Flavio Maluf apresenta o smartphone da Xiaomi

Com um plano de negócio centrado em vendas apenas pela internet e com marketing nas redes sociais e fóruns, Xiaomi quer atrair público brasileiro oferecendo smartphones a preços mais baixos do mercado. Flavio Maluf traz as informações.

xiaomi

Empresa chinesa no segmento de tecnologia móvel chega ao Brasil pretendendo conquistar público oferecendo smartphones de alto nível, mas com um diferencial: preços mais acessíveis que seus concorrentes como a Apple, conforme reporta Flavio Maluf. É a Xiaomi fundada por Lei Jun em 2010 (mas que lançou seu primeiro aparelho no mercado apenas em 2011) trazendo inovação nos aparelhos móveis e que tem se destacado no mercado. A empresa chinesa garante que o sucesso das altas vendas não vem de propaganda e nem das lojas parceiras. Já em 2014, noticia Flavio Maluf, lidera o mundo com vendas superior ao esperado sendo a terceira fabricante maior no mundo de smartphones:

  • 17,3 milhões de unidades no ano de 2014 (terceiro trimestre).
  • Fechou o ano com 60 milhões de aparelhos vendidos e com receita de aproximadamente US$ 12 bilhões.

Esse grande sucesso é proveniente das vendas realizadas apenas pelo seu site e com respostas aos consumidores em redes sociais e fóruns de discussões, diz o empresário brasileiro Flavio Maluf.  Assim, os clientes tem tido grande satisfação por serem atendidos prontamente, sem demora. Se o usuário quiser um de seus smartphones ou acessórios da marca terá que se dirigir apenas no site.

Flavio Maluf ainda destaca que é importante considerar que o foco central da empresa chinesa Xiaomi é o investimento de acessórios, itens para celulares, hardwares, objetos de entretenimento como jogos eletrônicos e os aparelhos de celulares como os smartphones são apenas uma plataforma de chegar até os usuários servindo como ponte. Mas, os maiores lucros na empresa é oferecer produtos com esse perfil e, por isso, o sucesso de vendas tem sido tão gigantesco chegando a liderar o ranking em toda a Ásia com seus produtos de alta qualidade a preços bem acessíveis.

Dessa forma, com um modelo totalmente original e pioneiro, Xiaomi tem sido a preferência na Ásia, Índia, Indonésia, Taiwan, Filipinas, Cingapura, Hong Kong, Malásia e agora que desbancar as suas vendas no Brasil e espera que o público tenha uma boa aceitação de sua marca, informa Flavio Maluf, o empresário brasileiro.

A Xiaomi se posiciona no 2° lugar no mundo como uma das “empresas mais inteligentes”, segundo a pesquisa realizada pela MIT Technology Review.  A 1ª empresa que lidera o ranking é a Tesla, dos carrões elétricos.

Lei Jun: quem é o fundador da Xiaomi na Ásia

Com um espírito inovador e altamente original, Lei Jun é o fundador da empresa chinesa de smartphone e acessórios da Xiaomi na Ásia. Nasceu em Xiantao, Hubei, na China no dia 16 de dezembro de 1969, mas atualmente reside em Pequim, na China. Tornou-se em 2014 um dos empresários mais ricos da China recebendo a 8ª posição de destaque. Segundo dados da Wikipédia, seu patrimônio líquido de junho de 2015 chegou a US$ 13,5 bilhões é o que revela Flavio Maluf.

Dentre as suas ocupações, destaca Flavio Maluf, de trabalho e experiências estão destacadas:

  • Fundador, presidente e CEO da Xiaomi Inc.
  • Diretor Executivo da Kingsoft
  • Presidente do UCWeb Inc.
  • Fundador da Amazon China
  • Presidente do YY.com
  • Presidente da Grande Muralha Clube.

O patrimônio líquido de Lei Jun é estimado em 35 bilhões de dólares nos EUA desde quando detém 77,8% do Xiaomi, que é uma empresa de US$ 45 bilhões, noticia Flavio Maluf.  Em 2011, Lei Jun foi classificado como 201 na lista da Forbes da China entre os 400 homens mais ricos. Em 2014 , ele foi nomeado como o empresário do ano pela revista Forbes. Tem assim se destacado sobremaneira na Revista Forbes, uma das mais reconhecidas mundialmente. Lei Jun recebeu muitos prêmios de prestígio em sua vida, informa Flavio Maluf. Em 1999, 2000 e 2002 ele foi premiado com o Top 10 como uma das figuras mais brilhantes de TI. Ele foi escolhido como o Top 10 entre as figuras de Games mais bem visto em 2005; Ele foi selecionado pela Televisão Central da China como um dos Top 10 dos Líderes de Negócios do Ano em 2012. Também em 2013 ele foi nomeado como um dos 11 mais poderosos empreendedores de negócios e pessoas na Ásia pelo canal de comunicação famoso, a revista Fortune bem como o prêmio de Empreendedor mais notável pelo seu estilo. Diante de tanta notoriedade, Lei Jun tornou-se um dos homens mais ricos do mundo tendo uma fortuna incrível e um dos empreendedores mais influentes de sua história, destaca Flavio Maluf.

Hugo Barra, o representante da marca Xiaomi no Brasil

Desde muito cedo, Hugo Barra, o representante da marca asiática Xiaomi se interessou pela tecnologia digital se destacando na escola, noticia Flavio Maluf. A partir daí, seu progresso nesse segmento só cresceu investindo seu tempo e energia tendo em conjunto grandes habilidades como boa redação, raciocínio rápido e um cara de pouca conversa. E, assim, nasceu um dos mais importantes líderes nas operações internacionais dos acessórios e smartphones da Xiaomi no Brasil. Ele é o responsável de apresentar a marca e seus produtos para os consumidores e atender ao público de modo geral. Na Ásia, a empresa chinesa já lidera o ranking de vendas e se espera que no Brasil tenha o mesmo efeito de sucesso, destaca Flavio Maluf.

5 indicadores de sucesso da marca Xiaomi na Ásia

Quais os motivos pelos quais a marca chinesa obteve grande preferência dos asiáticos? Flavio Maluf destaca abaixo 5 indicadores que levaram Xiaomi a liderar o ranking de vendas:

  1. Oferece tecnologia similar aos seus concorrentes, mas com um preço bem mais baixo atraindo pessoas a consumir por ser acessível;
  1. O smartphone é apenas uma ponte, mas o que faz a empresa ter bastante lucro é os acessórios periféricos como carregadores e fones de ouvido e serviços como jogos e itens que personalizam o celular;
  1. Redes sociais e participações de fóruns são os únicos meios de veiculação da marca. O seu marketing é centrado em atender seus fãs e dando suporte via mídia social;
  1. Custos bem baixos vendendo apenas em seu site pela internet e nunca faz propaganda em nenhum meio de comunicação e publicidade;
  1. Cresceu 227% com seu plano de negócio peculiar e original.

Assim, é possível observar que o modelo de negócio da empresa chinesa Xiaomi é bem diferenciado e altamente revolucionário contrapondo muitas ideias de que para injetar uma marca é preciso fazer propaganda, publicidade, divulgação acirrada, comenta Flavio Maluf.

Como será o modelo de negócio da Xiaomi no Brasil

Segundo Hugo Barra, representante da marca e mini CEO, o modelo de negócio será semelhante ao usado na Ásia. Flavio Maluf informa que dentre os destaques de como será a gestão é possível listar:

  • Modelos de smartphones com tecnologia e acabamento em um nível igualitário da Samsung e Apple, porém com um valor de um terço mais barato;
  • Vendas feitas exclusivamente (ou quase sempre) pelo site da Xiaomi reduzindo custos com lojas físicas e varejistas;
  • Catálogo com poucos produtos, porém mais específicos e focados a um determinado objeto como fones de ouvidos, carregadores etc
  • A publicidade é feitas somente nas mídias sociais como redes sociais e fóruns;
  • A equipe é enxuta tendo no máximo 20 pessoas operacionalizando as negociações e tramitações dos serviços.

Com isso, percebe-se que a empresa chinesa tem como resultado de tudo isso o melhor custo benefício focando, principalmente, em não custear a produção e nem gastar com divulgações, argumenta Flavio Maluf, empresário brasileiro.

Os maiores desafios que a Xiaomi encontrará no Brasil

Mesmo com todas as vantagens de modelo de negócios para atrair os brasileiros, a empresa chinesa encontrará muitos obstáculos para que suas vendas decolem assim como foi na Ásia.  Dentre os pontos a considerar dos desafios, Flavio Maluf cita:

  • A crise no Brasil pode dificultar a compra já que a previsão de crescimento nesse segmento teve uma caída brusca de 15% para 0%;
  • A associação que o público faz da marca chinesa ser de baixa qualidade tendo uma resistência para comprar os seus produtos;
  • Limitação da venda sendo realizada apenas por via internet já que brasileiros tem uma média de compra apenas de 10%. Há ainda pouca aceitação de compras online;
  • Os brasileiros se apegam às marcas mais renomadas tendo cerca de 80% deles nas mãos de 5 empresas famosas e bem destacadas no mercado.

Os grandes desafios para que a marca Xiaomi cresça no Brasil da mesma forma que cresceu na Ásia é enorme, destaca Flavio Maluf, mas como os chineses são bem espertos e altamente visionários, em especial, o Lei Jun, certamente, nada os impedirá de atrair a clientela e realizar altas vendas conquistando, assim, o mercado de smartphones e acessórios diversos e focados entre os brasileiros.

Fonte: Exame

Confira, com Flavio Maluf, quais são as 50 empresas mais inovadoras do mundo segundo o MIT

As pessoas dizem que o mundo não é mais como antigamente e elas estão mais que certas. Muita coisa mudou, o comportamento, a educação, o modo de se divertir, a rotina doméstica, a rotina no trabalho, os meios de comunicação e os de transporte, e por aí vai uma infinita lista de novas criações. Grande parte da responsabilidade das transformações do mundo é por conta das empresas de tecnologia, diz o empresário brasileiro, presidente das empresas Eucatex, Flavio Maluf. Há alguns anos, elas vêm mudando a rotina das pessoas. O empresário informa que, este ano, o Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), um centro universitário de educação e pesquisa privado dos Estados Unidos, fez um ranking das 50 companhias mais inovadoras de 2015.

smartest (2)
Empresas de energia, biotecnologia, tratamentos genéticos, realidade virtual, comunicações, internet e mídias digitais, transporte e computação estão entre as mais inteligentes transformando o mundo em 2015. Algumas investem na consciência ambiental, outras no tratamento de doenças, entre tantas outras ideias, mas todas se destacam pela inovação, criatividade e eficiência.

Flavio Maluf indica que a primeira do ranking é a Tesla Motors, fabricante de baterias de lítio. Fundada em 2003, ela é uma marca de automóveis norte-americana, que desenvolve e vende veículos elétricos de alta performance. A Tesla Motors expandiu sua tecnologia de carros elétricos para usos comerciais e residenciais, fazendo com que as maiores companhias de lítio aumentassem a produção do material para atender à demanda da empresa. Segundo informações do Mit, a empresa pretende investir 5 bilhões de dólares em uma fábrica gigante de baterias em Nevada, nos Estados Unidos.
A segunda está avaliada em 45 bilhões de dólares em valor de mercado e foca no crescimento de serviços voltados aos usuários. A Xiaomi é uma fabricante chinesa de smartphones que, só pra ter uma ideia, desbancou a Samsung na china. Além disso, em menos de um ano de mercado tornou-se a segunda maior produtora de tecnologia vestível do mundo.

Em terceiro vem a Illumina, empresa americana que fabrica máquinas de sequenciamento do código genético. A estimativa é que quase 1,6 milhões de genomas sejam decodificados até 2017. Contudo, o que coloca a empresa na lista do MIT, segundo Flavio Maluf, não é a rapidez do sequenciamento, mas sim a ampliação do uso desses dados. A empresa passou a aplicar as informações sobre o DNA que recolhe em processos em hospitais e clínicas de tratamento de câncer.

Logo em seguida está o grupo Chinês Alibaba. Flavio Maluf destaca que a empresa é a maior varejista online do mundo. Levantando 25 bilhões de dólares ela protagonizou o maior IPO da história. Segundo o fundador Jack Ma, a intenção é dobrar seu volume de transações para mais de 1 trilhão de dólares em cinco anos.

Inovando na área da saúde vem a empresa que ocupa o quinto lugar da lista. A companhia americana Counsyl criou um teste de DNA mais barato, que torna mais acessível à população os exames preventivos. A inovação possibilita que casais pesquisem a incidência de doenças e diminuam os riscos de gerar um bebê doente. De acordo com dados do Instituto de Tecnologia de Massachusets cerca de 3,6% dos casais norte-americanos realizam os testes da Counsyl antes de tentar conceber.

A preocupação com o meio ambiente não fica de fora do ranking, na sexta posição está a empresa privada SunEdison, também dos Estados Unidos. Segundo Flavio Maluf, ela está expandindo sua atuação rapidamente, para abastecer países em desenvolvimento com energia renovável. Iniciativa extraordinária, já que dados do MIT apontam que 1,1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a energia elétrica.

A Tencent Holdings, empresa chinesa que cria aplicativos de mensagens, como WeChat e QQ, e jogos para computadores e celulares, é o maior o grupo de serviços da internet na China e está no sétimo lugar da lista do MIT. E Mais uma vez dentro da área da saúde, logo após a chinesa Tencent, está a americana Juno Therapeutics contra células cancerígenas. A empresa é formada por pesquisadores de diferentes centros acadêmicos e investe em modificar as células do sistema imunológico do paciente para atacar as células doentes.

O meio ambiente está representado também pela nona colocada, a SolarCity. A expectativa é levar a energia solar para o maior número possível de consumidores, através da instalação de painéis solares de graça, cobrando apenas uma parcela pela energia usada. Nos Estados Unidos, cerca de 177 mil casas já têm os painéis solares da empresa, informa Flavio Maluf. E quem nunca ouviu falar na Netflix certamente não gosta do ramo de filmes e séries de TV. A companhia aparece em décimo lugar com um valor de mercado de 25,5 bilhões de dólares. Além de veicular conteúdo, a Netflix se destaca pela produção dos próprios filmes e séries.

Em seguida, em 11º e 12º, estão a OvaScience que desenvolve tratamentos para desacelerar o relógio biológico feminino e atrasar a infertilidade, e o famoso Google com a Projeto Loon. A intenção é melhorar a conexão da internet principalmente para as áreas rurais e desérticas. Os robôs Kiva da empresa multinacional de comércio eletrônico dos Estados Unidos, prometem agilizar as entregas e conquistaram o 13º lugar do ranking do MIT.

Flavio Maluf salienta que as inovações são muitas, e distribuídas nas mais diversas áreas. Uma capinha de iPhone com dois eletrodos, o chamado aparelho da AliveCor, pode medir os batimentos cardíacos. A Gliead Sciences, empresa de biofarmacologia americana, é a primeira a vender comprimidos que podem curar a maior parte dos casos de hepatite C. O novo relógio inteligente e a carteira Apple Pay do iPhone dão à Apple o 16º lugar. A primeira impressora 3D de produtos eletrônicos, da empresa americana Voxel8; a tecnologia de dessalinização e reuso de água em indústrias, minas, refinarias e na agricultura, da israelense IDE Technologies; o uso da biologia molecular e celular para fabricar medicamentos para doenças graves, da empresa Bio americana, Amgen; as baterias da Aquion Energy que são uma maneira mais barata, fácil e limpa de armazenar energia solar e eólica; todas na lista de ideias inovadoras e inteligentes do Instituto de Tecnologia de Massachusets.

O Baidu, segundo maior site de busca do mundo; a Space X, empresa de transporte espacial dos Estados Unidos; a Sakti3; a Freescale Semiconductor; a Universal Robots; a farmacêutica Bristol-Myers Squibb; a Teladoc, que conecta pacientes e médicos pela internet; a NVIDIA, empresa americana que fabrica peças de computador; preenchem o ranking da 21ª à 28ª posição.

Em 29º lugar está o “queridinho” no campo das redes sociais, o Facebook. A companhia de Mark Zuckerberg, segundo o empresário brasileiro Flavio Maluf, está na lista por conta dos investimentos em aplicativos e notícias. O Facebook tem cerca de 1,44 bilhões de usuários mensais ativos e transmite notícias dos maiores veículos de comunicação do mundo.

O 30º lugar é da empresa Alnylam, cujos seus fundadores ganharam o Prêmio Nobel por uma descoberta feita em 1998. O RNA, produzido pelo DNA, é responsável pela síntese de proteínas dentro da célula. Alguns tipos de RNA poderiam “desligar” alguns genes. A empresa, atualmente, está testando seis medicamentos diferentes para atuar na produção de proteínas, com a intenção de reverter doenças graves que não podem ser curadas pelos remédios já existentes.

O segundo robô da empresa americana Rethink Robotics, Sawyer, que deverá trabalhar em conjunto com humanos em linhas de produção, rendeu à Rethink a 31ª posição. A lâmpada LEP que promete durar uma década, deu a Philips a 32ª. As batatas modificadas da empresa Cellectis eliminam o processo relacionado à acrylamida, substância que pode ser cancerígena. A empresa entusiasmou os amantes das batatas fritas preocupados com a saúde, e levou o 33º lugar na lista do MIT, diz Flavio Maluf. A terapia genética desenvolvida pela americana Bluebird Bio, que pode ajudar a curar doenças graves, está em 34º. A empresa alemã ThyssenKrupp quer usar levitação magnética para mover os elevadores não só para cima e para baixo, mas também para os lados, a ideia conquistou o 35º lugar do ranking.

De 36ª a 40ª posição estão, respectivamente, a plataforma de comunicação corporativa Slack; o aplicativo de mensagem Line; a inglesa Improbable, que quer movimentar o mundo virtual dos jogos; os supercomputadores da empresa americana Enlitic, que prometem identificar possíveis tumores analisando imagens; e a Coinbase, empresa que realiza pagamentos eletrônicos feitos com a moeda virtual.

Completam o ranking do MIT a alemã HaCon, que desenvolve soluções para trânsito, transportes e logística; a 3D Systems, que apresentou uma impressora capaz de imprimir chocolate; a companhia italiana Generali, de seguros de saúde; a Intrexon, que planeja tornar os remédios, feitos a partir de proteínas, muito mais baratos; a DNAnexus, que colabora com pesquisadores, farmacêuticas e outras empresas para armazenar as informações genéticas no serviço de nuvem da Amazon; o supercomputador cognitivo Watson, da americana IBM, que usa sua inteligência no diagnóstico do câncer; a Snapchat, aplicativo de imagens, vídeos e mensagens; a HoloLens novos óculos de realidade aumentada da Microsoft, que poderão trazer hologramas de pessoas reais para dentro da casa de usuários; as baterias ultra finas da Imprint Energy, que podem ser recarregadas, para uso em aparelhos, como pulseiras, óculos ou fones de ouvido; e, finalmente, e apesar da reação negativa dos taxistas, o Uber, sistema que conecta usuários a motoristas profissionais.

A crise como propulsora do sucesso – Flavio Maluf fala das lições que se deve tirar da situação atual

crise

Grandes oportunidades surgem nas maiores crises. Veja como é possível tirar lições da crise tornando-a propulsora para o sucesso e êxito nos negócios. Isso é o que Flávio Maluf comenta citando exemplos e estímulos de outros empreendedores no evento Ceo Summit SP.

É possível notar um número maior de empreendedores recuarem seus investimentos e deixarem de alavancar os negócios pela influência da crise. De fato, a crise existe, isso não se pode negar. O que não se pode fazer é deixar que a crise seja uma desculpa para não inovar no mercado, comenta Flávio Maluf.

Porém, se formos olhar o outro lado da moeda, é possível também ver inúmeros deles enxergarem a crise que assola o Brasil e mundo como oportunidade para extrair os melhores talentos. E não apenas isso, mas em buscar novos ares e novas estratégias e, assim, fazer com que essa situação seja propulsora para o sucesso. Na verdade, a crise é um ótimo estímulo para a criatividade, inovação e a saída da zona de conforto!

Enquanto muitos desistem, ficam desanimados, o empreendedor que deseja obter sucesso em meio a crise, continua avançando, sem desistir, é o que incentiva Flávio Maluf. Grande número de profissionais brasileiros qualificados estão saindo do Brasil. Cerca de 1,5 mil profissionais brasileiros qualificados deixaram o Brasil entre 2014 e 2015 para trabalharem no exterior. Esse fato curioso determina que uma das maiores motivações, certamente, é a crise que se instalou nesse período e que ainda se encontra.

Esses dados foram coletados por meio de uma pesquisa nas empresas multinacionais que existe feita pela Global Line em parceria com Worldwide ERC, informa Flávio Maluf. De acordo com um dos sócios da Global Line, Marcelo Ribeiro, esse reflexo só pode ser por causa crise, pois todos os anos são feitos esse tipo de pesquisa, mas esse ano foi o único que trouxe dados tão intensos.

Para que fique mais claro, Flávio Maluf descreve alguns dados importantes que foram obtidas dessa pesquisa conforme a seguir:

  • As respostas foram obtidas da área de Recursos Humanos de 220 multinacionais;
  • As multinacionais referidas enquadram-se instaladas no Brasil tanto as empresas estrangeiras com sedes no Brasil como as que fazem operações globais;
  • São multinacionais grandiosas com cerca de 53% com mais de 10 mil colaboradores;
  • 76% dessas multinacionais possuem sedes no exterior.

Ainda se tratando das razões que levaram a exportar esses colaboradores mais qualificados do Brasil para o exterior há pelo menos duas, segundo Natacha La Farciola, analista de uma empresa multinacional no segmento de montadora atuando em Recursos Humanos, que Flavio Maluf repassa:

  1. Esses profissionais buscam carreira mais sólida, estrutural e internacional, já que não veem futuro no país;
  2. As empresas querem economizar. Ao enviar um profissional, o seu custo vai junto, o que traz economia para a empresa local no país nesse momento de crise e recessão.

Então, pode-se notar que foram adotadas medidas a fim de minimizar os impactos da crise nas multinacionais, conclui Flavio Maluf.  O que as empresas não queriam era demitir esses talentos tão essenciais para o desenvolvimento dos negócios, e por isso, exportá-los tornou-se possível encorajar a carreira deles ao mesmo tempo em que não iria perdê-los, o que seria desvantajoso para as multinacionais, acrescenta Flavio Maluf.

Quais lições podem ser tiradas em meio a crise? É o que comenta Flavio Maluf! Os eventos ocorridos nestes últimos dias, Ceo Summit São Paulo, geraram grande impacto sobre um dos temas mais abordados atualmente, a crise econômica que assola o Brasil. Não se fala em outro assunto entre as empresas e empreendedores, diz Flavio Maluf, que buscam alternativas para reverter os efeitos desastrosos da recessão econômica no país.  E por isso esse foi um dos temas mais relevantes a fim de encorajar e estimular ao crescimento dos negócios, mesmo enfrentando a crise global. Assim, nada mais justo que tirar lições de empresas que passaram por situações semelhantes e conseguiram obter êxito e sucesso.

O que se pode tirar de grande lição com essa crise? Pergunta Flavio Maluf.

Vejamos mais detalhes de grandes empreendedores!

  1. “A crise traz muitas oportunidades” – Guibert Englebienne

O argentino Guibert Englebienne começa seu discurso com essa frase acima incentivando os gestores, empreendedores a não desanimarem, mas a verem como oportunidade. Ele é co-fundador da Globant, uma empresa atuante no segmento de tecnologia. Durante esse evento do Summit, ele relembra o início da fundação da empresa, a qual foi em um período de grande crise também na Argentina, informa Flavio Maluf. E para contê-la, tiveram que buscar mercados globais como falar 100% inglês e entrar em um avião conectando-os ao mercado meritocrático, algo que para eles era um enorme desafio!

Em se tratando da multinacional Globant, essa empresa atua em sete países tendo clientes renomados como Fox, Petrobrás e Coca-cola, além de terem ações nas bolsas de Nova Iorque. Ele, Englebienne, ainda anima os brasileiros, comenta Flavio Maluf, dizendo que devem investir na sua equipe, ou seja, torná-la firme e sólida, pois dificilmente ela se acabará.  Também acrescenta a saírem da sua zona de conforto buscando novos horizontes e oportunidades, diz Englebienne.

  1. “O empreendedor deve acreditar nele, apesar de todos contra e mesmo que apanhe dez anos” – Bernardo Ouro Preto

Ouro Preto começou seu discurso injetando ânimo aos empreendedores. Ele é fundador da St. Marche, uma rede de mercados focado na classe média e que possui 18 lojas. A sua história é interessante ao começar a jornada no empreendedorismo, pois não tinha experiência nenhuma nisso e nem mesmo no varejo e tudo era novo para ele, informa Flavio Maluf. Mas mesmo assim, Ouro Preto foi avançando e não levou isso como um desestímulo, pelo contrário, foi aprendendo, tirando lições com os erros, com o que dava certo e não dava, e também com um pé após o outro, sem pressa e desespero, comenta ele. Afirma que para atingir sucesso e satisfazer seus clientes no atendimento e demais atribuições, sempre olha o mercado e as situações com outras perspectivas, Flavio Maluf repassa a sua informação. Ouro Preto cita ainda que seu primeiro gerente contratado na empresa nunca havia tido experiência no varejo, pelo contrário, era habilidoso e estudava artes, finaliza.

  1. “A crise econômica te faz escolher os melhores para sua empresa” – Julia Hartz

Julia também foi uma das que participou do evento Summit em São Paulo e contribuiu abordando fatos ocorridos na empresa.  Ela é cofundadora do app Eventbrite, um aplicativo que foi criado para gerenciar e descobrir os eventos que acontecem mantendo o usuário informado. Esse aplicativo está presente no Brasil e em 20 países.  Flavio Maluf retrata que essa empreendedora relembra o enfrentamento que a Eventbrite passou em 2008, com a recessão econômica nos E.U.A, e relata que foi um grande desafio tentar injetar uma ideia de um app focado não apenas em eventos de grande porte ou em um evento específico. Essa startup precisava de capital e contratar pessoas para se junta à equipe nesse período em que muitos não estavam estimulados para investir em algo novo e relata que não foi fácil. Nesse ano de 2008, não foi um ano em que Eventbrite recebeu investimento. Somente após 2009 e com algumas estratégias consistentes, além de persistência para consolidar a ideia foi que obtiveram sucesso, tendo 6,5 milhões de dólares do primeiro parceiro que investiu, é o que Flavio Maluf informa a todos.

Julia Hartz dá algumas dicas e sugestões aos empreendedores, tais como:

  • Essa é a hora de contratar e manter talentos

Enquanto muitas empresas estão demitindo, aproveitar esse momento para contratar pessoas talentosas, porém mantendo as existentes. Isso soa como um preparo para o que possa vir, contando com uma equipe altamente profissional e comprometida com a empresa.  Ela ainda afirma, diz Flavio Maluf, que foi uma época (época de tremenda crise) em que mais descobriu talentos para sua equipe, e que em outro momento poderia ser que não haveria tido essa mesma experiência e nem como contratá-los posteriormente.

  • Uma maneira de manter os talentos na empresa sempre motivados é criar uma cultura comunicativa.

Julia também conta que não é tão fácil manter esses talentos na empresa e por isso, criou uma cultura com base na comunicação entre gestores, diretores como um todo e vice-versa. O perfil desses talentos é profissional da geração Y, o que se torna crucial manter esse tipo de abordagem já que fazem parte da era da tecnologia digital e internet.

A empresa que se moderniza focando mais na comunicação, que constantemente está se modificando, tende a atingir mais êxito. Muito mais que a entrega de cadernos listando uma gama de informações que nunca muda a respeito da cultura da empresa, comenta Flavio Maluf. Uma cultura comunicativa permite que tanto a empresa como eles possam estar acompanhando as tendências no mercado que se alteram e modificam rapidamente e constantemente, informa Flavio Maluf. Também cria uma responsabilidade individual, ou seja, em que todos participam ativamente e se comprometem em manter sempre as atividades funcionando adequadamente. Dessa forma, ficam mais à vontade para se desenvolverem, termina o discurso de Julia Hartz.

Como a Índia trata suas questões de taxa de emissão de CO2; Flavio Maluf noticia os últimos acontecimentos

A Índia está no centro das atenções de toda a comunidade global. O país, considerado o terceiro maior produtor de gases do efeito estufa do mundo, afirmou, através de suas autoridades, que não pretende reduzir as emissões de CO2, embora prometa desacelerar a quantidade nos próximos anos. O empresário brasileiro Flavio Maluf reporta esse cenário, abordando como os especialistas no assunto falaram sobre o tema nos principais canais de comunicação no Brasil e no mundo na última semana.

De forma voluntária, a Índia apresentou, por meio de um documento concedido no último dia primeiro de outubro à Convenção do Clima da ONU, uma proposta tida como amigável pelo governo do país no intuito de resolver um dos assuntos de maior discussão atualmente em todo o mundo. Diante do chamado acordo global do clima, conforme reporta Flavio Maluf, a cúpula indiana prometeu cortar cerca de 35% das taxas de carbono produzidas por dólar do Produto Interno Bruto.

Flavio Maluf diz que esse corte, entendido pelos especialistas como uma forma de desaceleração, aconteceria até meados do ano de 2030, de acordo com a projeção elaborada pelo país. A ideia deverá ser levada, em dezembro, à cúpula do clima – evento que acontecerá na cidade de Paris, na Franca. O empresário Flavio Maluf ainda noticia que a Índia é o último grande produtor de CO2 do mundo a apresentar uma proposta às organizações e, mesmo diante de tudo isso, ainda não fala em dados absolutos referentes aos cortes de emissão.

ÍndiaFlavio Maluf cita que um dos argumentos do governo indiano diante de todo esse impasse está calcado na ideia de que a população do país é muito grande comparado a uma economia tida como pequena, o que acaba refletindo em todo esse contexto. Ainda segundo os homens fortes da Índia, uma drástica redução nas emissões de gases do efeito estufa, nesse momento, poderia refletir negativamente no desenvolvimento econômico e social do país.

Resumidamente, o que a Índia propõe é diminuir a intensidade do carbono produzido. Ou seja, é provável que as emissões, num contexto geral, aumentem até o ano de 2030, por mais que o ritmo seja possa ser muito menor, comparado ao que acontece atualmente.

Alternativas renováveis

Outro adendo presente na proposta indiana refere-se à intenção do país de gerar cerca de 40% de sua energia através de outras alternativas, chamadas de fontes renováveis. Flavio Maluf cita que de acordo com o governo, o país pretende inaugurar 25 complexos de energia solar com a intenção de driblar esse impasse mundial. Outra promessa é a de transformar aproximadamente 50 mil bombas a gasolina em solares, além de oferecer cerca de 100 mil bombas hidráulicas e solares ao processo de irrigação na agricultura da nação.

O país ainda trabalha com outras iniciativas que visam diminuir a sua grandiosa produção de carbono, como uma forma de resolver, de maneira amigável, todo esse problema.

Flavio Maluf – Amazônia recebe investimentos

O Estado do Amazonas tem novidades. Alvo de investimentos recém-anunciados, a expectativa é pela melhora da qualidade de vida da população amazonense no que diz respeito ao primeiro investimento – relacionado à expansão da rede de abastecimento de energia –, e pelo desenvolvimento de mais ações em prol do meio ambiente no que diz respeito ao segundo investimento – relacionado à promoção de práticas sustentáveis em reservas ambientais –, informou o empresário brasileiro Flavio Maluf.

amazonia

Aperfeiçoamento do setor elétrico: investimento é de R$ 6 bilhões

Segundo o empresário Flavio Maluf, o mês de setembro contou com o anúncio do Plano de Expansão e Melhorias do Setor Elétrico para o Estado do Amazonas; o investimento, que será de R$ 6 bilhões e tem origem em três esferas – Governo Federal, Ministério de Minas e Energia e Eletrobras –, destina-se à expansão, transmissão e distribuição de energia em todas as cidades do Estado. Do valor apresentado, R$ 3,7 bilhões foram reservados para o interior do Amazonas.

O plano, que terá início ainda em 2015 e deve ser finalizado em 2018, foi anunciado pelo presidente da Eletrobras, Antônio Paiva, durante um evento que reuniu palestrantes e debatedores interessados em dialogar sobre a situação energia no Amazonas e os desafios para o futuro. O evento também contou com a participação do Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Plano de expansão visa atingir comunidades isoladas

O objetivo do investimento é alcançar regiões que ainda não são contempladas pela rede de distribuição de energia, assim como ampliar e qualificar o atendimento àquelas regiões que já são atendidas.

O programa prevê novas usinas, linhas e subestações, ampliação das redes de destruição já existentes para atender e regularizar novos consumidores, inclusão de novos municípios ao sistema interligado nacional (SIN), ampliação do número de famílias atendidas pelo programa Luz Para Todos, cabeamento subterrâneo no centro histórico de Manaus, redução das perdas de energia, extensão de redes rurais e, finalmente, o atendimento a comunidades isoladas. Conforme o empresário Flavio Maluf, o atendimento a comunidades isoladas será realizado por meio da instalação de sistemas solares – conhecidos como ou miniusinas – e redes de baixa tensão.

EUA e Brasil: unidos pelo clima

Já no presente mês de outubro, a novidade ficou por conta do anúncio do investimento de US$ 11 milhões feito pelos Estados Unidos em projetos sustentáveis que estejam sendo realizados no Amazonas, informou Flavio Maluf. O valor, que será repassado a reservas ambientais durante 5 anos, visa estimular e qualificar a promoção de práticas sustentáveis.

O anúncio foi feito pela embaixadora dos EUA no Brasil, Liliana Ayalde, e reportado por Flavio Maluf. Segundo a embaixadora, os Estados Unidos e o nosso país têm em comum a preocupação com as mudanças climáticas, e o investimento tem em vista a preservação da floresta Amazônica e da biodiversidade da região. O comunicado feito pela embaixadora ocorreu durante encontro com autoridades em Manaus e contou com a participação do governador José Melo. Segundo Flavio Maluf, o compromisso foi acordado junto à Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e ao Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBIO).

Apple: tecnologia que não pára de evoluir – por Flavio Maluf

Reconhecida mundialmente por ser umas das melhores e maiores empresas que atuam no mercado de tecnologia, a Apple não para de inovar e oferecer cada vez mais opções para os usuários de seus produtos. Quem nunca sonhou ter um Smartphone da Apple? Pergunta o empresário brasileiro Flavio Maluf. Ora, ele mesmo responde. Só já não o fez quem não conhece a marca ou não está “antenado” com o que o mercado tecnológico oferece de melhor. E mais, Smartphone foi apenas um exemplo, pois a “MAÇÔ também é marca referência em relação à tablets, televisores e relógios, além de seus computadores, os Macs, destaca Flavio Maluf. O que torna a empresa conhecida e reconhecida em muitas vertentes, tornando-a cada vez mais presente nas casas dos que procuram alta tecnologia e também nas empresas que buscam aparelhos confiáveis e capazes de corresponder às demandas de seus negócios.

20447.34229-apple
A cada novo evento que a empresa anuncia, os rumores sobre as novidades tomam conta do mundo da tecnologia. Os fãs e usuários da marca aguardam ansiosos para saberem quais as novidades. O último desses eventos aconteceu no dia 9 de setembro, em San Francisco, na Califórnia. E, como já era de se esperar, a Apple apresentou inovações que fizeram valer à pena toda a espera e a especulação.”
Diferentemente do que sempre fez na maioria de seus eventos anteriores, quando buscava dar mais evidência para um de seus produtos, desta vez a marca mostrou todo o seu potencial ao apresentar grandes inovações em vários deles. Para Flavio Maluf, alguns aparelhos merecem destaque especial em sua análise.

iPad Pro:

Certamente pode representar uma nova era no mundo da tecnologia, já que chega ao mercado com potencial para substituir o computador, pois deixa totalmente para trás o modelo anterior e se instala como um concorrente dos Macs, afirma Flavio Maluf. O tablet possui tela de alta definição de 12,9 polegadas, pesa apenas um quilo, tem processador A9X de 64 bits, 6,9 mm de espessura e autonomia de 10 horas. Com uma versão do Office, possibilidade de utilização de inúmeros aplicativos simultaneamente e mantendo os atalhos do Mac, ele torna-se uma grande ferramenta para fazer a marca dominar o segmento. Isso fica ainda mais claro com o esforço da Apple na busca de parcerias para desenvolver aplicativos e opções de rede para o aparelho, diz Flavio Maluf, que também dá ênfase para dois periféricos. O Smart Keyboard (capa com teclado integrado), e a Apple Pencil (caneta para desenhar na tela), que trás excelentes opções para desenhar, independentemente da habilidade de quem vai utilizá-la. Com todas essas alternativas, o iPad Pro não se limita mais a uma ferramenta feita com o objetivo de ser essencialmente uma mídia móvel e passa a ser um aparelho autônomo e que permite grande operosidade. Em relação ao aumento no preço, Flavio Maluf diz que é totalmente compreensível, afinal, aumentar a potencia e as possibilidades requer um investimento maior, o que consequentemente faz subir também o valor. O produto ficará disponível em Novembro nos Estados Unidos, custando US$ 799 para a versão com 32 GB e Wi-Fi, US$ 949 para a de 128 GB e Wi-Fi e US$ 1.076 para a de 128 GB e 4G. Enquanto que a Apple Pencil custará US$ 99 e a capa com teclado US$ 169.

Apple TV:

Com duas versões que chegarão ao mercado no final de outubro, uma de 32 GB que custará US$ 149 e uma de 64 GB no valor de US$ 199, a Apple quer entrar de vez na sala de estar. Tendo um sistema operacional próprio, fica evidente a intenção de obter êxito com os aplicativos. A interatividade também merece destaque, já que é possível buscar conteúdos e obter sugestões através do assistente de voz, que vai permitir uma minuciosa procura. Vale citar também o controle remoto, que além de ter uma bateria com duração de até três meses, também ganhou uma superfície sensível ao toque, possibilitando navegar pelas telas e ter uma excelente interação com os conteúdos. O Bluetooth 4.0 também representa mais uma inovação, já que será utilizado para o controlo remoto, permitindo fazer uso dele sem estar necessariamente apontando-o para a TV, o que não é nada além do que podemos esperar dos dias atuais e de uma empresa como a Apple, suscita Flavio.

Apple Watch:

O relógio inteligente também apresentou novidades consideráveis, principalmente em relação ao sistema operacional, o WatchOS 2, que potencializa de forma significativa o aparelho, já que torna mais simples a maneira de visualizar notícias na página principal, acompanhar como está o tempo, além de outras alternativas que facilitam o uso das diversas funcionalidades do relógio. Uma nova pulseira de couro marrom e outras opções de cores também certamente farão a cabeça, ou melhor, os pulsos dos usuários, brinca Flavio Maluf. A edição Sport é a que apresenta o preço mais acessível, a partir de US$ 349.

iPhone 6s e iPhone 6s Plus:

Com 4,7 polegadas, o iPhone 6s tem uma tela um pouco menor que seu irmão 6s Plus, que tem 5,5 polegadas. Uma das grandes novidades em relação aos iPhones é uma nova tecnologia chamada 3D Touch, já utilizada no Apple Watch e que significa um passo a mais na maneira de tocar na tela, já que além do simples toque em si, detecta a força exercida. Isso viabiliza a criação de atalhos para determinadas ações, graças a uma tela muito mais resistente que as utilizadas anteriormente pela marca e que eram alvo de algumas reclamações, lembra Flavio Maluf.

Além dessa nova tecnologia, também é fundamental dar destaque para o processador dos novos aparelhos, que é o A9X, mesmo usado no iPad Pro. Isso representa um aumento de 70% na potencia em relação ao iPhone 6, diz Flavio Maluf. Ambos têm o iOS 9 como sistema operacional. As câmeras também ganharam novidades consideráveis. A traseira passou a ter resolução de 12 MP, 50% melhor que a da versão anterior. Isso permitirá gravar vídeos com resolução 4K. Em relação à câmera frontal, que tem resolução de 5 MP, o destaque vai para um software que tem como objetivo ressaltar a cor natural da pele. Na hora de tirar fotos também há outra novidade, se trata do Live Photos, que grava alguns segundos de vídeo e áudio antes da captura, permitindo relembrar os acontecimentos nos instantes anteriores. Outra funcionalidade de grande utilidade, as pesquisas por voz são ativadas pelo comando “Hey, Siri”. Em relação aos valores, a Apple continua oferecendo os mesmos preços e modelos nos Estados Unidos. O iPhone de apenas 16 GB de memória continua sendo vendido por US$ 199 para o iPhone 6s e US$ 299 para o iPhone 6s Plus.
Flavio Maluf destaca que para ter uma noção real da grandeza da Apple basta ver a quantidade de iPhones comercializados apenas no primeiro final de semana de vendas. Foram nada menos que 13 milhões de unidades, o que representa um recorde. Flavio Maluf diz que o enorme sucesso de vendas foi considerado surpreendente até mesmo para os executivos da empresa. Tim Cook, CEO da marca, disse, “As vendas do iPhone 6s e iPhone 6s Plus têm sido fenomenais, atropelando quaisquer primeiros resultados de fim de semana passados na história da Apple. O feedback dos clientes é incrível e eles estão amando o 3D Touch e o Live Photos, e mal podemos esperar para levar os dois modelos para clientes em mais países no dia 9 de outubro”. Contudo, diz Flavio Maluf, esse anuncio feito no final da fala de Cook, que confirmou a chegada dos novos aparelhos para mais de 40 países, faz com que os brasileiros tenham que esperar por mais algum tempo, já que por aqui as novidades devem chegar apenas no final do ano.

brasileiro compra iphone 62

Contudo, Flavio Maluf lembra que a primeira pessoa no mundo a comprar um iPhone 6s Plus foi um brasileiro. Trata-se do estudante Vitor José da Cunha Epiphanio, de 18 anos. Ele está fazendo intercâmbio na Austrália e conseguiu ser o primeiro a adquirir o tão cobiçado aparelho, já que o país é sempre um dos primeiros a começar a vender iPhones. Entretanto, destaca Flavio Maluf, Vitor não era o primeiro da fila, mas conseguiu ser o primeiro a fazer a aquisição ao despertar a atenção da empresa por demonstrar ser um grande fã da Apple. Até Tim Cook deu destaque para o brasileiro ao divulgar a foto de Vitor com seu iPhone em sua conta no Twitter e agradecer ao jovem pela compra.

Para finalizar, Flavio Maluf diz que todas essas novidades apresentadas pela Apple, fazem-na se consolidar cada vez mais como uma empresa de grande nível no mundo da tecnologia, além de continuar aumentando a credibilidade da marca e despertando o interesse e o desejo de pessoas ao redor de todo o mundo de possuírem algum aparelho que tenha a maçã como logomarca. E como é de se esperar, certamente virão muitas outras novidades e inovações por aí, já que a empresa não para de fechar novas parcerias e se esforça para surpreender os seus fãs.

Conheça a evolução da linha dos Iphones

Flavio Maluf criou a análise abaixo sobre a interessante evolução do iPhone

Flavio Maluf explica Iphones

Iphone evolução por Flavio Maluf

Quando foi lançado, o iPhone se tornou manchete de jornais que o apresentavam como o smartphone sem teclado ou botões do mundo. O modelo inovou com seus três botões (home, Power e volume) e a tela sensível ao toque. O caráter criativo do aparelho da Apple era enfatizado e até mesmo hoje, o iPhone é um dos aparelhos mais desejados do mercado. Mesmo com o preço cada vez mais alta, milhares de brasileiros optam pelo modelo mais recente.
Desde o primeiro lançamento, o iPhone mudou, ganhando alguns centímetros, aplicativos e recebeu atualizações no design. Tudo para se adaptar ao mercado e se manter a frente dos concorrentes. Foram mais de 700 milhões de unidades vendidas desde o lançamento do primeiro aparelho. São quase 90 milhões de vendas por ano do carro chefe da Apple. Confira a evolução do iPhone nesses 8 anos de história.
Junho de 2007: Chega ao mercado o iPhone 2G
O primeiro iPhone lançado pela Apple é considerado um divisor de águas no mercado dos telefones. O modelo tinha como principal novidade a tela sensível ao toque que já era utilizada em alguns aparelhos, inclusive nos prórpios iPods da marca. Mas o iPhone era diferente, uma vez que o touchscreen dispensava o uso de caneta stylus e o usuário precisava apenas dos dedos para acessar suas funções. O design também era chamativo, apresentando corpo metálico. Tinha capacidade de armazenamento de 16 GB e não tinha funções como GPS e gravação de vídeos.
Julho de 2008: iPhone 3G
A versão de entrada foi um sucesso de vendas e continuou com o segundo modelo lançado, o iPhone 3G. Suas principais características foram a conectividade 3G, o GPS e a App Store, em que os usuário poderiam baixar aplicativos com facilidade. Desenvolvidos pela Apple e por outras empresas, os aplicativos disponíveis para o smartphone deu início a uma nova indústria: a de desenvolvimento de software. A versão 3G esteve disponível em duas cores e com capacidade de armazenamento de 8 GB e 16 GB. A novidade do design ficou por conta do material da carcaça, um plástico bastante resistente que tornou o preço mais acessível.
Junho de 2009: iPhone 3GS
O iPhone 3GS também apresentava a carcaça em plástico e poucas mudanças no visual. O que despertou o interesse do público foi o “S” no nome que representada Speed, pois a velocidade passou de 412 Mhz da versão 3G para 600 MHz e a memória passou de 128 MB para 256 MB. Além da câmera de 3,0 megapixels ao invés da câmera de 2,0 megapixels da versão anterior. Foi o primeiro iPhone a gravar vídeos e tinha outras funções como auto – foco, bússola, tela ant – oleosidade bússola digital, entre outras funções. O modelo esteve disponível nas cores preta e branca e com 8 GB, 16 GB e 32 GB de espaço de aramazenamento.
Junho de 2010: iPhone 4
O iPhone 4, lançado em 2010, foi o modelo marcado pela primeira reformulação significativa no design do aparelho. O destaque ficou pela combinação de aço inoxidável e vidro. Este último cobria as partes frontal e traseira do aparelho, além das linhas retas que tornavam o design mais arredondado em relação as primeiras versões. Entre os destaques do modelo estão a câmera frontal para vídeo – chamadas, o display de 960 x 480 pixels, câmera de 5 que permitiam a gravação de vídeos na resolução HD (720p).
Por dentro, o iPhone inovou com o chip, um processador A4, de frequência 1 GHz, que apresentava 512 MB de memória RAM. A bateria, um pouco superior aos modelos antecessores, permitia uma maior carga.
Outubro de 2011: iPhone 4S
O design do iPhone 4S não era tão diferente do seu antecessor, contudo ele trouxe evoluções importantes como a câmera de maior resolução (8,0 megapixels e gravação de vídeo na resolução Full HD 1080p). Outro destaque ficou por conta do processador com dois núcleos que dava mais velocidade ao aparelho. Uma função interessante que foi apresentada neste modelo foi a assistente de voz, chamada Siri (por isso a letra “S” que consta no nome). Trata-se da versão mais vendida no Brasil até o lançamento de seu sucessor o iPhone 5.
Setembro de 2012: iPhone 5
O lançamento do iPhone contou uma grande reformulação no design, sendo a segunda grande transformação do aparelho. A principal mudança foi o acabamento em alumínio, a tela maior (4 polegadas) e a menor espessura. O iPhone 5 contava com o novo conector lightning, que apresentava 10 pinos, ao invés dos 30 dos modelos anteriores. Outra novidade ficou por conta do novo EarPod. Por dentro, o modelo apresentava o processador de dois núcleos e a memória RAM de 1 GB.
A câmera traseira de 8 megapixels foi melhorada, apresentando uma nova tampa da lente de cristal de safira, além de função panorâmica. A câmera frontal, para vídeo – conferência, apresentou 1,2 MP. Até então, o iPhone 5 foi o mais vendido da história com mais de 5 milhões de unidades vendidas só nos Estados Unidos. O que fez do iPhone 5, o aparelho portátil mais vendido do mundo no ano de seu lançamento. Uma curiosidade sobre o modelo diz respeito ao cancelamento da produção, que aconteceu após o lançamento dos iPhone’s 5C e 5S em 2013. Dessa forma o 5C passou a ser produzido em seu lugar.
Setembro de 2013: iPhone 5C
O iPhone 5C marcou a sétima geração do aparelho e foi apresentada junto com o iPhone 5s, em 10 de setembro de 2013. A atitude inédita apresentou ao público dois aparelhos em uma única data. Com os componentes internos iguais aos do iPhone 5, o 5C estava disponível em 5 versões cuja traseira foi trabalhada em em policarbonato nas cores branca, verde, azul, amarelo e rosa, o que deixou o aparelho um pouco mais em conta. Com a chegada do modelo 5C, a Apple cancelou a produção do iPhone 5, uma vez que o objetivo era o de substituir o modelo anterior. A atitude não deixou os proprietários do iPhone 5 muito satisfeitos com a Apple.
Setembro de 2013: iPhone 5s
A Apple dá continuidade a linha S, entretanto esta versão parece muito com o iPhone 5. A primeira mudança diz respeito a arquitetura de 64 bits, até então inédita. A câmera continuou oferecendo os 8 megapixels, contudo com uma abertura de f/2.2. Além disso, ele permitia aos usuários de gravarem vídeos em 120 fps (câmera lenta) com 720p (HD) ou em 30 fps na resolução 1080p (FullHD). A variação de cores com destaque para a dourada, prata e cinza espacial. O S do nome vem da palavra Security.
Setembro de 2014: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
O diferencial dos iPhones 6 e 6 Plus é a melhora significativa nos processadores e na câmera frontal. A tecnologia NFC – Near Field Communication garantiu a troca rápida e segura de informações na rede sem fio. Ela é empregada, sobretudo na função Apple Pay, que permite a compra com o cartão de crédito apenas aproximando o aparelho do leitor, sem a necessidade de contrato. O usuário pressiona o touch e a transação e processada e autencada. Algo que também foi bem visto é a inédita capacidade de armazenamento de 128 GB.
Houve também um ganho de tamanho e o iPhone 6 passou a ter 4,7 polegadas, ante as 4 polegadas do iPhone 5c e 5s e o iPhone 6 Plus apresenta 5,5 polegadas. A tela de retina, a menor espessura, menor peso e o corpo curvado são algumas das novidades do design. Os preços de lançamento do iPhone 6 é de US$ 199 (versão inicial de 16 GB), US$ 299 (versão de 64GB) e US$ 399 com 128 GB. Já a versão iPhone 6 Plus é vendido a US$ 299 na versão de 16 GB, US$ 299 a de 64GB e US$ 499 com 128 GB de armazenamento. Os valores referem-se a venda casada no plano de contrato de dois anos junto a prestadora.
Curiosidades sobre o iPhone
Ao longo de seus oito anos, o iPhone foi lançado em 115 países e mais de 700 milhões de unidades foram vendidas. Entre as curiosidades mais interessantes está a relação entre Apple e Samsung, que brigaram muitas vezes na justiça, mas mantinham relações comerciais bem sólidas. Até a versão 5c, boa parte dos chips presentes no aparelho era produzida pela Riva, Samsung. o chip é produzido por um processo avançado que envolve nanotecnologia, uma unidade central de processamento (CPU) com dois núcleos e uma unidade de processamento gráfico (GPU).
O Siri permite saber se há algum avião voando sob o usuário. Basta perguntar ao Siri “What flights are above me?” (“quais os voos que estão acima de mim?”) ou “planes overhead”(“aviões em cima”). O Siri vai mostrar uma tabela com os aviões e os números dos voos, bem como as altitudes que estão sobrevoando e seus ângulos.
Para apagar quaisquer textos basta agitar o seu iPhone e vai aparecer uma caixa de diálogo com a mensagem “desfazer a digitação” e de mudar de ideia outra vez é só agitar novamente o telefone para aparecer a de diálogo com a mensagem “refazer a digitação”.

Espanha pretende aumentar investimentos no Brasil, observa Flavio Maluf

Em recente visita de quatro dias ao território brasileiro, o advogado e economista José Manuel García Margallo, Ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, falou sobre as intenções comerciais de seu país no que tange ao Brasil.  Como informa o engenheiro Flavio Maluf, o representante do governo espanhol disse que pretende incentivar a presença de empresas de seu país em terras tupiniquins.

São diversas as empresas espanholas de grande porte que já estão operando por aqui – Deten Química, Repsol, CEG, Telefónica e Santander são alguns exemplos citados por Flavio Maluf – e a vinda de outras corporações desse gabarito seria vista com bons olhos pelo governo espanhol. Fontes afirmam que o Palácio da Moncloa enxerga um futuro bastante seguro para o Brasil e para a América Latina em geral.

Presidente da Eucatex, empresa brasileira cujas primeiras exportações para a Europa remontam ao ano de 1965, Flavio Maluf relata que, após ter sido recebido em Brasília (DF) por Michel Temer e Mauro Vieira, respectivamente Vice-Presidente e Ministro das Relações Exteriores do Brasil, García Margallo se reuniu em São Paulo (SP) e Salvador (BA) com diplomatas, empresários e jornalistas a fim de reforçar o intuito da Espanha de expandir seus investimentos naquela que é, em termos econômicos, a mais importante potência da América do Sul.

Flavio Maluf cita a opinião de especialistas: “Nós somos o segundo país, no mundo todo, que mais recebe investimentos espanhóis. A título de informação, vale destacar que, só no ano passado, fomos o destino de mais de 4 bilhões de euros (ou cerca de 13,6 bilhões de reais) provenientes de lá”.

E não é só: após cinco anos de estagnação, a economia da Espanha, maior país da Península Ibérica, parece começar, ainda que timidamente, a dar sinais de vida – a taxa estimada de elevação do Produto Interno Bruto espanhol ronda os 3,3%, por exemplo. Por conta dessa retomada e de eventos como, entre outros, as movimentações empreendidas no mercado pelo grupo Telefónica para a compra da GVT – a operadora de telecomunicações brasileira outrora pertencente ao grupo francês Vivendi – ou a vultuosa investida prometida pelo grupo Santander em sua tentativa de adquirir as operações brasileiras do banco HSBC, são boas as chances de 2015 fechar com um saldo ainda mais positivo do que o de 2014.

Outro fator que contribui para esse prognóstico otimista é o plano de concessões lançado pelo governo brasileiro, em junho deste ano, envolvendo projetos de construção de aeroportos, ferrovias, rodovias e portos, que certamente atrairá com a participação da iniciativa privada espanhola.

Segundo reporta Flavio Maluf, o Chanceler espanhol assegurou que o fato de o Brasil não ter apoiado a candidatura da Espanha para o Conselho de Segurança da ONU são águas passadas e que esse episódio diplomático não irá afetar a disposição dos espanhóis de investir no país. A maior preocupação do Ministro García Margallo, no momento, parece ser a demora na conclusão das negociações entre Mercosul e União Europeia, estacionadas há dois anos.

Leia também a reportagem, na íntegra:  O avanço da economia espanhola; Flavio Maluf noticia.

 

Flavio Maluf comenta a redução das vendas no mercado de carros na China

Ao pensarmos em China elevamos os números ao patamar macro. Isso não é à toa, estamos falando do país mais populoso do mundo, cerca de 1,4 bilhões de habitantes. Em relação ao Brasil – quinto país no ranking dos mais populosos – a China é seis vezes mais habitada.

China car numbersDe olho nessa grande fatia de mercado muitas empresas focam suas estratégias para suprir o consumo interno dos chineses. A indústria automobilística não ficou para trás, na década passada gigantes como a Ford Motor CO. e a Volkswagen AG concentraram suas energias para produção no país. Flavio Maluf – empresário brasileiro – relata que a ascensão econômica da China elevou o poder aquisitivo de uma parcela significativa da população. Assim, abriu-se espaço para entrada das montadoras internacionais, a nova classe média chinesa demandava carros.

Depois de anos consecutivos com o PIB chinês crescendo uma média anual de dez pontos percentuais a economia do país deu sinais de redução no ritmo. O crescimento continua, mas não a pleno vapor como nos anos anteriores. O mercado de carros na China também dá seus primeiros indícios de redução, os últimos meses tem sido de queda nas vendas. Flavio Maluf aponta que há diversos motivos para essa queda, segundo especialistas relatados por ele, uma das questões a se analisar é que muitos chineses detentores de poder de compra já possuem carros e, nesse momento, visam comprar outros bens de consumo mais caros. Também, há de se considerar os problemas relacionados a congestionamentos pelo excesso de automóveis circulando.

A queda nas vendas de carros no mercado Chinês parece estar mais de acordo com um processo natural de transição do que relacionado a uma crise no setor. Flavio Maluf cita que a indústria automotiva ainda tem um grande nicho no país, comparando-se com o Brasil a quantidade de carros para cada mil habitantes é a metade. Ao compararmos com os Estados Unidos temos uma relação de oito para um.

Mesmo compreendendo que a desaceleração no crescimento econômico não está diretamente ligada à queda nas vendas de carros, Flavio Maluf conta dados demonstram que provavelmente existe uma influência subjacente. Bens de consumo como automóveis novos estão muito vinculados à confiança do consumidor, nessas épocas é esperado que aqueles que pretendem adquirir um carro aguardem para efetuar esse tipo de compra ou optem por um carro mais barato.

Outro diagnóstico a ser posto em pauta são as novas leis chinesas no emplacamento dos automóveis. Devido ao alto fluxo de carros circulando foi necessário impor algumas restrições de tráfego. A considerável maioria dos automotores concentra-se nas grandes metrópoles.

Flavio Maluf traz algumas comparações reiterando que o momento parece se referir mais a um ciclo natural. A siderurgia na China também experimenta uma redução de fabricação de aço nos últimos meses. Fato é que na sociedade de consumo atual ainda há espaço para muita venda de carro aos chineses. O mercado interno é amplo e as montadoras internacionais vêm se consolidando juntamente com as marcas nacionais. Não podemos esquecer que o freio no crescimento Chinês não é tão brusco, ainda é um país que avançou sete pontos percentuais (PIB) no último trimestre.

Airbus e Boeing: duelo de gigantes, por Flavio Maluf

O mercado de aviação comercial parece esquentar nos próximos anos, contrariando muitos que acreditam na diminuição ou falta de procura para viagens e turismo. Esse duelo entre as gigantes Airbus e Boeing prometem um aumento da frotas das empresas aéreas e esse fato se deve à utilização da tecnologia para a construção de aeronaves. “Ambos buscam diminuir o tempo de produção com inovações técnicas”, analisa Flávio Maluf, empresário e engenheiro mecânico, 53 anos, formado pela FAAP. A observação do presidente do Grupo Eucatex, que recentemente inaugurará uma fábrica na cidade de origem, Salto-SP, deve-se ao jato de tinta gigante de impressão para pintar partes das asas do Airbus A320, modelo popular dessa empresa. “Isso diminui em 90% as 170 horas de trabalho dos funcionários”, afirma Flávio Maluf.

airbusboeing

Mas não só essa inovação diminui o tempo para entregar no prazo determinado. A redução dos dias de trabalho dos funcionários também contribui para acelerar a produção. Essa produtividade não pode ser deixada de lado, pois os aviões de pequeno porte tem um volume muito maior e encontram forte concorrentes nos países como Brasil, China, Rússia e Canadá. “A Airbus tropeçou, em 2005, em tentar acelerar a produção do superjumbo A380, o maior avião passageiro do mundo, e acabou sendo entregue somente em 2007. O mesmo ocorreu com a Boeing, com o modelo 787 Dreamliner, que entrou em operação em 2011”, lembra Flávio Maluf. Por tanto, não é apenas importante modelos novos como o seu cumprimento de prazo.

Entre os novos modelos de Airbus, o A350 que entrou para concorrer com o Boeing modelo Dreamliner e o 777, o uso de gruas computadorizadas com braçadeiras guiadas a laser promete reduzir em 30% o tempo e 40% o seu custo. “Esse processo se chama Zapp, em que se unem as partes gigantescas das aeronaves. Foi isso que proporcionou a entrega dentro do prazo a Qatar Airlines”, diz Flávio Maluf, quando aconteceu o voo comercial inaugural em 2012.

Todos esses esforços foram acertado depois dos erros cometido pelas duas empresas. O Airbus, por exemplo, teve um custo e atraso com o cargueiro militar e o modelo A400M teve um acidente com a morte de quatro funcionários na Espanha, suspendendo os seus voos em meio as investigação do fato. Ainda, o modelo A380 tem enfrentado problemas com cancelamentos e poucas encomendas. “Fabrice Brégier, diretor-presidente da unidade de aviação comercial da Airbus, sofre com a falta de clientes“, lembra Flávio Maluf. Sua concorrente acumulou gastos com falhas na produção durante o desenvolvimento da Dreamliner, mas espera-se que a Boeing consiga lucrar com mais de 1000 unidades de 787 solicitada para encomenda.

Por isso, todo cuidado é pouco. Qualquer margem de prejuízo ou lentidão é inaceitável e Brégier está acostumado a resolver os problemas. Flávio Maluf diz que o empresário conseguiu dar avanços operacionais quando o A380 estava com uma sequência de erros, acreditando que a empresa irá rivalizar com seu rival. O desafio seguinte será de aumentar a produção de uma única unidade produzida no ano passado para 100 no ano de 2019. Para tanto, fazer mais em menor tempo parece ser a filosofia do trabalho para a fábrica da Airbus Group SE.

Tendência: aplicativos auxiliam as empresas aéreas; Flávio Maluf analisa

Os aplicativos de celulares caíram na graça de uma grande parcela da sociedade mundial. É comum que as pessoas estejam conectadas ao celular a todo o momento e a qualquer hora do dia, transitando entre os intermináveis aplicativos lançados a todo o instante. Essa nova tendência abre um leque gigantesco de oportunidades de negócios para várias empresas, de diferentes nichos.

A mais nova área de negócio a apostar na facilidade, comodidade e interatividade que os aplicativos oferecem é o meio aéreo, distribuído entre várias empresas que comandam a rota área mundial. O empresário Flávio Maluf, presidente das Eucatex Brasil, entende que essa nova abordagem das empresas áreas estimula toda uma comunidade envolvida ao assunto.

De acordo com especialistas da área, tal como Flávio Maluf, os aplicativos passam a integrar o sistema área brasileiro com a intenção de facilitar a vida dos passageiros, que acabam interagindo e recebendo informações importantes das linhas áreas instantaneamente – tudo por meio de um clique no celular.

Esta é a nova cara do mercado, dizem as autoridades do assunto. Com uma bagagem de quase 30 anos no Grupo Eucatex, Flávio Maluf tem conhecimento dessa nova demanda empresarial, que diz a respeito a comodidade dos passageiros, que passa ter a oportunidade de resolver diversas questões relacionadas ao seu voo de forma rápida, simples e eficaz.

Em suma, estes aplicativos integrados às linhas aéreas possuem várias funcionalidades. Informações gerais, dados específicos sobre o voo de cada passageiro, ajuda com o despacho das malas, embarque e até mesmo o entretenimento são algumas das apostas mais comuns neste viés econômico relacionado ao empreendedorismo aéreo.

O empresário e engenheiro Flávio Maluf está ligado a tudo o que acontece no mercado e entende que ao noticiar este novo modo de investimento só tem a contribuir com todo o empreendedorismo do país.

O aplicativo – Demandas e funcionalidades

O aplicativo das empresas aéreas surge para sanar várias dificuldades dos passageiros. O mercado entende que o passageiro não deve mais enfrentar filas para comprar passagem, reservar voo, cancelar este mesmo voo, embarque, despacho, check-in. Outra demanda observada é a de que os passageiros não precisam mais falar com nenhum atendente, caso não desejem. Se é possível pagar uma conta bancária por meio da internet e de aplicativos, resolver trâmites aéreos também deve ser possível.

Estes dois aspectos, trabalhados de maneira conjunta, fazem com que os aplicativos ofereçam a possibilidade de o usuário caminhar com os próprios passos por meio de um simples toque no celular. No mundo da interatividade e da tecnologia, tudo é possível. Segundo o grupo de pesquisas Phocuswright, especializado no assunto, e conforme reporta o empresário Flavio Maluf, cerca de 40% dos passageiros consultados neste ano já utilizaram os serviços dos aplicativos, para fazer check-in, cancelar um voo, dentre outras funcionalidades.
Algumas empresas aéreas também apostam no entretenimento durante a viagem, disponibilizando vídeos interativos para o passageiro, por meio do aplicativo. O futuro das empresas aéreas é instigante e promissor e o olhar atento de empresários como Flávio Maluf fazem com que estas empresas percebam que estão percorrendo o caminho mais indicado.

 

Como o ‘On My Way’ pode ajudar a Amazon, por Flavio Maluf

A Amazon se mostrou bastante consolidada no mercado, mesmo com a concorrência acirrada. Flavio Maluf, presidente da Eucatex Brasil, apontou uma série de pontos que mostra uma solução para diminuir as despesas da companhia no setor logístico. Como medida para acelerar as entregas, sobretudo para atender a demanda dos usuários Prime, a empresa quer fazer dos usuários seus entregadores.

Inicialmente será nos Estados Unidos, onde ela foca o mercado de varejo e está desenvolvendo um aplicativo em que pessoas comuns serão pagas para fazer entregas. Ou seja, ao invés de pagar as transportadoras a Amazon quer pagar aos seus clientes para a entrega de mercadorias. A ideia da companhia é de alocar mercadorias em lojas e armazéns urbanos, pagando o aluguel pelo espaço utilizado ou tarifa por mercadoria. O projeto ficou conhecido como On My Way (No meu Caminho).

O projeto

Trata-se de um projeto inovador, mas que pode não ir para frente, segundo Flavio Maluf. Mesmo que haja a possibilidade de dar à companhia a opção de interagir mais com o consumidor e economizar custos, os quais subiram 31% no ano passado, mais que a receita. Além disso, Flavio Maluf observa que a estratégia pode aumentar a possibilidades de negociar com as transportadoras.

A estratégia ainda conta com barreiras, uma vez que as lojas físicas podem não cooperar da maneira que a Amazon necessita. Em contrapartida, as transportadoras são eficientes e não cobram tão caro pela entrega. Por exemplo, um pacote transportado via UPS nos Estados Unidos custa pouco mais de US$ 8 por pacote. Parece pouco, mas o montante diário da Amazon é de 3,5 milhões de pacotes (média). Segundo a SJ consultoria, Consulting Group, a Amazon precisaria de milhares de transportadores para que a economia seja significativa.

Flavio Maluf ainda atenta que não há uma política bem elaborada nos casos em que os pacotes forem danificados ou extraviados. Apesar dos empecilhos, outras empresas já aderiram a sistemas semelhantes. A entrega compartilhada já é uma realidade para empresas como Deliv Inc., o Ebay, o Uber, entre outras. O Wal Mart Stores também tem interesses em estabelecer um sistema próprio de entregas de mercadorias.

Experiências anteriores

Algumas iniciativas da Amazon merecem ser citadas – afirma Flavio Maluf. Entre elas, as entregas feitas de bicicleta para clientes Prime Now. Como o conceito é de fazer a entrega em até duas horas, a Amazon chegou a contratar transportadoras que atuam no ramo de entregas para supermercados e até motoristas associados ao aplicativo Uber. Nesse último caso, a empresa pagou US$ 5 por pacote, mas não seguiu adiante com a iniciativa.
A empresa também está construindo uma rede própria para entregas e ainda contratou os serviços postais dos correios americano. Dessa forma, poderá fazer entregas aos domingos e para seus produtos de supermercado, entregues no período da manhã. Tudo para garantir a boa experiência de compra e ter um diferencial em relação aos concorrentes.

Futuro do On My Way

O projeto de entrega compartilhada foi colocado na pauta da Amazon no mesmo momento em que a companhia tentou entrar no ramo de carona remunerada, similar ao Uber, contudo também não foi para frente. Se seguir adiante, o projeto ajudaria a sanar problemas como os enfrentados em 2013, quando não conseguiu entregar alguns presentes de natal e acabou tendo de ressarcir seus clientes.

Outra questão que pode ser resolvida diz respeito ao custo de logística, que pode diminuir. Só em 2014, a empresa teve um custo de US$ 8,7 bilhões, ante a US$ 2,07 bilhões de 2013. Para se ter uma ideia, os custos em relação às vendas passou de 8,9% para 9,8% das vendas. O desafio do projeto é diminuir esses custos ou, pelo menos, não diminuir a receita atual.