Segundo Flavio Maluf, navegação offline do Google Maps agora está disponível para Androids e iOS

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Anunciada pelo Google em maio deste ano, a navegação offline nos aplicativos do Google Maps já está disponível para usuários de Android e iOS. Com a atualização, o app passa a permitir a busca por lugares sem que haja qualquer conexão com a Internet. O empresário Flavio Maluf ressalta a importância empregada pela empresa em atender diferentes segmentos de mercado.

O recurso é destinado aos usuários de regiões onde o sinal de Internet é fraco. Uma pesquisa promovida pela empresa e feita com 1000 usuários brasileiros constatou que cerca de 40 % já tiveram problemas de conexão durante o uso do aplicativo. Flavio Maluf destaca que muitas pessoas não possuem planos de internet móvel com capacidade de dados suficiente para utilizar o Google Maps, e portanto a atualização atende necessidades do público.

Segundo Flavio Maluf, o app não só permite a visualização dos mapas como também permite as funcionalidades mais relevantes para o usuário, como solicitação de rotas, zoom e a navegação por GPS e orientações de voz. Quando a versão brasileira do app foi lançada, a empresa introduziu a ferramenta Local Business Center, onde qualquer empresa pode se cadastrar para ser encontrada e avaliada no Google Maps. Isso permite um grande acervo de estabelecimentos e empresas que possam interessar o usuário. Para o empresário, o serviço do Google traz o espírito da inovação e atende as principais demandas do público que preza por um produto de pesquisa e visualização de mapas de qualidade.

Flavio Maluf ainda informa que, apesar da funcionalidade para uso offline, é requerida uma conexão prévia com a internet, seja por plano de dados ou por Wi-Fi. É necessário baixar os mapas da região para qual o usuário consultará posteriormente, sendo 50 quilômetros quadrados o limite. Basta pesquisar o endereço e efetuar o download no próprio aplicativo. Cada mapa baixado dura por até 30 dias no armazenamento do smartphone para uso offline, exigindo renovação após o período. Isto ocorre para que possíveis dados desatualizados não prejudiquem a experiência do usuário. Flavio Maluf cita a falta de informações sobre o trânsito em tempo real como a principal diferença de usabilidade entre as versões conectadas e offline. Porém, para o empresário, a ausência da ferramenta não representa um ponto negativo significativo comparando-o às outras inúmeras funcionalidades presentes na nova versão.

Lançado em 2005, o aplicativo tem o Brasil como um dos seus cinco maiores mercados no mundo. Segundo a própria empresa, diversos usuários capturavam as telas dos mapas para utilização sem dados de internet. O Google Maps com funcionalidades offline está disponível para download gratuito nas lojas online Apple App Store, para usuários de iPhone, e Google Play App Store, para usuários Android. O Google é hoje uma das marcas mais poderosas do mundo e seus produtos estão entre os mais consumidos e elogiados em todo o planeta, cita Flavio Maluf. A empresa tem, além do Maps e de sua ferramenta de pesquisa, redes sociais, ferramentas de comunicação e serviços de publicidade, entre outros.

Fonte: Exame

Flavio Maluf apresenta o smartphone da Xiaomi

Com um plano de negócio centrado em vendas apenas pela internet e com marketing nas redes sociais e fóruns, Xiaomi quer atrair público brasileiro oferecendo smartphones a preços mais baixos do mercado. Flavio Maluf traz as informações.

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Empresa chinesa no segmento de tecnologia móvel chega ao Brasil pretendendo conquistar público oferecendo smartphones de alto nível, mas com um diferencial: preços mais acessíveis que seus concorrentes como a Apple, conforme reporta Flavio Maluf. É a Xiaomi fundada por Lei Jun em 2010 (mas que lançou seu primeiro aparelho no mercado apenas em 2011) trazendo inovação nos aparelhos móveis e que tem se destacado no mercado. A empresa chinesa garante que o sucesso das altas vendas não vem de propaganda e nem das lojas parceiras. Já em 2014, noticia Flavio Maluf, lidera o mundo com vendas superior ao esperado sendo a terceira fabricante maior no mundo de smartphones:

  • 17,3 milhões de unidades no ano de 2014 (terceiro trimestre).
  • Fechou o ano com 60 milhões de aparelhos vendidos e com receita de aproximadamente US$ 12 bilhões.

Esse grande sucesso é proveniente das vendas realizadas apenas pelo seu site e com respostas aos consumidores em redes sociais e fóruns de discussões, diz o empresário brasileiro Flavio Maluf.  Assim, os clientes tem tido grande satisfação por serem atendidos prontamente, sem demora. Se o usuário quiser um de seus smartphones ou acessórios da marca terá que se dirigir apenas no site.

Flavio Maluf ainda destaca que é importante considerar que o foco central da empresa chinesa Xiaomi é o investimento de acessórios, itens para celulares, hardwares, objetos de entretenimento como jogos eletrônicos e os aparelhos de celulares como os smartphones são apenas uma plataforma de chegar até os usuários servindo como ponte. Mas, os maiores lucros na empresa é oferecer produtos com esse perfil e, por isso, o sucesso de vendas tem sido tão gigantesco chegando a liderar o ranking em toda a Ásia com seus produtos de alta qualidade a preços bem acessíveis.

Dessa forma, com um modelo totalmente original e pioneiro, Xiaomi tem sido a preferência na Ásia, Índia, Indonésia, Taiwan, Filipinas, Cingapura, Hong Kong, Malásia e agora que desbancar as suas vendas no Brasil e espera que o público tenha uma boa aceitação de sua marca, informa Flavio Maluf, o empresário brasileiro.

A Xiaomi se posiciona no 2° lugar no mundo como uma das “empresas mais inteligentes”, segundo a pesquisa realizada pela MIT Technology Review.  A 1ª empresa que lidera o ranking é a Tesla, dos carrões elétricos.

Lei Jun: quem é o fundador da Xiaomi na Ásia

Com um espírito inovador e altamente original, Lei Jun é o fundador da empresa chinesa de smartphone e acessórios da Xiaomi na Ásia. Nasceu em Xiantao, Hubei, na China no dia 16 de dezembro de 1969, mas atualmente reside em Pequim, na China. Tornou-se em 2014 um dos empresários mais ricos da China recebendo a 8ª posição de destaque. Segundo dados da Wikipédia, seu patrimônio líquido de junho de 2015 chegou a US$ 13,5 bilhões é o que revela Flavio Maluf.

Dentre as suas ocupações, destaca Flavio Maluf, de trabalho e experiências estão destacadas:

  • Fundador, presidente e CEO da Xiaomi Inc.
  • Diretor Executivo da Kingsoft
  • Presidente do UCWeb Inc.
  • Fundador da Amazon China
  • Presidente do YY.com
  • Presidente da Grande Muralha Clube.

O patrimônio líquido de Lei Jun é estimado em 35 bilhões de dólares nos EUA desde quando detém 77,8% do Xiaomi, que é uma empresa de US$ 45 bilhões, noticia Flavio Maluf.  Em 2011, Lei Jun foi classificado como 201 na lista da Forbes da China entre os 400 homens mais ricos. Em 2014 , ele foi nomeado como o empresário do ano pela revista Forbes. Tem assim se destacado sobremaneira na Revista Forbes, uma das mais reconhecidas mundialmente. Lei Jun recebeu muitos prêmios de prestígio em sua vida, informa Flavio Maluf. Em 1999, 2000 e 2002 ele foi premiado com o Top 10 como uma das figuras mais brilhantes de TI. Ele foi escolhido como o Top 10 entre as figuras de Games mais bem visto em 2005; Ele foi selecionado pela Televisão Central da China como um dos Top 10 dos Líderes de Negócios do Ano em 2012. Também em 2013 ele foi nomeado como um dos 11 mais poderosos empreendedores de negócios e pessoas na Ásia pelo canal de comunicação famoso, a revista Fortune bem como o prêmio de Empreendedor mais notável pelo seu estilo. Diante de tanta notoriedade, Lei Jun tornou-se um dos homens mais ricos do mundo tendo uma fortuna incrível e um dos empreendedores mais influentes de sua história, destaca Flavio Maluf.

Hugo Barra, o representante da marca Xiaomi no Brasil

Desde muito cedo, Hugo Barra, o representante da marca asiática Xiaomi se interessou pela tecnologia digital se destacando na escola, noticia Flavio Maluf. A partir daí, seu progresso nesse segmento só cresceu investindo seu tempo e energia tendo em conjunto grandes habilidades como boa redação, raciocínio rápido e um cara de pouca conversa. E, assim, nasceu um dos mais importantes líderes nas operações internacionais dos acessórios e smartphones da Xiaomi no Brasil. Ele é o responsável de apresentar a marca e seus produtos para os consumidores e atender ao público de modo geral. Na Ásia, a empresa chinesa já lidera o ranking de vendas e se espera que no Brasil tenha o mesmo efeito de sucesso, destaca Flavio Maluf.

5 indicadores de sucesso da marca Xiaomi na Ásia

Quais os motivos pelos quais a marca chinesa obteve grande preferência dos asiáticos? Flavio Maluf destaca abaixo 5 indicadores que levaram Xiaomi a liderar o ranking de vendas:

  1. Oferece tecnologia similar aos seus concorrentes, mas com um preço bem mais baixo atraindo pessoas a consumir por ser acessível;
  1. O smartphone é apenas uma ponte, mas o que faz a empresa ter bastante lucro é os acessórios periféricos como carregadores e fones de ouvido e serviços como jogos e itens que personalizam o celular;
  1. Redes sociais e participações de fóruns são os únicos meios de veiculação da marca. O seu marketing é centrado em atender seus fãs e dando suporte via mídia social;
  1. Custos bem baixos vendendo apenas em seu site pela internet e nunca faz propaganda em nenhum meio de comunicação e publicidade;
  1. Cresceu 227% com seu plano de negócio peculiar e original.

Assim, é possível observar que o modelo de negócio da empresa chinesa Xiaomi é bem diferenciado e altamente revolucionário contrapondo muitas ideias de que para injetar uma marca é preciso fazer propaganda, publicidade, divulgação acirrada, comenta Flavio Maluf.

Como será o modelo de negócio da Xiaomi no Brasil

Segundo Hugo Barra, representante da marca e mini CEO, o modelo de negócio será semelhante ao usado na Ásia. Flavio Maluf informa que dentre os destaques de como será a gestão é possível listar:

  • Modelos de smartphones com tecnologia e acabamento em um nível igualitário da Samsung e Apple, porém com um valor de um terço mais barato;
  • Vendas feitas exclusivamente (ou quase sempre) pelo site da Xiaomi reduzindo custos com lojas físicas e varejistas;
  • Catálogo com poucos produtos, porém mais específicos e focados a um determinado objeto como fones de ouvidos, carregadores etc
  • A publicidade é feitas somente nas mídias sociais como redes sociais e fóruns;
  • A equipe é enxuta tendo no máximo 20 pessoas operacionalizando as negociações e tramitações dos serviços.

Com isso, percebe-se que a empresa chinesa tem como resultado de tudo isso o melhor custo benefício focando, principalmente, em não custear a produção e nem gastar com divulgações, argumenta Flavio Maluf, empresário brasileiro.

Os maiores desafios que a Xiaomi encontrará no Brasil

Mesmo com todas as vantagens de modelo de negócios para atrair os brasileiros, a empresa chinesa encontrará muitos obstáculos para que suas vendas decolem assim como foi na Ásia.  Dentre os pontos a considerar dos desafios, Flavio Maluf cita:

  • A crise no Brasil pode dificultar a compra já que a previsão de crescimento nesse segmento teve uma caída brusca de 15% para 0%;
  • A associação que o público faz da marca chinesa ser de baixa qualidade tendo uma resistência para comprar os seus produtos;
  • Limitação da venda sendo realizada apenas por via internet já que brasileiros tem uma média de compra apenas de 10%. Há ainda pouca aceitação de compras online;
  • Os brasileiros se apegam às marcas mais renomadas tendo cerca de 80% deles nas mãos de 5 empresas famosas e bem destacadas no mercado.

Os grandes desafios para que a marca Xiaomi cresça no Brasil da mesma forma que cresceu na Ásia é enorme, destaca Flavio Maluf, mas como os chineses são bem espertos e altamente visionários, em especial, o Lei Jun, certamente, nada os impedirá de atrair a clientela e realizar altas vendas conquistando, assim, o mercado de smartphones e acessórios diversos e focados entre os brasileiros.

Fonte: Exame

Flavio Maluf destaca: como funciona a automação da força de trabalho?

Já pensou em uma fábrica automatizada? Com robôs recortando, pintando, montando, pregando parafusos, enfim, atividades que hoje são atribuídas ao ser humano. Para Flavio Maluf, essa realidade está cada vez mais próxima, pelo menos em algumas companhias que já apostam na tecnologia para tarefas geralmente delegadas aos funcionários que realizam atividades manuais.

A SoftWear Automation Inc., “startup” em que engenheiros promete modificar o segmento de vestuário. A produção é automatizada, assim as peças serão feitas em unidades fabris por robôs, controlados por uma pequena equipe de supervisores. Atualmente, os robôs realizam tarefas mais simples, a exemplo da costura de bordas de tapetes ou ao redor dos botões. Trata-se do SewBots, que ainda não é capaz de realizar tarefas um pouco mais complexas como juntar tecidos e costurá-los em uma peça ainda não são possíveis. Segundo a SoftWear, o sistema ainda não pode produzir uma roupa completa, contudo a startup pretende chegar a este ponto já em 2016. Flavio Maluf enfatiza o interesse do setor na tecnologia, entretanto elas ainda estão tímidas. O que vale também para outras aplicações tecnológicas como impressoras 3D e outras formas de automação. Apesar do progresso seja experimental, nos próximos anos, os ganhos podem representar uma redução expressiva necessidade de trabalhadores em diferentes áreas.

Em um relatório apresentado em 2013 pela Gartner Inc, os analistas afirmaram que: “Em 2030, 90% dos trabalhos que conhecemos hoje serão executados por máquinas inteligentes”. Para Flavio Maluf, as máquinas vão evoluir para níveis acima da automação de tarefas básicas, se tornando sistemas avançados de autoaprendizagem que copiam as ações e o cérebro humano. Já o professor Vivek Wadhwa da Universidade de Stanford é mais preciso e afirma que até 2050 as máquinas poderão, provavelmente, realizar todas as tarefas que fazemos manualmente. “Quanto mais olho para frente, mais me convenço que os empregos não terão mais a ver com subsistência.”

Entre as ferramentas mais comuns que os robôs industriais desempenham estão suspender cargas pesadas, aplicar cola, pintar, aplicar revestimentos entre outras. Para Flavio Maluf, apesar da desvantagem de não poder tomar decisões, os robôs levantam cargas mais pesadas que os humanos podem carregar, além de serem mais precisos. Diferente de algumas pessoas, os robôs fazem exatamente o que lhes ordenam e sem contar que podem trabalhar por 24 horas sem parar.

O fácil acesso a produtos como smartphones, videogames e demais eletrônicos reduziu custos de componentes e demais partes de robôs, além de sensores, câmeras e dispositivos capazes de aumentar a capacidade de processamento de grandes volumes de informação, afirma Larry Sweet, professor de robótica do Instituto de Tecnologia da Georgia. Ele enfatiza que ferramentas como o reconhecimento de voz dos gadgets irão permitir que os robôs, em um futuro próximo, possam a receber ordens ditas por uma pessoa, sem necessidade de códigos.  Flavio Maluf ressalta que os principais desafios são as limitações tecnológicas, sobretudo em um cenário em que os robôs colaboradores possam atuar junto com pessoas. Enquanto os robôs realizam as atividades que exigem mais força e precisão, as pessoas entram com a destreza para unir peças e a capacidade senso para resolver problemas.

Fonte: Wall Street Journal

Confira, com Flavio Maluf, quais são as 50 empresas mais inovadoras do mundo segundo o MIT

As pessoas dizem que o mundo não é mais como antigamente e elas estão mais que certas. Muita coisa mudou, o comportamento, a educação, o modo de se divertir, a rotina doméstica, a rotina no trabalho, os meios de comunicação e os de transporte, e por aí vai uma infinita lista de novas criações. Grande parte da responsabilidade das transformações do mundo é por conta das empresas de tecnologia, diz o empresário brasileiro, presidente das empresas Eucatex, Flavio Maluf. Há alguns anos, elas vêm mudando a rotina das pessoas. O empresário informa que, este ano, o Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), um centro universitário de educação e pesquisa privado dos Estados Unidos, fez um ranking das 50 companhias mais inovadoras de 2015.

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Empresas de energia, biotecnologia, tratamentos genéticos, realidade virtual, comunicações, internet e mídias digitais, transporte e computação estão entre as mais inteligentes transformando o mundo em 2015. Algumas investem na consciência ambiental, outras no tratamento de doenças, entre tantas outras ideias, mas todas se destacam pela inovação, criatividade e eficiência.

Flavio Maluf indica que a primeira do ranking é a Tesla Motors, fabricante de baterias de lítio. Fundada em 2003, ela é uma marca de automóveis norte-americana, que desenvolve e vende veículos elétricos de alta performance. A Tesla Motors expandiu sua tecnologia de carros elétricos para usos comerciais e residenciais, fazendo com que as maiores companhias de lítio aumentassem a produção do material para atender à demanda da empresa. Segundo informações do Mit, a empresa pretende investir 5 bilhões de dólares em uma fábrica gigante de baterias em Nevada, nos Estados Unidos.
A segunda está avaliada em 45 bilhões de dólares em valor de mercado e foca no crescimento de serviços voltados aos usuários. A Xiaomi é uma fabricante chinesa de smartphones que, só pra ter uma ideia, desbancou a Samsung na china. Além disso, em menos de um ano de mercado tornou-se a segunda maior produtora de tecnologia vestível do mundo.

Em terceiro vem a Illumina, empresa americana que fabrica máquinas de sequenciamento do código genético. A estimativa é que quase 1,6 milhões de genomas sejam decodificados até 2017. Contudo, o que coloca a empresa na lista do MIT, segundo Flavio Maluf, não é a rapidez do sequenciamento, mas sim a ampliação do uso desses dados. A empresa passou a aplicar as informações sobre o DNA que recolhe em processos em hospitais e clínicas de tratamento de câncer.

Logo em seguida está o grupo Chinês Alibaba. Flavio Maluf destaca que a empresa é a maior varejista online do mundo. Levantando 25 bilhões de dólares ela protagonizou o maior IPO da história. Segundo o fundador Jack Ma, a intenção é dobrar seu volume de transações para mais de 1 trilhão de dólares em cinco anos.

Inovando na área da saúde vem a empresa que ocupa o quinto lugar da lista. A companhia americana Counsyl criou um teste de DNA mais barato, que torna mais acessível à população os exames preventivos. A inovação possibilita que casais pesquisem a incidência de doenças e diminuam os riscos de gerar um bebê doente. De acordo com dados do Instituto de Tecnologia de Massachusets cerca de 3,6% dos casais norte-americanos realizam os testes da Counsyl antes de tentar conceber.

A preocupação com o meio ambiente não fica de fora do ranking, na sexta posição está a empresa privada SunEdison, também dos Estados Unidos. Segundo Flavio Maluf, ela está expandindo sua atuação rapidamente, para abastecer países em desenvolvimento com energia renovável. Iniciativa extraordinária, já que dados do MIT apontam que 1,1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a energia elétrica.

A Tencent Holdings, empresa chinesa que cria aplicativos de mensagens, como WeChat e QQ, e jogos para computadores e celulares, é o maior o grupo de serviços da internet na China e está no sétimo lugar da lista do MIT. E Mais uma vez dentro da área da saúde, logo após a chinesa Tencent, está a americana Juno Therapeutics contra células cancerígenas. A empresa é formada por pesquisadores de diferentes centros acadêmicos e investe em modificar as células do sistema imunológico do paciente para atacar as células doentes.

O meio ambiente está representado também pela nona colocada, a SolarCity. A expectativa é levar a energia solar para o maior número possível de consumidores, através da instalação de painéis solares de graça, cobrando apenas uma parcela pela energia usada. Nos Estados Unidos, cerca de 177 mil casas já têm os painéis solares da empresa, informa Flavio Maluf. E quem nunca ouviu falar na Netflix certamente não gosta do ramo de filmes e séries de TV. A companhia aparece em décimo lugar com um valor de mercado de 25,5 bilhões de dólares. Além de veicular conteúdo, a Netflix se destaca pela produção dos próprios filmes e séries.

Em seguida, em 11º e 12º, estão a OvaScience que desenvolve tratamentos para desacelerar o relógio biológico feminino e atrasar a infertilidade, e o famoso Google com a Projeto Loon. A intenção é melhorar a conexão da internet principalmente para as áreas rurais e desérticas. Os robôs Kiva da empresa multinacional de comércio eletrônico dos Estados Unidos, prometem agilizar as entregas e conquistaram o 13º lugar do ranking do MIT.

Flavio Maluf salienta que as inovações são muitas, e distribuídas nas mais diversas áreas. Uma capinha de iPhone com dois eletrodos, o chamado aparelho da AliveCor, pode medir os batimentos cardíacos. A Gliead Sciences, empresa de biofarmacologia americana, é a primeira a vender comprimidos que podem curar a maior parte dos casos de hepatite C. O novo relógio inteligente e a carteira Apple Pay do iPhone dão à Apple o 16º lugar. A primeira impressora 3D de produtos eletrônicos, da empresa americana Voxel8; a tecnologia de dessalinização e reuso de água em indústrias, minas, refinarias e na agricultura, da israelense IDE Technologies; o uso da biologia molecular e celular para fabricar medicamentos para doenças graves, da empresa Bio americana, Amgen; as baterias da Aquion Energy que são uma maneira mais barata, fácil e limpa de armazenar energia solar e eólica; todas na lista de ideias inovadoras e inteligentes do Instituto de Tecnologia de Massachusets.

O Baidu, segundo maior site de busca do mundo; a Space X, empresa de transporte espacial dos Estados Unidos; a Sakti3; a Freescale Semiconductor; a Universal Robots; a farmacêutica Bristol-Myers Squibb; a Teladoc, que conecta pacientes e médicos pela internet; a NVIDIA, empresa americana que fabrica peças de computador; preenchem o ranking da 21ª à 28ª posição.

Em 29º lugar está o “queridinho” no campo das redes sociais, o Facebook. A companhia de Mark Zuckerberg, segundo o empresário brasileiro Flavio Maluf, está na lista por conta dos investimentos em aplicativos e notícias. O Facebook tem cerca de 1,44 bilhões de usuários mensais ativos e transmite notícias dos maiores veículos de comunicação do mundo.

O 30º lugar é da empresa Alnylam, cujos seus fundadores ganharam o Prêmio Nobel por uma descoberta feita em 1998. O RNA, produzido pelo DNA, é responsável pela síntese de proteínas dentro da célula. Alguns tipos de RNA poderiam “desligar” alguns genes. A empresa, atualmente, está testando seis medicamentos diferentes para atuar na produção de proteínas, com a intenção de reverter doenças graves que não podem ser curadas pelos remédios já existentes.

O segundo robô da empresa americana Rethink Robotics, Sawyer, que deverá trabalhar em conjunto com humanos em linhas de produção, rendeu à Rethink a 31ª posição. A lâmpada LEP que promete durar uma década, deu a Philips a 32ª. As batatas modificadas da empresa Cellectis eliminam o processo relacionado à acrylamida, substância que pode ser cancerígena. A empresa entusiasmou os amantes das batatas fritas preocupados com a saúde, e levou o 33º lugar na lista do MIT, diz Flavio Maluf. A terapia genética desenvolvida pela americana Bluebird Bio, que pode ajudar a curar doenças graves, está em 34º. A empresa alemã ThyssenKrupp quer usar levitação magnética para mover os elevadores não só para cima e para baixo, mas também para os lados, a ideia conquistou o 35º lugar do ranking.

De 36ª a 40ª posição estão, respectivamente, a plataforma de comunicação corporativa Slack; o aplicativo de mensagem Line; a inglesa Improbable, que quer movimentar o mundo virtual dos jogos; os supercomputadores da empresa americana Enlitic, que prometem identificar possíveis tumores analisando imagens; e a Coinbase, empresa que realiza pagamentos eletrônicos feitos com a moeda virtual.

Completam o ranking do MIT a alemã HaCon, que desenvolve soluções para trânsito, transportes e logística; a 3D Systems, que apresentou uma impressora capaz de imprimir chocolate; a companhia italiana Generali, de seguros de saúde; a Intrexon, que planeja tornar os remédios, feitos a partir de proteínas, muito mais baratos; a DNAnexus, que colabora com pesquisadores, farmacêuticas e outras empresas para armazenar as informações genéticas no serviço de nuvem da Amazon; o supercomputador cognitivo Watson, da americana IBM, que usa sua inteligência no diagnóstico do câncer; a Snapchat, aplicativo de imagens, vídeos e mensagens; a HoloLens novos óculos de realidade aumentada da Microsoft, que poderão trazer hologramas de pessoas reais para dentro da casa de usuários; as baterias ultra finas da Imprint Energy, que podem ser recarregadas, para uso em aparelhos, como pulseiras, óculos ou fones de ouvido; e, finalmente, e apesar da reação negativa dos taxistas, o Uber, sistema que conecta usuários a motoristas profissionais.

O futuro do automóvel na visão de Flavio Maluf

Em um mundo cada vez mais dominado pelo alto padrão tecnológico, que além de estar presente em absolutamente tudo, apresenta uma evolução que ganha mais velocidade a todo instante, os produtos que têm a capacidade de permanecer como algo fundamental e ao mesmo tempo acompanham o progresso tecnológico, se mantêm forte no mercado e continuam sendo alvo da cobiça dos usuários. Isso, explica o empresário brasileiro Flavio Maluf, significa que a exigência pelo que é inovador e capaz de potencializar as mais diversas funcionalidades de qualquer coisa da qual fazemos uso é muito grande e, em certos casos, até ultrapassa a própria serventia daquele produto e se torna indispensável para viabilizar sua melhor utilização.

Flavio diz que um dos maiores exemplos disso são os automóveis. De vital importância para a grande maioria das pessoas, eles são objeto de desejo de muita gente. Buscando acompanhar as demandas, sejam elas por segurança, praticidade, mobilidade ou conforto, o mercado de automóveis inova e apresenta melhores possibilidades a cada novo modelo lançado. Nesse campo, os dois pontos mais trabalhados são a autonomia e a conectividade dos veículos, duas coisas que estão fundamentalmente ligadas, já que se trabalhadas em conjunto podem apresentar excelentes resultados. Destarte, aqueles mais conectados com os avanços tecnológicos, quando pretendem fazer a aquisição de um carro, analisam diversos fatores que vão além da simples possibilidade de locomoção, pensam não apenas em seu conforto em geral através dos avanços tecnológicos, mas também em outros fatores relacionados ao ato de dirigir, inclusive no que isso reflete no meio ambiente. Por isso, carros elétricos e/ou que são capazes de não afetar a natureza já são considerados como uma obrigação, ressalta Flavio.

De olho nessas possibilidades, empresas que já são referências mundiais quando o assunto é tecnologia, estão se esforçando ao máximo para ganharem destaque nesse mercado, principalmente por perceberem que seus produtos, em especial os smartphones, são utilizados com muita frequência pelos motoristas por apresentarem resultados mais satisfatórios que as tecnologias implantadas nos veículos. Flavio Maluf cita como exemplos disso o Google Maps e o Waze, utilizados por muitas pessoas que os consideram mais eficientes que os sistemas de navegação de seus carros, já que eles apresentam mais rapidez, praticidade e são mais confiáveis. Para Flavio, isso parece ser uma questão totalmente livre de discussões e controvérsias, pois é natural que o desenvolvimento de softwares seja feito com mais competência por quem tem isso como principal produto a ser ofertado do que por quem tem que se preocupar antes de qualquer coisa em fabricar automóveis que se tornem alvo do desejo das pessoas.

Nesse sentido, algumas parcerias buscam aprimorar o uso dos navegadores ao possibilitarem a utilização dos aplicativos dos telefones inteligentes nos veículos. E isso vai além da simples navegação em busca de melhor mobilidade, destaca Flavio. O Android Auto é um grande exemplo desse avanço. O software do Google, utilizado inicialmente pelo Hyundai Sonata, possibilita que o motorista conecte seu smartphone com sistema operacional Android ao veículo através de uma entrada USB, depois basta desfrutar das diversas funcionalidades do celular. Para quem utiliza o tão famoso iPhone da Apple, a opção semelhante é o CarPlay, que possibilita a utilização do Apple Maps, também reconhecido por apresentar resultados satisfatórios.

Flavio enfatiza que esses aplicativos são fundamentais também em outras funções. No quesito segurança, evitam que o motorista se distraia lendo ou escrevendo uma mensagem de texto, tirando uma das mãos do volante para segurar o telefone, buscando a melhor opção de caminho para seguir, já que isso pode ser realizado através do controle de voz, entre outras coisas que podem ser feitas sem que a atenção no trânsito seja afetada. Muito buscado atualmente, mesmo para quem está dirigindo, aliás, em alguns casos, principalmente para quem está ao volante, já que em certos lugares isso é uma tarefa extremamente estressante, o entretenimento também é uma função dessas ferramentas, já que elas permitem ter acesso, por exemplo, as músicas que se encontram no celular de forma bastante simples. O diagnóstico de problemas e a consequente resolução destes também é outro fator relevante, pois os aplicativos são capazes de resolver pequenas falhas on-line, e isso pode evitar problemas maiores, até mesmo relacionados à segurança do motorista, suscita Flavio Maluf.

O Google se destaca não apenas por seus softwares utilizados em carros de diversas montadoras, mas também por seus próprios carros. A grande ênfase é certamente para os carros autodirigidos. Contudo, a empresa, após conseguir projetar esses veículos, se deparou com algumas situações que tornaram necessária uma espécie de humanização das máquinas, já que estas apresentam certo excesso de precaução. Chris Urmson, responsável pelo projeto da empresa para desenvolver carros autônomos, admitiu que estão sendo testadas maneiras de fazer os carros dirigirem de uma forma mais semelhantes a como as pessoas dirigem, pois os veículos são mais cuidadosos do que o necessário. Flavio Maluf diz que o principal fator que levou a empresa a tentar viabilizar essa analogia foi o fato de 75% dos 16 acidentes envolvendo os veículos autodirigidos do Google nos últimos anos terem sido ocasionados possivelmente devido aos carros frearem em situações nas quais se pessoas estivessem ao volante provavelmente o ato não teria acontecido, evitando que outros motoristas lhes atingisse na traseira. Embora a empresa não compartilhe dessa opinião, já que diz que os autodirigidos não tiveram nenhuma culpa nos acidentes, parece não ser nenhum absurdo dizer que o fato dos carros frearem em situações de pequenos riscos lhes impute alguma culpa, esclarece Flavio.

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A grande questão nesse sentido parece estar relacionada ao fato dos veículos terem sido desenvolvidos com uma espécie de “pensamento” que não lhes permite achar que possíveis colisões possam ser evitadas com uma simples mudança de trajetória, já que eles acionam os freios constantemente ao detectarem algum perigo e isso pode levar outros motoristas a fazer o mesmo e ocasionar algum acidente. Na busca pela melhoria nesse sentido, Flavio destaca o que disse Jen-Hsun Huang, que é diretor-presidente de uma empresa responsável pelo desenvolvimento de processadores gráficos de alto padrão tecnológico com o propósito de possibilitar o reconhecimento de objetos por parte dos carros do Google. Huang falou que é possível solucionar o problema utilizando práticas de “aprendizagens intensas”, já que estas podem ajudar os computadores a fazerem uma melhor interpretação de imagens e objetos, o que além de evitar certos incidentes, também possibilitará que eles façam curvas mais fechadas e ultrapassem em faixas contínuas.

carro appleOutra empresa que também já é reconhecida mundialmente por sua alta tecnologia também está tentando dar seus primeiros passos nesse ramo e isso pode significar muita coisa, destaca Flavio Maluf. A Apple, que já revolucionou o mercado ao entrar no setor tecnológico, acredita que pode dar uma valiosa contribuição também no setor automotivo. Esse desejo da empresa é alimentado pela grande necessidade que o setor tem de apresentar avanços em todos os segmentos do ramo, já que cada vez mais é tarefa árdua dirigir nos grandes centros urbanos, e a entrada da Apple no mercado poderia significar uma grande evolução não apenas nos veículos em si, mas também na maneira de se locomover. Contudo, Flavio também diz que esse pode ser um processo demorado e de resultados incertos. É óbvio que os dispositivos móveis, especialidade da marca, serão os maiores responsáveis pela evolução do mundo dos automóveis, mas também é fato que isso é algo complexo e que necessita de muito estudo antes de ser implantado e disponibilizados para trafegarem em nossas ruas.

A empresa parece focar não apenas em produzir carros autodirigidos com total eficiência, mas também em potencializar o ato de se locomover através do design dos veículos. Embora a entrada concreta da marca nesse mercado ainda seja um enigma, se isto acontecer, seja brevemente ou um pouco mais a frete, a expectativa pelos resultados certamente será enorme, já que é bem possível que um carro da Apple não se limite a simples avanços, mas sim alcance um novo patamar, assim como a empresa fez com os computadores e os dispositivos móveis em geral. Até porque, ressalta Flavio Maluf, a entrada definitiva da marca no meio possivelmente só se dará daqui alguns anos, e isso pode significar que ela tenha que apresentar algo que vá bem além de um meio de transporte. E ser apenas mais um entre vários não é algo pretendido pela empresa, acostumada a ser destaque e oferecer o que há de melhor.

Diante de tudo isso, Flavio Maluf diz que, embora alguns avanços sejam de difícil implantação e outros ainda tenham que passar por inúmeras etapas de testes, o que o futuro nos reserva é certamente algo que represente não apenas a melhor forma de se locomover, mas que ofereça possibilidades capazes de viabilizar um trânsito, mesmo nos grandes centros urbanos, seguro e confortável, fazendo com que o motorista tenha que fazer o menor esforço possível e não seja vítima do estresse causado por engarrafamentos, lentidão ou acidentes que, na maioria dos casos acontecem por motivos minimamente aceitáveis, mas que causam enormes transtornos para todos os envolvidos.

 

Apple: tecnologia que não pára de evoluir – por Flavio Maluf

Reconhecida mundialmente por ser umas das melhores e maiores empresas que atuam no mercado de tecnologia, a Apple não para de inovar e oferecer cada vez mais opções para os usuários de seus produtos. Quem nunca sonhou ter um Smartphone da Apple? Pergunta o empresário brasileiro Flavio Maluf. Ora, ele mesmo responde. Só já não o fez quem não conhece a marca ou não está “antenado” com o que o mercado tecnológico oferece de melhor. E mais, Smartphone foi apenas um exemplo, pois a “MAÇÔ também é marca referência em relação à tablets, televisores e relógios, além de seus computadores, os Macs, destaca Flavio Maluf. O que torna a empresa conhecida e reconhecida em muitas vertentes, tornando-a cada vez mais presente nas casas dos que procuram alta tecnologia e também nas empresas que buscam aparelhos confiáveis e capazes de corresponder às demandas de seus negócios.

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A cada novo evento que a empresa anuncia, os rumores sobre as novidades tomam conta do mundo da tecnologia. Os fãs e usuários da marca aguardam ansiosos para saberem quais as novidades. O último desses eventos aconteceu no dia 9 de setembro, em San Francisco, na Califórnia. E, como já era de se esperar, a Apple apresentou inovações que fizeram valer à pena toda a espera e a especulação.”
Diferentemente do que sempre fez na maioria de seus eventos anteriores, quando buscava dar mais evidência para um de seus produtos, desta vez a marca mostrou todo o seu potencial ao apresentar grandes inovações em vários deles. Para Flavio Maluf, alguns aparelhos merecem destaque especial em sua análise.

iPad Pro:

Certamente pode representar uma nova era no mundo da tecnologia, já que chega ao mercado com potencial para substituir o computador, pois deixa totalmente para trás o modelo anterior e se instala como um concorrente dos Macs, afirma Flavio Maluf. O tablet possui tela de alta definição de 12,9 polegadas, pesa apenas um quilo, tem processador A9X de 64 bits, 6,9 mm de espessura e autonomia de 10 horas. Com uma versão do Office, possibilidade de utilização de inúmeros aplicativos simultaneamente e mantendo os atalhos do Mac, ele torna-se uma grande ferramenta para fazer a marca dominar o segmento. Isso fica ainda mais claro com o esforço da Apple na busca de parcerias para desenvolver aplicativos e opções de rede para o aparelho, diz Flavio Maluf, que também dá ênfase para dois periféricos. O Smart Keyboard (capa com teclado integrado), e a Apple Pencil (caneta para desenhar na tela), que trás excelentes opções para desenhar, independentemente da habilidade de quem vai utilizá-la. Com todas essas alternativas, o iPad Pro não se limita mais a uma ferramenta feita com o objetivo de ser essencialmente uma mídia móvel e passa a ser um aparelho autônomo e que permite grande operosidade. Em relação ao aumento no preço, Flavio Maluf diz que é totalmente compreensível, afinal, aumentar a potencia e as possibilidades requer um investimento maior, o que consequentemente faz subir também o valor. O produto ficará disponível em Novembro nos Estados Unidos, custando US$ 799 para a versão com 32 GB e Wi-Fi, US$ 949 para a de 128 GB e Wi-Fi e US$ 1.076 para a de 128 GB e 4G. Enquanto que a Apple Pencil custará US$ 99 e a capa com teclado US$ 169.

Apple TV:

Com duas versões que chegarão ao mercado no final de outubro, uma de 32 GB que custará US$ 149 e uma de 64 GB no valor de US$ 199, a Apple quer entrar de vez na sala de estar. Tendo um sistema operacional próprio, fica evidente a intenção de obter êxito com os aplicativos. A interatividade também merece destaque, já que é possível buscar conteúdos e obter sugestões através do assistente de voz, que vai permitir uma minuciosa procura. Vale citar também o controle remoto, que além de ter uma bateria com duração de até três meses, também ganhou uma superfície sensível ao toque, possibilitando navegar pelas telas e ter uma excelente interação com os conteúdos. O Bluetooth 4.0 também representa mais uma inovação, já que será utilizado para o controlo remoto, permitindo fazer uso dele sem estar necessariamente apontando-o para a TV, o que não é nada além do que podemos esperar dos dias atuais e de uma empresa como a Apple, suscita Flavio.

Apple Watch:

O relógio inteligente também apresentou novidades consideráveis, principalmente em relação ao sistema operacional, o WatchOS 2, que potencializa de forma significativa o aparelho, já que torna mais simples a maneira de visualizar notícias na página principal, acompanhar como está o tempo, além de outras alternativas que facilitam o uso das diversas funcionalidades do relógio. Uma nova pulseira de couro marrom e outras opções de cores também certamente farão a cabeça, ou melhor, os pulsos dos usuários, brinca Flavio Maluf. A edição Sport é a que apresenta o preço mais acessível, a partir de US$ 349.

iPhone 6s e iPhone 6s Plus:

Com 4,7 polegadas, o iPhone 6s tem uma tela um pouco menor que seu irmão 6s Plus, que tem 5,5 polegadas. Uma das grandes novidades em relação aos iPhones é uma nova tecnologia chamada 3D Touch, já utilizada no Apple Watch e que significa um passo a mais na maneira de tocar na tela, já que além do simples toque em si, detecta a força exercida. Isso viabiliza a criação de atalhos para determinadas ações, graças a uma tela muito mais resistente que as utilizadas anteriormente pela marca e que eram alvo de algumas reclamações, lembra Flavio Maluf.

Além dessa nova tecnologia, também é fundamental dar destaque para o processador dos novos aparelhos, que é o A9X, mesmo usado no iPad Pro. Isso representa um aumento de 70% na potencia em relação ao iPhone 6, diz Flavio Maluf. Ambos têm o iOS 9 como sistema operacional. As câmeras também ganharam novidades consideráveis. A traseira passou a ter resolução de 12 MP, 50% melhor que a da versão anterior. Isso permitirá gravar vídeos com resolução 4K. Em relação à câmera frontal, que tem resolução de 5 MP, o destaque vai para um software que tem como objetivo ressaltar a cor natural da pele. Na hora de tirar fotos também há outra novidade, se trata do Live Photos, que grava alguns segundos de vídeo e áudio antes da captura, permitindo relembrar os acontecimentos nos instantes anteriores. Outra funcionalidade de grande utilidade, as pesquisas por voz são ativadas pelo comando “Hey, Siri”. Em relação aos valores, a Apple continua oferecendo os mesmos preços e modelos nos Estados Unidos. O iPhone de apenas 16 GB de memória continua sendo vendido por US$ 199 para o iPhone 6s e US$ 299 para o iPhone 6s Plus.
Flavio Maluf destaca que para ter uma noção real da grandeza da Apple basta ver a quantidade de iPhones comercializados apenas no primeiro final de semana de vendas. Foram nada menos que 13 milhões de unidades, o que representa um recorde. Flavio Maluf diz que o enorme sucesso de vendas foi considerado surpreendente até mesmo para os executivos da empresa. Tim Cook, CEO da marca, disse, “As vendas do iPhone 6s e iPhone 6s Plus têm sido fenomenais, atropelando quaisquer primeiros resultados de fim de semana passados na história da Apple. O feedback dos clientes é incrível e eles estão amando o 3D Touch e o Live Photos, e mal podemos esperar para levar os dois modelos para clientes em mais países no dia 9 de outubro”. Contudo, diz Flavio Maluf, esse anuncio feito no final da fala de Cook, que confirmou a chegada dos novos aparelhos para mais de 40 países, faz com que os brasileiros tenham que esperar por mais algum tempo, já que por aqui as novidades devem chegar apenas no final do ano.

brasileiro compra iphone 62

Contudo, Flavio Maluf lembra que a primeira pessoa no mundo a comprar um iPhone 6s Plus foi um brasileiro. Trata-se do estudante Vitor José da Cunha Epiphanio, de 18 anos. Ele está fazendo intercâmbio na Austrália e conseguiu ser o primeiro a adquirir o tão cobiçado aparelho, já que o país é sempre um dos primeiros a começar a vender iPhones. Entretanto, destaca Flavio Maluf, Vitor não era o primeiro da fila, mas conseguiu ser o primeiro a fazer a aquisição ao despertar a atenção da empresa por demonstrar ser um grande fã da Apple. Até Tim Cook deu destaque para o brasileiro ao divulgar a foto de Vitor com seu iPhone em sua conta no Twitter e agradecer ao jovem pela compra.

Para finalizar, Flavio Maluf diz que todas essas novidades apresentadas pela Apple, fazem-na se consolidar cada vez mais como uma empresa de grande nível no mundo da tecnologia, além de continuar aumentando a credibilidade da marca e despertando o interesse e o desejo de pessoas ao redor de todo o mundo de possuírem algum aparelho que tenha a maçã como logomarca. E como é de se esperar, certamente virão muitas outras novidades e inovações por aí, já que a empresa não para de fechar novas parcerias e se esforça para surpreender os seus fãs.

Flavio Maluf noticia sobre a atualização do IOS 9 do iPhone

Os aparelhos iPhone devem ser atualizados para não incorrer falhas ao utilizá-lo. Sendo assim, é importante mantê-lo em bom funcionamento, porém muitos reclamam que, após a atualização, o aparelho fica lento. É sobre isso que Flavio Maluf informa aos usuários a respeito da atualização do IOS 9 do iPhone.

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A Apple procura sempre manter seus usuários satisfeitos na medida do possível. Embora seja um tanto desafiador, pois cada um possui distintas necessidades, a empresa tenta amenizar as falhas corrigindo com atualizações objetivando a melhoria no manuseio dos programas e aplicativos.

O objetivo fundamental com a nova versão do IOS 9 do iPhone é fazer com que o aparelho fique mais ágil, gerando rapidez ao usá-lo e proporcionando qualidade em tudo. Sendo assim, é possível verificar dois pontos centrais com essa atualização, comenta Flavio Maluf, que são:

1. Mais autonomia
2. Exige menos espaço livre

O aparelho ficará lento ou não?

A dúvida de muitos usuários é em relação se o aparelho, após atualizar para o IOS 9, ficará lento ou não. É sabido que as atualizações acabam por deixar o sistema lento bem como os programas e apps, mas é o que a Apple tenta diminuir e tem trabalhado para esse fim, informa Flavio Maluf.

É preciso entender três causas do por que o aparelho fica lento após atualizar para uma nova versão, descreve Flavio Maluf:

  1. Os aparelhos possuem recursos antigos que, muitas vezes, são incompatíveis com as novas tecnologias;
  2. Também possuem recursos limitados dificultando a entrada de novas informações;
  3. Os novos recursos de atualizações consomem mais memória e processamento.

Por essas razões, é normal que depois de atualizar o IOS 9 do iPhone, o aparelho apresente falhas, erros e fique bem mais lento.

A boa notícia é que a Apple dispõe de correções para quaisquer falhas a seus usuários. É só entrar no site para baixar essa correção, informa Flavio Maluf.

Novidades ao atualizar o IOS 9 do iPhone

Flavio Maluf descreve as novidades para quem vai atualizar o novo sistema da Apple, o IOS 9 do iPhone:

  • Exigência de apenas 1,3 GB livre para atualizar (bem menor que o anterior IOS 8 que exigia 4,58 GB);
  • Modo de baixo consumo e a luz não mais acende ao receber notificações oferecendo maior autonomia no aparelho;
  • App Notas permite incluir links, mapas, fotos e desenhar com o dedo podendo salvar em iCloud para posterior acesso em qualquer dispositivo;
  • O app Mapas traz novidades com a opção de Transporte Público que oferece as linhas de metrô, trem, balsas e ônibus para acesso fácil;
  • Tecnologia 3D Touch – detecta a intensidade ao manusear uma tarefa a outra na tela;
  • Oferece a opção de “Mude para IOS”, caso o usuário tenha o sistema Android e queira mudar para o IOS sem a necessidade de fios, cabos. Permite transferir dados de forma segura como contatos, histórico de mensagens, vídeos, fotos, calendários, entre outras;
  • É possível baixar apps de rede social facilmente como o facebook e twitter.