Com todo esse crescimento no mercado de franquias, a possibilidade de entrar em um negócio como a franquia home based tem atraído mais e mais pessoas. Para quem tem um sonho de ter seu próprio negócio, essa é uma das melhores opções, comenta Flavio Maluf.

Por isso, eis alguns tipos e estilos:

  1. Web4br
  • Tipo: Agência de marketing digital
  • Estilo: Criação de sites institucionais e lojas virtuais, publicações em mídias sociais, envio de muitos e-mails marketing e demais ferramentas da web e consultoria na área de artes gráfica e design.
  • Investimento inicial: 8 mil
  • Média mensal de faturamento: entre 5 mil e vai até 30 mil
  • Prazo de retorno: 4 a 8 meses
  1. Sr. Computador
  • Tipo: Manutenção de Tecnologia da Informação que atende no local físico e na casa do cliente
  • Estilo: Serviços de manutenção para computadores.
  • Investimento inicial: 25 mil
  • Média mensal de faturamento: 20 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 18 meses
  1. San Martin Seguros
  • Tipo: Seguradora
  • Estilo: Oferecer serviços de seguros em várias modalidades como viagens, contra roubos, incêndios, vida, e outros.
  • Investimento inicial: 14,9 mil
  • Média mensal de faturamento: 15 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 8 meses
  1. Quinta Valentina
  • Tipo: Comércio de calçados femininos
  • Estilo: Vendas de calçados femininos
  • Investimento inicial: 16 mil
  • Média mensal de faturamento: 14 mil
  • Prazo de retorno: 3 a 11 meses
  1. Master House
  • Tipo: Consertos em geral
  • Estilo: Faz reparos, reformas, manutenções, tais como: eletricidade, encanamento, jardinagem, impermeabilização, pintura tanto comercial como residencial, e outros
  • Investimento inicial: 15 mil
  • Média mensal de faturamento: 10 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 12 meses
  1. Learning Fun
  • Tipo: Aulas de inglês para crianças
  • Estilo: Há unidade física e home based com aulas de inglês voltado para o público infantil
  • Investimento inicial: 27 mil
  • Média mensal de faturamento: 10 mil
  • Prazo de retorno: 12 a 24 meses
  1. FlyWorld
  • Tipo: Microfranquia de turismo no Brasil
  • Estilo: Comércio de passagens aéreas.
  • Investimento inicial: Depende do local: para até 50 mil habitantes, o valor é de 12,5 mil; acima de mil habitantes, o valor é de 19,5 mil
  • Média mensal de faturamento: 50 mil
  • Prazo de retorno: 6 a 12 meses
  1. Ensina Mais
  • Tipo: Especializada em ensino completar para o ensino fundamental
  • Estilo: Metodologia voltada para crianças e adolescentes com foco em interação usando recursos da tecnologia nas disciplinas de inglês, matemática, português, informática
  • Investimento inicial: 40 mil
  • Média mensal de faturamento: 6 mil
  • Prazo de retorno: 18 a 24 meses
  1. Dona Resolve
  • Tipo: Serviços domésticos e que facilite o dia a dia
  • Estilo: Oferece serviços de diaristas, motoristas, empregadas domésticas, babás, cozinheiras, entre outros
  • Investimento inicial: 30 mil
  • Média mensal de faturamento: 30 mil
  • Prazo de retorno: 12 meses
  1. Concretta
  • Tipo: Construção civil
  • Estilo: Serviços de mão de obra de construção civil tendo um professor dando aulas teóricas e práticas a fim de capacitar o profissional nesse ramo
  • Investimento inicial: 36 mil
  • Média mensal de faturamento: 10 mil
  • Prazo de retorno: 12 meses
  1. Ahoba Viagens
  • Tipo: Viagens e Turismo
  • Estilo: Viagens on line onde a conexão com o cliente é feito por meio de vídeo, mensagem de voz e texto
  • Investimento inicial: 3 mil
  • Média mensal de faturamento: 2 mil
  • Prazo de retorno: 3 meses
  1. AutoSPA Express
  • Tipo: Automotivo sustentável
  • Esstilo: Realiza lavagem ecológica e estética automotiva como polimento, higienização interna, espelhamento da pintura, e outros
  • Investimento inicial: 15 mil
  • Média mensal de faturamento: 6 mil
  • Prazo de retorno: 6 meses

Diante do exposto, é possível enxergar ainda um longo caminho a crescer e se estruturar nesse segmento de mercado de franquias. Ainda há muito a aprender para que esse segmento de negócio alcance uma sustentação bem maior diante de tantos fatos que se evidencia, mas o caminho percorrido tem sido o dos melhores e com um crescimento satisfatório e longínquo, conclui Flavio Maluf.

Flavio Maluf comenta a redução das vendas no mercado de carros na China

Ao pensarmos em China elevamos os números ao patamar macro. Isso não é à toa, estamos falando do país mais populoso do mundo, cerca de 1,4 bilhões de habitantes. Em relação ao Brasil – quinto país no ranking dos mais populosos – a China é seis vezes mais habitada.

China car numbersDe olho nessa grande fatia de mercado muitas empresas focam suas estratégias para suprir o consumo interno dos chineses. A indústria automobilística não ficou para trás, na década passada gigantes como a Ford Motor CO. e a Volkswagen AG concentraram suas energias para produção no país. Flavio Maluf – empresário brasileiro – relata que a ascensão econômica da China elevou o poder aquisitivo de uma parcela significativa da população. Assim, abriu-se espaço para entrada das montadoras internacionais, a nova classe média chinesa demandava carros.

Depois de anos consecutivos com o PIB chinês crescendo uma média anual de dez pontos percentuais a economia do país deu sinais de redução no ritmo. O crescimento continua, mas não a pleno vapor como nos anos anteriores. O mercado de carros na China também dá seus primeiros indícios de redução, os últimos meses tem sido de queda nas vendas. Flavio Maluf aponta que há diversos motivos para essa queda, segundo especialistas relatados por ele, uma das questões a se analisar é que muitos chineses detentores de poder de compra já possuem carros e, nesse momento, visam comprar outros bens de consumo mais caros. Também, há de se considerar os problemas relacionados a congestionamentos pelo excesso de automóveis circulando.

A queda nas vendas de carros no mercado Chinês parece estar mais de acordo com um processo natural de transição do que relacionado a uma crise no setor. Flavio Maluf cita que a indústria automotiva ainda tem um grande nicho no país, comparando-se com o Brasil a quantidade de carros para cada mil habitantes é a metade. Ao compararmos com os Estados Unidos temos uma relação de oito para um.

Mesmo compreendendo que a desaceleração no crescimento econômico não está diretamente ligada à queda nas vendas de carros, Flavio Maluf conta dados demonstram que provavelmente existe uma influência subjacente. Bens de consumo como automóveis novos estão muito vinculados à confiança do consumidor, nessas épocas é esperado que aqueles que pretendem adquirir um carro aguardem para efetuar esse tipo de compra ou optem por um carro mais barato.

Outro diagnóstico a ser posto em pauta são as novas leis chinesas no emplacamento dos automóveis. Devido ao alto fluxo de carros circulando foi necessário impor algumas restrições de tráfego. A considerável maioria dos automotores concentra-se nas grandes metrópoles.

Flavio Maluf traz algumas comparações reiterando que o momento parece se referir mais a um ciclo natural. A siderurgia na China também experimenta uma redução de fabricação de aço nos últimos meses. Fato é que na sociedade de consumo atual ainda há espaço para muita venda de carro aos chineses. O mercado interno é amplo e as montadoras internacionais vêm se consolidando juntamente com as marcas nacionais. Não podemos esquecer que o freio no crescimento Chinês não é tão brusco, ainda é um país que avançou sete pontos percentuais (PIB) no último trimestre.

Flavio Maluf: Qual o futuro das escolas de negócios?

As escolas de negócios tem um papel importante de produção de conhecimento e contribuem de forma relevante para a transformação das organizações e da sociedade. Portanto, estão sendo cada vez mais criticadas e responsabilizadas pelas ações dos executivos treinados por elas.

Flávio Maluf, executivo brasileiro presidente do Grupo Eucatex, comenta que pesquisas mostram que as escolas estão sofrendo com uma queda de reputação que é sustentada por muitas variáveis, dentre elas a baixa preparação dos executivos no que tange à inovação, à visão em um contexto global, ao desenvolvimento de liderança e à construção do pensamento crítico-reflexivo.

escoladenegociosDiante desta realidade, é fundamental que as escolas atendam a essas necessidades pois o seu próprio futuro dependerá do triunfo diante destes desafios e da forma como lidam com suas potencialidades e fragilidades.

 

Sabe-se que, assim como outros setores da educação, as escolas de negócios mantêm as aulas tradicionais como principal método de ensino e se baseiam em grande parte na teoria. Porém, as teorias utilizadas atualmente tem o viés de aprender a partir de experiências passadas. Apesar de primária, esta é uma importante técnica para lecionar, mas as escolas de negócios precisam ir além. É preciso pensar o futuro, pois tudo indica que ele será intrinsecamente diferente do passado, afirma Flávio Maluf.

O executivo Flávio Maluf argumenta que as escolas de negócios enfrentarão profundas mudanças e terão de se reinventar, principalmente no que tange à inovação de metodologias e processos de aprendizagem, focando não apenas na teoria, mas fazendo uma conexão entre o discurso e a prática. Elas terão de repensar seus propósitos e valores, de forma a se alinhar com os novos desafios impostos pela sociedade, pela educação, pela tecnologia, pelo mundo.

Flávio Maluf diz que a educação para os negócios deve, na visão de muitos empreendedores e empresários, se tornar operacionalmente mais efetiva, por meio de jornadas de aprendizagem, experiências práticas, estudos de casos ou simulações que apresentem situações reais de tomada de decisão, proporcionando a reflexão sobre o que foi aprendido e possíveis reconstruções e adaptações no resultado dessas situações.

As escolas devem também ensinar a melhor compreensão do contexto onde os executivos trabalham, devem ajudá-lo a desenvolver habilidades para lidar com os desafios pertencentes a este espaço. Um foco estratégico das escolas de negócios é o próprio executivo e suas mudanças internas. Mas será que ele está preparado para essas mudanças, para se reinventar, para entender a realidade sobre uma perspectiva mais profunda e mais real? – questiona Flavio Maluf.

Em suma, o futuro das escolas de negócios dependerá da própria capacidade de se sustentar no mercado e compreender a necessidade de formar alunos com pensamentos visionários e inovadores, características que são imprescindíveis para o sucesso do negócio, aponta Flávio Maluf.

Outro assunto que está em pauta no mundo corporativo é o da sustentabilidade, conceito que vem sendo amplamente discutido pelas organizações. E nota-se cada vez mais as dificuldades que a educação enfrenta para desenvolver profissionais capazes de fomentar transformações que estejam alinhadas aos desafios atuais de sustentabilidade e de organizações conscientes. Portanto, refletir sobre as questões de sustentabilidade é um dos passos na caminhada para o futuro das escolas de negócios.

Flavio Maluf fala sobre as startups e a possibilidade de obterem investimentos

O mercado está cada vez mais promissor para as startups, principalmente aqui no Brasil. Para se ter uma ideia, São Paulo está na décima segunda posição entre as cidades que mais oferecem oportunidades para as startups. A informação é de um estudo chamado de Global Startup Ecosystem Ranking 2015, realizado pela Compass, uma empresa especializada em software para companhias de tecnologia de São Francisco, na Califórnia, a qual faz levantamentos e estudos do segmento desde o ano de 2012.

Flavio Maluf, presidente da Eucatex reforça a importância da cidade, que foi a única do Brasil e da América Latina a ser citada no levantamento. Segundo reporta Flavio Maluf, a pesquisa mostra que São Paulo está entre os 20 melhores ecossistemas para negócios inovadores em todo o mundo. Em primeiro lugar está o Vale do Silício, seguido de Nova Iorque e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A problemática referente à falta de capital de risco em oferta no mercado deixou de ser realidade para as startups. Flavio Maluf cita que o estudo mostrou também que os investimentos no setor cresceram 95% entre 2013 e 2014 nas cidades citadas. As startups ainda vivem um bom momento, fruto principalmente de investimentos e iniciativas públicas e privadas.

startup

O início

A conceito de startup se consolidou no mesmo período da chamada Bolha da Internet, entre os anos de 2996 e 2001. Trata-se de um negócio focado em abordagens inovadoras, sendo sinônimo de começar uma empresa escalável e repetível, atuando em condições de extrema incerteza. Segundo Flavio Maluf, alguns investidores afirmam que o conceito é mais simples, de uma empresa que inicia com custos de operação baixos e que apresentam um crescimento rápido, gerando lucros maiores.

Para Flavio Maluf, o cenário incerto é aquele que não se pode afirmar se o empreendimento ou projeto irá dar certo ou pelos menos se mostrar sustentável. Se diz respeito ao fato da startup crescer sem modificar de forma expressiva o seu modelo de negócio. O ideal é apresentar um crescimento da receita e custos menores, garantindo um acúmulo maior de lucro. E ser repetível diz respeito a capacidade de entregar o produto em escalas maiores.

Flavio Maluf afirma que o ambiente de incertezas o qual as startups estão inseridas é o principal combustível para seu crescimento. Sem capital de risco elas se tornam mais criativas para gerar receita. Para algumas é difícil continuar a buscar um modelo de negócios ideal, por essa razão os investimentos são cada vez mais necessários para as empresas. Quando o negócio começa a crescer, é necessário o investimento para essa startup ser uma empresa sustentável.

No momento em que se tona escalável, a startup dá lugar à empresa com alta lucratividade. Se não ocorrer dessa forma, o negócio precisa ser reinventado ou correr o risco de morrer de forma prematura. Independente do nicho que estão inseridas, as startups tem ou não maior chance de sucesso e por essa razão se faz necessário uma estratégia eficiente e que resolva um problema. Quanto maior for o problema e melhor a solução proposta, maior será a receptividade e a lucratividade.

Vale ressaltar que startups não são apenas negócios que envolvem a internet. Elas só estão inseridas num contexto que precisa da rede para expandir. Muitas outras estão mais frequentes no meio por conta dos custos menores para criar um software do que para o ramo do agronegócio, por exemplo. Além disso, a internet torna a expansão do empreendimento mais fácil, barata e rápida, sendo uma forma mais simples de tornar o produto repetível. Para ser startup é preciso ter um negócio repetível e escalável.

Como obter investimentos

Uma das etapas mais sensíveis e importantes da trajetória de uma startup diz respeito à capitação de recursos para tocar o negócio. Para Flavio Maluf, as chances do empreendimento obter sucesso crescem quando há uma proposta eficiente e para isso é importante tomar cuidados simples como uma apresentação simples e eficaz. Isso porque a maior parte dos investidores tem agendas apertadas e não tendem a ter interesse em empreendedores prolixos.

Ser coerente e demonstrar entusiasmo

Para receber o ‘sim’ do investidor é necessário demonstrar um bom projeto e que os envolvidos estão capacitados para “enfrentar” o mercado. Para Flavio Maluf, os investidores levam em conta a qualificação do empreendedor e sua personalidade, sobretudo de gestão. Estabelecer uma sociedade é uma tarefa complicada, tal qual um casamento. Em uma entrevista é preciso demonstrar uma personalidade forte, mas que seja aliada a um comportamento ético adequado ao empreendimento.

Apresente um modelo sustentável

Um modelo sustentável tende a ser mais atraente aos investidores. Criar uma startup com base nas tendências passageiras do mercado ou apoiada em um setor com vida perene pode não ser atraente aos investidores. Para Flavio Maluf, os investidores querem atuar em negócios com tendência a crescer e existir de maneira sustentável, principalmente no longo prazo. Para isso é imprescindível oferecer um modelo que seja válido pelos próximos dez anos (no mínimo).

Flavio Maluf cita que referências externas comprovam que muitos negócios nascem de ideias baseados em setores e nichos temporários de mercado com o interesse de venda para terceiros em um futuro próximo. Quando os investidores notam essa possibilidade, desistem do investimento. Por essa razão é importante demonstrar responsabilidade financeira e uma perspectiva positiva de mercado. Dessa forma é possível conseguir uma maior confiança do investidor.

O cliente é o foco

Independente da área de atuação, seja o mercado corporativo ou produtos destinados ao consumidor final é importante manter o foco constante no público-alvo. Se for preciso modificar o produto para atender as nuances do mercado, o ideal é buscar estar a um passo a frente dos concorrentes. O empreendedor tem a obrigação de estudar e interpretar a demanda do consumidor durante todo o tempo, buscando entregar o produto mais apropriado, criando sempre experiência positivas.

Quem tem a aptidão de corrigir seus erros e a seguir a trajetória de acordo com os sinais demonstrados pelo cliente, terá mais chances de crescer. Para isso é importante estar associado a profissionais capacitados e comprometidos, além de adotar tecnologias expressivas. No momento de apresentar a proposta ao investidor é necessário mostrar que a startup adota linguagens avançadas e tecnologias que viabilizam a interação. Sempre que possível, mostre que possui recursos para adaptar-se à evolução das tecnologias digitais.

Transparência na gestão

Startups que apresentam uma gestão transparentes tendem a receber recursos mais rapidamente, uma vez que os investidores tem preferência por empreendimentos mais fáceis de serem monitorados. Startups que estão crescendo tem de adotar princípios de governança mais claros, sobretudo no controle financeiro, definição dos cargos, remunerações, auditorias, controle dos gastos e a carga horária de trabalho dos colaboradores.

Segundo Flavio Maluf, demonstrar transparência e regras claras referentes a gestão podem garantir mais investimentos e também mais dinheiro para uma menor parcela do negócio. Vale ressaltar que as empresas que apresentam práticas mais eficientes e padronizadas de gestão são mais valorizadas. Cabe ao gestor determinar quais serão essas regras e como torna-las mais simples.

O papel das aceleradoras

As aceleradoras são programas de apoio que visam auxiliar os empreendedores a moldar o negócio e receber incentivo. Segundo Flavio Maluf, uma aceleradora busca projetos promissores e oferece aos seus participantes auxílio para consolidarem a ideia e se inserirem no mercado. Diferente das incubadoras, as aceleradoras querem startups que se destacam e que oferecem um produto com grande taxa de crescimento, as chamadas escaláveis. A vantagem em relação as incubadoras diz respeito ao tempo disponibilizado para obter resultados.

Outra característica da acelerado é a metodologia apresentada que busca aproveitar o tempo pré- determinado para o cumprimento de metas. Dessa forma é possível desenvolver características mais eficazes de abordagem. Para Flavio Maluf, a possibilidade de ter um bom mentor para orientar e aconselhar é tão importante quanto os investimentos futuros. Além disso, ela oferece orientadores para auxiliar em diferentes áreas como design, programação, marketing, entre outras.

Como participar de uma aceleradora

O processo de ingresso e participação das aceleradoras é aberto, ou seja, qualquer startup ou empreendedor pode tentar, o que aumenta a competitividade. Entre as fases que caracterizam o processo oferecido pela aceleradora está a consciência. Trata-se do momento em que os empreendedores se atentam ao tipo de investimento, que ocorre principalmente na internet. Logo após vem a aplicação, que se trata da fase em que que os idealizadores iniciam o processo de seleção das aceleradoras.

Flavio Maluf diz que dificilmente um empreendedor único é aceito e é necessário estar em equipe, sobretudo pelo volume de tarefas que vai ter de desenvolverem um curto espaço de tempo. Na fase inicial do programa, os envolvidos devem focar no desenvolvimento da ideias e de um produto viável. A fase final conta com o demo day, em português, “dia de demonstração”, que o evento em que a aceleradora media o contato entre o negócio e a startup.

Nesse momento, as startups tem a chance de demonstrar aos investidores o seu produto, como chegaram até ele e os benefícios do seu produto. Para Flavio Maluf, esse é o momento de obter financiamento adicional, contudo perdê-lo não precisa ser encarado como uma derrota e sim como uma forma de melhorar a estratégia.