Flavio Maluf apresenta o smartphone da Xiaomi

Com um plano de negócio centrado em vendas apenas pela internet e com marketing nas redes sociais e fóruns, Xiaomi quer atrair público brasileiro oferecendo smartphones a preços mais baixos do mercado. Flavio Maluf traz as informações.

xiaomi

Empresa chinesa no segmento de tecnologia móvel chega ao Brasil pretendendo conquistar público oferecendo smartphones de alto nível, mas com um diferencial: preços mais acessíveis que seus concorrentes como a Apple, conforme reporta Flavio Maluf. É a Xiaomi fundada por Lei Jun em 2010 (mas que lançou seu primeiro aparelho no mercado apenas em 2011) trazendo inovação nos aparelhos móveis e que tem se destacado no mercado. A empresa chinesa garante que o sucesso das altas vendas não vem de propaganda e nem das lojas parceiras. Já em 2014, noticia Flavio Maluf, lidera o mundo com vendas superior ao esperado sendo a terceira fabricante maior no mundo de smartphones:

  • 17,3 milhões de unidades no ano de 2014 (terceiro trimestre).
  • Fechou o ano com 60 milhões de aparelhos vendidos e com receita de aproximadamente US$ 12 bilhões.

Esse grande sucesso é proveniente das vendas realizadas apenas pelo seu site e com respostas aos consumidores em redes sociais e fóruns de discussões, diz o empresário brasileiro Flavio Maluf.  Assim, os clientes tem tido grande satisfação por serem atendidos prontamente, sem demora. Se o usuário quiser um de seus smartphones ou acessórios da marca terá que se dirigir apenas no site.

Flavio Maluf ainda destaca que é importante considerar que o foco central da empresa chinesa Xiaomi é o investimento de acessórios, itens para celulares, hardwares, objetos de entretenimento como jogos eletrônicos e os aparelhos de celulares como os smartphones são apenas uma plataforma de chegar até os usuários servindo como ponte. Mas, os maiores lucros na empresa é oferecer produtos com esse perfil e, por isso, o sucesso de vendas tem sido tão gigantesco chegando a liderar o ranking em toda a Ásia com seus produtos de alta qualidade a preços bem acessíveis.

Dessa forma, com um modelo totalmente original e pioneiro, Xiaomi tem sido a preferência na Ásia, Índia, Indonésia, Taiwan, Filipinas, Cingapura, Hong Kong, Malásia e agora que desbancar as suas vendas no Brasil e espera que o público tenha uma boa aceitação de sua marca, informa Flavio Maluf, o empresário brasileiro.

A Xiaomi se posiciona no 2° lugar no mundo como uma das “empresas mais inteligentes”, segundo a pesquisa realizada pela MIT Technology Review.  A 1ª empresa que lidera o ranking é a Tesla, dos carrões elétricos.

Lei Jun: quem é o fundador da Xiaomi na Ásia

Com um espírito inovador e altamente original, Lei Jun é o fundador da empresa chinesa de smartphone e acessórios da Xiaomi na Ásia. Nasceu em Xiantao, Hubei, na China no dia 16 de dezembro de 1969, mas atualmente reside em Pequim, na China. Tornou-se em 2014 um dos empresários mais ricos da China recebendo a 8ª posição de destaque. Segundo dados da Wikipédia, seu patrimônio líquido de junho de 2015 chegou a US$ 13,5 bilhões é o que revela Flavio Maluf.

Dentre as suas ocupações, destaca Flavio Maluf, de trabalho e experiências estão destacadas:

  • Fundador, presidente e CEO da Xiaomi Inc.
  • Diretor Executivo da Kingsoft
  • Presidente do UCWeb Inc.
  • Fundador da Amazon China
  • Presidente do YY.com
  • Presidente da Grande Muralha Clube.

O patrimônio líquido de Lei Jun é estimado em 35 bilhões de dólares nos EUA desde quando detém 77,8% do Xiaomi, que é uma empresa de US$ 45 bilhões, noticia Flavio Maluf.  Em 2011, Lei Jun foi classificado como 201 na lista da Forbes da China entre os 400 homens mais ricos. Em 2014 , ele foi nomeado como o empresário do ano pela revista Forbes. Tem assim se destacado sobremaneira na Revista Forbes, uma das mais reconhecidas mundialmente. Lei Jun recebeu muitos prêmios de prestígio em sua vida, informa Flavio Maluf. Em 1999, 2000 e 2002 ele foi premiado com o Top 10 como uma das figuras mais brilhantes de TI. Ele foi escolhido como o Top 10 entre as figuras de Games mais bem visto em 2005; Ele foi selecionado pela Televisão Central da China como um dos Top 10 dos Líderes de Negócios do Ano em 2012. Também em 2013 ele foi nomeado como um dos 11 mais poderosos empreendedores de negócios e pessoas na Ásia pelo canal de comunicação famoso, a revista Fortune bem como o prêmio de Empreendedor mais notável pelo seu estilo. Diante de tanta notoriedade, Lei Jun tornou-se um dos homens mais ricos do mundo tendo uma fortuna incrível e um dos empreendedores mais influentes de sua história, destaca Flavio Maluf.

Hugo Barra, o representante da marca Xiaomi no Brasil

Desde muito cedo, Hugo Barra, o representante da marca asiática Xiaomi se interessou pela tecnologia digital se destacando na escola, noticia Flavio Maluf. A partir daí, seu progresso nesse segmento só cresceu investindo seu tempo e energia tendo em conjunto grandes habilidades como boa redação, raciocínio rápido e um cara de pouca conversa. E, assim, nasceu um dos mais importantes líderes nas operações internacionais dos acessórios e smartphones da Xiaomi no Brasil. Ele é o responsável de apresentar a marca e seus produtos para os consumidores e atender ao público de modo geral. Na Ásia, a empresa chinesa já lidera o ranking de vendas e se espera que no Brasil tenha o mesmo efeito de sucesso, destaca Flavio Maluf.

5 indicadores de sucesso da marca Xiaomi na Ásia

Quais os motivos pelos quais a marca chinesa obteve grande preferência dos asiáticos? Flavio Maluf destaca abaixo 5 indicadores que levaram Xiaomi a liderar o ranking de vendas:

  1. Oferece tecnologia similar aos seus concorrentes, mas com um preço bem mais baixo atraindo pessoas a consumir por ser acessível;
  1. O smartphone é apenas uma ponte, mas o que faz a empresa ter bastante lucro é os acessórios periféricos como carregadores e fones de ouvido e serviços como jogos e itens que personalizam o celular;
  1. Redes sociais e participações de fóruns são os únicos meios de veiculação da marca. O seu marketing é centrado em atender seus fãs e dando suporte via mídia social;
  1. Custos bem baixos vendendo apenas em seu site pela internet e nunca faz propaganda em nenhum meio de comunicação e publicidade;
  1. Cresceu 227% com seu plano de negócio peculiar e original.

Assim, é possível observar que o modelo de negócio da empresa chinesa Xiaomi é bem diferenciado e altamente revolucionário contrapondo muitas ideias de que para injetar uma marca é preciso fazer propaganda, publicidade, divulgação acirrada, comenta Flavio Maluf.

Como será o modelo de negócio da Xiaomi no Brasil

Segundo Hugo Barra, representante da marca e mini CEO, o modelo de negócio será semelhante ao usado na Ásia. Flavio Maluf informa que dentre os destaques de como será a gestão é possível listar:

  • Modelos de smartphones com tecnologia e acabamento em um nível igualitário da Samsung e Apple, porém com um valor de um terço mais barato;
  • Vendas feitas exclusivamente (ou quase sempre) pelo site da Xiaomi reduzindo custos com lojas físicas e varejistas;
  • Catálogo com poucos produtos, porém mais específicos e focados a um determinado objeto como fones de ouvidos, carregadores etc
  • A publicidade é feitas somente nas mídias sociais como redes sociais e fóruns;
  • A equipe é enxuta tendo no máximo 20 pessoas operacionalizando as negociações e tramitações dos serviços.

Com isso, percebe-se que a empresa chinesa tem como resultado de tudo isso o melhor custo benefício focando, principalmente, em não custear a produção e nem gastar com divulgações, argumenta Flavio Maluf, empresário brasileiro.

Os maiores desafios que a Xiaomi encontrará no Brasil

Mesmo com todas as vantagens de modelo de negócios para atrair os brasileiros, a empresa chinesa encontrará muitos obstáculos para que suas vendas decolem assim como foi na Ásia.  Dentre os pontos a considerar dos desafios, Flavio Maluf cita:

  • A crise no Brasil pode dificultar a compra já que a previsão de crescimento nesse segmento teve uma caída brusca de 15% para 0%;
  • A associação que o público faz da marca chinesa ser de baixa qualidade tendo uma resistência para comprar os seus produtos;
  • Limitação da venda sendo realizada apenas por via internet já que brasileiros tem uma média de compra apenas de 10%. Há ainda pouca aceitação de compras online;
  • Os brasileiros se apegam às marcas mais renomadas tendo cerca de 80% deles nas mãos de 5 empresas famosas e bem destacadas no mercado.

Os grandes desafios para que a marca Xiaomi cresça no Brasil da mesma forma que cresceu na Ásia é enorme, destaca Flavio Maluf, mas como os chineses são bem espertos e altamente visionários, em especial, o Lei Jun, certamente, nada os impedirá de atrair a clientela e realizar altas vendas conquistando, assim, o mercado de smartphones e acessórios diversos e focados entre os brasileiros.

Fonte: Exame

Flavio Maluf destaca: como funciona a automação da força de trabalho?

Já pensou em uma fábrica automatizada? Com robôs recortando, pintando, montando, pregando parafusos, enfim, atividades que hoje são atribuídas ao ser humano. Para Flavio Maluf, essa realidade está cada vez mais próxima, pelo menos em algumas companhias que já apostam na tecnologia para tarefas geralmente delegadas aos funcionários que realizam atividades manuais.

A SoftWear Automation Inc., “startup” em que engenheiros promete modificar o segmento de vestuário. A produção é automatizada, assim as peças serão feitas em unidades fabris por robôs, controlados por uma pequena equipe de supervisores. Atualmente, os robôs realizam tarefas mais simples, a exemplo da costura de bordas de tapetes ou ao redor dos botões. Trata-se do SewBots, que ainda não é capaz de realizar tarefas um pouco mais complexas como juntar tecidos e costurá-los em uma peça ainda não são possíveis. Segundo a SoftWear, o sistema ainda não pode produzir uma roupa completa, contudo a startup pretende chegar a este ponto já em 2016. Flavio Maluf enfatiza o interesse do setor na tecnologia, entretanto elas ainda estão tímidas. O que vale também para outras aplicações tecnológicas como impressoras 3D e outras formas de automação. Apesar do progresso seja experimental, nos próximos anos, os ganhos podem representar uma redução expressiva necessidade de trabalhadores em diferentes áreas.

Em um relatório apresentado em 2013 pela Gartner Inc, os analistas afirmaram que: “Em 2030, 90% dos trabalhos que conhecemos hoje serão executados por máquinas inteligentes”. Para Flavio Maluf, as máquinas vão evoluir para níveis acima da automação de tarefas básicas, se tornando sistemas avançados de autoaprendizagem que copiam as ações e o cérebro humano. Já o professor Vivek Wadhwa da Universidade de Stanford é mais preciso e afirma que até 2050 as máquinas poderão, provavelmente, realizar todas as tarefas que fazemos manualmente. “Quanto mais olho para frente, mais me convenço que os empregos não terão mais a ver com subsistência.”

Entre as ferramentas mais comuns que os robôs industriais desempenham estão suspender cargas pesadas, aplicar cola, pintar, aplicar revestimentos entre outras. Para Flavio Maluf, apesar da desvantagem de não poder tomar decisões, os robôs levantam cargas mais pesadas que os humanos podem carregar, além de serem mais precisos. Diferente de algumas pessoas, os robôs fazem exatamente o que lhes ordenam e sem contar que podem trabalhar por 24 horas sem parar.

O fácil acesso a produtos como smartphones, videogames e demais eletrônicos reduziu custos de componentes e demais partes de robôs, além de sensores, câmeras e dispositivos capazes de aumentar a capacidade de processamento de grandes volumes de informação, afirma Larry Sweet, professor de robótica do Instituto de Tecnologia da Georgia. Ele enfatiza que ferramentas como o reconhecimento de voz dos gadgets irão permitir que os robôs, em um futuro próximo, possam a receber ordens ditas por uma pessoa, sem necessidade de códigos.  Flavio Maluf ressalta que os principais desafios são as limitações tecnológicas, sobretudo em um cenário em que os robôs colaboradores possam atuar junto com pessoas. Enquanto os robôs realizam as atividades que exigem mais força e precisão, as pessoas entram com a destreza para unir peças e a capacidade senso para resolver problemas.

Fonte: Wall Street Journal

Confira, com Flavio Maluf, quais são as 50 empresas mais inovadoras do mundo segundo o MIT

As pessoas dizem que o mundo não é mais como antigamente e elas estão mais que certas. Muita coisa mudou, o comportamento, a educação, o modo de se divertir, a rotina doméstica, a rotina no trabalho, os meios de comunicação e os de transporte, e por aí vai uma infinita lista de novas criações. Grande parte da responsabilidade das transformações do mundo é por conta das empresas de tecnologia, diz o empresário brasileiro, presidente das empresas Eucatex, Flavio Maluf. Há alguns anos, elas vêm mudando a rotina das pessoas. O empresário informa que, este ano, o Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), um centro universitário de educação e pesquisa privado dos Estados Unidos, fez um ranking das 50 companhias mais inovadoras de 2015.

smartest (2)
Empresas de energia, biotecnologia, tratamentos genéticos, realidade virtual, comunicações, internet e mídias digitais, transporte e computação estão entre as mais inteligentes transformando o mundo em 2015. Algumas investem na consciência ambiental, outras no tratamento de doenças, entre tantas outras ideias, mas todas se destacam pela inovação, criatividade e eficiência.

Flavio Maluf indica que a primeira do ranking é a Tesla Motors, fabricante de baterias de lítio. Fundada em 2003, ela é uma marca de automóveis norte-americana, que desenvolve e vende veículos elétricos de alta performance. A Tesla Motors expandiu sua tecnologia de carros elétricos para usos comerciais e residenciais, fazendo com que as maiores companhias de lítio aumentassem a produção do material para atender à demanda da empresa. Segundo informações do Mit, a empresa pretende investir 5 bilhões de dólares em uma fábrica gigante de baterias em Nevada, nos Estados Unidos.
A segunda está avaliada em 45 bilhões de dólares em valor de mercado e foca no crescimento de serviços voltados aos usuários. A Xiaomi é uma fabricante chinesa de smartphones que, só pra ter uma ideia, desbancou a Samsung na china. Além disso, em menos de um ano de mercado tornou-se a segunda maior produtora de tecnologia vestível do mundo.

Em terceiro vem a Illumina, empresa americana que fabrica máquinas de sequenciamento do código genético. A estimativa é que quase 1,6 milhões de genomas sejam decodificados até 2017. Contudo, o que coloca a empresa na lista do MIT, segundo Flavio Maluf, não é a rapidez do sequenciamento, mas sim a ampliação do uso desses dados. A empresa passou a aplicar as informações sobre o DNA que recolhe em processos em hospitais e clínicas de tratamento de câncer.

Logo em seguida está o grupo Chinês Alibaba. Flavio Maluf destaca que a empresa é a maior varejista online do mundo. Levantando 25 bilhões de dólares ela protagonizou o maior IPO da história. Segundo o fundador Jack Ma, a intenção é dobrar seu volume de transações para mais de 1 trilhão de dólares em cinco anos.

Inovando na área da saúde vem a empresa que ocupa o quinto lugar da lista. A companhia americana Counsyl criou um teste de DNA mais barato, que torna mais acessível à população os exames preventivos. A inovação possibilita que casais pesquisem a incidência de doenças e diminuam os riscos de gerar um bebê doente. De acordo com dados do Instituto de Tecnologia de Massachusets cerca de 3,6% dos casais norte-americanos realizam os testes da Counsyl antes de tentar conceber.

A preocupação com o meio ambiente não fica de fora do ranking, na sexta posição está a empresa privada SunEdison, também dos Estados Unidos. Segundo Flavio Maluf, ela está expandindo sua atuação rapidamente, para abastecer países em desenvolvimento com energia renovável. Iniciativa extraordinária, já que dados do MIT apontam que 1,1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a energia elétrica.

A Tencent Holdings, empresa chinesa que cria aplicativos de mensagens, como WeChat e QQ, e jogos para computadores e celulares, é o maior o grupo de serviços da internet na China e está no sétimo lugar da lista do MIT. E Mais uma vez dentro da área da saúde, logo após a chinesa Tencent, está a americana Juno Therapeutics contra células cancerígenas. A empresa é formada por pesquisadores de diferentes centros acadêmicos e investe em modificar as células do sistema imunológico do paciente para atacar as células doentes.

O meio ambiente está representado também pela nona colocada, a SolarCity. A expectativa é levar a energia solar para o maior número possível de consumidores, através da instalação de painéis solares de graça, cobrando apenas uma parcela pela energia usada. Nos Estados Unidos, cerca de 177 mil casas já têm os painéis solares da empresa, informa Flavio Maluf. E quem nunca ouviu falar na Netflix certamente não gosta do ramo de filmes e séries de TV. A companhia aparece em décimo lugar com um valor de mercado de 25,5 bilhões de dólares. Além de veicular conteúdo, a Netflix se destaca pela produção dos próprios filmes e séries.

Em seguida, em 11º e 12º, estão a OvaScience que desenvolve tratamentos para desacelerar o relógio biológico feminino e atrasar a infertilidade, e o famoso Google com a Projeto Loon. A intenção é melhorar a conexão da internet principalmente para as áreas rurais e desérticas. Os robôs Kiva da empresa multinacional de comércio eletrônico dos Estados Unidos, prometem agilizar as entregas e conquistaram o 13º lugar do ranking do MIT.

Flavio Maluf salienta que as inovações são muitas, e distribuídas nas mais diversas áreas. Uma capinha de iPhone com dois eletrodos, o chamado aparelho da AliveCor, pode medir os batimentos cardíacos. A Gliead Sciences, empresa de biofarmacologia americana, é a primeira a vender comprimidos que podem curar a maior parte dos casos de hepatite C. O novo relógio inteligente e a carteira Apple Pay do iPhone dão à Apple o 16º lugar. A primeira impressora 3D de produtos eletrônicos, da empresa americana Voxel8; a tecnologia de dessalinização e reuso de água em indústrias, minas, refinarias e na agricultura, da israelense IDE Technologies; o uso da biologia molecular e celular para fabricar medicamentos para doenças graves, da empresa Bio americana, Amgen; as baterias da Aquion Energy que são uma maneira mais barata, fácil e limpa de armazenar energia solar e eólica; todas na lista de ideias inovadoras e inteligentes do Instituto de Tecnologia de Massachusets.

O Baidu, segundo maior site de busca do mundo; a Space X, empresa de transporte espacial dos Estados Unidos; a Sakti3; a Freescale Semiconductor; a Universal Robots; a farmacêutica Bristol-Myers Squibb; a Teladoc, que conecta pacientes e médicos pela internet; a NVIDIA, empresa americana que fabrica peças de computador; preenchem o ranking da 21ª à 28ª posição.

Em 29º lugar está o “queridinho” no campo das redes sociais, o Facebook. A companhia de Mark Zuckerberg, segundo o empresário brasileiro Flavio Maluf, está na lista por conta dos investimentos em aplicativos e notícias. O Facebook tem cerca de 1,44 bilhões de usuários mensais ativos e transmite notícias dos maiores veículos de comunicação do mundo.

O 30º lugar é da empresa Alnylam, cujos seus fundadores ganharam o Prêmio Nobel por uma descoberta feita em 1998. O RNA, produzido pelo DNA, é responsável pela síntese de proteínas dentro da célula. Alguns tipos de RNA poderiam “desligar” alguns genes. A empresa, atualmente, está testando seis medicamentos diferentes para atuar na produção de proteínas, com a intenção de reverter doenças graves que não podem ser curadas pelos remédios já existentes.

O segundo robô da empresa americana Rethink Robotics, Sawyer, que deverá trabalhar em conjunto com humanos em linhas de produção, rendeu à Rethink a 31ª posição. A lâmpada LEP que promete durar uma década, deu a Philips a 32ª. As batatas modificadas da empresa Cellectis eliminam o processo relacionado à acrylamida, substância que pode ser cancerígena. A empresa entusiasmou os amantes das batatas fritas preocupados com a saúde, e levou o 33º lugar na lista do MIT, diz Flavio Maluf. A terapia genética desenvolvida pela americana Bluebird Bio, que pode ajudar a curar doenças graves, está em 34º. A empresa alemã ThyssenKrupp quer usar levitação magnética para mover os elevadores não só para cima e para baixo, mas também para os lados, a ideia conquistou o 35º lugar do ranking.

De 36ª a 40ª posição estão, respectivamente, a plataforma de comunicação corporativa Slack; o aplicativo de mensagem Line; a inglesa Improbable, que quer movimentar o mundo virtual dos jogos; os supercomputadores da empresa americana Enlitic, que prometem identificar possíveis tumores analisando imagens; e a Coinbase, empresa que realiza pagamentos eletrônicos feitos com a moeda virtual.

Completam o ranking do MIT a alemã HaCon, que desenvolve soluções para trânsito, transportes e logística; a 3D Systems, que apresentou uma impressora capaz de imprimir chocolate; a companhia italiana Generali, de seguros de saúde; a Intrexon, que planeja tornar os remédios, feitos a partir de proteínas, muito mais baratos; a DNAnexus, que colabora com pesquisadores, farmacêuticas e outras empresas para armazenar as informações genéticas no serviço de nuvem da Amazon; o supercomputador cognitivo Watson, da americana IBM, que usa sua inteligência no diagnóstico do câncer; a Snapchat, aplicativo de imagens, vídeos e mensagens; a HoloLens novos óculos de realidade aumentada da Microsoft, que poderão trazer hologramas de pessoas reais para dentro da casa de usuários; as baterias ultra finas da Imprint Energy, que podem ser recarregadas, para uso em aparelhos, como pulseiras, óculos ou fones de ouvido; e, finalmente, e apesar da reação negativa dos taxistas, o Uber, sistema que conecta usuários a motoristas profissionais.

As vantagens e desvantagens dos ‘apps’, analisa Flavio Maluf

Pode-se considerar que, para cada necessidade do ser humano atualmente, existe um aplicativo que torna a vida da pessoa mais fácil. E se não existe, com certeza tem alguém pensando em desenvolver. A tendência para o futuro é terceirizar cada vez mais essas tarefas fáceis e operacionais que tomam o tempo das pessoas e mecanizá-las por meio de ferramentas tecnológicas. E ao ser humano cabe, então, o exercício intelectual e subjetivo.

Veja a opinião do empresário brasileiro Flavio Maluf, que está antenado às tendências de tecnologia que afetam o mundo corporativo no Brasil e no mundo:

apps-flavio-maluf

Vantagens

Os aplicativos podem fornecer vários benefícios às pessoas e proporciona principalmente a integração e comunicação entre as pessoas do mundo todo e a agilidade e praticidade na hora de realizar tarefas diárias, cita Flavio Maluf.

Eles permitem o acesso rápido a um produto ou serviço e acabam se destacando pela economia de tempo, que é muito valioso atualmente. Quando o aplicativo é fácil de entender e sua navegação é simples, proporciona ao usuário uma melhor experiência e praticidade. O tráfego de dados pelos aplicativos também é menor se comparado à utilização dos navegadores para acesso à internet, o que pode resultar, ainda, em economia de dinheiro.

Existem apps criados exclusivamente para proporcionar melhorias e/ou adaptações em outros aplicativos. Um grande exemplo informado por Flavio Maluf é o Instasize, aplicativo que aplica bordas nas fotos evitando que elas sejam cortadas ao serem publicadas no Instagram.

Alguns aplicativos como os jogos e os organizadores de tarefas diárias podem continuar rodando mesmo sem acesso à internet, o que é visto com bons olhos por quem não pretende ficar o dia todo conectado à rede.

As redes sociais ganham muito espaço e estão entre os aplicativos mais acessados no mundo todo, reportou Flavio Maluf. Elas promovem a interação e comunicação entre as bilhões de pessoas que tem acesso à internet e, muitas vezes, a aproximação (mesmo que virtual) entre pessoas que moram longe umas das outras.

Há muitos aplicativos de jogos, notícias, de lojas de roupas, calçados, mais do que se pode imaginar. Existem aplicativos que fazem muitas coisas que nem se imagina, desde os que formatam trabalhos acadêmicos até os aplicativos que ajudam a fazer aplicativos ou os que ajudam a descobrir se a melancia está madura ou não.

Desvantagens

Uma desvantagem ou ponto negativo dos aplicativos mobile é ter que efetuar a instalação das constantes atualizações do app a cada vez que sua estrutura ou conteúdo são modificados, ressalta Flavio Maluf. Porém, as atualizações visam apenas o aprimoramento do app e uma melhor experiência de uso para o quem o utiliza.

Outro empecilho é a existência de sistemas operacionais diferentes para os smartphones disponíveis no mercado (como o Android, IOS, Blackberry, etc.), o que faz com que alguns aplicativos não funcionem em um ou outro aparelho, devido à falta de adaptação a determinado sistema operacional.

No mundo dos negócios

No mundo empresarial, Flavio Maluf também fala que os aplicativos móveis são muito úteis. Os clientes estão cada vez mais adeptos às tecnologias e as empresas que não se adaptarem a esta nova realidade correm o risco de perder espaço e competitividade no mercado.

O número de clientes que procura informações sobre um produto ou serviço online é considerável e a quantidade compras via internet vem aumentando a cada ano, reportou Flavio Maluf. Portanto, se um negócio estiver online por meio de um aplicativo, por exemplo, ele estará disponível para o mundo todo, para bilhões de pessoas. A dimensão de abrangência do negócio é muito grande, portanto, a empresa tem a oportunidade de prospectar e fidelizar mais clientes, além de aumentar consideravelmente o volume de vendas da empresa.

Um aplicativo vai além de uma “versão móvel” para a empresa. Flavo Maluf falou que existem empresas que se dão bem apenas pela internet, sem precisar de espaço físico para o seu negócio. E é fato que uma empresa que tem aplicativos e que está presente no mundo digital inspira confiança e credibilidade ao cliente. Além de tudo isso, o produto ou serviço também ficará disponível aos seus clientes 24 horas por dia.

Os aplicativos também podem emitir notificações “push”, que são aquelas que aparecem na tela inicial do smartphone. Essas notificações normalmente são visualizadas por cerca de 97% dos usuários, o que é um número considerável comparando ao número de visualizações de e-mails marketing, por exemplo, cuja taxa de leitura não chega a 5%.

Flavio Maluf noticiou que segundo um estudo realizado IDC Brasil, uma empresa do ramo tecnológico, o número de smartphones vendidos no primeiro trimestre 2015 ultrapassou a marca dos 14 milhões, registrando uma comercialização 33% maior comparada ao mesmo período no ano passado.

Caso se interesse em desenvolver um aplicativo para o seu negócio, o empreendedor precisa estar ciente de que o programa deve ser desenvolvido com responsabilidade e, acima de tudo, conhecimento. Flavio Maluf ressalta que ter um aplicativo ruim é pior do que não ter nenhum, então, é preciso atentar para que ele tenha uma boa interação, funcionalidade, agilidade e design. Ele precisa ter uma navegação simples, fácil e rápida para conquistar o usuário e proporcionar um bom resultado. Outro cuidado que se deve ter ao desenvolver um aplicativo é com relação às informações, pois é imprescindível que o cliente tenha os dados do produto ou serviço disponíveis, caso contrário, ele optará por outra empresa, na maioria das vezes.

Em suma, pode-se afirmar que, atualmente, os aparelhos smartphone são uma parte da vida das pessoas e os aplicativos são importantes mediadores das relações entre estas e o mundo digital, que vem amadurecendo há um bom tempo. Os apps de hoje em dia realizam tarefas com autonomia, proporcionam entretenimento, informações, conhecimento e interação. Eles comportam tudo o que interessa às pessoas: relações, entretenimento, informações, consumo, facilidades, economia de tempo. Então é difícil não estabelecer uma relação de dependência com o mundo virtual, por mínima que seja. Mas essa dependência não se caracteriza necessariamente como ruim, uma vez que os aplicativos vêm para aprimorar a experiência de vida das pessoas e facilitar muitas coisas do dia a dia.

Pode-se perceber que, atualmente, é muito comum utilizar com confiabilidade e segurança os aplicativos móveis nos smartphones para acessar a conta bancária e realizar operações, ler notícias atualizadas, fazer compras, socializar com os amigos mesmo longe fisicamente. Flavio Maluf conclui reforçando o fato que existem aplicativos para cada tipo de coisa: viagens, música, alimentação, exercícios físicos, sexo e relacionamentos, trânsito, saúde, finanças, etc.

 

Conheça a evolução da linha dos Iphones

Flavio Maluf criou a análise abaixo sobre a interessante evolução do iPhone

Flavio Maluf explica Iphones

Iphone evolução por Flavio Maluf

Quando foi lançado, o iPhone se tornou manchete de jornais que o apresentavam como o smartphone sem teclado ou botões do mundo. O modelo inovou com seus três botões (home, Power e volume) e a tela sensível ao toque. O caráter criativo do aparelho da Apple era enfatizado e até mesmo hoje, o iPhone é um dos aparelhos mais desejados do mercado. Mesmo com o preço cada vez mais alta, milhares de brasileiros optam pelo modelo mais recente.
Desde o primeiro lançamento, o iPhone mudou, ganhando alguns centímetros, aplicativos e recebeu atualizações no design. Tudo para se adaptar ao mercado e se manter a frente dos concorrentes. Foram mais de 700 milhões de unidades vendidas desde o lançamento do primeiro aparelho. São quase 90 milhões de vendas por ano do carro chefe da Apple. Confira a evolução do iPhone nesses 8 anos de história.
Junho de 2007: Chega ao mercado o iPhone 2G
O primeiro iPhone lançado pela Apple é considerado um divisor de águas no mercado dos telefones. O modelo tinha como principal novidade a tela sensível ao toque que já era utilizada em alguns aparelhos, inclusive nos prórpios iPods da marca. Mas o iPhone era diferente, uma vez que o touchscreen dispensava o uso de caneta stylus e o usuário precisava apenas dos dedos para acessar suas funções. O design também era chamativo, apresentando corpo metálico. Tinha capacidade de armazenamento de 16 GB e não tinha funções como GPS e gravação de vídeos.
Julho de 2008: iPhone 3G
A versão de entrada foi um sucesso de vendas e continuou com o segundo modelo lançado, o iPhone 3G. Suas principais características foram a conectividade 3G, o GPS e a App Store, em que os usuário poderiam baixar aplicativos com facilidade. Desenvolvidos pela Apple e por outras empresas, os aplicativos disponíveis para o smartphone deu início a uma nova indústria: a de desenvolvimento de software. A versão 3G esteve disponível em duas cores e com capacidade de armazenamento de 8 GB e 16 GB. A novidade do design ficou por conta do material da carcaça, um plástico bastante resistente que tornou o preço mais acessível.
Junho de 2009: iPhone 3GS
O iPhone 3GS também apresentava a carcaça em plástico e poucas mudanças no visual. O que despertou o interesse do público foi o “S” no nome que representada Speed, pois a velocidade passou de 412 Mhz da versão 3G para 600 MHz e a memória passou de 128 MB para 256 MB. Além da câmera de 3,0 megapixels ao invés da câmera de 2,0 megapixels da versão anterior. Foi o primeiro iPhone a gravar vídeos e tinha outras funções como auto – foco, bússola, tela ant – oleosidade bússola digital, entre outras funções. O modelo esteve disponível nas cores preta e branca e com 8 GB, 16 GB e 32 GB de espaço de aramazenamento.
Junho de 2010: iPhone 4
O iPhone 4, lançado em 2010, foi o modelo marcado pela primeira reformulação significativa no design do aparelho. O destaque ficou pela combinação de aço inoxidável e vidro. Este último cobria as partes frontal e traseira do aparelho, além das linhas retas que tornavam o design mais arredondado em relação as primeiras versões. Entre os destaques do modelo estão a câmera frontal para vídeo – chamadas, o display de 960 x 480 pixels, câmera de 5 que permitiam a gravação de vídeos na resolução HD (720p).
Por dentro, o iPhone inovou com o chip, um processador A4, de frequência 1 GHz, que apresentava 512 MB de memória RAM. A bateria, um pouco superior aos modelos antecessores, permitia uma maior carga.
Outubro de 2011: iPhone 4S
O design do iPhone 4S não era tão diferente do seu antecessor, contudo ele trouxe evoluções importantes como a câmera de maior resolução (8,0 megapixels e gravação de vídeo na resolução Full HD 1080p). Outro destaque ficou por conta do processador com dois núcleos que dava mais velocidade ao aparelho. Uma função interessante que foi apresentada neste modelo foi a assistente de voz, chamada Siri (por isso a letra “S” que consta no nome). Trata-se da versão mais vendida no Brasil até o lançamento de seu sucessor o iPhone 5.
Setembro de 2012: iPhone 5
O lançamento do iPhone contou uma grande reformulação no design, sendo a segunda grande transformação do aparelho. A principal mudança foi o acabamento em alumínio, a tela maior (4 polegadas) e a menor espessura. O iPhone 5 contava com o novo conector lightning, que apresentava 10 pinos, ao invés dos 30 dos modelos anteriores. Outra novidade ficou por conta do novo EarPod. Por dentro, o modelo apresentava o processador de dois núcleos e a memória RAM de 1 GB.
A câmera traseira de 8 megapixels foi melhorada, apresentando uma nova tampa da lente de cristal de safira, além de função panorâmica. A câmera frontal, para vídeo – conferência, apresentou 1,2 MP. Até então, o iPhone 5 foi o mais vendido da história com mais de 5 milhões de unidades vendidas só nos Estados Unidos. O que fez do iPhone 5, o aparelho portátil mais vendido do mundo no ano de seu lançamento. Uma curiosidade sobre o modelo diz respeito ao cancelamento da produção, que aconteceu após o lançamento dos iPhone’s 5C e 5S em 2013. Dessa forma o 5C passou a ser produzido em seu lugar.
Setembro de 2013: iPhone 5C
O iPhone 5C marcou a sétima geração do aparelho e foi apresentada junto com o iPhone 5s, em 10 de setembro de 2013. A atitude inédita apresentou ao público dois aparelhos em uma única data. Com os componentes internos iguais aos do iPhone 5, o 5C estava disponível em 5 versões cuja traseira foi trabalhada em em policarbonato nas cores branca, verde, azul, amarelo e rosa, o que deixou o aparelho um pouco mais em conta. Com a chegada do modelo 5C, a Apple cancelou a produção do iPhone 5, uma vez que o objetivo era o de substituir o modelo anterior. A atitude não deixou os proprietários do iPhone 5 muito satisfeitos com a Apple.
Setembro de 2013: iPhone 5s
A Apple dá continuidade a linha S, entretanto esta versão parece muito com o iPhone 5. A primeira mudança diz respeito a arquitetura de 64 bits, até então inédita. A câmera continuou oferecendo os 8 megapixels, contudo com uma abertura de f/2.2. Além disso, ele permitia aos usuários de gravarem vídeos em 120 fps (câmera lenta) com 720p (HD) ou em 30 fps na resolução 1080p (FullHD). A variação de cores com destaque para a dourada, prata e cinza espacial. O S do nome vem da palavra Security.
Setembro de 2014: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
O diferencial dos iPhones 6 e 6 Plus é a melhora significativa nos processadores e na câmera frontal. A tecnologia NFC – Near Field Communication garantiu a troca rápida e segura de informações na rede sem fio. Ela é empregada, sobretudo na função Apple Pay, que permite a compra com o cartão de crédito apenas aproximando o aparelho do leitor, sem a necessidade de contrato. O usuário pressiona o touch e a transação e processada e autencada. Algo que também foi bem visto é a inédita capacidade de armazenamento de 128 GB.
Houve também um ganho de tamanho e o iPhone 6 passou a ter 4,7 polegadas, ante as 4 polegadas do iPhone 5c e 5s e o iPhone 6 Plus apresenta 5,5 polegadas. A tela de retina, a menor espessura, menor peso e o corpo curvado são algumas das novidades do design. Os preços de lançamento do iPhone 6 é de US$ 199 (versão inicial de 16 GB), US$ 299 (versão de 64GB) e US$ 399 com 128 GB. Já a versão iPhone 6 Plus é vendido a US$ 299 na versão de 16 GB, US$ 299 a de 64GB e US$ 499 com 128 GB de armazenamento. Os valores referem-se a venda casada no plano de contrato de dois anos junto a prestadora.
Curiosidades sobre o iPhone
Ao longo de seus oito anos, o iPhone foi lançado em 115 países e mais de 700 milhões de unidades foram vendidas. Entre as curiosidades mais interessantes está a relação entre Apple e Samsung, que brigaram muitas vezes na justiça, mas mantinham relações comerciais bem sólidas. Até a versão 5c, boa parte dos chips presentes no aparelho era produzida pela Riva, Samsung. o chip é produzido por um processo avançado que envolve nanotecnologia, uma unidade central de processamento (CPU) com dois núcleos e uma unidade de processamento gráfico (GPU).
O Siri permite saber se há algum avião voando sob o usuário. Basta perguntar ao Siri “What flights are above me?” (“quais os voos que estão acima de mim?”) ou “planes overhead”(“aviões em cima”). O Siri vai mostrar uma tabela com os aviões e os números dos voos, bem como as altitudes que estão sobrevoando e seus ângulos.
Para apagar quaisquer textos basta agitar o seu iPhone e vai aparecer uma caixa de diálogo com a mensagem “desfazer a digitação” e de mudar de ideia outra vez é só agitar novamente o telefone para aparecer a de diálogo com a mensagem “refazer a digitação”.

Flavio Maluf fala sobre as startups e a possibilidade de obterem investimentos

O mercado está cada vez mais promissor para as startups, principalmente aqui no Brasil. Para se ter uma ideia, São Paulo está na décima segunda posição entre as cidades que mais oferecem oportunidades para as startups. A informação é de um estudo chamado de Global Startup Ecosystem Ranking 2015, realizado pela Compass, uma empresa especializada em software para companhias de tecnologia de São Francisco, na Califórnia, a qual faz levantamentos e estudos do segmento desde o ano de 2012.

Flavio Maluf, presidente da Eucatex reforça a importância da cidade, que foi a única do Brasil e da América Latina a ser citada no levantamento. Segundo reporta Flavio Maluf, a pesquisa mostra que São Paulo está entre os 20 melhores ecossistemas para negócios inovadores em todo o mundo. Em primeiro lugar está o Vale do Silício, seguido de Nova Iorque e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A problemática referente à falta de capital de risco em oferta no mercado deixou de ser realidade para as startups. Flavio Maluf cita que o estudo mostrou também que os investimentos no setor cresceram 95% entre 2013 e 2014 nas cidades citadas. As startups ainda vivem um bom momento, fruto principalmente de investimentos e iniciativas públicas e privadas.

startup

O início

A conceito de startup se consolidou no mesmo período da chamada Bolha da Internet, entre os anos de 2996 e 2001. Trata-se de um negócio focado em abordagens inovadoras, sendo sinônimo de começar uma empresa escalável e repetível, atuando em condições de extrema incerteza. Segundo Flavio Maluf, alguns investidores afirmam que o conceito é mais simples, de uma empresa que inicia com custos de operação baixos e que apresentam um crescimento rápido, gerando lucros maiores.

Para Flavio Maluf, o cenário incerto é aquele que não se pode afirmar se o empreendimento ou projeto irá dar certo ou pelos menos se mostrar sustentável. Se diz respeito ao fato da startup crescer sem modificar de forma expressiva o seu modelo de negócio. O ideal é apresentar um crescimento da receita e custos menores, garantindo um acúmulo maior de lucro. E ser repetível diz respeito a capacidade de entregar o produto em escalas maiores.

Flavio Maluf afirma que o ambiente de incertezas o qual as startups estão inseridas é o principal combustível para seu crescimento. Sem capital de risco elas se tornam mais criativas para gerar receita. Para algumas é difícil continuar a buscar um modelo de negócios ideal, por essa razão os investimentos são cada vez mais necessários para as empresas. Quando o negócio começa a crescer, é necessário o investimento para essa startup ser uma empresa sustentável.

No momento em que se tona escalável, a startup dá lugar à empresa com alta lucratividade. Se não ocorrer dessa forma, o negócio precisa ser reinventado ou correr o risco de morrer de forma prematura. Independente do nicho que estão inseridas, as startups tem ou não maior chance de sucesso e por essa razão se faz necessário uma estratégia eficiente e que resolva um problema. Quanto maior for o problema e melhor a solução proposta, maior será a receptividade e a lucratividade.

Vale ressaltar que startups não são apenas negócios que envolvem a internet. Elas só estão inseridas num contexto que precisa da rede para expandir. Muitas outras estão mais frequentes no meio por conta dos custos menores para criar um software do que para o ramo do agronegócio, por exemplo. Além disso, a internet torna a expansão do empreendimento mais fácil, barata e rápida, sendo uma forma mais simples de tornar o produto repetível. Para ser startup é preciso ter um negócio repetível e escalável.

Como obter investimentos

Uma das etapas mais sensíveis e importantes da trajetória de uma startup diz respeito à capitação de recursos para tocar o negócio. Para Flavio Maluf, as chances do empreendimento obter sucesso crescem quando há uma proposta eficiente e para isso é importante tomar cuidados simples como uma apresentação simples e eficaz. Isso porque a maior parte dos investidores tem agendas apertadas e não tendem a ter interesse em empreendedores prolixos.

Ser coerente e demonstrar entusiasmo

Para receber o ‘sim’ do investidor é necessário demonstrar um bom projeto e que os envolvidos estão capacitados para “enfrentar” o mercado. Para Flavio Maluf, os investidores levam em conta a qualificação do empreendedor e sua personalidade, sobretudo de gestão. Estabelecer uma sociedade é uma tarefa complicada, tal qual um casamento. Em uma entrevista é preciso demonstrar uma personalidade forte, mas que seja aliada a um comportamento ético adequado ao empreendimento.

Apresente um modelo sustentável

Um modelo sustentável tende a ser mais atraente aos investidores. Criar uma startup com base nas tendências passageiras do mercado ou apoiada em um setor com vida perene pode não ser atraente aos investidores. Para Flavio Maluf, os investidores querem atuar em negócios com tendência a crescer e existir de maneira sustentável, principalmente no longo prazo. Para isso é imprescindível oferecer um modelo que seja válido pelos próximos dez anos (no mínimo).

Flavio Maluf cita que referências externas comprovam que muitos negócios nascem de ideias baseados em setores e nichos temporários de mercado com o interesse de venda para terceiros em um futuro próximo. Quando os investidores notam essa possibilidade, desistem do investimento. Por essa razão é importante demonstrar responsabilidade financeira e uma perspectiva positiva de mercado. Dessa forma é possível conseguir uma maior confiança do investidor.

O cliente é o foco

Independente da área de atuação, seja o mercado corporativo ou produtos destinados ao consumidor final é importante manter o foco constante no público-alvo. Se for preciso modificar o produto para atender as nuances do mercado, o ideal é buscar estar a um passo a frente dos concorrentes. O empreendedor tem a obrigação de estudar e interpretar a demanda do consumidor durante todo o tempo, buscando entregar o produto mais apropriado, criando sempre experiência positivas.

Quem tem a aptidão de corrigir seus erros e a seguir a trajetória de acordo com os sinais demonstrados pelo cliente, terá mais chances de crescer. Para isso é importante estar associado a profissionais capacitados e comprometidos, além de adotar tecnologias expressivas. No momento de apresentar a proposta ao investidor é necessário mostrar que a startup adota linguagens avançadas e tecnologias que viabilizam a interação. Sempre que possível, mostre que possui recursos para adaptar-se à evolução das tecnologias digitais.

Transparência na gestão

Startups que apresentam uma gestão transparentes tendem a receber recursos mais rapidamente, uma vez que os investidores tem preferência por empreendimentos mais fáceis de serem monitorados. Startups que estão crescendo tem de adotar princípios de governança mais claros, sobretudo no controle financeiro, definição dos cargos, remunerações, auditorias, controle dos gastos e a carga horária de trabalho dos colaboradores.

Segundo Flavio Maluf, demonstrar transparência e regras claras referentes a gestão podem garantir mais investimentos e também mais dinheiro para uma menor parcela do negócio. Vale ressaltar que as empresas que apresentam práticas mais eficientes e padronizadas de gestão são mais valorizadas. Cabe ao gestor determinar quais serão essas regras e como torna-las mais simples.

O papel das aceleradoras

As aceleradoras são programas de apoio que visam auxiliar os empreendedores a moldar o negócio e receber incentivo. Segundo Flavio Maluf, uma aceleradora busca projetos promissores e oferece aos seus participantes auxílio para consolidarem a ideia e se inserirem no mercado. Diferente das incubadoras, as aceleradoras querem startups que se destacam e que oferecem um produto com grande taxa de crescimento, as chamadas escaláveis. A vantagem em relação as incubadoras diz respeito ao tempo disponibilizado para obter resultados.

Outra característica da acelerado é a metodologia apresentada que busca aproveitar o tempo pré- determinado para o cumprimento de metas. Dessa forma é possível desenvolver características mais eficazes de abordagem. Para Flavio Maluf, a possibilidade de ter um bom mentor para orientar e aconselhar é tão importante quanto os investimentos futuros. Além disso, ela oferece orientadores para auxiliar em diferentes áreas como design, programação, marketing, entre outras.

Como participar de uma aceleradora

O processo de ingresso e participação das aceleradoras é aberto, ou seja, qualquer startup ou empreendedor pode tentar, o que aumenta a competitividade. Entre as fases que caracterizam o processo oferecido pela aceleradora está a consciência. Trata-se do momento em que os empreendedores se atentam ao tipo de investimento, que ocorre principalmente na internet. Logo após vem a aplicação, que se trata da fase em que que os idealizadores iniciam o processo de seleção das aceleradoras.

Flavio Maluf diz que dificilmente um empreendedor único é aceito e é necessário estar em equipe, sobretudo pelo volume de tarefas que vai ter de desenvolverem um curto espaço de tempo. Na fase inicial do programa, os envolvidos devem focar no desenvolvimento da ideias e de um produto viável. A fase final conta com o demo day, em português, “dia de demonstração”, que o evento em que a aceleradora media o contato entre o negócio e a startup.

Nesse momento, as startups tem a chance de demonstrar aos investidores o seu produto, como chegaram até ele e os benefícios do seu produto. Para Flavio Maluf, esse é o momento de obter financiamento adicional, contudo perdê-lo não precisa ser encarado como uma derrota e sim como uma forma de melhorar a estratégia.