Dicas de liderança com Flavio Maluf

Ser um líder, aquele capaz de fazer as coisas com eficácia e eficiência, não é uma responsabilidade nada simples e que qualquer um pode exercer. Destarte, Flavio Maluf, conceituado empresário brasileiro, dá dicas para empresários e empreendedores em geral não tropeçarem quando o assunto for a melhor forma de conduzir suas organizações. Aliás, ele já começa dizendo que esse não é apenas um simples quesito, mas sim o principal, pois um conjunto de liderados que não seja assim tão eficiente, pode torna-se altamente produtivo se gerido da forma correta. Entretanto, é praticamente impossível que uma boa equipe desenvolva suas atividades da melhor maneira se não tiver o respaldo de um comandante competente.

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O líder deve ser um mediador de conflitos e ao mesmo tempo chamar para si certas responsabilidades, pois assim ele se transforma em um conciliador, e não um criador de problemas como alguns se tornam quando conduzem seus times de forma equivocada. Por isso, é fundamental para um bom condutor ter bem definido em sua cabeça o que ele espera de si mesmo e da sua equipe e quais os objetivos a serem buscados por todos, fazendo com que seus comandados o respeitem e o admirem no sentido de se engajarem totalmente nas questões relativas aos interesses da organização, tornando os demais seguidores de suas ideias e opiniões. Contudo, destaca Flavio Maluf, isso não representa uma espécie de total submissão dos comandados ao gestor, mas sim uma forma de fazê-los se sentirem parte essencial do processo, inclusive lhes dando liberdade para compartilhar ideias, opiniões e até para apresentarem alternativas quando julgarem inadequada ou imprecisa uma questão ou um plano levantado pelo líder, o que não vai de forma alguma criar atritos, mas sim potencializar os resultados.

Flavio Maluf chama a atenção para alguns “estágios” da liderança. O primeiro é o líder que atrai seguidores exclusivamente pelo cargo que exerce, ou seja, é uma liderança unicamente hierárquica e restringe-se apenas a necessidade do desenvolvimento de certos trabalhos e a exigência de alguém para comandar esse desenvolvimento. O segundo tipo é o que chama a atenção de seus comandados por passar confiança, o que faz com que os outros lhe sigam por que gostam realmente dele e da forma como ele desenvolve os trabalhos e se relaciona com os demais. O próximo nível é atingido graças aos resultados, pois consolida uma boa relação pelo fato de terem sido conquistados objetivos em parceria, tornando o líder admirado por seu papel de vital relevância. Por fim, há aquele gestor que se torna fundamental não apenas enquanto profissional, mas também no quesito pessoal, já que atinge este estágio por potencializar seus seguidores a ponto de torná-los capazes de liderar também, e isso pode significar uma ajuda que transcende a relação profissional.

Muitas vezes, diz o empresário, uma boa relação entre o líder e o resto da equipe esbarra também no fato de que é relativamente pequeno o número de pessoas que se dispõem a serem seguidoras, pois a grande maioria tem uma falsa ideia de que isso significa ser vassalo ou um simples receptor de ordens. Mas Flavio Maluf afirma que esses conceitos podem ser derrubados justamente através da forma como o chefe lida com seu grupo, pois passa essencialmente por ele a viabilização de uma convivência harmônica, sincera e onde todos se sintam à vontade e percebam que são parte fundamental para o correto desenvolvimento dos trabalhos. Isso também faz com que sejam reduzidas as chances de serem cometidos erros que prejudiquem a instituição, pois é natural que qualquer um tenha atitudes ou ideias que não representem o que pode ser feito de melhor em determinadas situações, o que é corrigido quando se trabalha de forma conjunta, sem egoísmos ou com o líder querendo ser o dono da razão e passando por cima de todos. Ou seja, é parte de extrema importância no exercício de liderar saber ouvir o que pensam os demais.

Essa questão é tão relevante, que merece um pouco mais de explanação, diz Flavio Maluf. Saber ouvir não é simplesmente escutar o que o outro está dizendo, mas sim se tornar parte pertencente do processo. É como se o que interessasse naquele momento fosse exclusivamente o que está sendo dito, o que permite entender e compreender a situação. Atropelar quem está com a palavra apresentando formas rápidas de resolver os problemas ou dando ideias para sua solução imediata transmite uma impressão de que aquilo de fato não está sendo relevante e que se livrar o mais rápido possível daquele diálogo é a intenção.

Ouvir com atenção, demonstrar realmente interesse pelo que está sendo dito e se comprometer com a situação é o que se chama de escuta ativa, algo fundamental para o bom exercício da liderança segundo Flavio Maluf.

O empresário também diz que alguns fatores demonstram claramente a atenção que o receptor está dando a conversa, seja através de gestos ou verbalmente. Para começar, quaisquer possíveis empecilhos devem ser deixados de lado. O olhar direcionado para quem está falando, as expressões faciais e os gestos devem estar em consonância com o que está sendo proferido, isso passa uma ideia de comprometimento. Fazer pequenas perguntas ou comentários sobre certos acontecimentos relatados fazem com que o outro perceba uma boa interação e seja capaz de confiar totalmente em seu ouvinte, possibilitando diálogos cada vez mais sinceros. Contudo, Flavio Maluf diz que esse geralmente é um processo lento e difícil, já que a maioria das pessoas tende a apressar as coisas e isso faz com que o outro não se sinta à vontade e não reconheça em seu ouvinte alguém realmente disposto a ajudar. Nesse sentido, Flavio Maluf dá destaque especial para estudos recentes que evidenciaram que pessoas capazes de se mostrarem empenhadas na situação que está sendo descrita através de expressões e gestos condizentes com os acontecimentos relatados tornam-se para quem está revelando os fatos algo essencial para melhorar a forma de como lidar com aquilo e buscar os melhores meios de solucionar os problemas.

Outro ponto que Flavio Maluf faz questão de destacar e que é fundamental para se alcançar sucesso na busca por uma liderança eficaz e eficiente é a correta utilização do tempo. E isso engloba não apenas os horários do gestor, mas também de todos os componentes de uma organização, já que isso permitir o melhor funcionamento de todos os órgãos envolvidos no processo de trabalho. Ele diz que é fato recorrente ver pessoas, independentemente do cargo que exercem, se perguntando ao final do dia, da semana ou do mês o que de fato fizeram naquele espaço de tempo, já que não conseguiram cumprir boa parte das metas traçadas para aquele período. Flavio Maluf diz que isso acontece, sobretudo, pela má utilização do tempo, já que a grande maioria perde minutos e até horas preciosas em atividades que poderiam ser feitas em bem menos tempo ou até mesmo não realizadas, pois algumas são totalmente dispensáveis.

Flavio Maluf cita dois grandes vilões nessa questão, as reuniões e os e-mails. As primeiras são consideradas negativas ou desnecessárias a partir do momento que se tornam ociosas, seja no sentido do rendimento em si ou por ocuparem o tempo de quem não precisaria de fato participar delas, já que é comum nessas reuniões a presença de pessoas que não têm nada a acrescentar ou simplesmente passam todo o tempo com a atenção voltada para qualquer outro assunto, o que é fator de grande relevância para que a produtividade das reuniões seja afetada de forma drástica, além de tirá-las de suas atividades naturais, o que representa mais uma diminuição na produção da organização.

Já com os e-mails, Flavio Maluf esclarece que a situação não é muito diferente, pois lidar com eles da forma correta pode ajudar bastante na otimização do tempo. O empresário destaca que aqui existem dois pontos a serem analisados. O primeiro é referente aos contatos vindos de fora das organizações, pois estes são feitos sem nenhum tipo de cuidado em relação a volumes muito grandes ou se tomarão menos ou mais tempo. Por isso, é importante definir quais contatos merecem um feedback e qual o nível de relevância daqueles, já que em alguns casos demandam respostas mais detalhadas, em outros apenas algo muito breve e uma boa parte sequer devem ser lidos, principalmente aqueles relacionados a assuntos nada relevantes para a organização.

Já nas comunicações internas, Flavio Maluf suscita que o grande problema está no fato de serem dadas respostas para e-mails que deveriam apenas serem lidos, ou aquelas serem demasiadamente longas, quando na verdade deveriam ser dadas de forma bastante objetiva. Flavio Maluf diz que isso ocorre porque alguns empregados acham que deixar seus colegas sem uma resposta pode ser entendido como falta de comprometimento, e isso leva alguns a não apenas fazerem comunicações desnecessárias, mas também escreverem textos imensos na tentativa de mostrar interesse e conhecimento do assunto. Nesse ponto, Flavio Maluf finaliza dizendo que esse problema pode ser resolvido com a utilização de aplicativos desenvolvidos para evitarem esses excessos e otimizarem a utilização do tempo.

Flavio Maluf – Amazônia recebe investimentos

O Estado do Amazonas tem novidades. Alvo de investimentos recém-anunciados, a expectativa é pela melhora da qualidade de vida da população amazonense no que diz respeito ao primeiro investimento – relacionado à expansão da rede de abastecimento de energia –, e pelo desenvolvimento de mais ações em prol do meio ambiente no que diz respeito ao segundo investimento – relacionado à promoção de práticas sustentáveis em reservas ambientais –, informou o empresário brasileiro Flavio Maluf.

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Aperfeiçoamento do setor elétrico: investimento é de R$ 6 bilhões

Segundo o empresário Flavio Maluf, o mês de setembro contou com o anúncio do Plano de Expansão e Melhorias do Setor Elétrico para o Estado do Amazonas; o investimento, que será de R$ 6 bilhões e tem origem em três esferas – Governo Federal, Ministério de Minas e Energia e Eletrobras –, destina-se à expansão, transmissão e distribuição de energia em todas as cidades do Estado. Do valor apresentado, R$ 3,7 bilhões foram reservados para o interior do Amazonas.

O plano, que terá início ainda em 2015 e deve ser finalizado em 2018, foi anunciado pelo presidente da Eletrobras, Antônio Paiva, durante um evento que reuniu palestrantes e debatedores interessados em dialogar sobre a situação energia no Amazonas e os desafios para o futuro. O evento também contou com a participação do Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Plano de expansão visa atingir comunidades isoladas

O objetivo do investimento é alcançar regiões que ainda não são contempladas pela rede de distribuição de energia, assim como ampliar e qualificar o atendimento àquelas regiões que já são atendidas.

O programa prevê novas usinas, linhas e subestações, ampliação das redes de destruição já existentes para atender e regularizar novos consumidores, inclusão de novos municípios ao sistema interligado nacional (SIN), ampliação do número de famílias atendidas pelo programa Luz Para Todos, cabeamento subterrâneo no centro histórico de Manaus, redução das perdas de energia, extensão de redes rurais e, finalmente, o atendimento a comunidades isoladas. Conforme o empresário Flavio Maluf, o atendimento a comunidades isoladas será realizado por meio da instalação de sistemas solares – conhecidos como ou miniusinas – e redes de baixa tensão.

EUA e Brasil: unidos pelo clima

Já no presente mês de outubro, a novidade ficou por conta do anúncio do investimento de US$ 11 milhões feito pelos Estados Unidos em projetos sustentáveis que estejam sendo realizados no Amazonas, informou Flavio Maluf. O valor, que será repassado a reservas ambientais durante 5 anos, visa estimular e qualificar a promoção de práticas sustentáveis.

O anúncio foi feito pela embaixadora dos EUA no Brasil, Liliana Ayalde, e reportado por Flavio Maluf. Segundo a embaixadora, os Estados Unidos e o nosso país têm em comum a preocupação com as mudanças climáticas, e o investimento tem em vista a preservação da floresta Amazônica e da biodiversidade da região. O comunicado feito pela embaixadora ocorreu durante encontro com autoridades em Manaus e contou com a participação do governador José Melo. Segundo Flavio Maluf, o compromisso foi acordado junto à Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e ao Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBIO).

O futuro do automóvel na visão de Flavio Maluf

Em um mundo cada vez mais dominado pelo alto padrão tecnológico, que além de estar presente em absolutamente tudo, apresenta uma evolução que ganha mais velocidade a todo instante, os produtos que têm a capacidade de permanecer como algo fundamental e ao mesmo tempo acompanham o progresso tecnológico, se mantêm forte no mercado e continuam sendo alvo da cobiça dos usuários. Isso, explica o empresário brasileiro Flavio Maluf, significa que a exigência pelo que é inovador e capaz de potencializar as mais diversas funcionalidades de qualquer coisa da qual fazemos uso é muito grande e, em certos casos, até ultrapassa a própria serventia daquele produto e se torna indispensável para viabilizar sua melhor utilização.

Flavio diz que um dos maiores exemplos disso são os automóveis. De vital importância para a grande maioria das pessoas, eles são objeto de desejo de muita gente. Buscando acompanhar as demandas, sejam elas por segurança, praticidade, mobilidade ou conforto, o mercado de automóveis inova e apresenta melhores possibilidades a cada novo modelo lançado. Nesse campo, os dois pontos mais trabalhados são a autonomia e a conectividade dos veículos, duas coisas que estão fundamentalmente ligadas, já que se trabalhadas em conjunto podem apresentar excelentes resultados. Destarte, aqueles mais conectados com os avanços tecnológicos, quando pretendem fazer a aquisição de um carro, analisam diversos fatores que vão além da simples possibilidade de locomoção, pensam não apenas em seu conforto em geral através dos avanços tecnológicos, mas também em outros fatores relacionados ao ato de dirigir, inclusive no que isso reflete no meio ambiente. Por isso, carros elétricos e/ou que são capazes de não afetar a natureza já são considerados como uma obrigação, ressalta Flavio.

De olho nessas possibilidades, empresas que já são referências mundiais quando o assunto é tecnologia, estão se esforçando ao máximo para ganharem destaque nesse mercado, principalmente por perceberem que seus produtos, em especial os smartphones, são utilizados com muita frequência pelos motoristas por apresentarem resultados mais satisfatórios que as tecnologias implantadas nos veículos. Flavio Maluf cita como exemplos disso o Google Maps e o Waze, utilizados por muitas pessoas que os consideram mais eficientes que os sistemas de navegação de seus carros, já que eles apresentam mais rapidez, praticidade e são mais confiáveis. Para Flavio, isso parece ser uma questão totalmente livre de discussões e controvérsias, pois é natural que o desenvolvimento de softwares seja feito com mais competência por quem tem isso como principal produto a ser ofertado do que por quem tem que se preocupar antes de qualquer coisa em fabricar automóveis que se tornem alvo do desejo das pessoas.

Nesse sentido, algumas parcerias buscam aprimorar o uso dos navegadores ao possibilitarem a utilização dos aplicativos dos telefones inteligentes nos veículos. E isso vai além da simples navegação em busca de melhor mobilidade, destaca Flavio. O Android Auto é um grande exemplo desse avanço. O software do Google, utilizado inicialmente pelo Hyundai Sonata, possibilita que o motorista conecte seu smartphone com sistema operacional Android ao veículo através de uma entrada USB, depois basta desfrutar das diversas funcionalidades do celular. Para quem utiliza o tão famoso iPhone da Apple, a opção semelhante é o CarPlay, que possibilita a utilização do Apple Maps, também reconhecido por apresentar resultados satisfatórios.

Flavio enfatiza que esses aplicativos são fundamentais também em outras funções. No quesito segurança, evitam que o motorista se distraia lendo ou escrevendo uma mensagem de texto, tirando uma das mãos do volante para segurar o telefone, buscando a melhor opção de caminho para seguir, já que isso pode ser realizado através do controle de voz, entre outras coisas que podem ser feitas sem que a atenção no trânsito seja afetada. Muito buscado atualmente, mesmo para quem está dirigindo, aliás, em alguns casos, principalmente para quem está ao volante, já que em certos lugares isso é uma tarefa extremamente estressante, o entretenimento também é uma função dessas ferramentas, já que elas permitem ter acesso, por exemplo, as músicas que se encontram no celular de forma bastante simples. O diagnóstico de problemas e a consequente resolução destes também é outro fator relevante, pois os aplicativos são capazes de resolver pequenas falhas on-line, e isso pode evitar problemas maiores, até mesmo relacionados à segurança do motorista, suscita Flavio Maluf.

O Google se destaca não apenas por seus softwares utilizados em carros de diversas montadoras, mas também por seus próprios carros. A grande ênfase é certamente para os carros autodirigidos. Contudo, a empresa, após conseguir projetar esses veículos, se deparou com algumas situações que tornaram necessária uma espécie de humanização das máquinas, já que estas apresentam certo excesso de precaução. Chris Urmson, responsável pelo projeto da empresa para desenvolver carros autônomos, admitiu que estão sendo testadas maneiras de fazer os carros dirigirem de uma forma mais semelhantes a como as pessoas dirigem, pois os veículos são mais cuidadosos do que o necessário. Flavio Maluf diz que o principal fator que levou a empresa a tentar viabilizar essa analogia foi o fato de 75% dos 16 acidentes envolvendo os veículos autodirigidos do Google nos últimos anos terem sido ocasionados possivelmente devido aos carros frearem em situações nas quais se pessoas estivessem ao volante provavelmente o ato não teria acontecido, evitando que outros motoristas lhes atingisse na traseira. Embora a empresa não compartilhe dessa opinião, já que diz que os autodirigidos não tiveram nenhuma culpa nos acidentes, parece não ser nenhum absurdo dizer que o fato dos carros frearem em situações de pequenos riscos lhes impute alguma culpa, esclarece Flavio.

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A grande questão nesse sentido parece estar relacionada ao fato dos veículos terem sido desenvolvidos com uma espécie de “pensamento” que não lhes permite achar que possíveis colisões possam ser evitadas com uma simples mudança de trajetória, já que eles acionam os freios constantemente ao detectarem algum perigo e isso pode levar outros motoristas a fazer o mesmo e ocasionar algum acidente. Na busca pela melhoria nesse sentido, Flavio destaca o que disse Jen-Hsun Huang, que é diretor-presidente de uma empresa responsável pelo desenvolvimento de processadores gráficos de alto padrão tecnológico com o propósito de possibilitar o reconhecimento de objetos por parte dos carros do Google. Huang falou que é possível solucionar o problema utilizando práticas de “aprendizagens intensas”, já que estas podem ajudar os computadores a fazerem uma melhor interpretação de imagens e objetos, o que além de evitar certos incidentes, também possibilitará que eles façam curvas mais fechadas e ultrapassem em faixas contínuas.

carro appleOutra empresa que também já é reconhecida mundialmente por sua alta tecnologia também está tentando dar seus primeiros passos nesse ramo e isso pode significar muita coisa, destaca Flavio Maluf. A Apple, que já revolucionou o mercado ao entrar no setor tecnológico, acredita que pode dar uma valiosa contribuição também no setor automotivo. Esse desejo da empresa é alimentado pela grande necessidade que o setor tem de apresentar avanços em todos os segmentos do ramo, já que cada vez mais é tarefa árdua dirigir nos grandes centros urbanos, e a entrada da Apple no mercado poderia significar uma grande evolução não apenas nos veículos em si, mas também na maneira de se locomover. Contudo, Flavio também diz que esse pode ser um processo demorado e de resultados incertos. É óbvio que os dispositivos móveis, especialidade da marca, serão os maiores responsáveis pela evolução do mundo dos automóveis, mas também é fato que isso é algo complexo e que necessita de muito estudo antes de ser implantado e disponibilizados para trafegarem em nossas ruas.

A empresa parece focar não apenas em produzir carros autodirigidos com total eficiência, mas também em potencializar o ato de se locomover através do design dos veículos. Embora a entrada concreta da marca nesse mercado ainda seja um enigma, se isto acontecer, seja brevemente ou um pouco mais a frete, a expectativa pelos resultados certamente será enorme, já que é bem possível que um carro da Apple não se limite a simples avanços, mas sim alcance um novo patamar, assim como a empresa fez com os computadores e os dispositivos móveis em geral. Até porque, ressalta Flavio Maluf, a entrada definitiva da marca no meio possivelmente só se dará daqui alguns anos, e isso pode significar que ela tenha que apresentar algo que vá bem além de um meio de transporte. E ser apenas mais um entre vários não é algo pretendido pela empresa, acostumada a ser destaque e oferecer o que há de melhor.

Diante de tudo isso, Flavio Maluf diz que, embora alguns avanços sejam de difícil implantação e outros ainda tenham que passar por inúmeras etapas de testes, o que o futuro nos reserva é certamente algo que represente não apenas a melhor forma de se locomover, mas que ofereça possibilidades capazes de viabilizar um trânsito, mesmo nos grandes centros urbanos, seguro e confortável, fazendo com que o motorista tenha que fazer o menor esforço possível e não seja vítima do estresse causado por engarrafamentos, lentidão ou acidentes que, na maioria dos casos acontecem por motivos minimamente aceitáveis, mas que causam enormes transtornos para todos os envolvidos.

 

Flavio Maluf noticia sobre a atualização do IOS 9 do iPhone

Os aparelhos iPhone devem ser atualizados para não incorrer falhas ao utilizá-lo. Sendo assim, é importante mantê-lo em bom funcionamento, porém muitos reclamam que, após a atualização, o aparelho fica lento. É sobre isso que Flavio Maluf informa aos usuários a respeito da atualização do IOS 9 do iPhone.

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A Apple procura sempre manter seus usuários satisfeitos na medida do possível. Embora seja um tanto desafiador, pois cada um possui distintas necessidades, a empresa tenta amenizar as falhas corrigindo com atualizações objetivando a melhoria no manuseio dos programas e aplicativos.

O objetivo fundamental com a nova versão do IOS 9 do iPhone é fazer com que o aparelho fique mais ágil, gerando rapidez ao usá-lo e proporcionando qualidade em tudo. Sendo assim, é possível verificar dois pontos centrais com essa atualização, comenta Flavio Maluf, que são:

1. Mais autonomia
2. Exige menos espaço livre

O aparelho ficará lento ou não?

A dúvida de muitos usuários é em relação se o aparelho, após atualizar para o IOS 9, ficará lento ou não. É sabido que as atualizações acabam por deixar o sistema lento bem como os programas e apps, mas é o que a Apple tenta diminuir e tem trabalhado para esse fim, informa Flavio Maluf.

É preciso entender três causas do por que o aparelho fica lento após atualizar para uma nova versão, descreve Flavio Maluf:

  1. Os aparelhos possuem recursos antigos que, muitas vezes, são incompatíveis com as novas tecnologias;
  2. Também possuem recursos limitados dificultando a entrada de novas informações;
  3. Os novos recursos de atualizações consomem mais memória e processamento.

Por essas razões, é normal que depois de atualizar o IOS 9 do iPhone, o aparelho apresente falhas, erros e fique bem mais lento.

A boa notícia é que a Apple dispõe de correções para quaisquer falhas a seus usuários. É só entrar no site para baixar essa correção, informa Flavio Maluf.

Novidades ao atualizar o IOS 9 do iPhone

Flavio Maluf descreve as novidades para quem vai atualizar o novo sistema da Apple, o IOS 9 do iPhone:

  • Exigência de apenas 1,3 GB livre para atualizar (bem menor que o anterior IOS 8 que exigia 4,58 GB);
  • Modo de baixo consumo e a luz não mais acende ao receber notificações oferecendo maior autonomia no aparelho;
  • App Notas permite incluir links, mapas, fotos e desenhar com o dedo podendo salvar em iCloud para posterior acesso em qualquer dispositivo;
  • O app Mapas traz novidades com a opção de Transporte Público que oferece as linhas de metrô, trem, balsas e ônibus para acesso fácil;
  • Tecnologia 3D Touch – detecta a intensidade ao manusear uma tarefa a outra na tela;
  • Oferece a opção de “Mude para IOS”, caso o usuário tenha o sistema Android e queira mudar para o IOS sem a necessidade de fios, cabos. Permite transferir dados de forma segura como contatos, histórico de mensagens, vídeos, fotos, calendários, entre outras;
  • É possível baixar apps de rede social facilmente como o facebook e twitter.

As vantagens e desvantagens dos ‘apps’, analisa Flavio Maluf

Pode-se considerar que, para cada necessidade do ser humano atualmente, existe um aplicativo que torna a vida da pessoa mais fácil. E se não existe, com certeza tem alguém pensando em desenvolver. A tendência para o futuro é terceirizar cada vez mais essas tarefas fáceis e operacionais que tomam o tempo das pessoas e mecanizá-las por meio de ferramentas tecnológicas. E ao ser humano cabe, então, o exercício intelectual e subjetivo.

Veja a opinião do empresário brasileiro Flavio Maluf, que está antenado às tendências de tecnologia que afetam o mundo corporativo no Brasil e no mundo:

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Vantagens

Os aplicativos podem fornecer vários benefícios às pessoas e proporciona principalmente a integração e comunicação entre as pessoas do mundo todo e a agilidade e praticidade na hora de realizar tarefas diárias, cita Flavio Maluf.

Eles permitem o acesso rápido a um produto ou serviço e acabam se destacando pela economia de tempo, que é muito valioso atualmente. Quando o aplicativo é fácil de entender e sua navegação é simples, proporciona ao usuário uma melhor experiência e praticidade. O tráfego de dados pelos aplicativos também é menor se comparado à utilização dos navegadores para acesso à internet, o que pode resultar, ainda, em economia de dinheiro.

Existem apps criados exclusivamente para proporcionar melhorias e/ou adaptações em outros aplicativos. Um grande exemplo informado por Flavio Maluf é o Instasize, aplicativo que aplica bordas nas fotos evitando que elas sejam cortadas ao serem publicadas no Instagram.

Alguns aplicativos como os jogos e os organizadores de tarefas diárias podem continuar rodando mesmo sem acesso à internet, o que é visto com bons olhos por quem não pretende ficar o dia todo conectado à rede.

As redes sociais ganham muito espaço e estão entre os aplicativos mais acessados no mundo todo, reportou Flavio Maluf. Elas promovem a interação e comunicação entre as bilhões de pessoas que tem acesso à internet e, muitas vezes, a aproximação (mesmo que virtual) entre pessoas que moram longe umas das outras.

Há muitos aplicativos de jogos, notícias, de lojas de roupas, calçados, mais do que se pode imaginar. Existem aplicativos que fazem muitas coisas que nem se imagina, desde os que formatam trabalhos acadêmicos até os aplicativos que ajudam a fazer aplicativos ou os que ajudam a descobrir se a melancia está madura ou não.

Desvantagens

Uma desvantagem ou ponto negativo dos aplicativos mobile é ter que efetuar a instalação das constantes atualizações do app a cada vez que sua estrutura ou conteúdo são modificados, ressalta Flavio Maluf. Porém, as atualizações visam apenas o aprimoramento do app e uma melhor experiência de uso para o quem o utiliza.

Outro empecilho é a existência de sistemas operacionais diferentes para os smartphones disponíveis no mercado (como o Android, IOS, Blackberry, etc.), o que faz com que alguns aplicativos não funcionem em um ou outro aparelho, devido à falta de adaptação a determinado sistema operacional.

No mundo dos negócios

No mundo empresarial, Flavio Maluf também fala que os aplicativos móveis são muito úteis. Os clientes estão cada vez mais adeptos às tecnologias e as empresas que não se adaptarem a esta nova realidade correm o risco de perder espaço e competitividade no mercado.

O número de clientes que procura informações sobre um produto ou serviço online é considerável e a quantidade compras via internet vem aumentando a cada ano, reportou Flavio Maluf. Portanto, se um negócio estiver online por meio de um aplicativo, por exemplo, ele estará disponível para o mundo todo, para bilhões de pessoas. A dimensão de abrangência do negócio é muito grande, portanto, a empresa tem a oportunidade de prospectar e fidelizar mais clientes, além de aumentar consideravelmente o volume de vendas da empresa.

Um aplicativo vai além de uma “versão móvel” para a empresa. Flavo Maluf falou que existem empresas que se dão bem apenas pela internet, sem precisar de espaço físico para o seu negócio. E é fato que uma empresa que tem aplicativos e que está presente no mundo digital inspira confiança e credibilidade ao cliente. Além de tudo isso, o produto ou serviço também ficará disponível aos seus clientes 24 horas por dia.

Os aplicativos também podem emitir notificações “push”, que são aquelas que aparecem na tela inicial do smartphone. Essas notificações normalmente são visualizadas por cerca de 97% dos usuários, o que é um número considerável comparando ao número de visualizações de e-mails marketing, por exemplo, cuja taxa de leitura não chega a 5%.

Flavio Maluf noticiou que segundo um estudo realizado IDC Brasil, uma empresa do ramo tecnológico, o número de smartphones vendidos no primeiro trimestre 2015 ultrapassou a marca dos 14 milhões, registrando uma comercialização 33% maior comparada ao mesmo período no ano passado.

Caso se interesse em desenvolver um aplicativo para o seu negócio, o empreendedor precisa estar ciente de que o programa deve ser desenvolvido com responsabilidade e, acima de tudo, conhecimento. Flavio Maluf ressalta que ter um aplicativo ruim é pior do que não ter nenhum, então, é preciso atentar para que ele tenha uma boa interação, funcionalidade, agilidade e design. Ele precisa ter uma navegação simples, fácil e rápida para conquistar o usuário e proporcionar um bom resultado. Outro cuidado que se deve ter ao desenvolver um aplicativo é com relação às informações, pois é imprescindível que o cliente tenha os dados do produto ou serviço disponíveis, caso contrário, ele optará por outra empresa, na maioria das vezes.

Em suma, pode-se afirmar que, atualmente, os aparelhos smartphone são uma parte da vida das pessoas e os aplicativos são importantes mediadores das relações entre estas e o mundo digital, que vem amadurecendo há um bom tempo. Os apps de hoje em dia realizam tarefas com autonomia, proporcionam entretenimento, informações, conhecimento e interação. Eles comportam tudo o que interessa às pessoas: relações, entretenimento, informações, consumo, facilidades, economia de tempo. Então é difícil não estabelecer uma relação de dependência com o mundo virtual, por mínima que seja. Mas essa dependência não se caracteriza necessariamente como ruim, uma vez que os aplicativos vêm para aprimorar a experiência de vida das pessoas e facilitar muitas coisas do dia a dia.

Pode-se perceber que, atualmente, é muito comum utilizar com confiabilidade e segurança os aplicativos móveis nos smartphones para acessar a conta bancária e realizar operações, ler notícias atualizadas, fazer compras, socializar com os amigos mesmo longe fisicamente. Flavio Maluf conclui reforçando o fato que existem aplicativos para cada tipo de coisa: viagens, música, alimentação, exercícios físicos, sexo e relacionamentos, trânsito, saúde, finanças, etc.

 

Conheça a evolução da linha dos Iphones

Flavio Maluf criou a análise abaixo sobre a interessante evolução do iPhone

Flavio Maluf explica Iphones

Iphone evolução por Flavio Maluf

Quando foi lançado, o iPhone se tornou manchete de jornais que o apresentavam como o smartphone sem teclado ou botões do mundo. O modelo inovou com seus três botões (home, Power e volume) e a tela sensível ao toque. O caráter criativo do aparelho da Apple era enfatizado e até mesmo hoje, o iPhone é um dos aparelhos mais desejados do mercado. Mesmo com o preço cada vez mais alta, milhares de brasileiros optam pelo modelo mais recente.
Desde o primeiro lançamento, o iPhone mudou, ganhando alguns centímetros, aplicativos e recebeu atualizações no design. Tudo para se adaptar ao mercado e se manter a frente dos concorrentes. Foram mais de 700 milhões de unidades vendidas desde o lançamento do primeiro aparelho. São quase 90 milhões de vendas por ano do carro chefe da Apple. Confira a evolução do iPhone nesses 8 anos de história.
Junho de 2007: Chega ao mercado o iPhone 2G
O primeiro iPhone lançado pela Apple é considerado um divisor de águas no mercado dos telefones. O modelo tinha como principal novidade a tela sensível ao toque que já era utilizada em alguns aparelhos, inclusive nos prórpios iPods da marca. Mas o iPhone era diferente, uma vez que o touchscreen dispensava o uso de caneta stylus e o usuário precisava apenas dos dedos para acessar suas funções. O design também era chamativo, apresentando corpo metálico. Tinha capacidade de armazenamento de 16 GB e não tinha funções como GPS e gravação de vídeos.
Julho de 2008: iPhone 3G
A versão de entrada foi um sucesso de vendas e continuou com o segundo modelo lançado, o iPhone 3G. Suas principais características foram a conectividade 3G, o GPS e a App Store, em que os usuário poderiam baixar aplicativos com facilidade. Desenvolvidos pela Apple e por outras empresas, os aplicativos disponíveis para o smartphone deu início a uma nova indústria: a de desenvolvimento de software. A versão 3G esteve disponível em duas cores e com capacidade de armazenamento de 8 GB e 16 GB. A novidade do design ficou por conta do material da carcaça, um plástico bastante resistente que tornou o preço mais acessível.
Junho de 2009: iPhone 3GS
O iPhone 3GS também apresentava a carcaça em plástico e poucas mudanças no visual. O que despertou o interesse do público foi o “S” no nome que representada Speed, pois a velocidade passou de 412 Mhz da versão 3G para 600 MHz e a memória passou de 128 MB para 256 MB. Além da câmera de 3,0 megapixels ao invés da câmera de 2,0 megapixels da versão anterior. Foi o primeiro iPhone a gravar vídeos e tinha outras funções como auto – foco, bússola, tela ant – oleosidade bússola digital, entre outras funções. O modelo esteve disponível nas cores preta e branca e com 8 GB, 16 GB e 32 GB de espaço de aramazenamento.
Junho de 2010: iPhone 4
O iPhone 4, lançado em 2010, foi o modelo marcado pela primeira reformulação significativa no design do aparelho. O destaque ficou pela combinação de aço inoxidável e vidro. Este último cobria as partes frontal e traseira do aparelho, além das linhas retas que tornavam o design mais arredondado em relação as primeiras versões. Entre os destaques do modelo estão a câmera frontal para vídeo – chamadas, o display de 960 x 480 pixels, câmera de 5 que permitiam a gravação de vídeos na resolução HD (720p).
Por dentro, o iPhone inovou com o chip, um processador A4, de frequência 1 GHz, que apresentava 512 MB de memória RAM. A bateria, um pouco superior aos modelos antecessores, permitia uma maior carga.
Outubro de 2011: iPhone 4S
O design do iPhone 4S não era tão diferente do seu antecessor, contudo ele trouxe evoluções importantes como a câmera de maior resolução (8,0 megapixels e gravação de vídeo na resolução Full HD 1080p). Outro destaque ficou por conta do processador com dois núcleos que dava mais velocidade ao aparelho. Uma função interessante que foi apresentada neste modelo foi a assistente de voz, chamada Siri (por isso a letra “S” que consta no nome). Trata-se da versão mais vendida no Brasil até o lançamento de seu sucessor o iPhone 5.
Setembro de 2012: iPhone 5
O lançamento do iPhone contou uma grande reformulação no design, sendo a segunda grande transformação do aparelho. A principal mudança foi o acabamento em alumínio, a tela maior (4 polegadas) e a menor espessura. O iPhone 5 contava com o novo conector lightning, que apresentava 10 pinos, ao invés dos 30 dos modelos anteriores. Outra novidade ficou por conta do novo EarPod. Por dentro, o modelo apresentava o processador de dois núcleos e a memória RAM de 1 GB.
A câmera traseira de 8 megapixels foi melhorada, apresentando uma nova tampa da lente de cristal de safira, além de função panorâmica. A câmera frontal, para vídeo – conferência, apresentou 1,2 MP. Até então, o iPhone 5 foi o mais vendido da história com mais de 5 milhões de unidades vendidas só nos Estados Unidos. O que fez do iPhone 5, o aparelho portátil mais vendido do mundo no ano de seu lançamento. Uma curiosidade sobre o modelo diz respeito ao cancelamento da produção, que aconteceu após o lançamento dos iPhone’s 5C e 5S em 2013. Dessa forma o 5C passou a ser produzido em seu lugar.
Setembro de 2013: iPhone 5C
O iPhone 5C marcou a sétima geração do aparelho e foi apresentada junto com o iPhone 5s, em 10 de setembro de 2013. A atitude inédita apresentou ao público dois aparelhos em uma única data. Com os componentes internos iguais aos do iPhone 5, o 5C estava disponível em 5 versões cuja traseira foi trabalhada em em policarbonato nas cores branca, verde, azul, amarelo e rosa, o que deixou o aparelho um pouco mais em conta. Com a chegada do modelo 5C, a Apple cancelou a produção do iPhone 5, uma vez que o objetivo era o de substituir o modelo anterior. A atitude não deixou os proprietários do iPhone 5 muito satisfeitos com a Apple.
Setembro de 2013: iPhone 5s
A Apple dá continuidade a linha S, entretanto esta versão parece muito com o iPhone 5. A primeira mudança diz respeito a arquitetura de 64 bits, até então inédita. A câmera continuou oferecendo os 8 megapixels, contudo com uma abertura de f/2.2. Além disso, ele permitia aos usuários de gravarem vídeos em 120 fps (câmera lenta) com 720p (HD) ou em 30 fps na resolução 1080p (FullHD). A variação de cores com destaque para a dourada, prata e cinza espacial. O S do nome vem da palavra Security.
Setembro de 2014: iPhone 6 e iPhone 6 Plus
O diferencial dos iPhones 6 e 6 Plus é a melhora significativa nos processadores e na câmera frontal. A tecnologia NFC – Near Field Communication garantiu a troca rápida e segura de informações na rede sem fio. Ela é empregada, sobretudo na função Apple Pay, que permite a compra com o cartão de crédito apenas aproximando o aparelho do leitor, sem a necessidade de contrato. O usuário pressiona o touch e a transação e processada e autencada. Algo que também foi bem visto é a inédita capacidade de armazenamento de 128 GB.
Houve também um ganho de tamanho e o iPhone 6 passou a ter 4,7 polegadas, ante as 4 polegadas do iPhone 5c e 5s e o iPhone 6 Plus apresenta 5,5 polegadas. A tela de retina, a menor espessura, menor peso e o corpo curvado são algumas das novidades do design. Os preços de lançamento do iPhone 6 é de US$ 199 (versão inicial de 16 GB), US$ 299 (versão de 64GB) e US$ 399 com 128 GB. Já a versão iPhone 6 Plus é vendido a US$ 299 na versão de 16 GB, US$ 299 a de 64GB e US$ 499 com 128 GB de armazenamento. Os valores referem-se a venda casada no plano de contrato de dois anos junto a prestadora.
Curiosidades sobre o iPhone
Ao longo de seus oito anos, o iPhone foi lançado em 115 países e mais de 700 milhões de unidades foram vendidas. Entre as curiosidades mais interessantes está a relação entre Apple e Samsung, que brigaram muitas vezes na justiça, mas mantinham relações comerciais bem sólidas. Até a versão 5c, boa parte dos chips presentes no aparelho era produzida pela Riva, Samsung. o chip é produzido por um processo avançado que envolve nanotecnologia, uma unidade central de processamento (CPU) com dois núcleos e uma unidade de processamento gráfico (GPU).
O Siri permite saber se há algum avião voando sob o usuário. Basta perguntar ao Siri “What flights are above me?” (“quais os voos que estão acima de mim?”) ou “planes overhead”(“aviões em cima”). O Siri vai mostrar uma tabela com os aviões e os números dos voos, bem como as altitudes que estão sobrevoando e seus ângulos.
Para apagar quaisquer textos basta agitar o seu iPhone e vai aparecer uma caixa de diálogo com a mensagem “desfazer a digitação” e de mudar de ideia outra vez é só agitar novamente o telefone para aparecer a de diálogo com a mensagem “refazer a digitação”.

Airbus e Boeing: duelo de gigantes, por Flavio Maluf

O mercado de aviação comercial parece esquentar nos próximos anos, contrariando muitos que acreditam na diminuição ou falta de procura para viagens e turismo. Esse duelo entre as gigantes Airbus e Boeing prometem um aumento da frotas das empresas aéreas e esse fato se deve à utilização da tecnologia para a construção de aeronaves. “Ambos buscam diminuir o tempo de produção com inovações técnicas”, analisa Flávio Maluf, empresário e engenheiro mecânico, 53 anos, formado pela FAAP. A observação do presidente do Grupo Eucatex, que recentemente inaugurará uma fábrica na cidade de origem, Salto-SP, deve-se ao jato de tinta gigante de impressão para pintar partes das asas do Airbus A320, modelo popular dessa empresa. “Isso diminui em 90% as 170 horas de trabalho dos funcionários”, afirma Flávio Maluf.

airbusboeing

Mas não só essa inovação diminui o tempo para entregar no prazo determinado. A redução dos dias de trabalho dos funcionários também contribui para acelerar a produção. Essa produtividade não pode ser deixada de lado, pois os aviões de pequeno porte tem um volume muito maior e encontram forte concorrentes nos países como Brasil, China, Rússia e Canadá. “A Airbus tropeçou, em 2005, em tentar acelerar a produção do superjumbo A380, o maior avião passageiro do mundo, e acabou sendo entregue somente em 2007. O mesmo ocorreu com a Boeing, com o modelo 787 Dreamliner, que entrou em operação em 2011”, lembra Flávio Maluf. Por tanto, não é apenas importante modelos novos como o seu cumprimento de prazo.

Entre os novos modelos de Airbus, o A350 que entrou para concorrer com o Boeing modelo Dreamliner e o 777, o uso de gruas computadorizadas com braçadeiras guiadas a laser promete reduzir em 30% o tempo e 40% o seu custo. “Esse processo se chama Zapp, em que se unem as partes gigantescas das aeronaves. Foi isso que proporcionou a entrega dentro do prazo a Qatar Airlines”, diz Flávio Maluf, quando aconteceu o voo comercial inaugural em 2012.

Todos esses esforços foram acertado depois dos erros cometido pelas duas empresas. O Airbus, por exemplo, teve um custo e atraso com o cargueiro militar e o modelo A400M teve um acidente com a morte de quatro funcionários na Espanha, suspendendo os seus voos em meio as investigação do fato. Ainda, o modelo A380 tem enfrentado problemas com cancelamentos e poucas encomendas. “Fabrice Brégier, diretor-presidente da unidade de aviação comercial da Airbus, sofre com a falta de clientes“, lembra Flávio Maluf. Sua concorrente acumulou gastos com falhas na produção durante o desenvolvimento da Dreamliner, mas espera-se que a Boeing consiga lucrar com mais de 1000 unidades de 787 solicitada para encomenda.

Por isso, todo cuidado é pouco. Qualquer margem de prejuízo ou lentidão é inaceitável e Brégier está acostumado a resolver os problemas. Flávio Maluf diz que o empresário conseguiu dar avanços operacionais quando o A380 estava com uma sequência de erros, acreditando que a empresa irá rivalizar com seu rival. O desafio seguinte será de aumentar a produção de uma única unidade produzida no ano passado para 100 no ano de 2019. Para tanto, fazer mais em menor tempo parece ser a filosofia do trabalho para a fábrica da Airbus Group SE.

Tendência: aplicativos auxiliam as empresas aéreas; Flávio Maluf analisa

Os aplicativos de celulares caíram na graça de uma grande parcela da sociedade mundial. É comum que as pessoas estejam conectadas ao celular a todo o momento e a qualquer hora do dia, transitando entre os intermináveis aplicativos lançados a todo o instante. Essa nova tendência abre um leque gigantesco de oportunidades de negócios para várias empresas, de diferentes nichos.

A mais nova área de negócio a apostar na facilidade, comodidade e interatividade que os aplicativos oferecem é o meio aéreo, distribuído entre várias empresas que comandam a rota área mundial. O empresário Flávio Maluf, presidente das Eucatex Brasil, entende que essa nova abordagem das empresas áreas estimula toda uma comunidade envolvida ao assunto.

De acordo com especialistas da área, tal como Flávio Maluf, os aplicativos passam a integrar o sistema área brasileiro com a intenção de facilitar a vida dos passageiros, que acabam interagindo e recebendo informações importantes das linhas áreas instantaneamente – tudo por meio de um clique no celular.

Esta é a nova cara do mercado, dizem as autoridades do assunto. Com uma bagagem de quase 30 anos no Grupo Eucatex, Flávio Maluf tem conhecimento dessa nova demanda empresarial, que diz a respeito a comodidade dos passageiros, que passa ter a oportunidade de resolver diversas questões relacionadas ao seu voo de forma rápida, simples e eficaz.

Em suma, estes aplicativos integrados às linhas aéreas possuem várias funcionalidades. Informações gerais, dados específicos sobre o voo de cada passageiro, ajuda com o despacho das malas, embarque e até mesmo o entretenimento são algumas das apostas mais comuns neste viés econômico relacionado ao empreendedorismo aéreo.

O empresário e engenheiro Flávio Maluf está ligado a tudo o que acontece no mercado e entende que ao noticiar este novo modo de investimento só tem a contribuir com todo o empreendedorismo do país.

O aplicativo – Demandas e funcionalidades

O aplicativo das empresas aéreas surge para sanar várias dificuldades dos passageiros. O mercado entende que o passageiro não deve mais enfrentar filas para comprar passagem, reservar voo, cancelar este mesmo voo, embarque, despacho, check-in. Outra demanda observada é a de que os passageiros não precisam mais falar com nenhum atendente, caso não desejem. Se é possível pagar uma conta bancária por meio da internet e de aplicativos, resolver trâmites aéreos também deve ser possível.

Estes dois aspectos, trabalhados de maneira conjunta, fazem com que os aplicativos ofereçam a possibilidade de o usuário caminhar com os próprios passos por meio de um simples toque no celular. No mundo da interatividade e da tecnologia, tudo é possível. Segundo o grupo de pesquisas Phocuswright, especializado no assunto, e conforme reporta o empresário Flavio Maluf, cerca de 40% dos passageiros consultados neste ano já utilizaram os serviços dos aplicativos, para fazer check-in, cancelar um voo, dentre outras funcionalidades.
Algumas empresas aéreas também apostam no entretenimento durante a viagem, disponibilizando vídeos interativos para o passageiro, por meio do aplicativo. O futuro das empresas aéreas é instigante e promissor e o olhar atento de empresários como Flávio Maluf fazem com que estas empresas percebam que estão percorrendo o caminho mais indicado.

 

Como o ‘On My Way’ pode ajudar a Amazon, por Flavio Maluf

A Amazon se mostrou bastante consolidada no mercado, mesmo com a concorrência acirrada. Flavio Maluf, presidente da Eucatex Brasil, apontou uma série de pontos que mostra uma solução para diminuir as despesas da companhia no setor logístico. Como medida para acelerar as entregas, sobretudo para atender a demanda dos usuários Prime, a empresa quer fazer dos usuários seus entregadores.

Inicialmente será nos Estados Unidos, onde ela foca o mercado de varejo e está desenvolvendo um aplicativo em que pessoas comuns serão pagas para fazer entregas. Ou seja, ao invés de pagar as transportadoras a Amazon quer pagar aos seus clientes para a entrega de mercadorias. A ideia da companhia é de alocar mercadorias em lojas e armazéns urbanos, pagando o aluguel pelo espaço utilizado ou tarifa por mercadoria. O projeto ficou conhecido como On My Way (No meu Caminho).

O projeto

Trata-se de um projeto inovador, mas que pode não ir para frente, segundo Flavio Maluf. Mesmo que haja a possibilidade de dar à companhia a opção de interagir mais com o consumidor e economizar custos, os quais subiram 31% no ano passado, mais que a receita. Além disso, Flavio Maluf observa que a estratégia pode aumentar a possibilidades de negociar com as transportadoras.

A estratégia ainda conta com barreiras, uma vez que as lojas físicas podem não cooperar da maneira que a Amazon necessita. Em contrapartida, as transportadoras são eficientes e não cobram tão caro pela entrega. Por exemplo, um pacote transportado via UPS nos Estados Unidos custa pouco mais de US$ 8 por pacote. Parece pouco, mas o montante diário da Amazon é de 3,5 milhões de pacotes (média). Segundo a SJ consultoria, Consulting Group, a Amazon precisaria de milhares de transportadores para que a economia seja significativa.

Flavio Maluf ainda atenta que não há uma política bem elaborada nos casos em que os pacotes forem danificados ou extraviados. Apesar dos empecilhos, outras empresas já aderiram a sistemas semelhantes. A entrega compartilhada já é uma realidade para empresas como Deliv Inc., o Ebay, o Uber, entre outras. O Wal Mart Stores também tem interesses em estabelecer um sistema próprio de entregas de mercadorias.

Experiências anteriores

Algumas iniciativas da Amazon merecem ser citadas – afirma Flavio Maluf. Entre elas, as entregas feitas de bicicleta para clientes Prime Now. Como o conceito é de fazer a entrega em até duas horas, a Amazon chegou a contratar transportadoras que atuam no ramo de entregas para supermercados e até motoristas associados ao aplicativo Uber. Nesse último caso, a empresa pagou US$ 5 por pacote, mas não seguiu adiante com a iniciativa.
A empresa também está construindo uma rede própria para entregas e ainda contratou os serviços postais dos correios americano. Dessa forma, poderá fazer entregas aos domingos e para seus produtos de supermercado, entregues no período da manhã. Tudo para garantir a boa experiência de compra e ter um diferencial em relação aos concorrentes.

Futuro do On My Way

O projeto de entrega compartilhada foi colocado na pauta da Amazon no mesmo momento em que a companhia tentou entrar no ramo de carona remunerada, similar ao Uber, contudo também não foi para frente. Se seguir adiante, o projeto ajudaria a sanar problemas como os enfrentados em 2013, quando não conseguiu entregar alguns presentes de natal e acabou tendo de ressarcir seus clientes.

Outra questão que pode ser resolvida diz respeito ao custo de logística, que pode diminuir. Só em 2014, a empresa teve um custo de US$ 8,7 bilhões, ante a US$ 2,07 bilhões de 2013. Para se ter uma ideia, os custos em relação às vendas passou de 8,9% para 9,8% das vendas. O desafio do projeto é diminuir esses custos ou, pelo menos, não diminuir a receita atual.

Flavio Maluf informa: Papa Francisco chama atenção das mudanças climáticas

CIDADE DO VATICANO – Flávio Maluf informa sobre o recente comunicado do papa Francis na quinta-feira chamado para uma transformação radical da política, economia e estilos de vida individuais para enfrentar a degradação ambiental e as alterações climáticas, como sua encíclica papal muito aguardado misturado uma crítica mordaz do consumismo e do desenvolvimento irresponsável com um apelo à rápida e unificada ação global.

De acordo com a reportagem redigida por Flávio Maluf, a visão que Francis descrito na página 184 encíclica está varrendo em ambição e extensão: Ele descreveu uma exploração desenfreada e destruição do meio ambiente, para o qual ele culpou a apatia, a busca imprudente dos lucros, a fé excessiva na tecnologia e miopia política. As vítimas mais vulneráveis ​​são as pessoas mais pobres do mundo, declarou ele, que estão sendo deslocado e desconsiderada.

Um menino indiano com um saco cheio de material reciclável em um depósito de lixo em Gauhati, India.Pope Francis se alinha com Mainstream Science on ClimateJUNE 18, 2015
Papa Francisco na Praça de São Pedro, no Saturday.Leak do Papa da encíclica sobre Mudanças Climáticas aponta para tensões na Vatican.
Papa Francisco na Praça de São Pedro no domingo. A versão final da sua encíclica é devido Thursday.Pope Francis chamadas para a Acção Climática em Projecto de Encyclical.
O Flavio Maluf disse ainda que o primeiro papa do mundo em desenvolvimento, Francis, um argentino, usou a encíclica – intitulado “Laudato Si”, “ou” Louvado Seja to You “- para destacar a crise representada pela mudança climática. Ele colocou a maioria da culpa dos combustíveis fósseis e da atividade humana, enquanto o aviso de uma “destruição sem precedentes dos ecossistemas, com consequências graves para todos nós” se uma acção rápida não é tomada. Países desenvolvidos e industrializados foram os principais responsáveis, disse ele, e foram obrigados a ajudar as nações mais pobres enfrentar a crise.

“A mudança climática é um problema global, com graves implicações: ambientais, sociais, econômicos, políticos e para a distribuição de mercadorias”, escreveu ele. “Ela representa um dos principais desafios que a humanidade enfrenta em nossos dias.”

O Vaticano, por Flávio Maluf, divulgou a encíclica ao meio-dia de quinta-feira, após uma entrevista coletiva fortemente atendidos e em meio interesse global generalizada. Autoridades do Vaticano ficaram enfurecidos após uma revista italiana postada na segunda-feira um projecto vazou da encíclica online – uma que quase combinava exatamente com o documento final. A violação levou à especulação de que os adversários de Francis dentro do Vaticano queria constrangê-lo, minando o lançamento planejado.

Mas na quinta-feira, figuras, ambientalistas, cientistas, funcionários eleitos religiosas e executivos de empresas de todo o mundo estavam aguardando o lançamento oficial da encíclica, com muitos deles agendar conferências de imprensa mais tarde ou preparar declarações para discutir o assunto. O interesse da mídia foi enorme, em parte por causa de Francis ‘popularidade global, mas também porque esta foi a primeira vez que um papa havia escrito uma encíclica sobre danos ambientais – e por causa da coligação intrigante que ele está propondo entre fé e ciência.

“A humanidade está diante de um desafio crucial que exige o desenvolvimento de políticas adequadas, que, aliás, estão actualmente a ser discutidos na agenda global”, disse o Cardeal Peter Turkson durante a coletiva de imprensa de manhã, no Vaticano. “Certamente, lata e Laudato Si ‘deve ter impacto sobre as decisões importantes e urgentes a serem feitas nesta área.”

Na coletiva de imprensa, o Cardeal Turkson disse que Francisco já havia notado que a humanidade tinha desempenhado um papel na mudança climática. Ele disse que houve “debate acalorado” sobre o tema e que Francis não estava tentando intervir nisso.
Francis deixou claro que espera que a encíclica vai influenciar energia e da política económica e agitar um movimento global. Ele convida as pessoas comuns para pressionar os políticos para a mudança. Bispos e sacerdotes de todo o mundo são esperados para liderar discussões sobre a encíclica em serviços, no domingo. Mas Francis também está chegando para um público mais amplo, quando nas primeiras páginas do documento, ele pergunta “para lidar com cada pessoa que vive neste planeta.”
Metropolitan John Zizioulas de Pérgamo diz a Flávio Maluf, que a crise ambiental é um “problema espiritual”, durante uma entrevista coletiva na quinta-feira sobre a encíclica Papa Francis ‘sobre as alterações climáticas. Pela Reuters na Data 18 de junho de 2015 Publicar.
Mesmo antes do lançamento, a postura inflexível Francis ‘contra a destruição ambiental, e sua demanda por uma ação global, já havia emocionado muitos cientistas. Nas últimas semanas, os defensores de políticas de combate à mudança climática expressaram esperança de que Francisco poderia dar uma “dimensão moral” para o debate, porque ganhar argumentos científicos era diferente de mover as pessoas à ação.

“Dentro da comunidade científica, há quase um código de honra que você nunca vai transgredir a linha vermelha entre a análise pura e questões morais”, disse Hans Joachim Schellnhuber, fundador e presidente do Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático e um clima conducente Europeia cientista. “Mas agora estamos em uma situação em que temos de pensar sobre as conseqüências de nossa visão para a sociedade.”

No entanto, Francis também foi duramente criticado por aqueles que questionam ou negam a ciência estabelecida da mudança climática causada pelo homem e também por alguns católicos conservadores romanos, que interpretaram o documento como um ataque ao capitalismo ea ingerência política como indesejado em um momento em clima mudança está no topo da agenda global.

Os governos estão agora a elaborar planos nacionais de mudança climática antes da reunião de cúpula das Nações Unidas de dezembro sobre a mudança climática em Paris. O objetivo da reunião é conseguir o primeiro acordo global de varredura em que todas as nações da terra se comprometeriam a promulgação de novas políticas para limitar as emissões de gases de efeito estufa. Muitos governos ainda têm de apresentar planos, incluindo os grandes emissores, como o Brasil, que também tem uma grande população católica. A encíclica é visto como uma cutucada pouco sutil para a ação, ao mesmo tempo que fornece suporte para líderes confrontados com escolhas difíceis em países com um grande número de católicos.

“Ela dá um monte de cobertura para líderes políticos e econômicos nesses países, como eles tomam decisões sobre a política de mudança climática”, disse Timothy Wirth, vice-presidente da Fundação das Nações Unidas.

Teólogos católicos dizem que o tema principal da encíclica é “ecologia integral”, que liga o cuidado com o meio ambiente com uma noção já bem desenvolvida no ensino católico – que o desenvolvimento econômico, a ser moralmente bom e justo, deve levar em conta a necessidade do ser humano seres para coisas como a liberdade, educação e trabalho significativo.

Gráfico: No Planeta em perigo, uma Chamada para Ação Papal
“A idéia básica é, para amar a Deus, você tem que amar seus companheiros seres humanos, e você tem que amar e cuidar para o resto da criação”, disse Vincent Miller, que detém uma cadeira na teologia católica e cultura no University of Dayton, um colégio católico em Ohio. “Ele dá Francis uma base muito tradicional para defender a inclusão de preocupações ambientais no centro da fé cristã”.

Papa Francisco - Post Flavio Maluf

Papa Francisco

Ele acrescentou: “Os críticos dizem que a Igreja não pode ensinar política, a igreja não pode ensinar política. E Francis está dizendo: “Não, essas coisas estão no cerne da doutrina da igreja. ‘”

Francis tem atraído a partir de uma ampla variedade de fontes, em parte para reforçar seus argumentos, em parte para sublinhar a universalidade da sua mensagem. Ele cita regularmente passagens de seus dois predecessores, o Papa João Paulo II eo Papa Bento XVI, assim como ele também chama proeminente de seu aliado religioso, o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla, líder dos cristãos ortodoxos do mundo. Ele cita também um místico sufi muçulmano, Ali al-Khawas.
Francis começa a encíclica com um hino escrito por São Francisco de Assis, o frade do século 13 que é o santo padroeiro dos animais e do meio ambiente. Francis cita livro da Bíblia do Gênesis para sustentar seu argumento teológico, embora em uma passagem certa para irritar alguns cristãos, ele castiga aqueles que citam Gênesis como prova de que o homem tem “domínio” sobre a terra e, portanto, um direito ilimitado a seus recursos. Alguns crentes têm utilizado este entendimento bíblico de “domínio” para justificar práticas como a montanha de mineração ou de pesca com redes de emalhar.

“Esta não é uma interpretação correta da Bíblia como é entendida pela Igreja”, escreveu Francis. A Bíblia ensina os seres humanos a “cultivar e guardar” o jardim do mundo, ele disse: “‘Lavrando’ refere-se a cultivar, lavrar ou a trabalhar, enquanto ‘manutenção’ significa cuidar, proteger, fiscalizar e preservar.”

Sua repreensão mais pungente é uma ampla crítica política e econômica de fins lucrativos ea influência indevida da tecnologia na sociedade. Ele elogiou os progressos alcançados pelo crescimento econômico e tecnologia, destacando realizações em medicina, ciência e engenharia. Mas, acrescentou, “O nosso desenvolvimento tecnológico imenso não foi acompanhada por um desenvolvimento em responsabilidade humana, valores e consciência”.

Central de tema Francis ‘é a ligação entre os pobres ea fragilidade do planeta. Ele rejeita a crença de que a tecnologia ea “economia atual” vai resolver os problemas ambientais ou “que os problemas da fome e da pobreza mundial será resolvido simplesmente pelo crescimento do mercado.” Ele cita finanças como tendo uma influência de distorção sobre a política e apela à ação do governo, regulamentação internacional e um despertar espiritual e cultural “recuperar profundidade na vida.”

Em meio aos grandes temas, Francis também toca em uma ampla gama de tópicos específicos, desde o planeamento urbano (chamando para bairros melhores para os pobres) e Economia Agrícola (aviso contra o alcance de grandes agroindústrias que empurram os agricultores familiares de suas terras) para a conservação e biodiversidade (com chamadas para proteger as bacias Amazônica e do Congo), e ainda oferece-se pequenas passagens de meios de comunicação e arquitetura críticas.

“Uma enorme acusação vejo nesta encíclica é que as pessoas perderam o seu sentido de objectivos finais e adequado da tecnologia e da economia”, disse Christiana Z. Peppard, um professor assistente de teologia, ciência e ética da Universidade Fordham, em Nova York. “Estamos focados no curto prazo, padrões consumistas, e permitiram paradigmas tecnológicos e econômicos para nos dizer o que os nossos valores deveria ser.”

Encíclicas são cartas aos membros do clero e leigos da igreja que são considerados documentos papais de ensino autoritário. Os católicos são esperados para tentar abraçar sinceramente o ensino e julgamentos morais dentro. Mas enquanto princípios morais gerais são amplamente considerado vinculativo, as afirmações mais específicos podem ser categorizados como “julgamentos prudenciais” – uma frase alguns críticos têm chamado para rejeitar posições Francis ‘em questões polêmicas como as alterações climáticas ou a desigualdade econômica.

Muitos conservadores será satisfeito, no entanto, porque Francis incluiu também uma forte crítica do aborto ao mesmo tempo, menosprezando o argumento de que o controle da população representada uma solução à limitação de recursos e pobreza. No entanto, ele criticou duramente créditos de carbono – os instrumentos financeiros empresa centrais a política de mudança climática actual da União Europeia – como uma ferramenta que “pode ​​simplesmente tornar-se uma manobra que permite a manutenção do consumo excessivo de alguns países e setores.”

Acima de tudo, Francis norteou a encíclica como uma chamada à ação, imbuindo proteção ambiental com uma base teológica e espiritual. Ele elogia as gerações mais jovens para estar pronto para a mudança e disse que “os acordos internacionais exequíveis são urgentemente necessários.” Ele citou Bento em dizer que as sociedades avançadas “deve estar preparado para encorajar estilos de vida mais sóbrios, enquanto reduz seu consumo de energia e melhorar a sua eficiência.”

“Nem tudo está perdido”, escreveu ele. “Os seres humanos, ao mesmo tempo capaz de o pior, também são capazes de se elevar acima de si mesmos, a escolha de novo o que é bom, e fazer um novo começo.”

Jim Yardley relatado a partir Cidade do Vaticano, e Laurie Goodstein, de Nova York. Gaia Pianigiani contribuiu com a reportagem de Roma, Coral Davenport a partir de Washington, e Justin Gillis de Nova York.

Flávio Maluf e sua carreira profissional

Flávio Maluf, brasileiro, nascido em 02 de Dezembro de 1961, formou-se em engenharia mecânica pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), na cidade de São Paulo. Morou no exterior por um ano, trabalhando e estudando administração na renomada Universidade de Nova York – NYU.

Em 1986, Flavio Maluf casou-se com Jacqueline de Lourdes Coutinho Torres. Fruto deste relacionamento entre Flavio Maluf e JacquelineTorres nasceram seus tres filhos. Uma filha de 22 anos formada em Engenharia Quimica em Londres, um filho de 19 anos formado em admistração de empresas também na Fundação Armando Álvares Penteado e um outro filho de 15 anos, que esta se preparando para seguir os passos do pai e cursar engenharia, na Inglaterra.

Flávio Maluf trabalha no Grupo Eucatex desde 1987, e durante a sua tragetória passou por diversas áreas da empresa até chegar onde chegou. Iniciou a sua carreira na área de trade da empresa, e depois de alguns anos migrou para a área industrial onde ficou até 1996. Neste mesmo ano, seu tio que naquela época era o atual presidente da empresa, o convidou para fazer parte do quadro de executivos do Grupo Eucatex, e após grande sucesso e colaboração para os bons resultados da empresa, por um acordo entre todos os envolvidos e familiares, em 1997 Flavio Maluf assumiu a presidência do Grupo Eucatex onde esta até hoje, focando em inovação e investindo fortemente para lançar novos produtos no segmento.

Ao assumir a presidência da empresa, Flavio Maluf iniciou um processo de modernização, conforme o seu formato de gestão. Que segundo ele, tem um prefil agressivo, de uma pessoa que busca a perfeição e o sucesso da companhia todos os dias. Ele se considera um executivo bastante presente, mas nao centralizador. Uma entrevista realizada pela emobile.com.br com Flavio Maluf – “Ele não disperdiça oportunidades” conta detalhes sobre os planos do executivo na carreira, vida profissional e sonhos que ele almeja alcançar.

A história do Grupo Eucatex teve inicio em 1951, como a primeira empresa brasileira a pensar em em conforto ambiental e acústico e a usar o eucalipto como matéria-prima para a produção de chapas e painéis. A primeira fábrica, hoje conhecida como Unidade Chapas, foi inaugurada em Salto – São Paulo, em 1954. Lá, a Eucatex iniciou suas atividades produzindo forros acústicos e chapas soft de fibras de madeira e pouco depois passou a fabricar chapas isolantes e acústicas. Os negócios do grupo evoluíram rapidamente e hoje o empreendimento atende as necessidades de fabricantes de móveis e grandes industrias de contruções civil. Além do mercado externo, com portas e chapas. No ano de 2010 a Eucatex, sob o controle de Flavio Maluf, inaugurou uma nova fabrica, também localizada na cidade de Salto. Atualmente a empresa conta ainda com outra fábrica, na cidade de Botucatu.

Além de suas responsabilidades com a empresa, Flavio Maluf faz questão de fazer parte de eventos beneficentes e voluntários afim de ajudar a comunidade local e ajudar ao próximo. Colaborou recentemente com o Hospital e Maternidade Ídio Carli, antiga casa de Saúde Santa Emília.